MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 18 de julho de 2015

A crescente onda de muçulmanos que troca Maomé pelo Senhor Jesus

Por Warren Cole Smith

Se por acaso passas tempo a ler as notícias, é bem provável que saibas que o islão radical é uma força significante e destrutiva no mundo actual. David Garrison não discorda com esta declaração, mas ele defende que isto é apenas parte da história. Há também um avivamento do mundo islâmico, defende Garrison.

Ele acredita que entre 2 a 7 milhões de antigos muçulmanos converteram-se ao Cristianismo nas últimas duas décadas, e ele tem pesquisas impressionantes que confirmam a aua alegação. Ele documento os dados por ele apurados no seu livro "A Wind in the House of Islam."

Garrison tem um Ph.D. através da Universidade do Chicago, e passou mais de 25 anos como missionário com a "International Missions Board" da "Southern Baptist Convention". Tive esta conversa com Garrison em Atlanta no mais recente "International Christian Retail Show".

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Muitas pessoas, quando pensam no mundo islâmico, ficam desencorajadas com o islão radical. O seu livro tem  um tipo de mensagem mais encorajadora. Qual é ela?

Há alguns dias atrás houve uma pessoa que me perguntou, "Como é que você interpreta o que está a acontecer actualmente no mundo à luz da Palavra de Deus?" Eu penso que Romanos 8:22 é uma peça-chave para nós vermos as coisas, e essa é a passagem onde Paulo nos diz que sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto.

Esse doloroso levantamento, todas as tribulações, a violência que vemos no mundo islâmico são, espero eu,  o prenuncio duma nova vida que  está a tomar lugar. É nisso que a minha vida se foca, e não nas coisas que vemos todos os dias nas notícias, que são todas elas verdadeiras e válidas. Não quero de maneira nenhuma minimizar nada disso.

Tudo isso que está a acontecer é horrível, mas eu também quero dar testemunho do facto de Deus estar a operar no mundo islâmico, e, francamente, de formas que nós nunca vimos no passado. Há muito mais muçulmanos a converterem-se a Cristo no dias de hoje do que em qualquer outro momento da história.

Pode-nos dar alguns exemplos específicos do que está a acontecer?

A coisa mais impressionante que nós descobrimos é que existem movimentos de muçulmanos rumo a Cristo, e quando falo nisso, eu não estou a falar de indivíduos, mas de movimentos de pelo menos 1000 pessoas dentro duma comunidade, que foram baptizados, ou 100 igrejas que foram plantadas nas últimas duas décadas.

Estamos observar, actualmente, 69 destes movimentos que foram formados nas últimas duas décadas que se estão a  mover......dum ponto do mundo islâmico para o outro  - portanto, desde o Oeste de África até à Indonésia e todos os lugares pelo meio.

Acho que um dos exemplos mais notáveis é o que está a acontecer actualmente no Irão. Estamos a observar que o Ayatollah Khomeini está a provar ser o maior evangelista da história do Irão porque tantas pessoas estão a votar com os seus pés, e essas pessoas estão a abandonar o islão e estão a caminhar rumo a todo o tipo de coisas. Não é só rumo ao Cristianismo, mas certamente que dezenas de milhares, talvez centenas de milhares de Iranianos durante as últimas décadas passaram a ter fé no Senhor Jesus Cristo, e seguiram-No até ao baptismo.

Você disse "Estamos a observar." Quem é que está a observar, e como é que podemos saber que o que você disse é verdade?

Isso foi muito importante para mim. Certamente que ninguém pode saber tudo o que se está a passar, e a bênção maravilhosa que eu tive foi a bênção de ter um conjunto enorme de colaboradores. Em todos os lugares onde estive, descobri que eu fui capaz de trabalhar com missionários que me apresentaram mais tarde aos parceiros nacionais, e devido a isto, nas páginas iniciais do meu livro eu falo desta enorme rede.

Acho que tenho cerca de 150 pessoas listadas que me ajudaram em todas as regiões do mundo. Fiz questão de documentar por escrito não só tudo o que diz, mas também de registar tanto quanto possível essas entrevistas reais; arrumá-las antes de - como se diz - sanitizá-las. Mudei os nomes de modo que ninguém fosse prejudicado e por motivos de segurança.

De que forma é que você enveredou pelo caminho de documentar este fenómeno?

Eu tive um percurso longo e sinuoso. Passei 29 anos junto da "International Missions Board" e vive em locais e e estudei línguas tais como o Japonês e o Chinês, para além de ter aprendido três tipo de Arábico.

Por volta de 1992, a minha esposa, os meus dois filhos e eu fomos destacados para trabalhar junto dos Árabes Líbios. E durante os anos que se seguiram aprendemos, sei lá, 100 ou 200 formas de como não ganhar Líbios para Cristo. Durante esse percurso, ficamos a saber que é difícil, e que não é algo que se resolve facilmente.

Portanto, em 2002, quando a nossa família se mudou para a Índia, começamos a ouvir relatos de muçulmanos a converterem-se a Cristo no Sul da Ásia, e então começamos a ouvir relatos do Centro da Ásia e alguns poucos do Oeste e do Este da África. Tomamos nota porque sabíamos que isto não era normal, e começamos a fazer listas de movimentos sobre os quais havíamos ouvido falar mas que não tínhamos verificado pessoalmente. Em pouco tempo, tínhamos cerca de 25 na nossa lista.

Então, em 2011, fui contactado por uma fundação que dizia:

Temos estado a ouvir os mesmos rumores de anjos e de coisas que estão a acontecer no mundo muçulmano. Se por acaso nós o financiássemos, será que você estaria disposto a ir e a verificar o que está a acontecer?

Neste livro você fala de experiências verdadeiramente sobrenaturais que os muçulmanos estão a ter, e que lhes estão a levar até a Cristo, Será que ouvi bem?

Em muitos casos, sim. Em alguns casos, é muito comum, muito rotineiro, quase mundano, mas, obviamente, sempre que alguém é transformado das trevas para a luz, isso é um milagre. Sempre que o Senhor Jesus Cristo salva alguém, é um milagre. Mas certamente que estamos a ouvir notícias de coisas que são fora do comum, e eu sou um Baptista, e como tal, digo estas coisas com uma certa dose de cepticismo.

Queria saber mais, e as notícias que eu ouvia eram simplesmente maravilhosas, particularmente aquelas que falavam de sonhos e visões. Quase ninguém nega que, qualquer que seja o motivo, dum canto do mundo muçulmano até ao outros, os muçulmanos estão a ter o seu sono perturbado por visitações e também por orações respondidas.

Falamos com um certo número de pessoas que nos disseram da forma como haviam testado Deus. Eles disseram, "Se isto é real, vou orar, e se Tu estás aí, Senhor, quero que oiças isto," e então o Senhor Jesus começou a revelar-Se através da Sua fidelidade, e eles aperceberam-se que seguir a Cristo não era seguir um Profeta com 2000 anos, mas sim seguir o Senhor Vivo. Isso, para eles, foi o ponto de viragem.

O que foi que o levou ao ponto de verdadeiramente começar a acreditar que realmente está a acontecer um movimento do Espírito Santo no mundo islâmico?

Foi quando eu mesmo fui para estes locais. Viajei mais de 1/4 de um milhão de milhas durante os dois anos que se seguiram pelo mundo islâmico, e em todos os cantos entrevistei pessoas que nunca teria imaginado - desde xeques, imãs e mullahs, líderes da comunidade islâmica - que me deram testemunho de terem sido baptizados depois de se terem encontrado com o Senhor Jesus, e saberem que, ao agirem assim, eles estavam a dizer "Estou disposto a morrer" porque eles sabiam muito bem que a lei islâmica não permite a conversão do islão para outra fé.

