MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 28 de dezembro de 2014

Número crescente de muçulmanos relata sonhos com o Senhor Jesus


Eu estava sozinho num deserto. Por onde quer que eu olhasse, não via mais nada a não ser areia. Senti a areia nos meus pés descalços. Foi então que eu vi algo de extraordinário. No meio daquela imensa esterilidade emergiu da terra uma cruz de madeira, ascendendo à medida que a areia caia de volta para a terra.

Assim tem início a narrativa dum sonho publicado pelo muçulmano Bósnio Emina Emlonic. Um sonho sobre o Senhor Jesus. O sonho continua:

Por essa altura, senti-me como um espectador no meu próprio sonho e a visão da cruz não me deu medo nem alegria. Mas eu estava curioso e como tal, comecei a movimentar-me, quase flutuando, em direcção a ela; ela era a coisa mais magnífica que eu alguma vez havia visto ou imaginado. À medida que ia chegando perto da cruz, subitamente vi um Homem a caminhar na minha direcção: um Homem com Ombros largos e passada larga, com compleição escura, cabelo longo, e a usar uma túnica branca. E também subitamente, deixei de ser uma testemunha do meu sonho. Eu estava dentro dele, caminhando em direcção ao Homem que caminhava na minha direcção. Soube logo Quem Ele era. Era Jesus. Sem saber porquê, dei por mim de joelhos. Ele ficou acima de mim, e tocou na minha cara com a Sua Mão direita.

Postado no site Catholic Thing tais descrições de encontros com o Senhor Jesus através de sonhos e visões, defende o Pastor Frank Costenbader, fundador do Manifold Hope Ministries, e editor do site Isa Dreams, estão a ser reportadas cada vez mais. Isa é o nome em árabe correspondendo a "Jesus" que se encontra no Alcorão. Costenbader acrescenta:

O número de sonhos com o Senhor Jesus parecem ter aumentado tremendamente desde o ano 2000, e o ano de 2005 parece ter entrado noutro ritmo. Durante os últimos 2 anos, no site, tem havido uma explosão de testemunhos focados em pessoas que encontram o Senhor Jesus em sonhos, e subsequentemente se tornam seguidoras de Jesus.

Um homem Saudita disse que sonhou com um "cena horrível":

Numa noite, enquanto eu dormia, tive um sonho horrível de ser levado ao inferno. E o que vi por lá deu-me um medo genuíno. Este sonho continuou a acontecer quase todas as noites. As coisas chegaram a um ponto onde comecei a questionar o porquê de estar a ver o inferno desta forma.

Ele disse que Jesus lhe apareceu e lhe disse:

'Filho, Eu sou o Caminho, a Verdade e Vida, e se tu Me entregares a tua vida, e Me seguires, Eu irei salvar-te do inferno que viste'.

Isto foi uma surpresa para mim, visto que não sabia Quem era este Jesus. Claro que Ele é mencionado no Alcorão no livro da Surah Mariam. Ele é declarado como Um dos nossos 4 profetas, mas não como Salvador que nos pode salvar do inferno. Devido a isto, comecei a procurar por um Cristão de modo a que ele me desse algum tipo de conselho em torno do Jesus que eu havia visto.

Ele disse que tentou falar com um Cristão Egípcio, porque o Cristianismo se encontra "totalmente banido da Arábia Saudita e se algum Cristão for encontrado a testemunhar a um muçulmano, certamente que ele será decapitado.”

Uma adolescente Tailandesa chamada Fa reportou aos muçulmanos da Tailândia que ela viu o Senhor Jesus enquanto caminhava no campo. Uma descrição da sua experiência inclui o seguinte:

Ela deu por si num campo aberto. Não havia nada de especial neste cenário mas ela sentiu uma paz no seu coração, o tipo de paz que ela nunca havia sentido. Parecia que ela já havia estado neste campo antes e, de alguma forma, ela sabia o que iria acontecer a seguir. E subitamente apareceu à sua frente uma Luz brilhante. Ela não se assustou quando viu a Figura. Era um Homem a usar um robe branco que parecia brilhar. Quando ela viu a Figura, o seu coração foi inundado de alegria e amor. Ela soube imediatamente que Quem lhe estava a aparecer era o Jesus.


