MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 5 de março de 2014

O Testemunho de Bassam

Vivo no Médio Oriente. Nasci muçulmano, e quando tinha 18 anos, tornei-me membro dum dos grupos islâmicos, visto que eu tinha um parente que era uma dos líderes do grupo. Eu pensava que estava a fazer tudo em favor de Deus, levando em conta o que eu sabia Dele por esta altura. Depois de algum tempo, comecei a ter algum treino no uso de armas e na construção de explosivos. Eu sentia-me desconfortável com o que estava a fazer - ferindo pessoas em nome de Deus. Eu pensava que ou eu ou os membros do grupo haviam entendido mal os ensinamentos de Deus.

Comecei outra vez a estudar o Alcorão e a Tradição - com a ajuda de um dos líderes do grupo, mas sem lhe dizer o motivo para o meu estudo - para ver o que eu não tinha entendido. Depois de 2 anos, eu estava perplexo com o que tinha descoberto. Descobri que o islão não é o percurso pacífico até Deus, tal como eu acreditava, mas pelo contrário, era muito violento. Se *eu* teria que estabelecer a vontade de Deus de qualquer maneira, mesmo matando pessoas, então este não poderia ser o caminho de Deus.

Nunca coloquei a hipótese de algum dia vir a abandonar o islão em favor de outra religião, no entanto eu estava certo que o islão não me estava a levar até Deus. Eu tive uma espécie de quebra durante algum tempo quando descobri que tudo o que havia acreditado estava errado. Comecei a tomar drogas e a não falar de Deus. Foi então que eu conheci um Cristão que não sabia assim muito da Teologia Cristã mas que tinha muito amor pelos outros, independentemente de quem os outros eram. Um dos seus amigos (que era membro do mesmo grupo do qual eu havia feito parte) disse que ele tinha que ser morto porque ele era um Cristão, e porque ele não tinha pago a "Jiziah" (imposto que, segundo o Alcorão, os Cristãos e os Judeus a viver num estado islâmico eram forçados a pagar) mas isso não impediu o Cristão de amar esse homem e de lidar com ele de forma profissional.

Inicialmente, eu não sabia que ele era Cristão, e quando fiquei a saber, fiquei surpreendido; tudo o que eu havia aprendido durante toda a minha vida sobre os Cristãos, lendo os escritos islâmicos e as opiniões de Maomé sobre eles, havia-os rebaixado de forma bem vincada. Pedi a este amigo se ele me poderia arranjar uma cópia da Bíblia. Depois de dar início à minha leitura, vi que havia uma diferença enorme entre o que está escrito na Bíblia e o que eu havia ouvido as pessoas a dizer dela (quer tenham sido muçulmanos ou até Cristãos nominais).

Eu fiquei profundamente impactado com uma coisa, nomeadamente, com o ensinamento de que não há ninguém excepto Jesus que é justo; até aqueles que eram chamados de povo de Deus, tais como David, Jacó, Abraão e os doze apóstolos, haviam feito algo de errado. A Bíblia está cheia de pecados e transgressões por parte das pessoas, excepto Jesus. Ele mesmo disse aos Seus inimigos "Qual de vocês me convence de pecado?" (João 8:46a), mas ninguém foi capaz de responder. Até Judas, que O traiu e O entregou às autoridades para que Ele fosse morto, disse "Pequei ao trair Sangue Inocente" (Mateus 27:4).

Para além disso, Pôncio Pilatos, o governador Romano que eventualmente O condenou à morte, disse "Porquê? Que mal fez Ele? Não achei nada NEle digno de morte." E o centurião que testemunhou a morte de Jesus disse "Certamente, este Homem era Inocente!" Ele [o Senhor Jesus] impactou-me de forma profunda exibindo o exemplo mais elevado do ser humano, revelando-Se como Alguém que realmente merecia ser Seguido.

