MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 7 de dezembro de 2014

O Ocidente sob o feitiço islâmico

Por Uzay Bulut

As vozes mais sonantes do Ocidente parecem ter a sua origem junto de muitos progressistas [esquerdistas] que alegam que criticar o islão é um acto racista, intolerante, preconceituoso e islamofóbico. As injustiças, dizem eles, ocorrem em todo o mundo, e não só entre os muçulmanos ou só nos países muçulmanos. Eles prosseguem afirmando que a crítica tem as suas origens na interpretação errónea dos ensinamentos do islão. Eles chegam a afirmar que o islão respeita as mulheres, e que existem boas pessoas e más pessoas dentro do islão, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões.

No entanto, em apenas sete anos - entre 2002 e 2009 - a taxa de mulheres assassinadas na Turquia aumentou em 1400 porcento.[1] Para além disso, existem mais de 181,000 noivas-crianças na Turquia. [2] Quando estes números são disponibilizados por parte de autoridades estatais, os mesmos baseiam-se em estatísticas factuais, mas quando os mesmo são declarados duma maneira crítica por parte de Canan Arin - advogada e activista dos direitos das mulheres - eles passam a ser, aparentemente, um "crime".

Canan Arin, de 72 anos, é uma advogada feminista que dedicou a sua vida à luta pelos direitos das mulheres na Turquia. [3] Em Dezembro de 2013, a Antalya Bar Association convidou-a para o recém-formado Women's Rights Enforcement Centre para treinar os advogados no tópico da violência contra as mulheres. Durante o evento, ela fez um discurso em torno dos casamentos forçados de mulheres jovens, e como forma de esclarecer o seu argumento, deu dois exemplos - um do século 7 e outro do século 20. O primeiro exemplo centrava-se em Maomé, o fundador do islão, que se casou com uma menina de 7 anos. O segundo girava em torno do então-Presidente da República turca Abdullah Gul, que noivou a sua esposa quando esta tinha 14 anos, e casou-se quanto ela tinha 15 anos (em 1980).

Embora ambos os exemplos supostamente se encontrem fundamentados na verdade, falar a verdade na Turquia parece ser, actualmente, um crime. Um ano mais tarde, portanto, um mandado judicial foi emitido para a prisão de Arin, e no dia 12 de Dezembro de 2012, ela foi levada para um tribunal por "insultar os valores religiosos adoptados por uma parte da sociedade" (Código Penal Turco Artigo: 216/3) e por "insultar o Presidente" (Código Penal Turco Artigo: 299/1).

No dia 30 de Maio de 2013 o tribunal declarou a sua decisão final, que foi um adiamento do julgamento. Segundo a decisão legal, se Arin voltar a cometer um crime similar nos próximos 3 anos, e receber um castigo como consequência disso, o seu caso será re-aberto. Falando para o jornal turco com o nome de Hurriyet, Arin disse:

Se eu não abrir a minha boca durante os próximos três anos, e se não me envolver em discussões com temas semelhantes, este julgamento será ignorado. Mas esta decisão é como correr com a lebre e caçar com os cães de caça. Mas este julgamento nem deveria ter sido iniciado.

É desconcertante o facto de algum promotor de justiça considerar casar com uma criança um "valor". Segundo o Turkish Statistical Institute, só em 2012, a taxa de consentimento paternal para o casamento legal para pessoas com menos de 18 anos aumentou em 94.2%. Este aumento não está a acontecer num país dominado pela lei islâmica Sharia, mas na Turquia, o único assim-conhecido país muçulmano "secular".

Os direitos das mulheres não existem no islão; na maior parte dos países muçulmanos os direitos das mulheres não existem. Para além disso, não há liberdade de expressão nesses países, e as pessoas tornaram-se virtualmente mudas. No entanto, muitas pessoas, especialmente os assim-conhecidos progressistas, parecem encontrar desculpas sem limites para as atrocidades islâmicas contra as mulheres. Entre estas atrocidades encontram-se decapitações, apedrejamentos, violência doméstica, matanças de honra, mutilação genital feminina, desigualdade legal oficial,  prisão domiciliar, casamentos infantis, e a proibição da Arábia Saudita de permitir que as mulheres conduzam - só para listar algumas.

No entanto, as declarações que se originam nas desculpas "multiculturais" como forma de proteger as prácticas do islão fundamentalista, nunca ajudaram, e nunca irão ajudar, a emancipar as mulheres que se encontram  vergadas à misoginia islâmica, ao apartheid e à jihad sexual. De modo a que seja possível causar uma mudança positiva nos países muçulmanos, temos que ser capazes de falar abertamente e declarar a (frequentemente criminalizada) verdade em torno do que os ensinamentos e as tradições islâmicas realmente têm dentro de si.