Não são só os muçulmanos

Os muçulmanos não são os únicos a reportar tais encontros notáveis visto que Costenbader também descreve testemunhos de Hindus. Ele afirma também que, independentemente da origem das pessoas, uma característica comum dos sonhos com o Senhor Jesus é que eles incutem uma sensação de paz. “Isso é muito diferente do sistema repleto de medo que é o islão,” disse Costenbader.

Christine Darg, autora e co-apresentadora do programa televisivo “Exploits Ministry,” do Jerusalem Channel, concorda que este é um desenvolvimento cada vez mais comum:

O fenómeno de muçulmanos a passarem a ter uma fé viva no Senhor Jesus está a acontecer todos os dias. Isto faz parte da profecia de Joel de que nos últimos dias Deus irai derramar o Seu Espírito sobre todas as pessoas - filhos e filhas irão profetizar, jovens e velhos iriam experimentar sonhos e visões.

Darg, que é também autora do livro “Miracles Among Muslims: The Jesus Visions,” diz que compilar um registo das visões é difícil devido à frequência da ocorrência:

São tantas! Um antigo terrorista prometeu a Deus que estava pronto a morrer por Ele, mas o Senhor Jesus falou de forma audível com ele e disse-lhe, "Chamei-te não para morrer mas para viver para Mim!" Ele ficou surpreso. Embora do ponto de vista teológico todos os Cristãos devam entregar as suas vidas pelo Senhor Jesus, que fez expiação por nós, esta mensagem de Jesus para um antigo terrorista é uma reversão bastante refrescante do mantra desejoso da morte dos jihadistas.

Darg salientou que alguns peritos afirmam que pelo menos 1/4 dos Cristãos provenientes do islão experimentaram algum tipo de sonho sobrenatural ou visão em torno de Jesus:

Quando partilho a minha fé com os muçulmanos, pergunto-lhes com frequência se eles tiveram algum sonho ou visão sobre Jesus, e normalmente eles respondem positivamente.

Na sua pesquisa, Costenbader apurou que relatos de "Sonhos com Isa" não são novos; um sonho em 1844 levou à conversão dum homem Indonésio chamado Paulus-Tosari, que ajudou a dar início ao primeiro movimento moderno de muçulmanos a converterem-se a Cristo. Ele disse também que duas visões com o Senhor Jesus em 1892 podem ser directamente associadas ao segundo movimento islâmico para Cristo na Etiópia.

‘Subrenatural’

Jim Bramlett, autor e presidente do Choices for Living, e que já viveu na Arábia Saudita, acredita que o fenómeno de muçulmanos a terem visões e sonhos com o Senhor Jesus é claramente sobrenatural:
São visões. São sonhos. É um acto soberano e sobrenatural de Deus, e é encorajador. E isto está a acontecer mais do que se sabe.

Darg disse que simplesmente falar sobre o sonho ou a  visão do Senhor Jesus abre a porta para que o convertido muçulmano possa falar abertamente sobre o encontro:

Como caso que serve de exemplo, recentemente levei um grupo de excursão para o Bairro Muçulmano de Cidade Velha de Jerusalém, e o nosso guia organizou as coisas de modo a que nos encontrássemos com um clérigo muçulmano.

Passado que estava algum tempo, chegaram ao período de perguntas e respostas, e sabendo que o xeque era perito da forma mística do islão - Sufismo - Darg disse que ela "sentiu que ele certamente teria ouvido algum dos seus co-religionistas a ter experimentado um sonho com o Senhor Jesus".

Então perguntei ao xeque se ele poderia partilhar alguns exemplos connosco. De repente, o homem começou a chorar, e embora ele estivesse a falar com todo o meu grupo, ele disse: 'Deixe-me dizer-lhe uma coisa. Eu mesmo já vi Jesus'.