Demorei algum tempo até finalizar a leitura da Bíblia. Depois de um ano de batalha interior, decidi que eu queria seguir a Deus tal como Ele Se revelou em Cristo e não como alguém dizia que Ele era. Orei a Ele e Ele fez-Se presente. Pela primeira vez na minha vida senti que Deus esta presente; dizer que esse foi um sentimento estranho é um eufemismo. Eu estava tão feliz e tão triste. Feliz por saber que Ele estava ali e triste por me aperceber do que havia perdido. Senti uma paz imensa e queria que este sentimento nunca acabasse. Ainda me lembro desta primeira vez que eu orei; corri para fora do quarto porque pela primeira vez senti a Presença de Deus.

Desde então, eu tenho-O seguido, e Ele mudou a minha vida. Abandonei as drogas e tornei-me numa pessoa totalmente nova para todas as pessoas que conheço; mas tal como eu disse, eu vivo no Médio Oriente onde todas as pessoas pensam que estão certas e todos os outros estão errados. Devido a isso, tive alguns problemas com a minha família e eles expulsaram-me de casa. Tal como Jesus disse "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão." (Mateus 10:21) foi isto que aconteceu comigo.

O meu pai entregou-me às forças de segurança e eles prenderam-me e lançaram-me na prisão por ter abandonado o islão. Passei por maus momentos por lá visto que eles torturaram-me para me forçar a regressar ao islão. Usaram choques eléctricos e espancamentos, e deixaram-me toda a noite pendurado pelos pulsos. Depois de um ano, fui colocado numa prisão solitária onde fiquei quase um ano. Mas eu não podia negar Aquele que me deu vida.

Hoje em dia, estou fora da prisão e saí da minha casa e do meu país visto que ainda sou procurado por lá por ter abandonado o islão. Ainda caminho com Jesus e amo-O porque Ele me amou primeiro, e deu a Sua Vida na cruz por mim. Eu sabia desde o princípio que teria problemas. Afinal, não disse Ele a Paulo "E Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo Meu Nome"? (Actos 9:16)

Hoje estou livre de tudo. Tenho uma esposa amorosa que conheci depois de sair da prisão, e que me tem apoiado em tudo o que eu faço para Deus, mas o mais importante para mim é a minha segurança eterna de que estarei com Ele para sempre, independentemente do que aconteça. E como resultado disso, resolvi dedicar a minha vida a dizer as outras pessoas do Seu grande amor por nós. Tal como Ele me ordenou:

Não temas, mas fala, e não te cales; Porque Eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade. (Actos 18:9-19)

Sintam-se à vontade para me escrever se querem saber mais. Bassam.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

8 coisas sobre o Senhor Jesus Cristo presentes no Alcorão

Nota: O Alcorão não é um livro inspirado por Deus, mas Ele pode usar tudo o que Ele bem entender para atrair as almas para o Seu Livro, a Bíblia.
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Em seu livro “Encontrei a Cristo no Alcorão”, recentemente publicado em espanhol, Mario Joseph, que foi imã muçulmano na Índia e hoje é católico, explica, exactamente, o que o Alcorão diz sobre Jesus Cristo e o que o levou a fé cristã.

Mario, ao deixar o Islão, conta que fez com que sua vida sofresse grandes complicações, pois sofreu perseguições, incompreensões e rejeições, mas afirma que aceita tudo isso, pois ‘Cristo também as viveu, e advertiu que isso faria parte da vida cristã’.

Uma em cada cinco pessoas no mundo, conhece alguma coisa sobre Jesus através do Islão e do Alcorão.

Os muçulmanos, inclusive os poucos letrados, acreditam conhecer Jesus o suficiente, eles o tem integrado em sua cosmovisão, como um profeta a mais. Mario acredita que o Alcorão não leva muito mais muçulmanos ao cristianismo é porque muitos muçulmanos não conhecem com detalhes o Alcorão e não fazem perguntas sobre isso.