Durante os cerca de dois anos seguintes, à medida que comecei a compilar listas e a investigar a verdade, o que descobri foi que, durante todo o percurso da interacção muçulmana-Cristão, existiam 82 instâncias, 82 movimentos, de muçulmanos por Cristo com pelo menos 1,000 baptismos ou 100 estabelecimentos de igrejas durante duas décadas. Oitenta e duas vezes. Isto é que é espantoso: 69 dessas instâncias ocorreram depois do ano 2000.

Estamos a atravessar o maior ponto de viragem de muçulmanos a converterem-se a Cristo da história, mas acho que a igreja não está ciente disto. Embora isto seja minúsculo se olharmos para os 1,6 mil milhões de muçulmanos que há no mundo - até hoje, menos de 1,5% de muçulmanos foram tocados com o Evangelho - mesmo assim, estamos a testemunhar que, 84% de todos os movimentos que alguma vez aconteceram, estão a acontecer agora.

Os Cristãos aqui nos Estados Unidos estão a ler este livro. O que é que você tem esperança que aconteça quando eles terminarem de ler?

Essa é uma boa pergunta. Na verdade, neste livro eu descrevo aqueles que são 4 resultados desejados. O primeiro é que seja historicamente correcto, que capture a documente com clarea real estes movimentos de modo a que não existam dúvidas em torno do registo deste momento da história.

O segundo resultado desejado é que o livro seja uma palavra de encorajamento para os Cristãos - que têm medo dos muçulmanos, que estão zangados com os muçulmanos, e que olham para eles como uma ameaça - para que eles se apercebam que este o seu [dos muçulmanos] Dia da Salvação. Deus pode querer que amemos os muçulmanos, que lhes ministremos, que lhes levemos o Evangelho, porque isto está bem no centro do Coração de Deus.

O terceiro propósito deste livro é o de mostrar a forma como Deus está a operar no mundo muçulmano porque, claramente, as coisas hoje estão diferentes, e é algo que nunca tínhamos visto no passado. Se o corpo de Cristo pode aprender as formas eficientes através das quais o corpo de Cristo está a operar, então todos nós podemos fazer a obra de Cristo de forma muito mais eficaz.

O quarto propósito, e encontra-se bem no centro da sua questão, é que eu espero que isto seja um encorajamento para os muçulmanos que estão a pensar noutras formas, que eles possam saber o quão perto do Coração de Deus eles estão.

http://wp.me/p2eeoq-59b


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Islão: Construído sobre o Sangue dos Mártires Cristãos


Numa entrevista recente para a CBN News, Andrew White, um sacerdote Anglicano conhecido como "O Vigário de Bagdade",  tentou recontar as terríveis atrocidades que os Cristãos do Iraque estão a sofrer à mercê do Estado Islâmico. Depois de ter explicado a forma como as minorias Cristãs fugiram para Níneve quando os militantes islâmicos começaram a aterrorizar e a bombardear as suas igrejas, White disse:

Foi então que um dia, o EIIL, o Estado Islâmico, o califado islâmico veio [a Níneve] e eles reuniram todos os Cristãos. Não alguns Cristãos, mas todos eles. E eles mataram muitos deles. Eles cortaram as suas crianças ao meio, eles cortaram as suas cabeças.

Convém salientar que atacar os Cristãos é algo que já acontecia antes da criação do EIIL Por exemplo, em 2008 um comité parlamento Canadiano ficou a saber da forma como "militantes muçulmanos" estavam a crucificar crianças Cristãs:

Desde que a guerra começou em 2003 que cerca de 12 crianças - muitas delas com idades tão baixas como 10 anos - haviam sido raptadas, mortas, e depois crucificadas em cruzes improvisadas perto das suas casas como forma de aterrorizar e atormentar os seus pais.

Durante a sua entrevista, White contou este episódio, provavelmente muito surreal para as sensibilidades Ocidentais:
O Estado Islâmico apareceu e disse às crianças, "Digam as palavras que demonstram que vocês irão seguir a Maomé!" As crianças, as quatro com menos de 15 anos, disseram, "Não, nós amamos a Jesus. Sempre amamos a Jesus e sempre iremos seguir a Jesus. Ele tem estado sempre connosco."  Eles disseram, "Digam as palavras!" mas as crianças disseram, "Não, não podemos". [White começa a chorar] Os muçulmanos cortaram todas as suas cabeças. Como é que se responde algo desta natureza? Só chorando. Elas eram as minhas crianças (sendo do meu país). É com este tipo de coisas que temos convivido. É com este tipo de coisas que estamos a conviver.
Por mais insensível que isto possa parecer, talvez estas crianças estejam numa situação melhor. Afinal de contas, temos noticias de membros do Estado Islâmico a forçar Cristãos a converterem-se ao islão, e mesmo assim a cortarem-lhes a cabeça - condenado-os assim duplamente.
Semelhantemente, num dos seus posts no Facebook, White escreveu:
As imagens de hoje são demasiado dolorosas para serem exibidas. Sabem como gosto de mostrar fotos mas a foto de hoje era demasiado horrível para ser vista. Uma família de 8 pessoas, todas baleadas na cara, mergulhadas numa poça de sangue, com a sua Bíblia aberta no sofá. Eles recusaram-se a converter e isso custou-lhe a vida.
Durante a sua entrevista para a CBN, White falou também da forma como membros do EIIL vieram até à casa dum homem Cristão e disseram, "Ou aceitas o islão ou matamos os teus filhos." O desesperado pai declarou as palavras , a shehada, que “Não há deus senão Alá, e Maomé é o mensageiro de Alá," tornando-se assim num muçulmano.

Contrito no seu coração, ligou para White a chorar, "Abouna, abouna [padre, padre] Eu disse as palavras" Será que isso significa que Jesus já não me ama? Sempre amei a Jesus mas disse essas palavras porque não conseguia ver os meus filhos a serem mortos!” White respondeu, "Não, Elias. Jesus ainda te ama. Ele sempre te irá amar."

Estes dois tipos de histórias disponibilizadas por White - Cristãos a recusarem-se a aceitar o islão e a morrer por isso, e Cristãos a aceitar o islão sob coação - são parte integral da forma como o "mundo islâmico" - a maior parte do qual era Cristão antes das conquistas islâmicas - veio a existir; este é um facto que o mundo Ocidental tinha perfeita noção antes da era actual do politicamente correcto e das realidades alternativas.

Um evento histórico que combina as duas - conversões forçadas seguidas de remorso Cristão - chega do Egipto:
Em 1389, uma enorme procissão de Coptas que havia aceite Maomé sob coação marchou através do Cairo. Arrependendo-se da sua apostasia, eles queriam agora expiar esse acto com a inevitável consequência de regressarem ao Cristianismo. Enquanto marchavam, anunciaram que acreditavam em Cristo e que renunciavam a Maomé. Eles foram apreendidos e todos os homens foram decapitados um após outro na praça pública, e perante as suas mulheres. Mas isto não aterrorizou as mulheres; elas também foram martirizadas. (Crucified Again, pgs. 113-114).
Primeiro forçados a converter, e depois forçados a ficar dentro da fé islâmica - ambos sob coação; estes são dois factos do islão, passado e presente; factos que, segundo  o eminente clérigo islâmico Sheikh Qaradawi, são responsáveis pela existência actual do islão. Basta perguntar à Sudanesa Meriam Ibrahim, ao Egípcio Muhammad Hegazy, ou ao Iraniano (ou antes, ao esquecido pela América) Saeed Abedini.

