MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Maometanismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Maometanismo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Jihad no Quénia: Muçulmanos decapitam Cristãos no pior ataque dos últimos 17 anos

Mais de 150 pessoas foram assassinadas por membros mascarados do grupo muçulmano com o nome de al-Shabaab, depois destes terem invadido uma universidade Queniana e ter disparado e decapitado Cristãos naquele que é tido como o pior ataque dos últimos 17 anos.

O grupo islâmico invadiu a "Garissa University College" pouco depois das 5 da manhã, sobrepujando os guardas e assassinando as pessoas que eles desconfiavam serem Cristãs.

A contagem de mortos subiu para 147 e o cerco de 13 horas terminou. Um total de 79 pessoas foram feridas e 587 foram transportadas para a sua segurança. A maior parte dos mortos eram estudantes, mas dois oficiais da polícia, um soldado e dois vigias encontram-se entre os mortos.

O ministro do Interior Queniano, Joseph Nkaissery, disse que os 4 terroristas se haviam amarrado com explosivos. Quando os oficiais disparavam contra eles, eles "explodiam como bombas" e os estilhaços feriam os oficiais. Foi dito pelos oficiais que se encontravam no local que os reféns foram libertos e os 4 muçulmanos, que se acreditava estarem armados com AK-47s, foram mortos.

Acredita-se que o ataque foi o pior que alguma vez ocorreu em solo Queniano desde o bombardeamento da Embaixada dos Estados Unidos em Nairobi (1998) que matou mais de 200 pessoas. 


* * * * * * *
Eventos como este marcam o fim eminente da liberdade religiosa no Ocidente. Esqueçam o anti-Cristão e infestado de maçónicos Charlie Hebdo. O que o Ocidente precisa é de um novo Charlie Martel. É bem provável que ele apareça em cena mal coisas como esta ocorram numa Universidade Americana. Se houver alguma justiça no universo, isso irá ocorrer numa universidade cheia de estudantes que estão sempre dispostos a insistir que grupos como o Estado Islâmico ou o al-Shabaab não estão cheios de muçulmanos de verdade.

Os Cristãos estão a ser decapitados por todo o lado, desde o Médio Oriente a África ao Reino Unido. Quanto mais tempo teremos que aceitar isto? E, vocês ateus, reparem que não ser Cristão não vos vai salvar. Uma mera suspeição de não ser muçulmano é o suficiente para vos condenar.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aceitou conversões forçadas

O frequentemente citado verso do Alcorão onde se lê "que não haja compulsão na religião" (2:256) é alvo duma refutação bem forte se o analisarmos à luz da realidade da parte final da vida de Maomé. O profeta do islão não tinha qualquer tipo de poder efectivo quando esta passagem aparentemente tolerante foi "revelada", mas as coisas eram muito diferentes quando a sura 9ª foi revelada, encorajando os maometanos a forçar os demais à oração e ao pagamento da jiziyah (Alcorão 9:29).

Exemplos da vida de Maomé provam para além de qualquer dúvida que ele não se opunha à conversão forçada, chegando mesmo a ordenar as mesmas mal ele teve a autoridade militar para o fazer.

Continuando com a história de Abu Safyan (ver "Maomé preferiu sempre a paz"), quando o líder dos habitantes de Meca visitou o exército maometano no ano de 630, numa tentativa de convencer Maomé a não fazer guerra, ele foi levado até à presença do "profeta" ameaçado por espadas. Aí, ele foi "convidado" a abraçar o islão:

[Maomé] disse: "Aí de ti, Abu Sufyan, será que não chegou a hora de reconheceres que eu sou o apóstolo de Alá?" Ele (Abu Sufyan) respondeu: "Quanto a isso, ainda tenho algumas dúvidas." Eu (o narrador) disse-lhe: "Submete-te e testifica que não há deus sem ser Alá e que Maomé é o apóstolo de Alá antes que percas a tua cabeça," e assim fez ele. (Ibn Ishaq/Hisham 814)

Não ficou registada qualquer palavra de aviso ou de condenação por parte de Maomé, o que nos leva a concluir que ele aceitou imediatamente a "conversão" de Abu Safyan como forma de avançar com os seus objectivos políticos. (Abu Safyan e a sua descendência riram-se por último visto que eles herdarem o império de Maomé e mataram os netos favoritos do "profeta").