O muçulmano comum conhece e professa Jesus, segundo o Alcorão foi um grande profeta antes de Maomé, que Deus o milagrosamente gerou em Maria sem contacto masculino, que fez milagres, etc.  A chave que perturbou a Mario Joseph é que até que ponto Jesus é grande, sobre tudo quando se compara com o que o Alcorão diz de Maomé. Usar o Alcorão para comprovar as diferenças de Jesus e Maomé é algo que esta começando a se espalhar. No âmbito cristão protestante, o teólogo e apologia evangélico Norman L. Geisler, e observa em 6 pontos a comparação entre ambos ‘profetas’, segundo o Alcorão.
1) O Alcorão reconhece que Jesus nasceu de uma mulher virgem, enquanto Maomé não (a tradição islâmica conhece bem os pais de Maomé, Abdulá e Amina).
2) O Alcorão reconhece que Jesus não pecou, não tinha pecado nele, enquanto reconhece que Maomé era um pecador.
3) No Alcorão, Jesus é chamado de ‘Messias’, isto é, o Ungido, um titulo muito alto que Maomé não recebeu.
4) No Alcorão Jesus é chamado de “a Palavra de Deus’, um titulo poderoso e elevado, que Maomé também não recebeu.
5) No Alcorão é afirmado várias vezes que Jesus fazia milagres, enquanto neste livro Maomé nada fez.
6) Jesus no Alcorão é ascendido ao céu com seu corpo; coisa que o Alcorão não reconhece sobre Maomé.
Mario Joseph, quando ainda era um imã muçulmano e se chamava Suleimán, sem conhecer nada sobre Geisler e sua exposição, já havia notado esses aspectos que os perturbavam.

E quando perguntava aos seus mestres, se isso não significava que Jesus era maior que Maomé, talvez muito maior, eles não sabiam responder com razões. Mas Mario Joseph aponta alguns detalhes interessantes.
7) O nome de Maomé aparece no Alcorão apenas 4 vezes, sob dois nomes: Ahmed e Mohammed. No entanto Jesus é mencionado no Alcorão com 4 títulos poderosos: Kalimathullahi (Palavra de Deus), Ruhullahi (Espírito de Deus), Isá al-Masih (Jesus o Messias) e finalmente, Ibnu Mariam (filho de Maria, titulo poderoso porque Maria é a mais excelentes das mulheres, protegida de Deus, um exemplo para todos, etc…)
8) O capitulo 19 do Alcorão, intitulado ‘Maria”, canta louvores surpreendentes a  Jesus que Mario não via atribuídas em Maomé a saber:
- Jesus é a Palavra de Deus
- Jesus é o Espírito de Deus
- Deu vida a pássaros de barro (a história Corão leva o Evangelho apócrifo de Tomé, ou os Filhos do segundo século ) .
- Ele curou doenças incuráveis
- Ele deu vida aos mortos
- É Omnisciente
- “Ele revelou todos os segredos ”
- “Subiu ao céu ”
- “Todavia esta vivo”
- “Cristo voltará ”
Como encaixar tudo isso com a suposta autoridade de Maomé?

E isso se refere somente o que se encontra registado no Alcorão: e nos Hadith e outras fontes de tradição islâmica, se vê claramente por exemplo, que os demónios não se aproximavam de Jesus e Maria, devido a sua pureza e santidade, enquanto hostilizavam a Maomé. Não faz isso Jesus alguém muito superior?

Maomé peca, Jesus não.

Maomé tem que pedir perdão por suas faltas

Embora os clérigos muçulmanos e lideres religiosos islâmicos falem maravilhas de Maomé, no Alcorão é visto, por exemplo, como na Sura 47, que diz ao ‘profeta’: “Sabe, portanto, que não há mais divindade, além de Deus e implora o perdão das tuas faltas” e mais adiante, “Para que Deus perdoe as tuas faltas, passadas e futuras, agraciando-te e guiando-te pela senda reta.” (em 48,2)

Em vez disso, Jesus, nem no Corão ou no Evangelho nunca pede perdão a Deus, Ele que insiste sobre a humildade, nunca reconheceu ter pecado. Nem cristãos nem muçulmanos atribuem pecado para Jesus.

