MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 4 de novembro de 2012

A quarta geração do califado europeu

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A verdadeira escala da islamização da Europa Ocidental pode ser debatida, mas ainda ninguém teve coragem de mostrar o quotidiano e a profundidade desse processo. Isso foi realizado pelo jornalista israelita Zvi Yehezkeli no seu documentário "Allah Islam".
Os correspondentes da Voz da Rússia ouviram a opinião do autor e perito sobre o filme.
As filmagens decorreram em vários países europeus e terminaram na primavera deste ano. O autor e director, que domina vários dialectos da língua árabe, se fez passar frequentemente durante o seu trabalho por palestino. 

Zvi Yehezkeli é o chefe da Secção Árabe do serviço noticioso do Canal 10 da televisão israelita. Segundo informa, no início não havia qualquer intenção de fazer um filme: 
Nós tencionávamos fazer umas duas reportagens para o noticiário principal. Mas eu informei imediatamente que, na minha opinião, aqui havia espaço para algo maior do que um episódio de notícias. Quanto mais aprofundas e estudas esta situação, melhor entendes a profundidade do problema.
Os episódios mais eloquentes foram filmados na Suécia, na Bélgica e na Grã-Bretanha. Na cidade sueca de Malmö, a equipe de filmagens registou uma mesquita onde se apelava abertamente à jihad. As suas paredes ostentam incentivos a uma guerra impiedosa contra os infiéis. Não é difícil adivinhar o conteúdo das orações e dos sermões que aqui se pronunciam diariamente. Mais tarde, em casa de uma família de muçulmanos locais, à pergunta do jornalista "Quem queres vir a ser?", um adolescente, filho de uma imigrante, irá responder sem hesitar: "O meu sonho é a jihad!"

Em Bruxelas, um dos membros da organização Sharia for Belgium promete que, quando a lei da sharia for instaurada, os belgas terão de ceder bastante o seu espaço e, mais tarde, abandonar de todo o país. "Nós nunca iremos parar. Não temos medo da prisão, nem mesmo da própria morte, porque estamos prontos a morrer como mártires!", diz para a câmara outro activista da célula belga.

O xeque Anjem Choudary, líder dos islamitas em Londres, reconhece ao repórter palestino que para eles o 11 de Setembro é como o início da ressurreição. Depois desse atentado terrorista, todos os muçulmanos do mundo regressaram às suas origens e se dedicaram ao estudo correto do Corão. 

No Centro Islâmico da cidade de Luton, um jovem muçulmano declara solenemente: 
Agora o Islão está em todo o lado! Nós trabalhamos dias inteiros para a criação do califado mundial. E nós venceremos!
Ao longo do filme, Zvi Yehezkeli explica que a maioria dos heróis mais agressivos desse filme representam a quarta geração de imigrantes muçulmanos. Esta diz um Não! veemente à civilização ocidental e se prepara metodicamente para a jihad. Esta geração é uma bomba-relógio na Europa, conclui Yehezkeli.
Em princípio, se sabia desde o início que eles não conseguiram ser integrados pela sociedade europeia. Consideremos a França. Nós vemos o que lá se passa, os atentados terroristas, os recontros nas mesquitas que lá se constroem sem parar, a tentativa de limitar com recurso a leis os ilegais e os estrangeiros em geral. Esse é o exemplo claro do choque civilizacional.
No filme do jornalista israelita, se dedica muita atenção ao novo tipo de antissemitismo na Europa. O seu aparecimento e o seu alastramento assustador se deve aos imigrantes muçulmanos. A judeofobia floresce nas universidades francesas, ela atinge até os franceses de origem. Contudo, o autor do filme se abstém de afirmar que as coisas são assim tão assustadoras:
Isso parece mais um desafio do que uma catástrofe. No fim de contas, isso não ocorreu num só dia. Os imigrantes ilegais não caíram na Europa de pára-quedas. Essas pessoas chegaram a convite dos europeus, são mão-de-obra barata, taxistas, empregadas de limpeza nos restaurantes. Aquilo que eu digo no filme é uma coisa muito simples: esses rapazes não se tornaram parte de um grande multiculturalismo, temos de nos ocupar deles e resolver os seus problemas.
Zvi Yehezkeli descreveu um quadro extremamente duro da situação que se vive na Europa, considera, por seu turno, Alexei Yudin, docente do Centro de Estudo das Religiões da Universidade Estatal Humanitária Russa.
Claro que não se pode dizer que se trata já de uma ameaça absoluta à Europa. Mas é um problema muito sério ao qual não se pode, de modo algum, fechar os olhos usando a abordagem tradicional do politicamente correto. Já não há quaisquer possibilidades de ignorá-lo.
 A maioria dos políticos europeus procura métodos para a pacificação do Islã radical com decisões econômicas e sociais. Mas a realidade é mais dura. Um dos heróis do filme constata que a juventude da quarta geração da imigração islâmica, que nasceu e cresceu na Europa, não quer reconhecer os valores culturais e civilizacionais europeus. 

