MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 2 de março de 2012

Governo britânico teme que evangélicos estejam a recrutar mulheres para serem suicidas bombistas

Desculpem. Disse "evangélicos"? Eu queria dizer "muçulmanos".

Como alegadamente todas as religiões são igualmente capazes de promover atentados bombistas e comportamento terrorista, é perfeitamente normal que eu tenha confundido evangélicos com muçulmanos.

Por isso é que é normal afirmarmos coisas como "Devem ter sido aqueles budistas outra vez" sempre que nos chegam notícias de mais um ataque terrorista.

* * * *

O The Sun reporta que alguns MPs do parlamento avisaram que o grupo terrorista muçulmano al-Qaeda está a tentar recrutar mulheres como forma de usá-las para levar a cabo ataques suicidas no Reino Unido.

Segundo o relatório perturbador, a forma de recrutamento são os sites extremistas usados para radicalizar os "anjos da morte". O comité diz que teve acesso a evidências que demonstram que o grupo terrorista esta a focado em "usar mulheres para actos violentos".

Esta táctica já é suficientemente mortífera nos países islâmicos do Médio Oriente onde um crescente numero de mulheres palestinas se disponibiliza (ou é forçada a "disponibilizar-se" após ter trazido "vergonha" à família) para levar a cabo missões suicidas contra Israel.

O relatório dos MPs chega dias depois de 4 maometanos terem admitido terem planeado colocar bombas no "London Stock Exchange".

O tribunal "Woolwich Crown Court" ouviu como o gang - que tinha também o mayor Boris Johnson como um dos alvos - havia recebido uma lavagem cerebral por parte da ideologia pervertida de Anwar al-Awlaki - um dos muitos membros importantes da al-Qaeda que foram lançados na fornalha eterna após terem sido mortos por soldados americanos.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Uganda: muçulmanos demonstram natureza pacífica da sua ideologia atirando ácido na cara de pastor evangélico

Líderes Cristãos do Uganda condenaram o ataque levado a cabo contra um pastor local. O mesmo, que teve ácido atirado à sua cara na Véspera de Natal, ficou com o seu olho direito cego e um dos lado da sua cara desfigurado.

Suspeita-se que o ataque ao Pastor Umar Mulinde da Gospel Life Church em Kampala deva-se ao facto da sua conversão das trevas para a luz do islão para o Cristianismo. Segundo a New Vision, não só o pai de Mulinde foi imã, como ele provém duma rígida família muçulmana. O pastor era um sheik antes de se voltar para o Cristianismo - decisão que gerou muita comoção na sua comunidade.

O ataque ocorreu por volta das 21:00 na Véspera de Natal, e logo após o mesmo, o pastor foi levado de emergência para o International Hospital Kampala pelos membros da igreja.

A condição do pastor, entretanto, estabilizou-se o suficiente para este poder partilhar detalhes do evento:

Fui atacado por um homem que alegou ser um Cristão. Ele chamou-me em voz alta dizendo "pastor, pastor!". Quando me virei, ele despejou ácido em cima, o que me queimou parte da cara.

À medida que eu me afastava do atacante, outro homem atirou-me líquido nas costas e fugiu gritando ‘Allah Akbar ("Alá é o maior").

O pastor revelou que há já algum tempo que recebia ameaças mas que nunca as levou a sério até agora.

Fonte

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Aos comentadores maometanos que por aqui andam (escrevendo em maiúsculas e emitindo alegações claramente falsas), fica uma pergunta: se se confirmar que este ataque foi de facto levado a cabo pelos adoradores do deus Alá - o deus árabe - como é que o islão condena este acto?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cristão iraniano acusado de apostasia pode ser morto


O Supremo Tribunal do Irão reportou que um pastor evangélico acusado de apostasia pode ser executado se não abandonar a sua fé Cristã.

A "Christian Solidarity World" afirma que o iraniano Yousef Nadarkhani, que foi sentenciado em 2009 e condenado à pena de morte no ano passado, poderia vêr a sua pena suspensa se ele renunciasse o seu Cristianismo. Aqueles que o conhecem afirmam que é pouco provável que ele faça isso, visto que se ele estivesse com essa disposição, ele já o teria feito

Se ele não abandonar a fé Cristã, o seu destino não é claro. Acredita-se que o seu caso possa ser enviado aos tribunais menores do Irão.

Hadi Ghaemi, director executivo da Campanha Internacional Pelos Direitos Humanos no Irão declara:

Do ponto de vista dos direitos humanos, não se pode criminalizar uma pessoa por escolher uma religião diferente, e muito menos executá-la.
Aparentemente Hadi não sabe que dentro da visão política islâmica, e seguindo os ensinamentos de Maomé, o castigo pela apostasia, é a execução.

Nadarkhani, proveniente de Rasht junto ao Mar Cáspio, converteu-se ao Cristianismo quando era ainda adolescente. Segundo se sabe, ele era um pastor muito eficiente, havendo trazido muitas almas das trevas do islão para a Luz do Cristianismo.

Crê-se que a sua igreja seja composta por cerca de 400 pessoas.