Darg disse que a experiência do Sufita era típica:

Ele relatou o encontro mais bonito que ele havia experimentado com o ressuscitado Senhor Jesus, e como o Senhor o havia abraçado duma forma tal que o xeque se havia tornado seguidor de Jesus sem se aperceber que ele era Cristão.

Costenbader disse que o número de encontros através de sonhos é incalculável visto que só ele já documentou histórias provenientes de 29 países.

Ninguém consegue ter estatísticas perfeitas mas com base na nossa pesquisa, acredito que mais de 1 milhão de sonhos e visões com o Senhor Jesus ocorreram desde o ano 2000. Isto podem ser 200 sonhos por noite entre os 1,6 mil milhões de muçulmanos do mundo inteiro. É possível que até 5% dos muçulmanos pode ter tido tal tipo de sonhos - o que pode ser mais de 80 milhões de sonhadores.

Darg salientou que muitos muçulmanos não "reportam estas experiências sobrenaturais imediatamente devido ao medo das represálias.” Ela conta a história duma mulher que se encontrava no Monte das Oliveiras em Jerusalém, que teve sonhos e visões do Senhor Jesus.

Ela não Lhe respondeu inicialmente devido ao medo do que poderia acontecer se ela se tornasse seguidora do Jesus. No entanto, através dum acidente na sua cozinha e a subsequente cura total da sua lesão por meio de outra visão nocturna do Senhor Jesus, ela recebeu força para testemunhar que Jesus estava Vivo e que Ele a havia curado.

Costenbader citou a sura 4:89 do Alcorão, que diz que a conversão do islão para o Cristianismo é punível com a morte.

Todos eles tiveram sonhos

Costenbader disse que os sonhos, segundo as palavras duma das mulheres que ele entrevistou, transforma as vidas:

Quando entrevistei uma mulher do Irão, ela disse que todos eles haviam tido sonhos.

A mulher disse-lhe o seguinte:

Porque é que colocaríamos as nossas vidas em risco por uma proposição? Precisamos algo transformador, e é isso que os sonhos são.

O livro de Darg tem exemplos do Senhor Jesus a aparecer a várias pessoas ao mesmo tempo:

Segundo sei, a minha pesquisa é o único livro que salienta este facto fascinante. Uma coisa é Ele aparecer a uma pessoa, coisa que Ele fez comigo quando eu era uma jovem menina e me curou duma doença letal através duma visão. Mas é outra dimensão totalmente diferente Ele aparecer a um grupo de pessoas ao mesmo tempo. Tenho um capítulo inteiro do meu livro que fala do Senhor Jesus a aparecer a um grupo de rapazes da Arábia numa sala de aula, durante o Ramadão.

Bramlett disse que as visões podem ser o resultado das orações em favor dos muçulmanos, mas ele diz que é Deus Quem está a fazer a obra:

Acredito que Ele está, de modo soberano, a derramar a Sua Presença junto do povo muçulmano. Isto é o resultado da Sua Graça. Ele enviou o Seu Filho para morrer por eles e Ele ama-os. Esta é uma das formas de comunicar o seu amor por eles.

Embora Bramlett acredite que a pré-estabelecida percepção islâmica de Jesus como Profeta os possa ajudar a acomodar a visão, outro factor é responsável pela conversão dos muçulmanos:

Não tenho dúvidas que o Espírito Santo está a operar visto que as Escrituras dizem que ninguém pode declarar que Jesus é Senhor sem ser pelo Espírito Santo. Portanto, tudo isto é obra Dele.

Bramlett ressalva também uma importante mudança de atitude que ele acredita ser necessária. Ele diz que os detalhes das histórias deveriam ajudar os Americanos a entender o desejo de Deus de ver o povo Árabe a aceitar o Cristianismo:

Eles mesmos são criação de Deus. Jesus quer atingir estes almas preciosas.

Bramlett disse que um impedimento maior para os muçulmanos é o seu sistema de crenças:

O seu sistema de crenças é satânico. É possível que Alá seja o próprio diabo. Pensem nisto: O Alcorão diz-lhes para matar quem quer que não se converta. No entanto, temos que desejar que eles sejam salvos. Eles são criação de Deus, e todos eles precisam de ser remidos. O Senhor Jesus morreu intencionalmente para os salvar também.