Essas pessoas não tencionam regressar à Argélia ou a Marrocos. O seu objectivo é se afirmarem como os futuros donos da Europa.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Imigrantes em Paris: problema que os franceses preferem calar

Os filmes do jornalista russo Alexander Rogatkin sobre a imigração provocaram uma reacção impetuosa na Rússia e no estrangeiro. O jornal francês Le Monde, em particular, sujeitou a críticas o filme Alheios – 2, que mostra os subúrbios de Paris controlados por imigrantes. A edição afirmou que os problemas exibidos no documentário são inventados.

Contudo, na opinião de peritos, os franceses não gostaram que alguém tenha focado o problema que eles próprios não conseguem resolver e preferem calar.

Hoje, cada visitante de Paris deve conhecer os bairros que têm que ser contornados. Todos os subúrbios da cidade com prédios pouco atraentes são uma zona perigosa. Uma equipe russa de filmagem trabalhou nomeadamente naqueles bairros. Fala Alexander Rogatkin:

“Foi-nos dito que não conseguiriamos filmar nada nos bairros árabes, porque seríamos espancados logo que a câmara começasse a funcionar. Não acreditámos nisso. Mas, o nosso operador recebeu uma pancada na cara mal saímos do veículo”.

Agentes da polícia não têm poder real naqueles bairros e, frequentemente, receiam aparecer aí. O gueto é controlado por comunidades étnicas e traficantes de droga. Há muito que ali reinam regras orientais, disse a Alexander Rogatkin, Dmitri de Cochko, habitante de Saint-Ouen, um subúrbio de Paris, a norte da cidade:

A carne de porco frequentemente não é servida em refeitórios escolares. Às vezes, até se faz pressão sobre crianças, que nem sempre são muçulmanas, obrigando-as a não comer carne suína”.

Segundo avaliações demográficas, hoje no país vivem cerca de seis milhões de imigrantes. Em resultado da crise, uma parte deles perdeu emprego e começou a praticar banditismo. Os franceses, naturalmente, não estão satisfeitos com esta situação. É pouco provável que o atual Governo socialista consiga resolver o problema da imigração, considera o dirigente do Centro de Pesquisas Históricas Francesas do Instituto de História Universal da Academia de Ciências da Rússia, Piotr Tcherkassov:

“François Hollande chegou ao poder graças também aos votos de novos franceses. Nos próximos anos, será muito difícil resolver estes problemas, porque o Partido Socialista no poder e o presidente terão de renunciar neste caso a muitos compromissos eleitorais neste sentido”.

Quase todos os países europeus enfrentam problemas análogos. No ano passado, teve lugar um colapso de imigração na ilha italiana de Lampedusa. A situação pode repetir-se em breve – 17 mil sírios encaminharam pedidos a departamentos diplomáticos dos países da UE, solicitando asilo. Os Parlamentos e políticos começam com urgência a elaborar leis pan-europeias que protejam a região contra imigrantes.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Repórter russo: "Em algumas zonas de Paris, é quase impossível encontrar um francês"

Na Europa, vizinhanças com uma substancial população muçulmana invariavelmente tornam-se em zonas "NO-GO" para os não muçulmanos, onde os guettos imigrantes se tornaram em ghettos criminosos.

As forças policias recusam-se em entrar nestas áreas a menos que seja em grupos, e muio bem armados.

Os muçulmanos deliberadamente divertem-se a incendiar contentores de lixo, e quando os bombeiros chegam, eles  [os muçulmanos] atacam-nos.


sábado, 13 de outubro de 2012

CNN é financiada por governos árabes, diz ex-repórter (vídeo)

Uma ex-repórter da CNN disse nesta semana que a rede de televisão CNN recebe dinheiro de governos árabes para não transmitir informações verdadeiras sobre os abusos de regimes contra a população árabe.

Em entrevista a TV Russia Today, Amber Lyon revelou que um documentário, produzido por ela, que mostra as atrocidades cometidas pelo Bahrein, não foi transmitido pela CNN Internacional devido uma intervenção financeira do país.

"Isso viola todos os princípios da ética jornalística," diz a repórter.

Lyon diz que a filmagem mostra soldados reprimindo protestos, matando doentes e assassinando até motoristas de ambulâncias.

A ex-funcionária do canal de notícia disse ainda que a CNN recebe dinheiro de outros regimes árabes, da Geórgia e do Cazaquistão para produzir e transmitir o que ela se referiu como "infomerciais para ditadores".

Durante a entrevista, Lyon também disse que a CNN e outros meios de comunicação dos Estados Unidos trabalham para "demonizar" o Irão.



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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Síria: Muçulmanos matam repórter atirando-o pela janela

Um vídeo do YouTube colocado no site LiveLeaks, parece mostrar os maometanos a atirar um homem para a sua morte. Segundo o site, o homem que segura a câmara diz, "Isto é o que acontece aos traidores que dão o seu apoio à polícia ou aos Shabbiha [a milícia do governo sírio].

O homem, identificado como Abu Wael Rashid, grita, "Em nome de Alá, não façam isso!" à medida que é forçado para fora da janela.

O vídeo foi filmado na semana passada num conkunto de apartamentos em Nabk, a 80 quilómetros de Damasco. Ambos os lados do conflito sírio foram condenados pelas organizações dos direitos humanos devido aos seus abusos, incluindo a tortura.

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