Para além dos numerosos registos históricos de Cristãos a serem mortos por recusarem o islão - quer sejam os 100,000 Georgianos decapitados ou queimados vivos, ou os "meros" 813 Italianos decapitados - os Cristãos ainda estão a ser forçados a aceitar o islão, e isto não está a ser feito só pelo Estado Islâmico.
  • Palestina, Julho de 2012: Cristãos de Gaza protestam contra “os raptos e as conversões forçadas de antigos seguidores do islão.” A sempre-em-diminuição comunidade Cristã fez soar o sino da igreja enquanto cantava, “Com o nosso espírito, com o nosso sangue iremos-nos sacrificar por Ti, Jesus!”
  • Paquistão: Em 2004, uma criança de 2 anos foi violada porque o seu pai Cristão "se recusou a converter ao islão". Outro "Cristão devoto" foi massacrado por homens muçulmanos “com múltiplos golpes de machados [segundo a autópsia, 24 golpes] por se recusar a converter ao islão.” Em Abril de 2014, um guarda de segurança matou um operário Cristão por se ter recusado a converter ao islão.
  • Uganda, Julho de 2014: Depois dum gangue de muçulmanos brandindo facas de mato ter invadido uma igreja durante um culto, machadando uma mulher de 18 anos até à morte e deixando outras 3, incluindo uma criança de 1 ano, feridas, o pastor local explicou que os atacantes pertencem a um "grupo local de muçulmanos" que tenta  “transformar o Uganda [de maioria Cristã] numa nação islâmica, matando quem quer que se recuse a converter.”
  • Nigéria, Maio de 2014: Uma adolescente Cristã reportou a forma como o Boko Haram veio até à sua casa, e matou o seu pai e o seu irmão por se terem recusado a aceitar o islão. Depois de terem abusado dela, amarraram-na e deixaram-na num estado de choque entre os dois cadáveres.
  • Bangladesh, Outubro de 2013: Depois de ter impedido a construção duma igreja, o governo local ameaçou oficialmente os Cristãos com a expulsão da sua aldeia a menos que eles renunciassem a sua fé e aceitassem o islão. Um dos Cristãos disse: "As suas ameaças gelou-me até aos ossos. Por isso é que finjo ter aceite o islão, mas a minha fé em Cristo é o manancial da minha vida.” Outro Cristão disse: “O presidente está a cortar as asas da nossa fé. Não sei ate quando é que podemos sorrir e aguentar tudo iso. Queremos liberdade religiosa e queremos practicar a nossa fé abertamente.”
  • Rússia, 2013: No Tatarstão, uma república Russa de maioria islâmica, 7 igrejas foram queimadas e encontra-se propagada “uma pressão crescente que tenta levar os Cristãos a aceitar o islão”.
  • Uzbequistão, Agosto de 2012: Uma mulher de 26 anos, parcialmente paralisada desde a sua juventude, e a sua mãe idosa, foram violentamente atacados por invasores que assaltaram a sua casa, confiscando "ícones, Bíblias, calendários religiosos, e livros de oração". No departamento policial local, a mulher paralisada “recebeu a oferta de se converter ao islão.” Ela recusou e foi consequentemente multada com uma quantia equivalente a quase dois anos de ordenado.
Paquistão, Uganda, Rússia, Nigéria, Palestina, Uzbequistão e Bangladesh: estes países não são o "EIIL", no entanto os Cristãos estão a sofrer a mesma intolerância que os Cristãos que se encontram sob o jugo do Estado Islâmico estão a sofrer.

A lição? Se por todo o mundo islâmico as minorias Cristãs estão a ser forçadas a aceitar o islão, frequentemente sob coação de morte, o mínimo que o mundo não-islâmico pode fazer é aceitar o facto de que o islão é inerentemente hostial - uma lição penosa que muitas vidas inocentes têm pago há quase 1400 anos.

Se o Cristianismo é construído sobre o sangue dos mártires Cristãos, parece que o islão também é construído sobre o sangue dos mártires Cristãos.

- http://goo.gl/QQ3w04


domingo, 28 de dezembro de 2014

Número crescente de muçulmanos relata sonhos com o Senhor Jesus


Eu estava sozinho num deserto. Por onde quer que eu olhasse, não via mais nada a não ser areia. Senti a areia nos meus pés descalços. Foi então que eu vi algo de extraordinário. No meio daquela imensa esterilidade emergiu da terra uma cruz de madeira, ascendendo à medida que a areia caia de volta para a terra.

Assim tem início a narrativa dum sonho publicado pelo muçulmano Bósnio Emina Emlonic. Um sonho sobre o Senhor Jesus. O sonho continua:

Por essa altura, senti-me como um espectador no meu próprio sonho e a visão da cruz não me deu medo nem alegria. Mas eu estava curioso e como tal, comecei a movimentar-me, quase flutuando, em direcção a ela; ela era a coisa mais magnífica que eu alguma vez havia visto ou imaginado. À medida que ia chegando perto da cruz, subitamente vi um Homem a caminhar na minha direcção: um Homem com Ombros largos e passada larga, com compleição escura, cabelo longo, e a usar uma túnica branca. E também subitamente, deixei de ser uma testemunha do meu sonho. Eu estava dentro dele, caminhando em direcção ao Homem que caminhava na minha direcção. Soube logo Quem Ele era. Era Jesus. Sem saber porquê, dei por mim de joelhos. Ele ficou acima de mim, e tocou na minha cara com a Sua Mão direita.

Postado no site Catholic Thing tais descrições de encontros com o Senhor Jesus através de sonhos e visões, defende o Pastor Frank Costenbader, fundador do Manifold Hope Ministries, e editor do site Isa Dreams, estão a ser reportadas cada vez mais. Isa é o nome em árabe correspondendo a "Jesus" que se encontra no Alcorão. Costenbader acrescenta:

O número de sonhos com o Senhor Jesus parecem ter aumentado tremendamente desde o ano 2000, e o ano de 2005 parece ter entrado noutro ritmo. Durante os últimos 2 anos, no site, tem havido uma explosão de testemunhos focados em pessoas que encontram o Senhor Jesus em sonhos, e subsequentemente se tornam seguidoras de Jesus.

Um homem Saudita disse que sonhou com um "cena horrível":

Numa noite, enquanto eu dormia, tive um sonho horrível de ser levado ao inferno. E o que vi por lá deu-me um medo genuíno. Este sonho continuou a acontecer quase todas as noites. As coisas chegaram a um ponto onde comecei a questionar o porquê de estar a ver o inferno desta forma.

Ele disse que Jesus lhe apareceu e lhe disse:

'Filho, Eu sou o Caminho, a Verdade e Vida, e se tu Me entregares a tua vida, e Me seguires, Eu irei salvar-te do inferno que viste'.

Isto foi uma surpresa para mim, visto que não sabia Quem era este Jesus. Claro que Ele é mencionado no Alcorão no livro da Surah Mariam. Ele é declarado como Um dos nossos 4 profetas, mas não como Salvador que nos pode salvar do inferno. Devido a isto, comecei a procurar por um Cristão de modo a que ele me desse algum tipo de conselho em torno do Jesus que eu havia visto.

Ele disse que tentou falar com um Cristão Egípcio, porque o Cristianismo se encontra "totalmente banido da Arábia Saudita e se algum Cristão for encontrado a testemunhar a um muçulmano, certamente que ele será decapitado.”

Uma adolescente Tailandesa chamada Fa reportou aos muçulmanos da Tailândia que ela viu o Senhor Jesus enquanto caminhava no campo. Uma descrição da sua experiência inclui o seguinte:

Ela deu por si num campo aberto. Não havia nada de especial neste cenário mas ela sentiu uma paz no seu coração, o tipo de paz que ela nunca havia sentido. Parecia que ela já havia estado neste campo antes e, de alguma forma, ela sabia o que iria acontecer a seguir. E subitamente apareceu à sua frente uma Luz brilhante. Ela não se assustou quando viu a Figura. Era um Homem a usar um robe branco que parecia brilhar. Quando ela viu a Figura, o seu coração foi inundado de alegria e amor. Ela soube imediatamente que Quem lhe estava a aparecer era o Jesus.