Maomé é somente um apóstolo, Jesus é Ungido

E o título de “Messias” (Ungido) de Jesus, pode soar muito mais forte do que o de Maomé, que para o Alcorão é somente um ‘enviado’ (ou seja, ‘apóstolo’ em grego), o profeta (embora o Alcorão o chama de “o apostolo de Deus e o selo dos profetas” em 33,45).

Além disso,o título de que Jesus é a  Palavra de Deus ressoa com força, já que Maomé não é nunca chamado assim. Um cristão fala com um muçulmano e insiste em que Jesus é Logos, a Palavra, algo eterno que está eternamente unido a Deus, não um mero homem, poderá avançar o bastante.

O corpo de Maomé está em Meca; e o de Jesus, no céu

Por outro lado, os muçulmanos não duvidam que o corpo de Maomé está enterrado em Meca, onde peregrinam. Também peregrinam nos túmulos de muitos outro profetas  e homens santo e milagreiros. Mas sabem que não há um tumulo de Jesus, e que o corpo de Jesus não esta enterrado, e que o Santo Sepulcro não tem nenhum de seus restos mortal, como sabem também os cristãos. O Alcorão mesmo diz que Deus elevou a Jesus acima no céu. E acrescenta assim que “não o mataram nem o crucificaram, embora isso lhe pareça para eles” (Sura 4:157-158)

“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade,certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o facto é que não o mataram.

Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo.” (Sura 4:157-158).

Para entender Alá, passe pela Bíblia

Em seu emocionante testemunho, Mario conta que orou a Alá pedindo orientação sobre como deveria entender e tratar a Jesus; depois foi ao Alcorão e leu: “Porém, se estás em dúvida sobre o que te temos revelado, consulta aqueles que leram o Livro antes de ti. Sem dúvida que te chegou a verdade do teu Senhor; não sejas, pois, dos que estão em dúvida.” (Sura 10, Jonás, verso 94). Mario entendeu assombrado, que qualquer que tenha duvida sobre o Alcorão é referido pelo mesmo Alcorão ao que liam as escrituras anteriores, cristãos e judeus! Ou seja, para obter a perfeição do Alcorão, deve obter se na Bíblia.

Em seu depoimento (leia aqui) Mario conta como isso o levou, sendo um jovem Imã, a perguntar a uma monja em uma parada de ônibus, e como ela lhe encaminhou para a Divine Retreat Centre, Muringoor, onde hoje ele é um pregador católico, não sem passar por duras provas que explica em seu livro.

Portal Padom

Traduzido e adaptado de religionenlibertad


domingo, 30 de junho de 2013

Muçulmanos raptam adolescente Cristão de 16 anos


Um Cristão de 16 anos, convertido do islamismo, permanece desaparecido desde que foi raptado por militantes maometanos na volátil província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa. Alegadamente Aman Ullah foi levado por terroristas muçulmanos no dia 25 de Maio, em Peshawar, capital de Khyber Pakhtunkhwa.

John Taimoor, presidente do grupo missionário "Crossbearers Ministry' que opera junto de ex-maometanos, afirmou:

Não sabemos qual dos 32 grupos pertencentes aos Talibã (que opera no Afeganistão e no Paquistão) é responsável. A minha equipa, funcionários e discípulos provenientes de ambientes muçulmanos enfrentam pressão dos mais variados quadrantes e perseguição física..... No entanto, temos os olhos firmes no Nosso Salvador  que é capaz de nos salvar  até aos confins.

Até ao dia 7 de Junho, não havia qualquer tipo de declaração por parte dos Talibã, embora no passado o grupo tenha falado com os média sobre raptos anteriores.

Segundo Taimoor, que deu estudos Bíblicos ao rapaz, a jovem vítima de rapto, que se tornou Cristão há cerca de um ano e estava envolvido no evangelismo. havia memorizado o Evangelho de João e a Carta aos Efésios. O seu objectivo era o de decorar todo o Novo Testamento do mesmo modo que ele havia já memorizado o Alcorão.

