MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 16 de agosto de 2014

Muçulmanos cortam ao meio criança Cristã de 5 anos

Uma criança Cristã de 5 anos, que era filho de um dos fundadores da "St. George's Anglican Church" em Bagdade, foi chacinada por muçulmanos membros do "Estado Islâmico", mais conhecido por ISIS ( "Islamic State of Iraq and Sham" ou em português "Estado Islâmico no Iraque e no Levante"), cortada ao meio durante um ataque à povoação Cristã de Qaraqosh. Andrew White, canône Anglicano da "St. George''s Church", disse o seguinte ao  Anglican Communion News Service:

Estou quase em lágrimas porque estive com alguém  na minha sala cuja pequena criança foi cortada ao meio. Fui eu que baptizei a criança na minha igreja em Bagdade, e este rapaz - que os pais colocaram o meu nome - chamava-se Andrew.

Refugiados Cristãos que fugiram de Qaraqosh buscando abrigo na povoação Cristã foram forçados a fugir mais uma vez à medida que as forças do Estado Islâmico começaram a invadir estas regiões do país. Os pais da criança morta, bem como o irmão George (que recebeu o mesmo nome da igreja em Bagdade), reportaram terem fugido com outros Cristãos para a cidade de Arbil onde se encontra o consulado dos Estados Unidos - local que o Presidente Barack Obama disse que estaria protegido pelos militares Americanos através de ataques aéreos contra as forças do Estado Islâmico.

Segundo a Reuters, os combatentes de Peshmerga controlavam largas zonas de território fora da zona autónoma, que servia de santuário contra os Cristãos em fuga, bem como para outras minorias religiosas, antes dos muçulmanos do Estado Islâmico terem chegado à região no mês passado. A Reuters reporta:

Mas a última semana viu Peshmerga desmoronar-se perante o avanço dos combatentes, que estão na posse de armas pesadas obtidas junto das tropas Iraquianas que abandonaram os seus postos em Junho último. Para além disso, os combatentes estão cheio de dinheiro roubado aos bancos.

Shamil Abu Madian, um Cristão de 45 anos, disse à Reuters que fugiu da cidade de Mosul quando ela caiu em Junho deste ano. Foi por essa altura que ele buscou refúgio na cidade protegida pelos peshmerga, "mas que foi forçado a fugir mais uma vez, em pânico e a meio da noite, quando as tropas Curdas Peshmerga desapareceram subitamente."

Não fomos capazes de trazer nada mais connosco para além de algumas roupas em malas de nylon. As pessoas estão a viver nos passeios, nos jardins públicos, em qualquer lugar.

White disse à ACNS que graças às contribuições financeiras de apoiantes estrangeiros, a igreja Anglicana no Iraque tem sido capaz de disponibilizar comida, água e mantimentos aos Cristãos bem como aos outros grupos religiosos que fugiram de Mosul e Níneve para as regiões nortenhas, como forma de escapar dos terroristas islâmicos do Estado Islâmico:

Precisamos de duas coisas: orações e dinheiro. Com essas duas coisas, podemos fazer qualquer coisa. Sem isso, nada podemos fazer. Eu tenho três P's que eu nunca deixo de mencionar: protecção, provisão e perseverança. Precisamos de protecção para aquelas pessoas de modo a que possamos avançar.

O "Christian Post" reportou na Segunda-Feira que protestos que ressalvam o apuro dos Cristãos Iraquianos estão a ser levados a cabo por todo o mundo, em parte graças à campanha #WeAreN que atraiu a atenção para a perseguição sem precedentes que os Cristãos do Iraque estão a sofrer.

Os líderes Ocidentais foram instados a colocar um fim ao genocídio através de demonstrações na França, Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Suécia, Austrália, Canadá e muitas outras cidades dos Estados Unidos, ao mesmo tempo que os apoiantes de todo o mundo a sua foto do Twitter para a imagem da letra Árabe ن or N, que significa Nazarenos ou Cristãos em Árabe.

Sabe-se que os terroristas muçulmanos do Estado Islâmico pintaram a letra árabe "N" nas casas de  Cristãos de Mosul antes de os forçarem a fugir da cidade, que se encontra actualmente sob o seu controle.

sábado, 2 de agosto de 2014

ISIS e o sinal do Profeta Jonas

Durante as últimas semanas as conquistas do ISIS por todo o norte do Iraque têm sido compreensivas. Tomando controle de largas partes da região, eles declararam no mês  passado um Califado, e um dos grupos que têm sofrido de modo especial a sua violência têm sido, como sempre, os Cristãos (que já vivem nessas áreas há quase 2,000 anos).

Seguindo-se à consolidação do poder na região por parte do ISIS, estas comunidades ancestrais têm sofrido um tratamento brutal. No que pode ser considerado como perseguição e discriminação ao mais alto nível, o ISIS tem atacado os Cristãos de Mosul manchando as suas casas com a letra N, marcando-os como Nasarah, Cristãos.