Depois dele ter conquistado Meca, Maomé começou a ordenar a execução de todos aqueles que o haviam insultado ou que haviam abandonado a fé islâmica. Uma destas pessoas foi o seu antigo escriba - Abdullah bin Sa'd - que havia transcrito as "revelações" provenientes de Alá, mas que havia perdido a fé no profeta depois dele (Maomé) ter aceite as sugestões de Sa'd quando supostamente a palavra de Alá era inalterável. Abdullah salvou-se revertendo de volta para o islão na presença de Maomé, em Meca, no preciso instante em que o "profeta" esperava que alguém o decapitasse:

O profeta permaneceu em silêncio por um longo período de tempo até que finalmente ele disse "Sim".

Quando Uthman [e Abdullah] havia saído, ele disse o seguinte aos companheiros que se encontravam à sua volta, "Fiquei em silêncio de modo a que algum de vocês se levantasse e cortasse a sua cabeça!" Um dos Ansar disse, "Então porque é que não nos deste um sinal, ó apóstolo de Alá?" Ele respondeu que um profeta não mata apontando o seu dedo. (Ibn Ishaq/Hisham)


[ed: Isto é falso, visto que o Rei David mandou matar o Amalequita que mentiu e disse que ele (o Amalequita) havia morto o Rei Salomão - 2 Sam 1:16.]

Vários poetas foram assassinados por Maomé em Meca pelo "crime" de o terem ridicularizado. Outro poeta, chamado Ka'b bin Zuhayr, salvou a sua vida "convertendo" ao islão depois de descobrir que não havia outra forma de evitar a execução. (Ibn Ishaq/Hisham 888-889). A Tradição (Hadeeth) regista também que muitos habitantes de Meca "converteram-se" ao islão sob coação óbvia. Um observador apreensivo disse o seguinte a Maomé:

(Eles abraçaram o islão) porque foram derrotados às nossas mãos (e como tal, o seu islamismo não é de confiança). (Sahih Muslim 4453)

Este tipo de "conversões" eram plenamente reconhecidas por Maomé, tal como está bem óbvio pela tradição que se segue onde ele critica um soldado por matar uma pessoa que havia "convertido" apenas e só para salvar a sua vida:
O apóstolo de Alá enviou-nos rumo a Al-Huruqa, e pela manhã atacamos e derrotamos os locais. Eu e um homem Ansari perseguíamos um homem dentre eles e  quando o sobrepujamos, ele disse "La ilaha illal-Lah." Quando ouviram isto, os homens Ansari pararam mas eu matei-o, espetando uma lança nele. Quando regressei, o profeta veio a saber do que havia ocorrido e disse, "Ó Usama! Mataste-o depois dele dizer La ilaha ilal-Lah?" Eu disse, "Mas ele só disse isso para se salvar." O profeta repetiu isto de modo tão constante que desejei nunca ter abraçado o islão antes desse dia. (Bukhari 59:568)
(Note-se que Maomé não ficou minimamente preocupado com o facto de vítimas estarem a ser mortas enquanto fugiam do exército maometano. Isto refuta por completo o mito de que as guerras levadas a cabo por Maomé era em legítima defesa.)
Por esta altura Maomé estava a propagar o islão de qualquer meio possível, chegando a usar a riqueza obtida como forma de comprar a lealdade das pessoas:

O apóstolo de Alá deu (Presentes) a algumas pessoas, excluindo outras. Estes últimos pareciam desagradados com isto. O profeta disse: "Dei a algumas pessoas como forma de impedir que elas se desviem da Verdadeira Fé." (Bukhari 53:373)

Maomé chegou a capturar a mulher a os filhos dum homem como forma de usá-los a levar um homem a aceitar o islão:

O apóstolo disse-lhes para dizer a Malik que se ele viesse até ele como um muçulmano, ele teria de volta a sua família e as suas propriedades, e ele [Maomé] lhe daria cem camelos. (Ibn Ishaq/Hisham 879)

Isto desvalorizou a fé islâmica, fazendo com que ela deixasse de ser uma religião para passar a ser uma aliança política estabelecida à força. Maomé enviou um dos seus homens - e uma força militar - ao Iémen onde foi dito ao líder pagão local, "Testemunha que ninguém tem o direito de ser adorado sem ser Alá, ou então cortamos-te a cabeça". (Bukhari 59:643) Para além disso, não havia qualquer tipo de convicção religiosa profunda na "conversão" da tribo Thaqif:

[Os líderes da tribo Thaqif disseram o seguinte uns aos outros:] Estamos num impasse. Vocês viram o quanto que a questão em torno deste homem [Maomé] progrediu. Todos os Árabes já aceitaram o islão e vocês não têm o poder para os combater ... Será que não conseguem ver que os vossos rebanhos não estão seguros? Nenhum de vocês pode avançar sem ser eliminado. (Ibn Ishaq/Hisham)

A sua solução foi "aceitar o islão" e como tal, enviaram informação a Maomé para anunciar a sua "conversão", pedindo uma garantia de que não seriam mais assediados pelos maometanos, e pedindo um tempo de graça até que "renunciassem" a sua antiga religião:

Os cavaleiros da tribo Thaqif vieram para fazer a sua submissão e aceitar o islão segundo os termos do apóstolo, desde que eles pudessem obter um documento garantindo a segurança do seu povo, das suas terras e dos seus animais... Entre as coisas que eles pediram ao apóstolo foi a retenção do ídolo al-Lat intacto por um período de 3 anos. O apóstolo recusou, mas eles continuaram a pedir isto por um período de um ou dois anos, mas ele recusou... (Ibn Ishaq/Hisham)

Obviamente que os Thaqif não agiram por firme convicção na veracidade do islão mas sim com base no mesmo tipo de desespero que se abateu sobre os Árabes não-maometanos após as agressões militares de Maomé. O "profeta" tinha o poder total e ele usava-o para ordenar aos seus exércitos que eliminassem todos aqueles que não se submetessem ao islão. "Lutem contra todos da forma que Alá quer que se lute, e matem todos os que não acreditam em Alá" foram as suas instruções para um dos seus líderes (Ibn Ishaq/Hisham 992).

Maomé congratulou um rei distante por este ter aceite o islão, e por "ter morto os politeístas" que viviam no seu reino, ao mesmo tempo que ele instruía outro líder islâmico para este "convidar" uma tribo vizinha para o islão e chaciná-los se eles se recusassem:
O apóstolo enviou Khalid bin Walid . . . rumo à tribo Banu al-Harith e ordenou que ele os convidasse a abraçar o islão três dias antes de os atacar. Se eles aceitassem, então ele [Khalid] aceitaria isso da parte deles; mas se eles se recusassem, ele tinha que os combater. (Ibn Ishaq/Hisham 959)
A famosa declaração de Khalid "Se vocês aceitarem o islão, então estarão seguros," é repetido pelos jihadistas . . . até os dias de hoje.



Mais "Mitos em torno de Maomé"

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A jihad contra os universitários

Terroristas maometanos atacaram uma universidade agrícola pela calada da noite, matando dezenas de estudantes enquanto eles se encontravam a dormir nos seus dormitórios. Para além disso, e num gesto que se torna cada vez mais comum na Nigéria devido à revolta em curso no nordeste do país, os terroristas incendiaram salas de aulas.


Molima Idi Mato, reitor da "Yobe State College of Agriculture" afirmou à Associated Press que o número de mortos pode atingir os 50 estudantes, num ataque que teve início por volta da uma da madrugada. Ele afirmou ainda que não podia ainda dar o número certo de mortos porque as forças de segurança se encontravam ainda a recoler os corpos.

Os outros 1,000 alunos inscritos abandonaram as instalações da universidade que se encontra a cerca de 40 quilómetros a norte dum local escolar onde também ocorreram ataques (perto de Damaturu).

Segundo Mato, não havia forças de segurança dentro da universidade, apesar das garantias do governo. Há cerca de duas semanas atrás, Mohammmed Lamin (comissão estatal para a educação) convocou uma conferência de imprensa apelando a todas as escolas que voltassem a abrir e prometendo protecção por parte de soldados e forças policiais.

A maior parte das escolas desta área fecharam depois de terroristas maometanos terem morto 29 alunos e um professor num ataque que ocorreu no dia 6 de Julho em Mamudo, perto de Damaturu. Segundo se sabe, algumas das vítimas foram queimadas vivas no local.

O nordeste da Nigéria encontra-se num estado de emergência militar devido à revolta levada a cabo pelo grupo terrorista maometano com o nome de Boko Haram. Este grupo é responsável pela morte de pelo menos 1,700 pessoas inocentes desde que anunciaram a sua jihad em favor da criação dum estado islâmico.

"Boko Haram" em português significa algo do tipo "a educação não-islâmica é proibida".