Não são só os muçulmanos

Os muçulmanos não são os únicos a reportar tais encontros notáveis visto que Costenbader também descreve testemunhos de Hindus. Ele afirma também que, independentemente da origem das pessoas, uma característica comum dos sonhos com o Senhor Jesus é que eles incutem uma sensação de paz. “Isso é muito diferente do sistema repleto de medo que é o islão,” disse Costenbader.

Christine Darg, autora e co-apresentadora do programa televisivo “Exploits Ministry,” do Jerusalem Channel, concorda que este é um desenvolvimento cada vez mais comum:

O fenómeno de muçulmanos a passarem a ter uma fé viva no Senhor Jesus está a acontecer todos os dias. Isto faz parte da profecia de Joel de que nos últimos dias Deus irai derramar o Seu Espírito sobre todas as pessoas - filhos e filhas irão profetizar, jovens e velhos iriam experimentar sonhos e visões.

Darg, que é também autora do livro “Miracles Among Muslims: The Jesus Visions,” diz que compilar um registo das visões é difícil devido à frequência da ocorrência:

São tantas! Um antigo terrorista prometeu a Deus que estava pronto a morrer por Ele, mas o Senhor Jesus falou de forma audível com ele e disse-lhe, "Chamei-te não para morrer mas para viver para Mim!" Ele ficou surpreso. Embora do ponto de vista teológico todos os Cristãos devam entregar as suas vidas pelo Senhor Jesus, que fez expiação por nós, esta mensagem de Jesus para um antigo terrorista é uma reversão bastante refrescante do mantra desejoso da morte dos jihadistas.

Darg salientou que alguns peritos afirmam que pelo menos 1/4 dos Cristãos provenientes do islão experimentaram algum tipo de sonho sobrenatural ou visão em torno de Jesus:

Quando partilho a minha fé com os muçulmanos, pergunto-lhes com frequência se eles tiveram algum sonho ou visão sobre Jesus, e normalmente eles respondem positivamente.

Na sua pesquisa, Costenbader apurou que relatos de "Sonhos com Isa" não são novos; um sonho em 1844 levou à conversão dum homem Indonésio chamado Paulus-Tosari, que ajudou a dar início ao primeiro movimento moderno de muçulmanos a converterem-se a Cristo. Ele disse também que duas visões com o Senhor Jesus em 1892 podem ser directamente associadas ao segundo movimento islâmico para Cristo na Etiópia.

‘Subrenatural’

Jim Bramlett, autor e presidente do Choices for Living, e que já viveu na Arábia Saudita, acredita que o fenómeno de muçulmanos a terem visões e sonhos com o Senhor Jesus é claramente sobrenatural:
São visões. São sonhos. É um acto soberano e sobrenatural de Deus, e é encorajador. E isto está a acontecer mais do que se sabe.

Darg disse que simplesmente falar sobre o sonho ou a  visão do Senhor Jesus abre a porta para que o convertido muçulmano possa falar abertamente sobre o encontro:

Como caso que serve de exemplo, recentemente levei um grupo de excursão para o Bairro Muçulmano de Cidade Velha de Jerusalém, e o nosso guia organizou as coisas de modo a que nos encontrássemos com um clérigo muçulmano.

Passado que estava algum tempo, chegaram ao período de perguntas e respostas, e sabendo que o xeque era perito da forma mística do islão - Sufismo - Darg disse que ela "sentiu que ele certamente teria ouvido algum dos seus co-religionistas a ter experimentado um sonho com o Senhor Jesus".

Então perguntei ao xeque se ele poderia partilhar alguns exemplos connosco. De repente, o homem começou a chorar, e embora ele estivesse a falar com todo o meu grupo, ele disse: 'Deixe-me dizer-lhe uma coisa. Eu mesmo já vi Jesus'.

Darg disse que a experiência do Sufita era típica:

Ele relatou o encontro mais bonito que ele havia experimentado com o ressuscitado Senhor Jesus, e como o Senhor o havia abraçado duma forma tal que o xeque se havia tornado seguidor de Jesus sem se aperceber que ele era Cristão.

Costenbader disse que o número de encontros através de sonhos é incalculável visto que só ele já documentou histórias provenientes de 29 países.

Ninguém consegue ter estatísticas perfeitas mas com base na nossa pesquisa, acredito que mais de 1 milhão de sonhos e visões com o Senhor Jesus ocorreram desde o ano 2000. Isto podem ser 200 sonhos por noite entre os 1,6 mil milhões de muçulmanos do mundo inteiro. É possível que até 5% dos muçulmanos pode ter tido tal tipo de sonhos - o que pode ser mais de 80 milhões de sonhadores.

Darg salientou que muitos muçulmanos não "reportam estas experiências sobrenaturais imediatamente devido ao medo das represálias.” Ela conta a história duma mulher que se encontrava no Monte das Oliveiras em Jerusalém, que teve sonhos e visões do Senhor Jesus.

Ela não Lhe respondeu inicialmente devido ao medo do que poderia acontecer se ela se tornasse seguidora do Jesus. No entanto, através dum acidente na sua cozinha e a subsequente cura total da sua lesão por meio de outra visão nocturna do Senhor Jesus, ela recebeu força para testemunhar que Jesus estava Vivo e que Ele a havia curado.

Costenbader citou a sura 4:89 do Alcorão, que diz que a conversão do islão para o Cristianismo é punível com a morte.

Todos eles tiveram sonhos

Costenbader disse que os sonhos, segundo as palavras duma das mulheres que ele entrevistou, transforma as vidas:

Quando entrevistei uma mulher do Irão, ela disse que todos eles haviam tido sonhos.

A mulher disse-lhe o seguinte:

Porque é que colocaríamos as nossas vidas em risco por uma proposição? Precisamos algo transformador, e é isso que os sonhos são.

O livro de Darg tem exemplos do Senhor Jesus a aparecer a várias pessoas ao mesmo tempo:

Segundo sei, a minha pesquisa é o único livro que salienta este facto fascinante. Uma coisa é Ele aparecer a uma pessoa, coisa que Ele fez comigo quando eu era uma jovem menina e me curou duma doença letal através duma visão. Mas é outra dimensão totalmente diferente Ele aparecer a um grupo de pessoas ao mesmo tempo. Tenho um capítulo inteiro do meu livro que fala do Senhor Jesus a aparecer a um grupo de rapazes da Arábia numa sala de aula, durante o Ramadão.

Bramlett disse que as visões podem ser o resultado das orações em favor dos muçulmanos, mas ele diz que é Deus Quem está a fazer a obra:

Acredito que Ele está, de modo soberano, a derramar a Sua Presença junto do povo muçulmano. Isto é o resultado da Sua Graça. Ele enviou o Seu Filho para morrer por eles e Ele ama-os. Esta é uma das formas de comunicar o seu amor por eles.

Embora Bramlett acredite que a pré-estabelecida percepção islâmica de Jesus como Profeta os possa ajudar a acomodar a visão, outro factor é responsável pela conversão dos muçulmanos:

Não tenho dúvidas que o Espírito Santo está a operar visto que as Escrituras dizem que ninguém pode declarar que Jesus é Senhor sem ser pelo Espírito Santo. Portanto, tudo isto é obra Dele.

Bramlett ressalva também uma importante mudança de atitude que ele acredita ser necessária. Ele diz que os detalhes das histórias deveriam ajudar os Americanos a entender o desejo de Deus de ver o povo Árabe a aceitar o Cristianismo:

Eles mesmos são criação de Deus. Jesus quer atingir estes almas preciosas.