Existe uma situação ainda mais aterrorizadora. Parece que actualmente é difícil falar abertamente do islão fundamentalista nos países Ocidentais, em parte graças ao enfeitiçamento perigoso dos progressistas Ocidentais, e das feministas que romantizam o islamismo. As mulheres do mundo islâmico precisam desesperadamente da voz dos progressistas e das feministas Ocidentais. Mas quando se trata de neutralizar questões cruciais em torno da violência islâmica, os progressistas Ocidentais são infinitamente criativos. Conhecidas por um crescente número de mulheres como "Desculpas para o Abuso", estas incluem:

1. Criticar o islão é racista e revela "intolerância", "fanatismo", e "islamofobia."

Para que fique registado, o islão não é uma raça. Mais ainda, se por acaso se discutem os violentos e misóginos ensinamentos do islão, isto não significa ódio ou intolerância para com os muçulmanos mas sim para com a violência e a misoginia. Para além disso, esta discussão significa que existe uma preocupação para com as mulheres muçulmanas, que não se quer que eles sejam forçadas a encontrar quatro "testemunhas" masculinas para provar que foram violadas, e que não se quer que elas sejam punidas como adúlteras por parte dos tribunais islâmicos se por acaso os violadores não confessarem o crime.

Mais ainda, discutir os ensinamentos violentos e misóginos do islão significa que se acredita que o testemunho das mulheres nos tribunais, ou a sua herança, deve ser igual aos dos homens; que não queremos que elas sejam vítimas de matanças de honra ou forçadas pelos membros familiares a casar enquanto são crianças; e que não queremos que os seus maridos tenham permissão para lhes agredir impunemente.

Isto significa também que queremos que os seus filhos cresçam e sejam adultos honestos, informados, cheios de amor pela vida e pelos seres humanos, e que possam lutar em prol dos direitos e das liberdades que nunca podem ser tidas como garantidas - todas elas obtidas como resultado de guerras antigas, batalhas e movimentos sociais. 

Significa que não queremos que os seus filhos sejam homens-bombas que se explodem em autocarros, ou pessoas que vendem e compram mulheres, ou pessoas que matam as irmãs por não usarem o hijab. Finalmente, isto significa também que não queremos que as crianças se casem com a idade de 7 anos, especialmente com homens que nunca conheceram, nem que sejam hipócritas que digam coisas como "O islão significa paz" como forma de se defenderem todas as vezes que um muçulmanos comete um crime justificado através da proclamação de crenças islâmicas.

2. "As injustiças contra as mulheres ocorrem em todas as partes do mundo, e não só contra os muçulmanos ou só nos países muçulmanos."

Se a opressão das mulheres encontra-se enraizada na cultura, não seria benéfico perguntar "O que é que torna esta cultura tão misógina?"

O que é o progressismo se os seus objectivos não incluem ajudar a emancipação das mulheres da opressão islâmica, tais como as matanças de honra, casamentos infantis, apedrejamentos, flagelações e o castigo das vítimas de violação (ao mesmo tempo que se deixam em liberdade os violadores) - tudo coisas que são colocadas em práctica nos países muçulmanos, em conformidade com os ensinamentos islâmicos, alegadamente para "proteger" e "respeitar" as mulheres, e mantê-las "puras", mas mais provavelmente para manter as mulheres no seu lugar?

3. "Isto que estamos a ver não é o verdadeiro islão; o islão foi 'sequestrado'."

O problema com esta afirmação é que o islão realmente ensina que a mulher vale menos que o homem. Muitos ensinamentos islâmicos são misóginos - desde o uso do véu; o facto de serem precisos 4 homens para provar uma violação; as leis da herança; o valor do testemunho nos tribunais; as regras de casamento e re-casamento; o "direito" dos homens poderem ter até quatro mulheres; o facto deles poderem espancar as esposas; e assim por diante.

Se os progressistas e as feministas Ocidentais se preocupam com as suas irmãs muçulmanas, eles têm que protestar contra a raiz destas injustiças: os ensinamentos islâmicos.

No entanto, muitos progressistas nem parecem querer aprender mais sobre esses ensinamentos, muitos menos falar neles. É provável que eles temam que, se passarem a conhecer mais, eles possam ter mesmo que falar contra os mesmo. Ou talvez eles permaneçam calados devido à sua inércia ou indiferença. Mas se no Ocidente tudo o que lhes preocupa é a sua (compreensível [ed: não é "compreensível"]) habilidade de poderem fazer abortos e receberem o mesmo salário pelo mesmo trabalho, então elas falharam ao não se aperceberem das consequências da teocracia [islâmica] sobre todos - não só sobre as mulheres.

Se eles querem ficar mais informados, eles podem tentar ler os versículos do Alcorão que se focam na mulher, e olhar de passagem para a literatura hadith e sunnah - tudo fontes facilmente acessíveis através da internet. Só então - se eles realmente querem educar a próxima geração com valores humanitários, justiça igual à luz da lei, e respeito pelos direitos humanos - eles podem educar os outros em torno desses ensinamentos, fundamentando as suas opiniões no conhecimento e não no wishful thinking.