- http://bit.ly/1tuv8HR.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos

Por Raymond Ibrahim

Numa nova e perversa alteração à opressão que os Cristãos sofrem no Médio Oriente, um eminente clérigo Egípcio está a usar Um Jesus islamizado para promover os objectivos do totalitarismo islâmico.

Vez após vez, os muçulmanos, especialmente aqueles que vivem no Egipto, projectam o pensamento islâmico sobre os Cristãos: por exemplo, as igrejas Coptas foram acusadas de fazer contrabando e armazenamento de armas como forma de tomar o poder na nação (quando na verdade as mesquitas é que são regularmente reveladas como sítios onde armas ilegais são armazenadas para a jihad).

Para além disso, os Coptas foram também acusados e raptar e torturar as raparigas Coptas que convertem ao islão (quando na verdade os muçulmanos que convertem ao Cristianismo - os apóstatas - é que são regularmente espancados, aprisionados e até assassinados); são até acusados de dar apoio aos ataques suicidas sempre que a igreja fala de Coptas que foram martirizados (porque no islão, ser mártir normalmente significa sacrificar a própria vida numa "guerra santa").

Ficamos a saber que, agora, um clérigo do Egipto - o mesmo que insiste que os maridos maometanos devem odiar as suas esposas não-maometanas - proclamou que o Senhor Jesus era contra a separação entre a igreja e o estado, e que Ele suportava a ideia da jizya - o tributo ordenado pelo Alcorão que os não-muçulmanos conquistados, ou dhimmis, são obrigados a pagar aos seus senhores "com submissão voluntária" (Alcorão 9:29).

O sheik Yusuf Burhami, o mais visível líder do movimento Salafi do Egipto - que, depois da destituição da Irmandade Muçulmana, tornou-se no partido islamista primário a tentar impor a Sharia na nova constituição - emitiu recentemente uma fatwa em árabe alegando que a declaração Bíblica atribuída ao Senhor Jesus - "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21) - não pode significar que Ele apoiava a separação entre o estado e a igreja, como acreditam muitos Cristãos, "porque", nas palavras de Burhami, "a separação entre o estado e a religião contradiz os textos do Alcorão."

Como exemplo, Burhami cita o Alcorão na sua fatwa, incluindo versos tais como "Verdadeiramente, este assunto pertence inteiramente a Alá" (Alcorão 3:154), que, segundo os interpretadores islâmicos ortodoxos, significa que todos os assuntos terrenos - todas as leis - têm que ser decididas por Alá (e, desde logo, a natureza totalitária da lei Sharia).

Burhami diz ainda:

É impossível que o Messias - que a paz esteja com Ele - apele para uma separação entre o estado e a religião; isto significa que a política seja governada sem a Sharia de Alá.

Em vez disso, segundo o líder Salafi, o "Verdadeiro" Jesus - o "Jesus" muçulmano", Isa, que Um Defensor da Sharia - fez essa alegação para confirmar que as populações conquistadas têm que pagar o tributo - jizya; ou, no contexto da discussão do Senhor Jesus relativa à imagem de César numa moeda, os Judeus do primeiro século estavam na obrigação de pagar o tributo aos Romanos. 

Logo, ao darem a César o que era de César, e como segundo Burhami não há separação entre a religião e o estado - os Judeus já estariam a dar a Deus o que era de Deus visto que é Deus (ou "Alá") que or ordenou a pagar o tributo. Segundo o partido Salafi do Egipto, isto era o significado das palavras do Senhor Jesus.

No pano de fundo da fatwa de Burhami existem apelos crescentes para que os Cristãos do Egipto paguem o jizya ao estado, tal como historicamente sempre o fizeram (e tal como ordena o Alcorão) à medida que vigilantes maometanos se encontram actualmente a forçá-los a fazer através da violência.