Enquanto os Cristãos ocidentais vão perdendo batalha cultural após batalha cultural, devido à sua falta de apego à Palavra de Deus, os Cristãos do Médio Oriente vão trazendo pessoas a Cristo e sofrendo por fazerem a obra de Deus.

domingo, 19 de junho de 2011

Mais perigosos que os maometanos

Segundo o líder do painel Governamental britânico pela "igualdade", os muçulmanos estão a integrar-se melhor na sociedade britânica do que muitos Cristãos. Esta frase assume que os Cristãos são um grupo ao mesmo nível que imigrantes que chegaram ao país nos últimos 30/40 anos. Esta é a forma que os esquerdistas olham para os Cristãos: como um grupo que não pertence à "sociedade".

Trevor Phillips avisou que "um tipo de religião antiquado incompatível com a sociedade" está a conduzir o avivamento nas igrejas Anglicanas e Católicas, e a entrar em rota de colisão com opiniões consensuais, especialmente no que toca à homossexualidade.

Ele acusou os Cristãos, especialmente os Evangélicos, de serem mais militantes do que os maometanos nas suas queixas relativas à discriminação, alegando que muitas das suas alegações são motivadas pelo desejo de possuírem maior poder político.

Palavras curiosas estas especialmente quando se sabe que os muçulmanos é que buscam impôr uma legislação política que esteja de acordo com a sharia.

O sr Phillips revelou as suas opiniões depois de vários casos legais de grande notoriedade terem mostrado Cristãs a alegar que foram descriminados por causa das suas crenças.

Embora o chefe das "igualdades" tenha prometido lutar pelos direitos dos Cristãos, ele expressou preocupação pelo facto de muitos dos casos conterem Cristãos fundamentalistas que supostamente estão a aumentar o seu peso em igrejas "mainstream" devido à influência das visões "intolerantes" do imigrantes africanos e carabianos.

Primeiro, "Cristão fundamentalista" é um pleonasmo uma vez que dentro do Cristianismo, todos os Cristãos são fundamentalistas. O termo "fundamentalista" foi inicialmente usado para definir os Cristãos que subscreviam aos livros de defesa da fé chamados de "The Fundamentals". Tudo o que esses livros faziam era fazer lembrar aos Cristãos aquilo que eles sempre acreditaram (manifesto nos 3 Credos Cristãos e na Declaração de Fé de Westminster) numa altura em que o liberalismo atacava as crenças cardinais.

Dentro do Cristianismo, os "fundamentalistas" são os Cristãos que acreditam nos fundamentos Fé Cristã. Daí se infere que quem não acredita na ortodoxia, não pode ser Cristão.

A ignorância dos esquerdistas é tão grande que pensam que o termo "fundamentalista" quando aplicado aos Cristãos é algum tipo de insulto. Mal sabem eles que classificar um Cristão de "fundamentalista" é um elogio de ordem elevadíssima.

Segundo, a noção de "tolerância" dos esquerdistas é essencialmente "ausência de oposição". Portanto, sempre que eles criticam os Cristãos de "intolerantes", o que eles querem dizer é que os Cristãos têm uma opinião diferente da sua.

Terceiro, segundo o sr Trevor, os maometanos são menos vocais porque estão a tentar integrar-se na "democracia liberal britânica". (Exemplos das tentativas de integração dos islamitas são os vários atentados impedidos pelos agentes policiais, e o grande atentado em Londres há alguns anos atrás.)

Diz o esquerdista:

Acho que há barulho a mais em relação à perseguição da Igreja mas há questões mais reais que as igrejas convencionais enfrentam, uma vez que as pessoas que guiam o seu sucesso e o seu avivamento acreditam numa religião antiquada que é incompatível com a sociedade moderna, multi-étnica e multicultural.
Note-se no marxismo cultural ditatorial:
  • Ou os Cristãos aceitam a nossa noção de "moderna, multi-étnica e multicultural" ou então eles estão em guerra com a própria sociedade!
Aparentemente o problema que os Cristãos têm não é com a sociedade mas sim com uma certa ideologia esquerdista que se assume como sendo "mainstream". Este marxista cultural considera o Cristianismo mais perigoso para a sua ideologia do que o islamismo, pese embora o facto do islamismo estar a matar pessoas um pouco por todo o mundo e o Cristianismo não esteja.
As comunidades muçulmanos neste país estão a fazer tudo o que podem para se darem bem com os seus vizinhos, de modo a facilitar a integração. Eles estão a fazer o seu melhor para desenvolver uma ideia do islão que é compatível com a ideia de viver numa democracia liberal.

A pessoa mais provável de ser uma vítima real de descriminação religiosa na sociedade britânica é um muçulmano, mas a pessoa que é mais susceptível de se sentir menosprezada é o Cristão Evangélico.

Fonte

Esta aliança entre os esquerdistas e os maometanos não acontece por acaso; ambos possuem um ódio comum: o Cristianismo.

O esquerdista Trevor considera o Cristianismo mais perigoso para o marxismo cultural porque quanto mais um Cristão se firma na Palavra de Deus, menos susceptível ele é de dar apoio a governos pró-sodomia ou pró-aborto. (Como todos sabemos, a matança de bebés e a sodomia são comportamentos muito do agrado dos esquerdistas.)

Os muçulmanos, por outro lado, apoiam em larga maioria os partidos da esquerda do que os da direita. É precisamente pelo poder que os muçulmanos dão as esquerdistas (e utilidade na remoção da influência Cristã da sociedade) que estes últimos afirmam coisas tão manifestamente ridículas como as que se viram em cima.

O islão é uma das ideologias políticas mais perigosas na Europa, mas os esquerdistas não podem admitir isso sem correrem o risco de perderem votos. O poder toma preeminência em relação ao senso comum e à lógica.

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