O escritor Pat Condell afirma:

Se por acaso vocês acomodarem a misóginia islâmica, vocês dão-lhe legitimidade e convidam-na para a vossa vida e para a vida dos vossos filhos....porque ela caminha na vossa direcção. Vocês garantem também  que as mulheres no Paquistão e na Arábia Saudita, que são espancadas diariamente, continuem a ser espancadas e tratadas como propriedade, tal como as suas filhas e netas continuem a ser tratadas desta forma.

4. "Isto não se centra no islão. Os crimes foram cometidos e são cometidos em todos os lugares através da História."

O mundo não é um paraíso, mas se no Ocidente as causas económicas, políticas e sociais das injustiças são livremente discutidas, porque é que as causas religiosas, ou islâmicas, se encontram fora do âmbito de discussão?Em muitos países muçulmanos, onde só o islão - e não as pessoas - têm a permissão para sobreviver, tais discussões são impossíveis sem se correrem riscos extremos. Até mesmo na Turquia, considerada por muitos como um dos países muçulmanos mais "liberais", se por acaso alguém se atreve a criticar os ensinamentos do islão, pode ser morto, preso, atacado, exposto a campanhas de linchamento social e psicológico, levado a tribunais e ser condenado com penas de prisão.

Os progressistas são contra o supremacia e a hegemonia? Então porque é que eles ficam cegos perante à supremacia e opressão islâmica? Por exemplo, em Gaza, por quem muitos progressistas Ocidentais alegam ter tanta empatia, as mulheres são sistematicamente assassinadas em matanças de honra, e o governo do Hamas não as protege. O juiz dum tribunal de apelação chamado Ziad Thabet disse ao Al-Monitor que "durante o seu tempo na judiciária, ele havia reparado que os réus acusados de matanças de honra normalmente recebiam penas leves; o mais grave eram três anos de prisão.... Penas perpétuas ou penas capitais nunca eram levadas em conta."

A Al Jazeera também reportou que o número das assim chamadas "matanças de honra" na Palestina duplicaram em 2013 em comparação com o ano anterior. Durante os últimos 3 anos, o número de mulheres mortas aumentou todos os anos.

Será que as feministas Ocidentais não se podem manifestar contra o grupo terrorista Hamas e em favor das mulheres de Gaza que não se podem defender a elas mesmas devido ao medo duma represália? Ou será que isto não seria tão prazeroso como condenar Israel, o único país do Médio Oriente onde as mulheres muçulmanas têm de facto os mesmos direitos? Ou será que estes progressistas só podem repetir propaganda tais como, "As mulheres Palestinas encontram-se expostas à matança de honra por parte de Palestinos enfurecidos devido à ocupação Israelita"?

5. "Nem todos os muçulmanos são iguais. Existem bons muçulmanos e maus muçulmanos, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões."

Antes de mais nada, muito obrigado por esta descoberta genial. Mas de que forma é que isto pode reduzir a violência islâmica que ocorre em todo o mundo?

É claro que existem muitos bons muçulmanos, cujos valores morais não se conformam literalmente aos ensinamentos islâmicos mas incluem valores humanitários. Eles não levam a cabo guerras contra outras religiões e nem tentam forçar as pessoas a submeterem-se ao islão. No entanto, aos olhos dos jihadistas e dos islamitas, que de facto vivem segundo a mais rigorosa interpretação da doutrina islâmica, esta qualidade dos muçulmanos bons faz deles "maus muçulmanos".

6. "Todas as religiões são essencialmente iguais."

Bem, isto não é verdade. Os valores Bíblicos são muito mais benignos que os islâmicos, e eles são geralmente mais descritivos e que prescritivos. Para além disso, as partes mais violentas há muito que foram deixadas de lado. Por exemplo, para além do islão, nenhum outra religião ensina que aqueles que insultam ou abandonam a fé seja morto (ver suras 6:93, 33:57, 33:61).

Segundo Human Rights Activists News Agency, no dia 24 de Setembro, e depois de ter sido considerado judicialmente culpado por "heresia"  e por ter "insultado o Profeta Jonas", o psicólogo Iraniano Mohsen Amir Aslani, de 37 anos, foi enforcado numa prisão perto da cidade de Karaj, a Ocidente do Teerão. Aslami, segundo se sabe, havia dado aulas religiosas onde ele havia disponibilizado as suas interpretações do Alcorão. Aparentemente, numa dessas aulas ele disse que Jonas nunca poderia ter sobrevivido ao tempo que passou dentro da barriga do peixe gigante; segundo reportado pelo site da Iran Wire, esta foi  a declaração que levou à acusação de ter insultado o profeta Jonas.

Quanto tempo mais terá que passar até que o islão seja reformado ou re-interpretado? Quantas pessoas terão que morrer ou ser escravizadas até que tal aconteça? Quantos muçulmanos têm o livre arbítrio ou a coragem de fazer? Será que os islamitas chegarão a permitir que eles o façam sem ameaçar uma retaliação? Será que os islamitas estão tão inseguros em relação à possibilidade de sobrevivência do que pregam - tal como o Alcorão ensina, "sem compulsão" - que eles nem podem tolerar um único comentário em relação a um dos seus profetas?