Bramlett disse que um impedimento maior para os muçulmanos é o seu sistema de crenças:

O seu sistema de crenças é satânico. É possível que Alá seja o próprio diabo. Pensem nisto: O Alcorão diz-lhes para matar quem quer que não se converta. No entanto, temos que desejar que eles sejam salvos. Eles são criação de Deus, e todos eles precisam de ser remidos. O Senhor Jesus morreu intencionalmente para os salvar também.

- http://bit.ly/1tuv8HR.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Argélia e o crescimento do Cristianismo

"Vi argelinos a adorar a Deus com todo o seu coração e isso comoveu-me" -  Zino (convertido ao Cristianismo)


A CBN reporta que um avivamento Cristão está a tocar as partes mais a norte de África. Numa região anteriormente hostil ao Evangelho, hoje dezenas de milhares de muçulmanos estão a aceitar o Senhor Jesus em números recorde.

Tino Qahoush, graduado da Universidade Regent e cineasta que viajou até ao Médio Oriente afirmou:

O que Deus está a azer no Norte da África, começando na Mauritânia até a Líbia, não tem precendentes na história missionária. Tive o previlégio de gravar testemunhos e ouvir em primeira mão histórias de homens e mulheres, de todas as idades, onde eles podem estar sentados num quarto e ver a Aparência e a Presença de Deus manifestar-Se de forma real, como uma visão. Alguns deles deram-me histórias da forma como eles levam a cabo conversas; não são só luzes que aparecem.

Segundo o relatório, "Desde as costas de Casablanca em Marrocos até Tripoli, Líbia, peritos afirmam que o crescimento do Cristianismo, especialmente nos últimos 20 anos, não tem precedentes. E agora o crescimento é evidente na nação do Norte de África com o nome de Argélia."

De facto, afirmou o Pastor Salah, que lidera uma das maiores igrejas da Argélia onde todos os novos Cristãos chegam de famílias muçulmanos, "Nós nunca imaginamos que a igreja Argelina viesse a crescer de tal forma."

Segundo reportado, desde que a igreja do Pastor Salah abriu que todos os anos são baptizadas, em média, 150-160 pessoas por ano.


sexta-feira, 14 de março de 2014

Morta dentro da igreja por se ter convertido ao Cristianismo?

A polícia de Oyo prendeu um suspeito em ligação à morte da sua filha, Kausara Isiaka, alegadamente por ter-se convertido ao Cristianismo. O suspeito foi acusado pelo Reverendo Daniel Oladimeji, uma das 4 pessoas que ele atacou com uma faca do mato, e crê-se que ele tenha sido o mentor do ataque.

Segundo Olabisi Ilobanafor, oficial das Relações Públicas da políkia, uma tal de Mary Oladimeji, da "Calvary Church", em Ayekale - Ibadan - reportou o incidente na esquadra policial às 02:00 do dia 26 de Fevereiro de 2014.

Embora a policia ainda tenha que determinar a sua culpabilidade (ou inocência), alegadamente o suspeito entrou nas instalações da igreja às escondidas, e infligiu cortes com a faca do mato a 4 pessoas. Os nomes das vítimas, segundo a polícia, são Mary, Kausara Isiaka, Aanu e o pastor da igreja.

Apurou-se mais tarde que o pai da falecida, que é muçulmano, alegamente suplicou severamente à sua filha e ameaçou-a para que ela revisse a sua decisão de se converter ao Cristianismo. A policia declarou que a rapariga havia buscado refúgio dentro da igreja, mas nesse dia fatídico um atacante havia entrado nas instalações e causado ferimentos nas vítimas enquanto estas dormiam

Segundo a polícia, das 4 vítimas do ataque, os ferimentos eram mais severos na Mary do que nos outros. Todas as vítimas foram levados ao Mobolaji Hospital (Oremeji, Ibadan) onde Mary veio a morrer.

Ilobanafor afirmou que a polícia visitou o local do crime, tirou fotos e transportou os restos para o mortuário do "Adeoyo State Hospital" para a autópsia. Um suspeito foi preso e o caso transferido para o Comissário-Adjunto da Polícia, Departamento de Investigação Criminal Estadual.


* * * * * * * *
A explicação mais lógica para este ataque é que Mary foi islamicamente condenada à morte por ter voltado as costas a Alá e ter-se entregue ao Senhor Jesus. E assim, a confirmar-se esta hipótese, Mary passa a ser mais uma das muitas vítimas das palavras de Maomé:

Maomé disse: "Se alguém abandonar a sua fé islâmica, matem-no." - Hadith, Bukhari 9.84.57

Inadvertidamente, Maomé e os seus seguidores confirmam mais uma passagem da Bíblia Sagrada:
E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos, sereis entregues; e matarão alguns de vós.” - Lucas 21:16

quarta-feira, 5 de março de 2014

O Testemunho de Bassam

Vivo no Médio Oriente. Nasci muçulmano, e quando tinha 18 anos, tornei-me membro dum dos grupos islâmicos, visto que eu tinha um parente que era uma dos líderes do grupo. Eu pensava que estava a fazer tudo em favor de Deus, levando em conta o que eu sabia Dele por esta altura. Depois de algum tempo, comecei a ter algum treino no uso de armas e na construção de explosivos. Eu sentia-me desconfortável com o que estava a fazer - ferindo pessoas em nome de Deus. Eu pensava que ou eu ou os membros do grupo haviam entendido mal os ensinamentos de Deus.

Comecei outra vez a estudar o Alcorão e a Tradição - com a ajuda de um dos líderes do grupo, mas sem lhe dizer o motivo para o meu estudo - para ver o que eu não tinha entendido. Depois de 2 anos, eu estava perplexo com o que tinha descoberto. Descobri que o islão não é o percurso pacífico até Deus, tal como eu acreditava, mas pelo contrário, era muito violento. Se *eu* teria que estabelecer a vontade de Deus de qualquer maneira, mesmo matando pessoas, então este não poderia ser o caminho de Deus.

Nunca coloquei a hipótese de algum dia vir a abandonar o islão em favor de outra religião, no entanto eu estava certo que o islão não me estava a levar até Deus. Eu tive uma espécie de quebra durante algum tempo quando descobri que tudo o que havia acreditado estava errado. Comecei a tomar drogas e a não falar de Deus. Foi então que eu conheci um Cristão que não sabia assim muito da Teologia Cristã mas que tinha muito amor pelos outros, independentemente de quem os outros eram. Um dos seus amigos (que era membro do mesmo grupo do qual eu havia feito parte) disse que ele tinha que ser morto porque ele era um Cristão, e porque ele não tinha pago a "Jiziah" (imposto que, segundo o Alcorão, os Cristãos e os Judeus a viver num estado islâmico eram forçados a pagar) mas isso não impediu o Cristão de amar esse homem e de lidar com ele de forma profissional.

Inicialmente, eu não sabia que ele era Cristão, e quando fiquei a saber, fiquei surpreendido; tudo o que eu havia aprendido durante toda a minha vida sobre os Cristãos, lendo os escritos islâmicos e as opiniões de Maomé sobre eles, havia-os rebaixado de forma bem vincada. Pedi a este amigo se ele me poderia arranjar uma cópia da Bíblia. Depois de dar início à minha leitura, vi que havia uma diferença enorme entre o que está escrito na Bíblia e o que eu havia ouvido as pessoas a dizer dela (quer tenham sido muçulmanos ou até Cristãos nominais).