Ele é uma pessoa muito especial para mim. Aman Ullah, em arábico, persa, urdu e na língua pashto, significa "paz de Deus". Ele é um diamante, muito dedicado e brilhante.  Ele era extrovertido; fazia declarações públicas e dava o seu testemunho.

O grupo de Taimoor ajuda os jovens convertidos - tais como Aman - a memorizar a Carta aos Efésios e demonstrar "seriedade no crescimento da sua fé" como forma de impactar outros maometanos.

Pedido de orações

Taimoor afirmou que pediu aos apoiantes que orassem "pela protecção de Aman, pedindo graça aos olhos dos seus raptores." Enquanto espera pela sua "libertação em segurança", ele afirmou que tem esperança de que "este jovem discípulo seja ungido como Deus porta-voz de Deus para as vidas dos raptores, ajudando-os a se aperceberem da sua necessidade de Jesus como Salvador e Senhor".

Taimoor afirmou também que pediu aos Cristãos que "pedissem a Deus que protegesse e ministrasse a todos que fielmente O servem no Paquistão."

Terroristas maometanos dos Talibãs foram já associados a vários ataques aos Cristãos, incluindo antigos muçulmanos, parte da sua jihad contra aquilo que eles identificam como sendo uma religião ocidental e atitudes colonialistas.

Fonte

* * * * * * *
Será que o maometanismo apoia este tipo de acção contra os Cristãos e ex-muçulmanos? Vejamos o que o "profeta" disse:

Sahih al-Bukhari 6922— O mensageiro de Alá disse: "Se alguém mudar a sua fé islâmica, matem-no."

Sunan An-Nasa’i 4068— Foi narrado que Al-Hasan disse: “O mensageiro de Alá disse: ‘Quem quer que seja que mude a sua religião, matem-no.’”

Al-Muwatta de Imam Malik 36.18.15—O Mensageiro de Alá disse: "Se alguém alterar a sua religião, cortem a sua cabeça!


Portanto os terroristas maometanos que atacam os Cristãos que abandonaram a sua fé islâmica, estão a agir em sintonia com o que o próprio Maomé disse.

O islão aprova o assassinato de quem abandona a fé islâmica.


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo


A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.

Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.


A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.


Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.


   

Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adoptadas no Egipto sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. 

Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.

* * * * * * * 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Noruega: Muçulmanos esfaqueiam 2 Cristãos

Dois iranianos que se converteram ao Cristianismo provenientes do maometanismo foram esfaqueados por dois homens mascarados, na semana passada. Um dos atacantes gritou 'Kuffar' (árabe para "descrente) durante a tentativa de assassinato.

O ataque verificou-se na Terça-Feira à tarde, quando os dois Cristãos iranianos caminhavam em Haugesund (Noruega). Durante esta caminhada, eles foram subitamente atacados por 3 mascarados armados com facas e que gritavam 'kuffar' à medida que os esfaqueavam.

Uma enfermeira que passava por perto levou a cabo os primeiros socorros enquanto a ambulância não chegava.

Segundo a policia, uma das vítimas foi esfaqueada duas vezes nas costas e a outra foi esfaqueada dos lados. Nenhum prevaricador foi entretanto encontrado.

As duas vítimas, que preferem manter o anonimato em relação ao incidente, vivem na Noruega há já alguns anos; um deles converteu-se ao Cristianismo já na Noruega enquanto que o outro converteu-se no Irão mas viu-se forçado a abandonar o país depois de ter sido preso e fisicamente torturado devido a sua fé no Senhor Jesus Cristo.

Ambos são membros activos numa igreja evangélica local.

Fonte

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Imagine-se a frustração do iraniano que fugiu do seu país em busca dum sítio onde pudesse professar a sua fé em paz. O que é que ele encontra no ocidente? Um país em lento declínio demográfico e moral, colonizado por membros dum sistema político que odeia o próprio país que os recebeu.

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