O que os progressistas e as feministas do Ocidente estão a fazer em prol do politicamente correcto - ou em prol do bem intencionado, mas equivocado "multiculturalismo" - nada faz para ajudar as mulheres muçulmanas. Pelo contrário, o "politicamente correcto, o silêncio, ou a enumeração de desculpas como formas de ilibar as atrocidades causadas pelo islão, só agravam o sofrimento das mulheres que se encontram no mundo islâmico.

Se os progressistas realmente querem proteger os muçulmanos, eles não podem atingir este objectivo "protegendo" o islão da crítica. Se uma pessoa é chamada de "racista" ou "islamofóbica", a consequência é que estas acusações são acusações que os intimidadores usam como forma de silenciar as pessoas com quem não estão de acordo. Os verdadeiros islamofóbicos são aqueles que rebaixam, abusam e matam os seus companheiros muçulmanos.

A pior coisa que qualquer progressista ou feminista do Ocidente pode fazer perante o sofrimento causado pelos ensinamentos islâmicos é permanecer no seu silêncio.


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Embora possa parecer paradoxal a aparente contradição na maneira como os esquerdistas Ocidentais lidam com a violência contras mulheres no Ocidente, e a violência contra as mulheres nos países islâmicos, a realidade dos factos é que não há qualquer motivo para se assumir que isto seja um "erro" ou um "esquecimento" genuíno. O que as pessoas têm que levar em conta é que os esquerdistas odeiam a civilização Ocidental mais do que eles se preocupam com as mulheres.

Consequentemente, confrontados com a genuína violência que a mulher muçulmana sofre nos países islâmicos, o tradicional esquerdista Ocidental coloca o seu chapéu multicultural, e lança fora o seu chapéu feminista.

Para o esquerdista comum, o islão é uma arma muito mais forte no ataque à civilização Ocidental do que o feminismo, e como tal, as mulheres esquerdistas foram condicionadas e programadas para dirigirem todas as suas críticas ao homem branco, deixando de lado os actos muitos-mais-bárbaros cometidos pelos homens não-brancos. Por isso é que o facto duma mulher receber um piropo no Ocidente é "muito mais grave" do que o facto dos muçulmanos estarem a cometer imensos actos de abuso sexual contra as mulheres Nórdicas.

Como já afirmado várias vezes por várias pessoas, o esquerdismo é uma ideologia contra o Ocidente, e não em favor das minorias étnicas, das mulheres, dos homossexuais ou em favor de qualquer outro "grupo protegido".

[2] Segundo os dados do Turkish Statistical Institute de 2012.
[3] Arin co-fundou a Purple Roof-Women's Shelter Foundation, a Association for the Support of Women Candidates e a Women's Rights Enforcement Centre da Istanbul Bar Association. Entre 1994 e 1997, ela trabalhou como perita na violência contra a mulher para a Comissão do Conselho Europeuu...

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Mulher iraniana pode ser executada por matar homem que lhe queria violar

A mãe da mulher Iraniana que foi condenada à morte por matar um homem que lhe tentou abusar sexualmente disse à Fox News que a sua execução foi adiada nos últimos instantes. Rayhaneh Jabbari, de 26 anos, era para ser executada na Terça-Feira, chegando até a despedir-se da sua mãe duma forma emocional antes de ser levada para as instalações prisionais onde ela seria enforcada.

Mas nas primeiras horas da Terça-Feira, Shole Pakravan disse que havia ficado a saber que a execução havia sido adiada. A notícia propagou-se depois de Pakravan e outros apoiantes de Jabbari se terem dirigido à prisão Rajaiy Shahr para protestar contra a execução eminente. Falando ao telefone com a mãe, Jabbari disse:

Neste preciso momento estou algemada e há um carro lá fora à espera de me levar para a execução da sentença. Adeus minha querida mãe. Todas as minhas dores terão terminado amanhã de manhã. Desculpa-me por não poder diminuir a tua dor. Sê paciente. Nós acreditamos na vida depois da morte. Irei ver-te no próximo mundo e nunca mais te irei abandonar outra vez uma vez que ser separada de ti é a coisa mais difícil de se fazer no mundo.

Em Abril último, um tribunal adiou a execução de Jabbari devido à forte pressão internacional, incluindo uma petição internacional com mais de 200,000 assinaturas, mas as terríveis notícias de que a sentença seria brevemente levada a cabo foi dada pelo Presidente Iraniano Hassan Rouhani, no preciso momento em que ele se encontrava em  New York para tomar parte da Assembleia Geral das Nações Unidas, tentando dar uma cara mais moderado ao regime.