Eu fiquei profundamente impactado com uma coisa, nomeadamente, com o ensinamento de que não há ninguém excepto Jesus que é justo; até aqueles que eram chamados de povo de Deus, tais como David, Jacó, Abraão e os doze apóstolos, haviam feito algo de errado. A Bíblia está cheia de pecados e transgressões por parte das pessoas, excepto Jesus. Ele mesmo disse aos Seus inimigos "Qual de vocês me convence de pecado?" (João 8:46a), mas ninguém foi capaz de responder. Até Judas, que O traiu e O entregou às autoridades para que Ele fosse morto, disse "Pequei ao trair Sangue Inocente" (Mateus 27:4).

Para além disso, Pôncio Pilatos, o governador Romano que eventualmente O condenou à morte, disse "Porquê? Que mal fez Ele? Não achei nada NEle digno de morte." E o centurião que testemunhou a morte de Jesus disse "Certamente, este Homem era Inocente!" Ele [o Senhor Jesus] impactou-me de forma profunda exibindo o exemplo mais elevado do ser humano, revelando-Se como Alguém que realmente merecia ser Seguido.

Demorei algum tempo até finalizar a leitura da Bíblia. Depois de um ano de batalha interior, decidi que eu queria seguir a Deus tal como Ele Se revelou em Cristo e não como alguém dizia que Ele era. Orei a Ele e Ele fez-Se presente. Pela primeira vez na minha vida senti que Deus esta presente; dizer que esse foi um sentimento estranho é um eufemismo. Eu estava tão feliz e tão triste. Feliz por saber que Ele estava ali e triste por me aperceber do que havia perdido. Senti uma paz imensa e queria que este sentimento nunca acabasse. Ainda me lembro desta primeira vez que eu orei; corri para fora do quarto porque pela primeira vez senti a Presença de Deus.

Desde então, eu tenho-O seguido, e Ele mudou a minha vida. Abandonei as drogas e tornei-me numa pessoa totalmente nova para todas as pessoas que conheço; mas tal como eu disse, eu vivo no Médio Oriente onde todas as pessoas pensam que estão certas e todos os outros estão errados. Devido a isso, tive alguns problemas com a minha família e eles expulsaram-me de casa. Tal como Jesus disse "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão." (Mateus 10:21) foi isto que aconteceu comigo.

O meu pai entregou-me às forças de segurança e eles prenderam-me e lançaram-me na prisão por ter abandonado o islão. Passei por maus momentos por lá visto que eles torturaram-me para me forçar a regressar ao islão. Usaram choques eléctricos e espancamentos, e deixaram-me toda a noite pendurado pelos pulsos. Depois de um ano, fui colocado numa prisão solitária onde fiquei quase um ano. Mas eu não podia negar Aquele que me deu vida.

Hoje em dia, estou fora da prisão e saí da minha casa e do meu país visto que ainda sou procurado por lá por ter abandonado o islão. Ainda caminho com Jesus e amo-O porque Ele me amou primeiro, e deu a Sua Vida na cruz por mim. Eu sabia desde o princípio que teria problemas. Afinal, não disse Ele a Paulo "E Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo Meu Nome"? (Actos 9:16)

Hoje estou livre de tudo. Tenho uma esposa amorosa que conheci depois de sair da prisão, e que me tem apoiado em tudo o que eu faço para Deus, mas o mais importante para mim é a minha segurança eterna de que estarei com Ele para sempre, independentemente do que aconteça. E como resultado disso, resolvi dedicar a minha vida a dizer as outras pessoas do Seu grande amor por nós. Tal como Ele me ordenou:

Não temas, mas fala, e não te cales; Porque Eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade. (Actos 18:9-19)

Sintam-se à vontade para me escrever se querem saber mais. Bassam.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aceitou conversões forçadas

O frequentemente citado verso do Alcorão onde se lê "que não haja compulsão na religião" (2:256) é alvo duma refutação bem forte se o analisarmos à luz da realidade da parte final da vida de Maomé. O profeta do islão não tinha qualquer tipo de poder efectivo quando esta passagem aparentemente tolerante foi "revelada", mas as coisas eram muito diferentes quando a sura 9ª foi revelada, encorajando os maometanos a forçar os demais à oração e ao pagamento da jiziyah (Alcorão 9:29).

Exemplos da vida de Maomé provam para além de qualquer dúvida que ele não se opunha à conversão forçada, chegando mesmo a ordenar as mesmas mal ele teve a autoridade militar para o fazer.

Continuando com a história de Abu Safyan (ver "Maomé preferiu sempre a paz"), quando o líder dos habitantes de Meca visitou o exército maometano no ano de 630, numa tentativa de convencer Maomé a não fazer guerra, ele foi levado até à presença do "profeta" ameaçado por espadas. Aí, ele foi "convidado" a abraçar o islão:

[Maomé] disse: "Aí de ti, Abu Sufyan, será que não chegou a hora de reconheceres que eu sou o apóstolo de Alá?" Ele (Abu Sufyan) respondeu: "Quanto a isso, ainda tenho algumas dúvidas." Eu (o narrador) disse-lhe: "Submete-te e testifica que não há deus sem ser Alá e que Maomé é o apóstolo de Alá antes que percas a tua cabeça," e assim fez ele. (Ibn Ishaq/Hisham 814)

Não ficou registada qualquer palavra de aviso ou de condenação por parte de Maomé, o que nos leva a concluir que ele aceitou imediatamente a "conversão" de Abu Safyan como forma de avançar com os seus objectivos políticos. (Abu Safyan e a sua descendência riram-se por último visto que eles herdarem o império de Maomé e mataram os netos favoritos do "profeta").

Depois dele ter conquistado Meca, Maomé começou a ordenar a execução de todos aqueles que o haviam insultado ou que haviam abandonado a fé islâmica. Uma destas pessoas foi o seu antigo escriba - Abdullah bin Sa'd - que havia transcrito as "revelações" provenientes de Alá, mas que havia perdido a fé no profeta depois dele (Maomé) ter aceite as sugestões de Sa'd quando supostamente a palavra de Alá era inalterável. Abdullah salvou-se revertendo de volta para o islão na presença de Maomé, em Meca, no preciso instante em que o "profeta" esperava que alguém o decapitasse:

O profeta permaneceu em silêncio por um longo período de tempo até que finalmente ele disse "Sim".

Quando Uthman [e Abdullah] havia saído, ele disse o seguinte aos companheiros que se encontravam à sua volta, "Fiquei em silêncio de modo a que algum de vocês se levantasse e cortasse a sua cabeça!" Um dos Ansar disse, "Então porque é que não nos deste um sinal, ó apóstolo de Alá?" Ele respondeu que um profeta não mata apontando o seu dedo. (Ibn Ishaq/Hisham)


[ed: Isto é falso, visto que o Rei David mandou matar o Amalequita que mentiu e disse que ele (o Amalequita) havia morto o Rei Salomão - 2 Sam 1:16.]