Num esforço concertado e deliberado tendo em vista a limpeza étnica, o ISIS  "ofereceu" aos Cristãos três escolhas: converter ao islão, pagar o imposto jizya . . . ou abandonar as suas casas. Quem quer que se recusasse a pagar ou a se converter ao islão, era ameaçado de morte.

Nestas circunstâncias, e temendo o pior, a área de Mosul - que até bem pouco era casa de milhares de Cristãos - tem sido esvaziada desta comunidade antiga. Roubados das suas possessões, até medicamentos, muitos foram forçados a andar 70 quilômetros até atingir um local seguro - eventualmente dirigindo-se para Dohuk na região Curda do país. As 15 famílias Cristãs que escolheram ficar em Mosul fizeram-no convertendo-se ao islão como forma de reter as suas possessões, mas as casas daqueles que abandonaram a cidade foram confiscadas como propriedade do recém-formado "Estado Islãmico".

Este êxodo forçado acabou com a significante presença Cristã em Mosul que antecede em vários séculos a vinda do islão. Numa região que tem testemunhado a ascenção e a  queda de muitos poderes políticos, as políticas do ISIS debilitam a longa co-existência de maometanos e não-maometanos na região.

Em Mosul, os militantes do ISIS começaram a profanar a cidade, representando de forma bem gráfica a sua interpretaçâo extrema e minimalista do islão. As suas acções não se têm focado exclusivamente nos edifícios Cristãos, visto que o antigo túmulo do Profeta Jonas (um ponto de referência importante na cidade de Mosul, venerado por Cristãos, Judeus e maometanos) foi arrasado e muitas mesquitas e templos Xiitas foram também destruídos.

Nos seus esforços em favor da "pureza islâmica", os militantes do ISIS têm atacado de modo particular os edificios Cristãos. A sede diocesana dos Católicos Sírios em Mosul foi incendiada - ela que já existia desde o século 19. Todas as cruzes de 22 igrejas de Mosul form removidas e as igrejas foram convertidas em mesquitas ou destruídas.

Morte duma comunidade antiga

Com as comunidades Cristãs a estenderem-se para fora de Mosul e através das planícies de Nineve, o ISIS alargou o seu foco para as zonas circundantes. Os militantes   tomaram posse do antigo Mosteiro Mar Behnam, alegadamente fundado no local onde os irmãos Sassânidas Behnam e Sara foram martirizados durante o 4º século, que, até a chegada do ISIS, era casa dos monges Católicos Sírios.

Estes mesmos monges foram expulsos de lá, e foi-lhes negado o acesso ao mosteiro como forma de levar qualquer relíquia sagrada que ainda lá se encontrasse. Isto faz com que se tema que os items históricos, juntamente com as colecções manuscritas que lá se encontram, sejam destruídos. Há também a probabilidade de que o mosteiro, com partes que datam do século 13 e que faz parte dos poucos edifícios Iraquianos que sobreviveram ao período Mongol Ilkhanato, seja profanado e destruído.

Os Cristãos já vivem no Iraque virtualmente desde que a sua religião foi fundada - havendo começado a estabelecer-se na região por volta do século 2 e sendo entre as primeiras testemunhas da fé Cristã. As suas igrejas e os seus mosteiros têm sido parte integral do panorama há séculos, produzindo alguns dos mais sofisticados exemplos de arquitectura. Estas comunidades viveram em acordo relativo com os seus vizinhos maometanos através dos séculos, cada comunidade contribuindo para a cultura da outra.

Depois da ofensiva Aliada de 2003, os Cristãos do Iraque começaram a sofrer muitas atrocidades, a mais notável entre elas o massacre do dia 31 de Outubro de 2010 na Igreja Nossa Senhora da Salvação, em Karrada - Bagdad. Agora, os Cristãos, que contribuíram das mais variadas formas para a cultura e para a economia do Iraque, não estão dentro do que o ISIS qualifica de aceitável.

A sua perseguição levanta a possibilidade real de que esta comunidade antiga seja eliminada da sua pátria no Iraque. Para além disso, isto marca o final da noção do "diálogo civilizado", um pilar que já dura deste o período Abássida onde os maometanos e os não-maometanos viveram lado a lado. Não deixa de ser um paradoxo que o ISIS, que tenta emular o Califado de tempos idos, adopte tácticas que só podem ser descritas de brutais e dignas de bárbaros rudes.


* * * * * * *


As "tácticas brutais e dignas de bárbaros rudes" seguem o exemplo do fundador da fé islânica, visto que tudo aquilo que o ISIS está a fazer no Iraque está em perfeito acordo com a sunnah, o Alcorão e as sirats de Maomé.

A noção de que o ISIS está a "perverter" o "verdadeiro islão" segue na mesma linha de pensamento que, contrariando a própria história descrita nos textos islâmicos tidos como autoritários, propõe que o islão é uma "religião pacífica" e que só uma "pequena minoria de extremistas" é que a pervertem.


Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-Se.
Mateus 16:4


domingo, 4 de novembro de 2012

A quarta geração do califado europeu

Fonte
A verdadeira escala da islamização da Europa Ocidental pode ser debatida, mas ainda ninguém teve coragem de mostrar o quotidiano e a profundidade desse processo. Isso foi realizado pelo jornalista israelita Zvi Yehezkeli no seu documentário "Allah Islam".
Os correspondentes da Voz da Rússia ouviram a opinião do autor e perito sobre o filme.
As filmagens decorreram em vários países europeus e terminaram na primavera deste ano. O autor e director, que domina vários dialectos da língua árabe, se fez passar frequentemente durante o seu trabalho por palestino. 

Zvi Yehezkeli é o chefe da Secção Árabe do serviço noticioso do Canal 10 da televisão israelita. Segundo informa, no início não havia qualquer intenção de fazer um filme: 
Nós tencionávamos fazer umas duas reportagens para o noticiário principal. Mas eu informei imediatamente que, na minha opinião, aqui havia espaço para algo maior do que um episódio de notícias. Quanto mais aprofundas e estudas esta situação, melhor entendes a profundidade do problema.
Os episódios mais eloquentes foram filmados na Suécia, na Bélgica e na Grã-Bretanha. Na cidade sueca de Malmö, a equipe de filmagens registou uma mesquita onde se apelava abertamente à jihad. As suas paredes ostentam incentivos a uma guerra impiedosa contra os infiéis. Não é difícil adivinhar o conteúdo das orações e dos sermões que aqui se pronunciam diariamente. Mais tarde, em casa de uma família de muçulmanos locais, à pergunta do jornalista "Quem queres vir a ser?", um adolescente, filho de uma imigrante, irá responder sem hesitar: "O meu sonho é a jihad!"

Em Bruxelas, um dos membros da organização Sharia for Belgium promete que, quando a lei da sharia for instaurada, os belgas terão de ceder bastante o seu espaço e, mais tarde, abandonar de todo o país. "Nós nunca iremos parar. Não temos medo da prisão, nem mesmo da própria morte, porque estamos prontos a morrer como mártires!", diz para a câmara outro activista da célula belga.

O xeque Anjem Choudary, líder dos islamitas em Londres, reconhece ao repórter palestino que para eles o 11 de Setembro é como o início da ressurreição. Depois desse atentado terrorista, todos os muçulmanos do mundo regressaram às suas origens e se dedicaram ao estudo correto do Corão. 

No Centro Islâmico da cidade de Luton, um jovem muçulmano declara solenemente: 
Agora o Islão está em todo o lado! Nós trabalhamos dias inteiros para a criação do califado mundial. E nós venceremos!
Ao longo do filme, Zvi Yehezkeli explica que a maioria dos heróis mais agressivos desse filme representam a quarta geração de imigrantes muçulmanos. Esta diz um Não! veemente à civilização ocidental e se prepara metodicamente para a jihad. Esta geração é uma bomba-relógio na Europa, conclui Yehezkeli.
Em princípio, se sabia desde o início que eles não conseguiram ser integrados pela sociedade europeia. Consideremos a França. Nós vemos o que lá se passa, os atentados terroristas, os recontros nas mesquitas que lá se constroem sem parar, a tentativa de limitar com recurso a leis os ilegais e os estrangeiros em geral. Esse é o exemplo claro do choque civilizacional.
No filme do jornalista israelita, se dedica muita atenção ao novo tipo de antissemitismo na Europa. O seu aparecimento e o seu alastramento assustador se deve aos imigrantes muçulmanos. A judeofobia floresce nas universidades francesas, ela atinge até os franceses de origem. Contudo, o autor do filme se abstém de afirmar que as coisas são assim tão assustadoras:
Isso parece mais um desafio do que uma catástrofe. No fim de contas, isso não ocorreu num só dia. Os imigrantes ilegais não caíram na Europa de pára-quedas. Essas pessoas chegaram a convite dos europeus, são mão-de-obra barata, taxistas, empregadas de limpeza nos restaurantes. Aquilo que eu digo no filme é uma coisa muito simples: esses rapazes não se tornaram parte de um grande multiculturalismo, temos de nos ocupar deles e resolver os seus problemas.
Zvi Yehezkeli descreveu um quadro extremamente duro da situação que se vive na Europa, considera, por seu turno, Alexei Yudin, docente do Centro de Estudo das Religiões da Universidade Estatal Humanitária Russa.
Claro que não se pode dizer que se trata já de uma ameaça absoluta à Europa. Mas é um problema muito sério ao qual não se pode, de modo algum, fechar os olhos usando a abordagem tradicional do politicamente correto. Já não há quaisquer possibilidades de ignorá-lo.
 A maioria dos políticos europeus procura métodos para a pacificação do Islã radical com decisões econômicas e sociais. Mas a realidade é mais dura. Um dos heróis do filme constata que a juventude da quarta geração da imigração islâmica, que nasceu e cresceu na Europa, não quer reconhecer os valores culturais e civilizacionais europeus. 

Essas pessoas não tencionam regressar à Argélia ou a Marrocos. O seu objectivo é se afirmarem como os futuros donos da Europa.
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