Os apoiantes de Rouhani tinham esperança de que a sua eleição no ano passado fosse dar início a uma era mais tolerante que a do seu predecessor, Mahmoud Ahmadinejad, particularmente no que toca aos direitos humanos, mas os grupos dedicados a este área afirmaram que as execuções e as violações dos direitos humanos aumentaram. Hassiba Hadj Sahraoui, vice-directora da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e para a África do Norte, disse o seguinte:

Esta repugnante execução não pode ocorrer, especialmente quando existem sérias dúvidas em relação às circunstâncias da matança. Em vez de continuar a executar as pessoas, as autoridades iranianas deveriam reformar o seu sistema judicial, que se encontra perigosamente dependente de processos que estão bem abaixo dos padrões juridicos da lei internacional.

Em 2007, Jabbari, que então trabalhava como decoradora, foi judicialmente condenada por esfaquear fatalmente Morteza Abdolali Sarbandi, antigo funcionário do Iranian Intelligence Ministry. Jabbari, que por essa altura tinha apenas 19 anos, sempre afirmou que Sarbandi a havia drogado e havia tentado abusá-la sexualmente depois dos dois se terem encontrado num café, e terem concordado ir para o escritório dele para discutir assuntos relativos a uma transacção comercial.

Segundo os apoiantes de Jabbari, em vez disso, Sarbandi levou Jabbari para um edifício em ruínas numa localização remota, e mal se encontraram por lá, ofereceu-lhe um sumo de fruta que os testes forenses levados a cabo pela polícia confirmaram ter dentro de si uma droga de violação. Segundo Jabbari, ela esfaqueou Sarbandi no ombro e fugiu, deixando que Sarbandi sangrasse até à morte.

Os defensores dos direitos humanos dizem que este caso revela a brutalidade e a intolerância do sistema penal iraniano. Shabnam Assadollahi, activista Iraniano sediado no Canadá, afirmou:

Ela foi torturada de muitas formas na prisão. Eles podem até tê-la pressionado a confessar. Este é o veredicto do "Ghessas" ["olho por olho"], mas os detalhes do caso não fazem sentido.

A família de Jabbari e os seus defensores, incluindo Assadollahi, ressalvaram o facto de que uma pequena faca de bolso e duas facadas no ombro nunca poderem resultar em consequências fatais para um homem de grande porte como Sarbandi (que é como ele foi fisicamente descrito). Eles dizem que a confissão de Jabbari foi forçada mediante tortura. Eles acreditam também que outra pessoa matou Sarbandi e que Jabbari foi armadilhada. Existem também especulações de que o caso pode ter sofrido interferência e que evidências cruciais que potencialmente salvariam a vida de Jabbir tenham sido adulteradas ou destruídas.

Fonte: http://fxn.ws/1sT7rdA

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De modo a que uma mulher possa acusar um homem de violação, a sharia exige que ela produza 4 testemunhas masculinas. Uma vez que Rayhaneh Jabbari não foi capaz de encontrar tais testemunhas, ele foi condenada à morte por ter morto o homem que lhe tentou violar. Isto é o islão. Enquanto isso, o Presidente Iraniano Hassan Rouhani corre o mundo inteiro, palestrando os ouvintes em favor dos direitos humanos.

Ainda em relação à notícia em si, o mais provável é que os excessos sexuais de Sarbandi tenham chegado aos ouvidos de pessoas importantes, mas eles não quisessem despedi-lo (por ele saber demais) e nem matá-lo sem mais nem menos (o que faria com que outros funcionários do mesmo Ministério viessem a saber). A forma encontrada pode ter sido usar os apetites sexuais de Sarbandi contra ele, e encontrar uma vítima inocente que pudesse ser o bode expiatório de algo que já estava na mente dos superiores de Sarbandi.

Só que as pessoas que pensaram assim (se foi realmente isso que aconteceu) não contaram com a repercussão internacional, o que incidiu ainda mais luz sobre um evento que muito provavelmente eles queriam que fosse decidido rapidamente.

O que importante reter aqui são os factos que podem ser confirmados: Jabbiri está em vias de ser executada porque a lei islâmica dificulta ao máximo que uma mulher seja ilibada duma violação. Até parece que quem criou o islão queria que os homens tivessem liberdade para abusar sexualmente das mulheres. Mas não deve ser isso porque os nossos líderes nos dizem que o islão "respeita as mulheres".

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sábado, 13 de outubro de 2012

CNN é financiada por governos árabes, diz ex-repórter (vídeo)

Uma ex-repórter da CNN disse nesta semana que a rede de televisão CNN recebe dinheiro de governos árabes para não transmitir informações verdadeiras sobre os abusos de regimes contra a população árabe.

Em entrevista a TV Russia Today, Amber Lyon revelou que um documentário, produzido por ela, que mostra as atrocidades cometidas pelo Bahrein, não foi transmitido pela CNN Internacional devido uma intervenção financeira do país.

"Isso viola todos os princípios da ética jornalística," diz a repórter.

Lyon diz que a filmagem mostra soldados reprimindo protestos, matando doentes e assassinando até motoristas de ambulâncias.