Vários poetas foram assassinados por Maomé em Meca pelo "crime" de o terem ridicularizado. Outro poeta, chamado Ka'b bin Zuhayr, salvou a sua vida "convertendo" ao islão depois de descobrir que não havia outra forma de evitar a execução. (Ibn Ishaq/Hisham 888-889). A Tradição (Hadeeth) regista também que muitos habitantes de Meca "converteram-se" ao islão sob coação óbvia. Um observador apreensivo disse o seguinte a Maomé:

(Eles abraçaram o islão) porque foram derrotados às nossas mãos (e como tal, o seu islamismo não é de confiança). (Sahih Muslim 4453)

Este tipo de "conversões" eram plenamente reconhecidas por Maomé, tal como está bem óbvio pela tradição que se segue onde ele critica um soldado por matar uma pessoa que havia "convertido" apenas e só para salvar a sua vida:
O apóstolo de Alá enviou-nos rumo a Al-Huruqa, e pela manhã atacamos e derrotamos os locais. Eu e um homem Ansari perseguíamos um homem dentre eles e  quando o sobrepujamos, ele disse "La ilaha illal-Lah." Quando ouviram isto, os homens Ansari pararam mas eu matei-o, espetando uma lança nele. Quando regressei, o profeta veio a saber do que havia ocorrido e disse, "Ó Usama! Mataste-o depois dele dizer La ilaha ilal-Lah?" Eu disse, "Mas ele só disse isso para se salvar." O profeta repetiu isto de modo tão constante que desejei nunca ter abraçado o islão antes desse dia. (Bukhari 59:568)
(Note-se que Maomé não ficou minimamente preocupado com o facto de vítimas estarem a ser mortas enquanto fugiam do exército maometano. Isto refuta por completo o mito de que as guerras levadas a cabo por Maomé era em legítima defesa.)
Por esta altura Maomé estava a propagar o islão de qualquer meio possível, chegando a usar a riqueza obtida como forma de comprar a lealdade das pessoas:

O apóstolo de Alá deu (Presentes) a algumas pessoas, excluindo outras. Estes últimos pareciam desagradados com isto. O profeta disse: "Dei a algumas pessoas como forma de impedir que elas se desviem da Verdadeira Fé." (Bukhari 53:373)

Maomé chegou a capturar a mulher a os filhos dum homem como forma de usá-los a levar um homem a aceitar o islão:

O apóstolo disse-lhes para dizer a Malik que se ele viesse até ele como um muçulmano, ele teria de volta a sua família e as suas propriedades, e ele [Maomé] lhe daria cem camelos. (Ibn Ishaq/Hisham 879)

Isto desvalorizou a fé islâmica, fazendo com que ela deixasse de ser uma religião para passar a ser uma aliança política estabelecida à força. Maomé enviou um dos seus homens - e uma força militar - ao Iémen onde foi dito ao líder pagão local, "Testemunha que ninguém tem o direito de ser adorado sem ser Alá, ou então cortamos-te a cabeça". (Bukhari 59:643) Para além disso, não havia qualquer tipo de convicção religiosa profunda na "conversão" da tribo Thaqif:

[Os líderes da tribo Thaqif disseram o seguinte uns aos outros:] Estamos num impasse. Vocês viram o quanto que a questão em torno deste homem [Maomé] progrediu. Todos os Árabes já aceitaram o islão e vocês não têm o poder para os combater ... Será que não conseguem ver que os vossos rebanhos não estão seguros? Nenhum de vocês pode avançar sem ser eliminado. (Ibn Ishaq/Hisham)

A sua solução foi "aceitar o islão" e como tal, enviaram informação a Maomé para anunciar a sua "conversão", pedindo uma garantia de que não seriam mais assediados pelos maometanos, e pedindo um tempo de graça até que "renunciassem" a sua antiga religião:

Os cavaleiros da tribo Thaqif vieram para fazer a sua submissão e aceitar o islão segundo os termos do apóstolo, desde que eles pudessem obter um documento garantindo a segurança do seu povo, das suas terras e dos seus animais... Entre as coisas que eles pediram ao apóstolo foi a retenção do ídolo al-Lat intacto por um período de 3 anos. O apóstolo recusou, mas eles continuaram a pedir isto por um período de um ou dois anos, mas ele recusou... (Ibn Ishaq/Hisham)

Obviamente que os Thaqif não agiram por firme convicção na veracidade do islão mas sim com base no mesmo tipo de desespero que se abateu sobre os Árabes não-maometanos após as agressões militares de Maomé. O "profeta" tinha o poder total e ele usava-o para ordenar aos seus exércitos que eliminassem todos aqueles que não se submetessem ao islão. "Lutem contra todos da forma que Alá quer que se lute, e matem todos os que não acreditam em Alá" foram as suas instruções para um dos seus líderes (Ibn Ishaq/Hisham 992).

Maomé congratulou um rei distante por este ter aceite o islão, e por "ter morto os politeístas" que viviam no seu reino, ao mesmo tempo que ele instruía outro líder islâmico para este "convidar" uma tribo vizinha para o islão e chaciná-los se eles se recusassem:
O apóstolo enviou Khalid bin Walid . . . rumo à tribo Banu al-Harith e ordenou que ele os convidasse a abraçar o islão três dias antes de os atacar. Se eles aceitassem, então ele [Khalid] aceitaria isso da parte deles; mas se eles se recusassem, ele tinha que os combater. (Ibn Ishaq/Hisham 959)
A famosa declaração de Khalid "Se vocês aceitarem o islão, então estarão seguros," é repetido pelos jihadistas . . . até os dias de hoje.



Mais "Mitos em torno de Maomé"

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo


A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.

Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.


A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.


Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.


   

Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adoptadas no Egipto sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. 

Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Muçulmano abusa sexualmente de Cristã de 2 anos porque o pai se recusou a converter ao islão

Sinceramente, alguém ainda acha que o islão é uma "religião"? É por coisas como esta que é absolutamente necessário (e correcto) separar o islão do Judaísmo e do Cristianismo, não aceitando a união que é feita das 3 sob o manto de "religiões abraâmicas".

Só há UMA religião abraâmica, e não é o Judaísmo nem o Cristianismo, mas sim a Pessoa do Senhor Jesus Cristo. (Deus não tem "religiões").

Em relação à menina violada; devido aos ferimentos, ela quase morreu e mesmo depois de 5 cirurgias, ela não consegue urinar normalmente. Ele nunca vai ser mãe, e os pais têm que viver escondidos devido aos receios duma retaliação por tornarem público este incidente.




sábado, 25 de agosto de 2012

Muçulmanos sequestram e violam cristã no Paquistão

ROMA, 18 Jul. 12 / 11:03 am (ACI/EWTN Noticias).- A irmã menor de um pastor protestante foi sequestrada no mês passado por extremistas muçulmanos que a estupraram e a obrigaram a converter-se ao Islão. Os factos aconteceram na cidade de Chunian, ao sul de Lahore, província de Punjab (Paquistão).

Conforme informou a agência vaticana Fides, Muzamal Arif, irmã do pastor Aurangzeb, logo depois de ser abusada e ameaçada foi obrigada a assinar uma declaração de conversão ao Islão e a casar-se com o muçulmano Muhammad Nadeem.

A vítima é menor de idade e de acordo à lei, o matrimónio não está permitido para as pessoas de menor idade. Entretanto, os cristãos locais indicaram que "a família dos sequestradores é rica e poderosa, e pode passar por cima essa disposição legal".

Apesar de que a família da menor tenha denunciado o ocorrido à polícia de Chunian, não foi realizada nenhuma investigação, antes, foi apresentado à família um relatório do tribunal que afirma que a garota é muçulmana e se casou de maneira legal.

Por sua parte, o pastor Mustaq Gill, presidente da ONG Legal Evangelical Association Development, que está se ocupando do caso, assinalou que a prática da conversão e o matrimónio forçado é muito comum no Paquistão, os muçulmanos se aproveitam, sobre tudo nas zonas rurais, das meninas de minorias religiosas, que são as principais vítimas.

No Paquistão há cerca de mil casos do tipo por ano, em detrimento de mulheres cristãs e hindus.

Para combater este abuso, reconhecido até mesmo por autoridades civis, a Comissão Nacional para as Minorias Religiosas preparou um projecto de lei apoiado pelos cristãos e se espera que em breve seja estudado pelo Parlamento paquistanês.

sábado, 18 de agosto de 2012

Conversão monetária

John Allen Muhammad, o sniper que matou algumas pessoas em Washignton DC há cerca de 10 anos atrás, é um veterano da Guerra do Golfo e convertido ao islão. Uma consequência pouco conhecida da Guerra do Golfo - os esforços sauditas de converter as tropas americanas para o islão - poderia fazer as manchetes dos jornais internacionais, se estes estivessem interessados em revelar a verdade.