O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (Judeus e Cristãos) "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados." Se os maometanos quiserem seguir esta passagem à letra - a entre todos os maometanos, os Salafis são os que mais tentam seguir o Alcorão à letra - para além de terem de pagar o tributo, é exigido aos Coptas que se "sintam totalmente subjugados," o que se encontra muito longe deles serem cidadãos com direitos iguais no Egipto, mas bem mais perto deles serem cidadãos de terceira no seu próprio pais.

Entretanto, se os maometanos tais como Burhami estão a projectar os piores traços do islão para os Cristãos (e para o Senhor Jesus), os ocidentais estão estão a projectar os melhores traços da civilização Ocidental (ironicamente, provenientes do Cristianismo) - tais como a tolerância e o pluralismo - para os maometanos e desde logo são incapazes de acreditar na triste realidade do sofrimento Cristão sob a espada do islão.

Fonte.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

8 coisas sobre o Senhor Jesus Cristo presentes no Alcorão

Nota: O Alcorão não é um livro inspirado por Deus, mas Ele pode usar tudo o que Ele bem entender para atrair as almas para o Seu Livro, a Bíblia.
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Em seu livro “Encontrei a Cristo no Alcorão”, recentemente publicado em espanhol, Mario Joseph, que foi imã muçulmano na Índia e hoje é católico, explica, exactamente, o que o Alcorão diz sobre Jesus Cristo e o que o levou a fé cristã.

Mario, ao deixar o Islão, conta que fez com que sua vida sofresse grandes complicações, pois sofreu perseguições, incompreensões e rejeições, mas afirma que aceita tudo isso, pois ‘Cristo também as viveu, e advertiu que isso faria parte da vida cristã’.

Uma em cada cinco pessoas no mundo, conhece alguma coisa sobre Jesus através do Islão e do Alcorão.

Os muçulmanos, inclusive os poucos letrados, acreditam conhecer Jesus o suficiente, eles o tem integrado em sua cosmovisão, como um profeta a mais. Mario acredita que o Alcorão não leva muito mais muçulmanos ao cristianismo é porque muitos muçulmanos não conhecem com detalhes o Alcorão e não fazem perguntas sobre isso.

O muçulmano comum conhece e professa Jesus, segundo o Alcorão foi um grande profeta antes de Maomé, que Deus o milagrosamente gerou em Maria sem contacto masculino, que fez milagres, etc.  A chave que perturbou a Mario Joseph é que até que ponto Jesus é grande, sobre tudo quando se compara com o que o Alcorão diz de Maomé. Usar o Alcorão para comprovar as diferenças de Jesus e Maomé é algo que esta começando a se espalhar. No âmbito cristão protestante, o teólogo e apologia evangélico Norman L. Geisler, e observa em 6 pontos a comparação entre ambos ‘profetas’, segundo o Alcorão.
1) O Alcorão reconhece que Jesus nasceu de uma mulher virgem, enquanto Maomé não (a tradição islâmica conhece bem os pais de Maomé, Abdulá e Amina).
2) O Alcorão reconhece que Jesus não pecou, não tinha pecado nele, enquanto reconhece que Maomé era um pecador.
3) No Alcorão, Jesus é chamado de ‘Messias’, isto é, o Ungido, um titulo muito alto que Maomé não recebeu.
4) No Alcorão Jesus é chamado de “a Palavra de Deus’, um titulo poderoso e elevado, que Maomé também não recebeu.
5) No Alcorão é afirmado várias vezes que Jesus fazia milagres, enquanto neste livro Maomé nada fez.
6) Jesus no Alcorão é ascendido ao céu com seu corpo; coisa que o Alcorão não reconhece sobre Maomé.
Mario Joseph, quando ainda era um imã muçulmano e se chamava Suleimán, sem conhecer nada sobre Geisler e sua exposição, já havia notado esses aspectos que os perturbavam.

E quando perguntava aos seus mestres, se isso não significava que Jesus era maior que Maomé, talvez muito maior, eles não sabiam responder com razões. Mas Mario Joseph aponta alguns detalhes interessantes.
7) O nome de Maomé aparece no Alcorão apenas 4 vezes, sob dois nomes: Ahmed e Mohammed. No entanto Jesus é mencionado no Alcorão com 4 títulos poderosos: Kalimathullahi (Palavra de Deus), Ruhullahi (Espírito de Deus), Isá al-Masih (Jesus o Messias) e finalmente, Ibnu Mariam (filho de Maria, titulo poderoso porque Maria é a mais excelentes das mulheres, protegida de Deus, um exemplo para todos, etc…)
8) O capitulo 19 do Alcorão, intitulado ‘Maria”, canta louvores surpreendentes a  Jesus que Mario não via atribuídas em Maomé a saber:
- Jesus é a Palavra de Deus
- Jesus é o Espírito de Deus
- Deu vida a pássaros de barro (a história Corão leva o Evangelho apócrifo de Tomé, ou os Filhos do segundo século ) .
- Ele curou doenças incuráveis
- Ele deu vida aos mortos
- É Omnisciente
- “Ele revelou todos os segredos ”
- “Subiu ao céu ”
- “Todavia esta vivo”
- “Cristo voltará ”
Como encaixar tudo isso com a suposta autoridade de Maomé?

E isso se refere somente o que se encontra registado no Alcorão: e nos Hadith e outras fontes de tradição islâmica, se vê claramente por exemplo, que os demónios não se aproximavam de Jesus e Maria, devido a sua pureza e santidade, enquanto hostilizavam a Maomé. Não faz isso Jesus alguém muito superior?

Maomé peca, Jesus não.

Maomé tem que pedir perdão por suas faltas

Embora os clérigos muçulmanos e lideres religiosos islâmicos falem maravilhas de Maomé, no Alcorão é visto, por exemplo, como na Sura 47, que diz ao ‘profeta’: “Sabe, portanto, que não há mais divindade, além de Deus e implora o perdão das tuas faltas” e mais adiante, “Para que Deus perdoe as tuas faltas, passadas e futuras, agraciando-te e guiando-te pela senda reta.” (em 48,2)

Em vez disso, Jesus, nem no Corão ou no Evangelho nunca pede perdão a Deus, Ele que insiste sobre a humildade, nunca reconheceu ter pecado. Nem cristãos nem muçulmanos atribuem pecado para Jesus.

Maomé é somente um apóstolo, Jesus é Ungido

E o título de “Messias” (Ungido) de Jesus, pode soar muito mais forte do que o de Maomé, que para o Alcorão é somente um ‘enviado’ (ou seja, ‘apóstolo’ em grego), o profeta (embora o Alcorão o chama de “o apostolo de Deus e o selo dos profetas” em 33,45).

Além disso,o título de que Jesus é a  Palavra de Deus ressoa com força, já que Maomé não é nunca chamado assim. Um cristão fala com um muçulmano e insiste em que Jesus é Logos, a Palavra, algo eterno que está eternamente unido a Deus, não um mero homem, poderá avançar o bastante.

O corpo de Maomé está em Meca; e o de Jesus, no céu

Por outro lado, os muçulmanos não duvidam que o corpo de Maomé está enterrado em Meca, onde peregrinam. Também peregrinam nos túmulos de muitos outro profetas  e homens santo e milagreiros. Mas sabem que não há um tumulo de Jesus, e que o corpo de Jesus não esta enterrado, e que o Santo Sepulcro não tem nenhum de seus restos mortal, como sabem também os cristãos. O Alcorão mesmo diz que Deus elevou a Jesus acima no céu. E acrescenta assim que “não o mataram nem o crucificaram, embora isso lhe pareça para eles” (Sura 4:157-158)

“E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade,certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o facto é que não o mataram.

Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo.” (Sura 4:157-158).

Para entender Alá, passe pela Bíblia

Em seu emocionante testemunho, Mario conta que orou a Alá pedindo orientação sobre como deveria entender e tratar a Jesus; depois foi ao Alcorão e leu: “Porém, se estás em dúvida sobre o que te temos revelado, consulta aqueles que leram o Livro antes de ti. Sem dúvida que te chegou a verdade do teu Senhor; não sejas, pois, dos que estão em dúvida.” (Sura 10, Jonás, verso 94). Mario entendeu assombrado, que qualquer que tenha duvida sobre o Alcorão é referido pelo mesmo Alcorão ao que liam as escrituras anteriores, cristãos e judeus! Ou seja, para obter a perfeição do Alcorão, deve obter se na Bíblia.

Em seu depoimento (leia aqui) Mario conta como isso o levou, sendo um jovem Imã, a perguntar a uma monja em uma parada de ônibus, e como ela lhe encaminhou para a Divine Retreat Centre, Muringoor, onde hoje ele é um pregador católico, não sem passar por duras provas que explica em seu livro.

Portal Padom

Traduzido e adaptado de religionenlibertad


domingo, 17 de novembro de 2013

Muçulmano decapita cristão e provoca: “Jesus não veio para salvá-lo”


-> http://bit.ly/16RaTsh

As forças rebeldes jihadistas da Síria continuam sua perseguição implacável que deseja eliminar o cristianismo do país. Enquanto líderes políticos mundiais discutem qual o melhor caminho para a busca da paz, cristãos são mortos diariamente.

Os horríveis ataques contra ortodoxos, maronitas e católicos são justificados pelo apelido de “cruzados” que receberam dos soldados rebeldes. Moradores que fugiram da pequena cidade de Maalula contaram a jornalistas da agência France Press que desde que os jihadistas invadiram a cidade, na semana passada, estão forçando as pessoas a se converter ao islamismo.

Eles chegaram à nossa cidade ao amanhecer… gritavam: ‘Nós somos da Frente Al-Nusra e viemos tornar a vida miserável para os cruzados”, disse uma mulher identificada como Marie que agora está refugiada na capital Damasco.

O termo “cruzados” remete aos soldados cristãos que participaram das Cruzadas que tentaram retomar Jerusalém das mãos dos árabes na Idade Média.

Uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo, Maalula se tornou um símbolo internacional por seu valor estratégico na ameaça de tomada da capital, que marcaria a derrota do regime de Bashar Al-Asaad.

A pequena cidade vivia em harmonia religiosa há séculos. No verão, a população é de 4.500 pessoas, dentre elas cerca de 3.000, na maioria cristãos, vêm de Damasco e de outros países. Já no inverno a população fica reduzida a duas mil pessoas, e então os muçulmanos são a maioria.

Marie estava entre as centenas de outros cristãos que participaram do enterro de cristãos que acabou se tornando uma marcha de protesto contra os invasores patrocinados pela Al Qaeda. O movimento enfureceu ainda mais alguns líderes dos rebeldes que ocupam a cidade.

Adnan Nasrallah, 62, conta que uma explosão destruiu parte de uma igreja perto de sua casa. “Eu vi pessoas usando faixas da Al-Nusra na cabeça que começaram a atirar nas cruzes. Um dos atiradores, colocou uma pistola na cabeça do meu vizinho e obrigou-o a se converter ao Islã, obrigando-o a repetir que só Alá é Deus e Maomé o único profeta… Depois, ele disse aos outros soldados: Este é um dos nossos agora”.

Nasrallah disse que quando os rebeldes chegaram à cidade, muitos de seus vizinhos muçulmanos se alegraram, mas nem todos.

Outra moradora de Maalula, a jovem Rasha conta que os jihadistas assassinaram brutalmente seu noivo Atef e outros cristãos da cidade.

Liguei para o celular e um deles respondeu: Bom dia. Somos do Exército Livre da Síria. Você sabia que seu noivo era um membro que apoiava o regime [do presidente] e por isso tivemos de cortar a garganta dele?

Enquanto Rasha ainda tentava entender o que estava acontecendo, o homem contou sarcasticamente que Atef foi “convidado” a renunciar sua fé e se converter ao islamismo, mas se recusou. “Jesus não veio para salvá-lo”, finalizou o rebelde.

[Com informações de Christian Post, via Gospel Prime)

* * * * * * *
Como sempre acontece, os jihadistas são muito "corajosos" para atacar mulheres e homens indefesos, mas totalmente cobardes para enfrentar um exército bem treinado e bem armado como o israelita.

Cobardes muçulmanos serão cobarfes muçulmanos.
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