A ex-funcionária do canal de notícia disse ainda que a CNN recebe dinheiro de outros regimes árabes, da Geórgia e do Cazaquistão para produzir e transmitir o que ela se referiu como "infomerciais para ditadores".

Durante a entrevista, Lyon também disse que a CNN e outros meios de comunicação dos Estados Unidos trabalham para "demonizar" o Irão.



Fonte

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Iranianos continuam a rejeitar o islão e a abraçar o Cristianismo

Os líderes religiosos do Irão demonstram alguma frustração pelo facto de continuar a haver um largo número de iranianos que anualmente abandona o islão e aceita o Senhor Jesus como Salvador - apesar das ameaças de execução por apostasia.

Um antigo membro das guardas iranianas, que desertou para a Europa, disse ao Daily Caller que o regime do seu país ordenou o uso de medidas drásticas como forma de acabar com as conversões - mesmo que seja preciso lançar pessoas na prisão, torturá-las e queimar um largo número de Bíblias.

Segundo o editor-chefe da Mohabat News (em farsi), dois convertidos aos Cristianismo na casa dos 20 anos foram presos em Abril último depois de agentes terem entrado na sua casa - em Teerão - sem qualquer tipo de mandato.

Um dos agentes, respondendo de forma arrogante à mãe dos presos quando esta perguntou para onde e porquê levavam os seus filhos, disse "Digam a Jesus para os salvar!".

Fonte

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O tempo passa, mas os seres humanos continuam a fazer os mesmos erros. Pelo menos os marxista culturais já se aperceberam que destruir o Cristianismo pela violência é impossível; eles agora usam a infiltração e a subversão a partir de dentro. Mesmo esta medida nunca será bem sucedida uma vez que o Cristianismo em si é indestrutível.

Os maometanos, ignorantes que são da História ocidental, não sabem que violência contra Cristãos é a melhor forma de aumentar o número de Cristãos.

Torturadores de Cristãos

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Noruega: Muçulmanos esfaqueiam 2 Cristãos

Dois iranianos que se converteram ao Cristianismo provenientes do maometanismo foram esfaqueados por dois homens mascarados, na semana passada. Um dos atacantes gritou 'Kuffar' (árabe para "descrente) durante a tentativa de assassinato.

O ataque verificou-se na Terça-Feira à tarde, quando os dois Cristãos iranianos caminhavam em Haugesund (Noruega). Durante esta caminhada, eles foram subitamente atacados por 3 mascarados armados com facas e que gritavam 'kuffar' à medida que os esfaqueavam.

Uma enfermeira que passava por perto levou a cabo os primeiros socorros enquanto a ambulância não chegava.

Segundo a policia, uma das vítimas foi esfaqueada duas vezes nas costas e a outra foi esfaqueada dos lados. Nenhum prevaricador foi entretanto encontrado.

As duas vítimas, que preferem manter o anonimato em relação ao incidente, vivem na Noruega há já alguns anos; um deles converteu-se ao Cristianismo já na Noruega enquanto que o outro converteu-se no Irão mas viu-se forçado a abandonar o país depois de ter sido preso e fisicamente torturado devido a sua fé no Senhor Jesus Cristo.

Ambos são membros activos numa igreja evangélica local.

Fonte

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Imagine-se a frustração do iraniano que fugiu do seu país em busca dum sítio onde pudesse professar a sua fé em paz. O que é que ele encontra no ocidente? Um país em lento declínio demográfico e moral, colonizado por membros dum sistema político que odeia o próprio país que os recebeu.

domingo, 20 de novembro de 2011

Finalmente uma ocupação com a qual podemos concordar!

Ontem os activistas em favor do fim da ditadura na Síria reportaram que 24 pessoas foram mortas pelo regime de Assad. A "Voice of America" reportou que 15 pessoas foram mortas durante a operação que visava neutralizar os dissidentes.. Mais de 3,500 protestantes foram já mortos pelo regime durante este ano.

Mas, e ao contrário dos movimentos islamitas da Tunísia, Líbia, Egipto, e Iemen, o regime iraniano não apoia a população que luta pela liberdade na Síria. Em vez disso, o regime iraniano qualifica os revoltosos de "espiões americanos ou israelitas". Apenas os bravos activistas iranianos dão o seu apoio aos protestantes sírios.

No que toca ao envolvimento americano, a administração do socialista Obama apoiou vocalmente as muitas sublevações da região. Obama enviou jactos para bombardear a Líbia.

No entanto, a resposta à crise síria tem sido, na melhor das hipóteses, confusa. Em Março passado Hillary Clinton anunciou que não haveria intervenção porque Assad era um reformador. No dia seguinte Assad, o Reformador, disparou contra aqueles que protestavam nas ruas.

Há alguns dias atrás, a Hillary Clinton expressou a sua preocupação em torno da possibilidade da Síria entrar numa guerra civil. Ontem o regime de Assad, o Reformador, matou mais duas dúzias de protestantes que se encontravam nas ruas.

Há alguns dias atrás os "ocupantes" em Kafr Nabil, Síria, enviaram um pedido de ajuda ao mundo:

Não deixem que o regime de Assad nos extermine.


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Washington emite alerta terrorista

Os Estados Unidos alertaram os turistas e diplomatas norte-americanos no Mundo para o risco de atentados terroristas, na sequência da descoberta de uma alegada conspiração iraniana para assassinar o embaixador saudita em Washington.

No novo alerta, emitido na terça-feira à noite, o Departamento de Estado afirma que a suposta conspiração "pode ser um sinal de uma focalização mais agressiva das autoridades iranianas em actividades terroristas contra diplomatas de determinados países, incluindo os Estados Unidos".

"Os cidadãos norte-americanos a residir ou em viagem no estrangeiro devem ter em conta os conselhos de precaução do Departamento de Estado e outras informações aos viajantes antes de tomarem decisões sobre deslocações e actividades", lê-se no alerta, válido até 11 de Janeiro de 2012.

O secretário da Justiça norte-americano, Eric Holder, anunciou na terça-feira que dois cidadãos iranianos foram formalmente acusados de tentativa de assassínio do embaixador da Arábia Saudita em Washington, Abdel Al-Jubeir, um conselheiro próximo do rei Abdullah.

A suposta conspiração envolve, segundo Holder, as Brigadas de Al-Qods, um comando ligado aos Guardas da Revolução, o corpo de elite da República Islâmica do Irão.

A acusação afirma que os dois iranianos contrataram um homem no México para cometer o assassínio, homem que era um informador pago da agência norte-americana de luta contra o tráfico de droga (U.S. Drug Enforcement Agency).

Numa carta enviada ainda na terça-feira à ONU, o representante do Irão junto da organização, Mohammad Khazaee, qualificou as acusações norte-americanas de "conspiração diabólica".

"O Irão condena nos termos mais fortes e categoricamente esta acusação vergonhosa das autoridades norte-americanas e considera-a uma conspiração diabólica orquestrada em linha com a sua política anti-iraniana", escreveu o embaixador iraniano.

Fonte


Que "bom" que a guerra entre os xiitas e os sunitas agora chegou ao mundo civilizado.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cristão iraniano acusado de apostasia pode ser morto


O Supremo Tribunal do Irão reportou que um pastor evangélico acusado de apostasia pode ser executado se não abandonar a sua fé Cristã.

A "Christian Solidarity World" afirma que o iraniano Yousef Nadarkhani, que foi sentenciado em 2009 e condenado à pena de morte no ano passado, poderia vêr a sua pena suspensa se ele renunciasse o seu Cristianismo. Aqueles que o conhecem afirmam que é pouco provável que ele faça isso, visto que se ele estivesse com essa disposição, ele já o teria feito

Se ele não abandonar a fé Cristã, o seu destino não é claro. Acredita-se que o seu caso possa ser enviado aos tribunais menores do Irão.

Hadi Ghaemi, director executivo da Campanha Internacional Pelos Direitos Humanos no Irão declara:

Do ponto de vista dos direitos humanos, não se pode criminalizar uma pessoa por escolher uma religião diferente, e muito menos executá-la.
Aparentemente Hadi não sabe que dentro da visão política islâmica, e seguindo os ensinamentos de Maomé, o castigo pela apostasia, é a execução.

Nadarkhani, proveniente de Rasht junto ao Mar Cáspio, converteu-se ao Cristianismo quando era ainda adolescente. Segundo se sabe, ele era um pastor muito eficiente, havendo trazido muitas almas das trevas do islão para a Luz do Cristianismo.

Crê-se que a sua igreja seja composta por cerca de 400 pessoas.


Enquanto os Cristãos ocidentais vão perdendo batalha cultural após batalha cultural, devido à sua falta de apego à Palavra de Deus, os Cristãos do Médio Oriente vão trazendo pessoas a Cristo e sofrendo por fazerem a obra de Deus.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Crescimento do Cristianismo no Irão


A CBN revela que centenas de Cristãos iranianos foram presos e lançados na prisão desde o início deste ano. Segundo a Elam Ministries, organização que serve os Cristãos do Irão, esta aplicação de medidas duras levou a que 285 Cristãos de 35 cidades fossem presos nos últimos seis meses.

Muitos destes Cristãos passaram semanas e mesmo meses na prisão, chegando a passar longos períodos em celas solitárias. Os Cristãos tem sido também vítimas de interrogações e abuso psicológico.

O Pastor iraniano Hormoz Shariat tem ligações com o "Antioch Ministries" e faz parte dum programa de satélite que é transmitido no Irão.

Regularmente a Guarda Revolucionária prende os Cristãos e nem diz nada à família. Eles nem sequer possuem um advogado e nem são tratados segundo uma acusação formal. Muitas vezes eles são mortos sem que aja qualquer tipo de acusação.
Quando se tornou presidente do Irão em 2005, Mahmoud Ahmadinejad determinou-se a parar o crescimento do Cristianismo [boa sorte! - Mats] e lançou imediatamente acções de repressão. No entanto, David Yeghnazar, o director americano do "Elam Ministries" disse que os esforços governamentais se estão a intensificar.
Neste ano em particular, a perseguição ganhou um ímpeto e eu penso que isso se deve ao facto da Igreja estar a crescer de forma acelerada.
Yeghnazar e Shariat afirmaram que, pela primeira vez, o governo admitiu que os iranianos estão a abandonar a fé islâmica e a tornarem-se Cristãos [Glória a Deus! - Mats]. Ambos dizem ainda:
Eles não só o escrevem nos jornais, como também avisam as pessoas. Eles disseram publicamente que irão prender as pessoas que se estão a converter ao Cristianismo e fechar as redes e casas Cristãs . . . . O governo está de forma intencional a perseguir as igrejas domiciliárias. O líder supremo afirmou em Outubro passado que as igrejas domiciliárias são uma ameaça à segurança nacional.
Ele não disse no entanto como é que pessoas ao orar ao Verdadeiro Deus no recanto das suas casas seria uma "ameaça à segurança nacional".

Que pena que os donos da agenda política ocidental estejam mais interessados em satisfazer as exigências dos aborcionistas e dos agressivos activistas homossexuais do que ofender os seus camaradas muçulmanos.

Uma coisa fica desta notícia: o Senhor Jesus Cristo está a levantar um exército de Cristãos em áreas anteriormente consideradas impenetráveis. Isto é algo que serve para humilhar os Cristãos ocidentais que, durante o percurso, tornaram-se preguiçosos e practicamente indistinguíveis do resto do mundo ocidental.

Que Deus dê paz aos nossos irmãos que sofrem debaixo da ideologia política com o nome de islão.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

BBC em vias de fazer um programa em torno da vida de Maomé


Ficamos a saber através do Daily Mail que a BBC está a cortejar controvérsia com os seus planos de transmitir um documentário àcerca do profeta do islão Maomé.

A série, dividida em três episódios e com o nome de "A Vida de Maomé", já foi alvo de críticas por parte de oficiais iranianos - chegando estes a ameaçar levar a cabo "acções séries" se o programa fôr em frente.

O ministro da cultura e da orientação islâmica, Mohammad Hosseini - que ainda não viu parte alguma da série - classificou o filme de tentativa "inimiga" de "arruinar a santidade muçulmana".

A decisão da BBC de fazer um documentário em torno da vida do profeta Maomé parece ser dúbia, e se as nossas suspeções se confirmarem, nos iremos sem dúvida levar a cabo acções sérias.
No documentário, que irá para o ar a meio de Julho - mesmo antes do mês santo dos islamistas (o ramadão) - nós veremos o jornalista e apresentador de TV Rageh Omaar a viajar até ao local de nascimento de Maomé, Meca, como forma de detectar os passos do "profeta".

No entanto, o programa não mostrará imagens de Maomé como forma de não ofender os maometanos.No seu lugar, uma descrição falada de Maomé será dada. Isto tornará este documentário no primeiro onde nenhuma imagem visual do sujeito é mostrada.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Regime iraniano usa criança num enforcamento

O regime islâmico iraniano usou um rapaz para puxar a cadeira durante um enforcamento público na cidade de Qazvin, a Oeste de Teerão. Esta foto foi alegadamente tirada durante o enforcamento.


As autoridades iranianas propositadamente permitiram que o rapaz executase um dos enforcamentos públicos. Havia algumas reservas em torno da autenticidade da foto, mas essas dúvidas foram dissipadas. A foto é legítima. Este blogue encontrou a foto original no website iraniano Borna News.

O rapaz que se vê na retaguarda foi usado para puxar a cadeira on Mehdi estava. A organização Iran Human Rights reportou, via The Blaze:

Um homem foi enforcado esta manhã na praça pública de Qazvin, a Oeste de Teerão. De acordo com as agências noticiosas oficiais do Irão, o homem identificado como “Mehdi Faraji” (37) foi enforcado esta manhã em público no começo da "estrada Isfahan" de Qazvin.

Mehdi Faraji foi condenado pelo homicídio de 5 mulheres entre as datas de Maio de 2009 a Março de 2010..

Este é o oitavo enforcamento público que é levado a cabo durante o mês de Maio de 2011.

De acordo com as nossas reportagens, um jovem rapaz foi usado para puxar a cadeira onde Mehdi se encontrava e levar a cabo a execução. A foto em cima (com a seta) mostra o rapaz a levar a cabo a execução.

E mais: as mulheres trouxeram as suas crianças para o enforcamento público.

(Borna News Agency)


Da próxima vez que o maluco do A'jad fôr a ONU dar um discurso, seria bom se a comissão dos "Direitos Humanos" se focasse mais nisto e menos em Israel.
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