Durante a operações "Desert Shield" (a defesa da Arábia Saudita) em 1990 e "Desert Storm" (a libertação do Kuwait) em 1991, existiu um esforço bem orquestrado - e bem financiado -, apoiado pelo governo saudita, para a conversão do maior número possível de militares americanos ao islão. Os alvos primários eram os militares posicionados na capital saudita de Riyadh, dentro dos quartéis da coligação.

O Ministério Saudita da Defesa e Aviação (MODA) também se encontrava no quartel-general que servia de Central de Comando dos EUA – perto da equipa do General Schwarzkopf. O quartel-general da "Royal Saudi Air Force" era também o quartel das "Air Forces, Central Command" (CENTAF) – os arquitectos primários da guerra aérea. Na mesma rua encontrava-se o quartel-general da "Royal Saudi Land Forces", partilhado pelo "US Army, Central Command" (ARCENT).

Estes locais, com centenas de militares americanos, eram um ambiente "rico em alvos" para os esforços de conversão levados a cabo pelos sauditas. Era virtualmente impossível entrar nestas instalações sem encontrar uma exposição proeminente de literatura islâmica, ao mesmo tempo que símbolos de outras religiões - incluindo símbolos Cristãos - eram estritamente proibidos.

Aparentemente, os oficiais sauditas haviam sido instruídos pelos militares seniores, ou os líderes religiosos, a detectar e avaliar potenciais convertidos entre os militares americanos. Mal um americano particular era localizado, uma aproximação era feita por figuras que aqueles posicionados em MODA chamavam de "esquadrão de Deus". Alguns oficiais militares sauditas, incluindo um imã militar, levariam a cabo esforços para se encontrarem com o americano num ambiente puramente social ou, pelo menos, fora do local de trabalho.

Estes contactos normalmente incluíam presentes claramente generosos, e, claro, literatura islâmica. Entre os presentes encontravam-se pastas dispendiosas, canetas, livros e outros items pessoais. Os americanos que tomassem a decisão de se converterem ao islão eram remunerados de forma abastada. Sempre foi práctica saudita providenciar oferendas aos novos convertidos, incluindos viagens com tudo pago a Meca (peregrinações) e pagamentos que poderiam chegar aos $30,000.

Claro que estas tentativas de conversão através da sedução monetária revelam a verdadeira natureza política do islão. Para os seus arquitectos, não é verdadeiramente importante que alguém realmente acredite no seu coração da verdade do islão, desde que ele haja de acordo com as prescrições islâmicas.

É por incidentes como os reportados em cima que podemos ver que o islão não é uma religião no verdadeiro sentido do termo, mas uma ideologia política mascarada de religião. Da mesma forma que os líderes políticos não se importam com o que tu pensas, desde que votes neles, os espíritos malignos que criaram a religião islâmica não se importam muito que tu tenhas fé que Maomé tenha sido um "profeta".

Na verdadeira religião proveniente de Deus (Cristianismo), isto é totalmente inadmissível uma vez que a conversão não é uma acto externo à pessoa mas sim uma regeneração interior mediante a Fé na Palavra de Deus. Obviamente, a conversão levará a mudança de comportamento, mas os comportamentos sem a conversão de nada valem.

Actos 8:26-39
E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para a banda do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta.

E levantou-se, e foi; e eis que um homem etíope, eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adoração,

Regressava, e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías.

E disse o Espírito a Filipe: Chega-te, e ajunta-te a esse carro.

E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês?

E ele disse: Como poderei entender, se alguém me não ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse.

E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro, e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, assim não abriu a sua boca.

Na sua humilhação, foi tirado o seu julgamento; e quem contará a sua geração? porque a sua vida é tirada da terra.

E, respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz isto o profeta? De si mesmo, ou de algum outro?

Então Filipe, abrindo a sua boca, e começando nesta escritura, lhe anunciou a Jesus.

E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja baptizado?

E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.

E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o baptizou.

E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho.


Note-se que, ao contrário do islão, a Fé Cristã não aceita conversões exteriores mas sim conversões do coração.

As perguntas que ficam para os maometanos que lêem este blogue são: o que é que diz da vossa religião o facto dos donos do lugar mais santo do islão usarem o dinheiro para converter pessoas ao islão? Se eles já sabem que o islão é uma farsa criada como forma de controlar as massas, porque é que tu te deixas controlar de forma tão infantil?

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Iranianos continuam a rejeitar o islão e a abraçar o Cristianismo

Os líderes religiosos do Irão demonstram alguma frustração pelo facto de continuar a haver um largo número de iranianos que anualmente abandona o islão e aceita o Senhor Jesus como Salvador - apesar das ameaças de execução por apostasia.

Um antigo membro das guardas iranianas, que desertou para a Europa, disse ao Daily Caller que o regime do seu país ordenou o uso de medidas drásticas como forma de acabar com as conversões - mesmo que seja preciso lançar pessoas na prisão, torturá-las e queimar um largo número de Bíblias.

Segundo o editor-chefe da Mohabat News (em farsi), dois convertidos aos Cristianismo na casa dos 20 anos foram presos em Abril último depois de agentes terem entrado na sua casa - em Teerão - sem qualquer tipo de mandato.

Um dos agentes, respondendo de forma arrogante à mãe dos presos quando esta perguntou para onde e porquê levavam os seus filhos, disse "Digam a Jesus para os salvar!".

Fonte

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O tempo passa, mas os seres humanos continuam a fazer os mesmos erros. Pelo menos os marxista culturais já se aperceberam que destruir o Cristianismo pela violência é impossível; eles agora usam a infiltração e a subversão a partir de dentro. Mesmo esta medida nunca será bem sucedida uma vez que o Cristianismo em si é indestrutível.

Os maometanos, ignorantes que são da História ocidental, não sabem que violência contra Cristãos é a melhor forma de aumentar o número de Cristãos.

Torturadores de Cristãos

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O islamismo de Leonardo Da Vinci

O livro de Morteza Khalaj Amirhosseini “Leonardo Da Vinci’s Drawings” contém os seus melhores desenhos bem como uma biografia detalhada do eminente artista. Tendo como base fontes válidas, o livro "prova" que Da Vinci havia-se convertido.

Amirhosseini acrescentou:

Preparei o livro de modo a abordar as necessidades dos estudantes de arte uma vez que não existia livro compreensivo algum disponível no Irão. Nós temos que conhecer um artista pelo seu trabalho, mas infelizmente, no Irão, Da Vinci é apenas um ícone com popularidade mitológica.
Amirhosseini prosseguiu afirmando que o livro apresenta uma biografia integral de Da Vinci onde, supostamente com base em fontes primárias, é demonstrado que o artista se havia convertido ao islão. No entanto, diz o autor, o ocidente prefere manter um silêncio em torno deste assunto.

Ele diz:

Um escritor francês do século 19 analisou o assunto (em torno da conversão de Da Vinci) num tratado, mas o ocidente baniu a publicação deste tratado.

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O activistas homossexuais afirmam que Leonardo era homossexual ao mesmo tempo que os maometanos afirmam que ele era muçulmano. Se calhar ele era um homossexual muçulmano?

Oh, a ironia!

É curioso que os maometanos nunca afirmem que monstros e sádicos como o Marques de Sade ou o nacional-socialista Adolf Hitler se tenham convertido ao islão.

Outra coisa que é preciso levar em conta é que, mesmo que Leonardo fosse maometano ou homossexual de forma alguma isto valida o maometanismo ou o homossexualismo.

Converteu-se ao islão depois de morrer.

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