Fonte: http://arabnews.com/news/466176

* * * * * * *

Os grupos terroristas muçulmanos são os mesmos covardes de sempre: em vez de enfrentarem exércitos armados e bem preparados, os muçulmanos lançam as suas ofensivas de "guerra" cobardes contra mulheres, crianças e pessoas indefesas. Aparentemente, o seu deus Alá não se sente confiante para enfrentar homens armados.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ataques com ácido aumentam à medida que aumenta devoção islâmica

Padre católico que foi atacado com ácido na ilha africana de Zanzibar - naquele que foi o terceiro ataque não provocado em apenas dois meses - continua hospitalizado. O Rev. Joseph Anselmo Mwagambwa afirmou que ele foi atacado na Sexta-Feira à tarde quando saia dum café com acesso a internet em Mlandenge (uma comunidade na cidade de Zanzibar).

Segundo fontes locais, para além do clérigo estar a receber tratamento na cidade de Dar es Salaam, a polícia continua com as suas investigações e até ao momento nenhuma prisão foi feita.

Durante o mês passado, em Zanzibar, duas mulheres britânicas (ambas com 18 anos) caminhavam sem companhia na rua quando ácido foi lançado para as suas caras, peito e mãos; segundo se sabe, o ataque foi levado a cabo por dois homens numa mota.

Katie Gee e Kirstie Trup foram atacadas em Stone Town, o centro histórico da ilha, e, segundo a firma i-to-i Travel, ambas trabalhavam como professoras voluntárias na ilha.  O ataque contra as duas mulheres chega numa altura em que o extremismo islâmico se encontra em crescimento na ilha.

O governo local, para além de considerar regulamentar a aquisição de ácido e de outro material relacionado, avisou que tais ataques podem danificar a indústria turística da ilha.

Noutro incidente ocorrido em Julho, um homem de negócios de origem árabe que havia construído um centro comercial junto a embaixada Americana em Dar es Salaam foi ele também ferido noutro ataque com ácido.


* * * * * * *
Em vez das forças governamentais se preocuparem com a regulamentação de ácido, elas deveriam-se preocupar com o aumento do assim-chamado "extremismo islâmico" (que não é extremismo algum, mas sim o islão verdadeiro). 

Se os maometanos começarem a atacar as mulheres com água quente, o governo local provavelmente vai querer regular a venda de esquentadores.

Note-se também o relativismo moral deste governo: o seu problema com os ataques de ácido não é o facto do mesmo deixar pessoas marcadas (literalmente) para o resto das suas vidas, mas sim a forma como isso pode danificar o rendimento local que provém do turismo.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Evangélico invade delegacia policial gritando "Sola Scriptura!" e esfaqueia policial católico


Na verdade foi um maometano que invadiu uma esquadra policial, gritando "Alá é o maior!" (Allah akbar).

Por volta das 11:50 do dia 7 de Maio um homem invadiu uma delegacia policial localizada em Roussillon. Segundo as testemunhas presentes no local do drama, o homem entrou nas instalações gritando "Alá é o maior" antes de atacar um oficial da polícia que se encontrava na recepção, ferindo-o na zona do pescoço com uma faca. 

Outro polícia que se encontrava por perto disparou a sua arma, ferindo o atacante na coxa. No entanto, uma das balas fez ricochete e feriu o polícia na sua  perna.

As mazelas que se encontram nos três vão de ligeiras até sérias e todos eles foram transferidos para os hospitais da região.

Os oficiais não sabem ainda o que motivou este homem a invadir a delegacia desta forma mas as suas opiniões variam de 1) acto dum extremista islâmico ou 2) loucura. Actualmente, os investigadores encontram-se entretidos a investigar a personalidade do atacante.

* * * * * * *
Sempre que um maometano leva a cabo um acto de jihad (claramente com motivações religiosas), os politicamente correctos oficias ocidentais coçam as suas cabeças de modo ostensivo e tentam saber, admirados, o que motivou o ataque (colocando até a possibildade do atacante estar louco). A explicação mais óbvia é demasiado terrível para eles contemplarem.

Uma testemunha afirma ter ouvido o homem dizer algumas coisas em árabe, para além de terem sido encontradas no seu quarto revistas com a frase "A vitória está próxima" escritas nelas. Para esclarecer ainda mais as motivações do homem, ficou-se a saber que ele havia feito recentemente uma peregrinação a Meca. 


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis