MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Estado Islâmico cita o Alcorão para justificar a violação de menores

Por World Net Daily

Depois de causar um tumulto por ter tomado as mulheres e as meninas Yazidi como escravas sexuais no Iraque, o grupo islâmico jihadista com o nome de Estado Islâmico do Iraque e do Levante emitiu um panfleto justificando as suas acções citando o seu livro sagrado - o Alcorão - e os estudiosos islâmicos tidos como autoritários. O EIIL, que começou a identificar-se apenas como Estado Islâmico depois de estabelecer um califado nas áreas conquistas na Síria e no Iraque, publicou um panfleto através do seu  Departamento de Pesquisa e de Fatwa.

Uma tradução do panfleto foi publicado pelo Jihad and Terrorism Threat Monitor do Middle East Media Institute. Intitulado de “Perguntas e Respostas em Torno da Tomada de Cativas e Escravas", o panfleto declara que o islão permite aos soldados conquistadores ter relações sexuais com as escravas não-muçulmanas, incluindo jovens raparigas, e permite também que elas sejam espancadas e comercializadas.

Uma das questões presentes é se é permitido ou não ter relações sexuais com uma escrava que ainda não atingiu a puberdade. O panfleto do Estado Islâmico diz:

É permitido ter relações sexuais com uma escrava que ainda não atingiu a puberdade, se ela se encontrar pronta para as relações sexuais; no entanto, se ela não estiver apta para a relação sexual, então é suficiente desfrutar dela sem que haja uma relação sexual.

Segundo as Nações Unidas, em Agosto último, o Estado Islâmico deteve mais de 5,000 mulheres Yazidis no Norte do Iraque depois de matar milhares de membros desta seita religiosa. Segundo uma testemunha que falou com a CNN em Novembro, as raparigas mais jovens foram separadas das mais velhas, e transportadas por autocarro até Mosul, onde foram colocadas em casas com três andares com centenas de outras jovens raparigas. Ocasionalmente, os homens do Estado Islâmico vinham e escolhiam até 3 ou 4 raparigas duma só vez para levar para casa. Nazand Begikhni, conselheiro para o Governo Regional Curdo, disse o seguinte à CNN:

Estas mulheres têm sido tratadas como gado. Elas têm sido sujeitas à violência física e sexual, incluindo violações sistemáticas e escravatura sexual. Eles foram expostas nos mercados de Mosul e em Raqqa, Síria.

As perguntas contidas no panfleto do Estado Islâmico:

Pergunta 1: O que é o al-sabi?

Al-Sabi é a mulher que faz parte dos ahl al-harb (o povo da guerra) que foi capturada pelos muçulmanos.

Pergunta 2
: O que é que faz a al-sabi admissível?

O que faz com que a al-sabi seja admissível (isto é, o que faz com que seja permitido tomá-le como mulher cativa) é a sua descrença. As mulheres descrentes que foram capturadas e trazidas até a moradia do islão são admissíveis para nós, depois do imã as distribuir (entre nós).

Pergunta 3: Podem as mulheres descrentes ser tomadas como cativas?

Não há qualquer disputa entre os estudiosos que é permitido capturar as mulheres descrentes, caracterizadas pela descrença original - kufrasli - tais como thekitabiyat (mulheres de entre os Povos do Livro isto é, Judeus e Cristãos) e politeístas. No entanto, os estudiosos não têm concordância em torno do facto da captura das mulheres apóstatas. O consenso inclina-se na proibição, embora algumas pessoas com conhecimento pensem que é permissível. Nós (Estado Islâmico) estamos mais inclinados em aceitar o consenso.

Pergunta 4: É permitido ter relações sexuais com uma cativa?

É permitido ter relações sexuais com a mulher cativa. Alá todo poderoso disse: "[É certo que prosperarão os fiéis] que observam a castidade, Exceto para os seus cônjuges ou cativas - nisso não serão reprovados. (Alcorão 23:5-6)

Pergunta 5: é permitido ter relações sexuais logo após a ter tomado a sua posse?

Se for virgem, o seu dono pode ter relações sexuais com ela imediatamente depois de tomar a sua posse. No entanto, se ela não for virgem, então o seu útero tem que ser (primeiro) purificado.

Pergunta 6: É permitido vender uma cativa?

É permitido comprar, vender ou dar como prenda uma cativa e escrava, visto que ela nada mais é que propriedade da qual se pode ver livre, desde que isso não cause qualquer dano ou prejuízo à ummah [comunidade muçulmana].

Pergunta 7: É permitido separar a mãe dos seus filhos através do acto de compra e venda?

Não é permitido separar a mãe dos filhos pré-púberes através da compra, venda ou oferta da cativa ou escrava. Mas é permissível separar a mãe dos filhos se estes forem crescidos e maduros.

Pergunta 8: Se dous ou mais homens compram (juntos) uma cativa, torna-se ela sexualmente admissível para cada um deles?

É proibido ter relações sexuais com uma cativa se o dono não for dono exclusivo dela. Aquele que é dono duma cativa não pode ter relações sexuais com ela até que os outros donos à vendam ou ofereçam a sua parte.

Pergunta 9: Se uma mulher cativa for engravidada pelo seu dono, pode ele vendê-la?

Ele não a pode vender se ela se tornar mãe duma criança.

Pergunta 10: Se um homem morre, qual é a lei em torno da mulher cativa da qual ele era o dono?

As mulheres cativas são distribuídas como parte da sua propriedade, tal como outras partes das suas propriedades são distribuídas. No entanto, elas só podem disponibilizar serviços, en não relações sexuais, se por acaso se o pai ou um dos filhos já teve relações sexuais com elas, ou se várias pessoas as herdarem em parceria.

Pergunta 11: Pode um homem ter relações sexuais com a escrava da sua esposa?

O homem não pode ter relações sexuais com a escrava da sua esposa porque ela é propriedade doutra pessoa.

Pergunta 12: Pode um homem beijar a escrava do outra pessoa, mas com a autorização deste?

O homem não pode beijar a mulher escrava de outra pessoa, visto que o acto de beijar envolve o prazer, e o prazer é proibido excepto se o homem for dono exclusivo dela.

Pergunta 13: É permitido ter relações sexuais com uma escrava que ainda não atingiu a puberdade?

É permitido ter relações sexuais com uma escrava que ainda nao atingiu a puberdade, se ela estiver apta para a relação sexual; no entanto, se ela não se encontrar apto, então é suficiente desfrutar dela sem ter relações sexuais.

Pergunta 14: Quais as partes privadas do corpo da escrava que têm que ser cobertas durante as rezas?

As partes privadas que têm que ser escondidas durante as rezas são as mesmas que têm que ser escondidas noutras ocasiões, e elas incluem tudo excepto a cabeça, o pescoço, as mãos e os pés.

Pergunta 15: Pode uma escrava encontrar-e com um homem estranho sem usar o hijab?

A escrava pode expor a sua cabeça, pescoço, mãos e pés à ffrente de homens estranhos se a fitna (sedução/tentação/encanto) puder ser evitado. No entanto, se a fitna estiver presente, então isso (isto é, expor o seu corpo) torna-se proibido.

Pergunta 16: Podem duas irmãs ser tomadas juntas como escravas?

É permitido ter duas irmãs, uma escravas e a sua tua (irmã do seu pai), ou uma escrava e a sua tia (do lado da sua mãe). Mas elas não podem estar ambas juntas durante a relação sexual, e quem quer que tenha relações com uma não pode ter sexo com a outra devido o consenso geral sobre da proibição em torno disto.

Pergunta 17: O que é al-azl?

Al-azl é refrear-se de ejacular sobre o pudendum da mulher (isto é, coitus interruptus)

Pergunta 18: Pode um homem usar a técnica al-azl com a sua escrava?

O homem pode usar o al-azl durante a relação sexual com ou sem a sua permissão.

Pergunta 19: É permitido bater na escrava?

É permitido bater na escrava como forma de darb tadeeb (espancamento disciplinar), mas é proibido usar o darb al-takseer (literalmente, espancamento violento), darb al-tashaffi (bater com o propósito de obter gratificação), ou darb al-tadheeb (espancamento de tortura). Para além disso, é proibido bater na cara.

Pergunta 20: Qual é a decisão legal relativa à escrava que foge do seu dono?

Um escravo ou uma escrava que foged do seu dono comete um dos pecados mais graves que existe.

Pergunta 21: Qual é o castigo terreno para a escrava que foge do seu dono?

Ela não tem qualquer castigo estipulado seguindo a sharia de Alá; no entanto, ela tem que ser repreendida de tal forma que impeça outras como ela de fugir.

Pergunta 22: É permitido casar uma escrava muçulmana ou uma escrava kitabiyya (isto é, Judia ou Cristã)?

Não é permitido um homem livre casar-se com uma escrava muçulmana ou kitabiyat, excepto aqueles homens que temam cair em pecado, o pecado da fornicação.

Pergunta 24: Se um homem se casa com uma escrava cujo dono é outra pessoa, quem tem a permissão para ter sexo com ela?

Um dono está proibido de ter relações sexuais com a sua escrava que é casada com outra pessoa, mas em vez disso, o dono recebe o seu serviço, enquanto que o marido disfruta dela sexualmente.

Pergunta 25: São os huddoud (castigos alcorânicos) aplicados às escravas?

Se a mulher escrava cometer o que exigia a aplicação da hadd sobre ela, uma hadd é então aplicada a ela - no entanto, a hadd é reduzida em metade dentro da hudud que aceita a redução para metade.

Pergunta 27: Qual é a recompensa por libertar uma mulher escrava?

Alá o exaltado disse no Alcorão: O que é que te pode fazer saber o que é atravessar a passagem difícil (inferno)? E o profeta Maomé disse: "Quem quer que liberte um crente, Alá liberta todos os órgãos do seu corpo do inferno."

* * * * * * *

Como dito várias vezes, independentemente do Estado Islâmico muito provavelmente ser uma criação dos adversários geo-políticos do presidente da Síria, a barbaridade deste grupo islâmico está em perfeito acordo com os ensinamentos do Alcorão e com o exemplo de Maomé. Nada do que o Estado Islâmico faz às suas imensas vítimas contradiz o islão.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A dhimmitude desprezível

Por Bill Muehlenberg

Numa era de decepção generalizada, a urgência de se dizer e repetir a verdade torna-se no nosso maior dever. Uma das mais importantes verdades que tem que ser dita repetidamente é esta: sob o islão, os infiéis só têm uma das seguintes três opções: converter, morrer, ou viver como dhimmis. Temos 1400 anos de história islâmica para ver a forma como isto se desenrolou, para além de termos entre nós bastantes dhimmis, ou cidadãos de segunda classe a viver um pouco melhor que escravos sob o imperialismo islâmico. Estes dhimmis são forçados a viver em condições deploráveis de servidão e auto-depreciação.

Mas infinitamente pior é quando Ocidentais não-muçulmanos assumem voluntariamente o papel de dhimmis. Quando eles voluntariamente assumem o papel de escravos, ou apologistas, do islão, então podemos ter a certeza que estamos em maus lençóis. E tal como já documentei por vária vezes aqui, isso é coisa que acontece com bastante frequência. Vou citar três exemplos recentes disto, coisa que vai fazer com que as vossas cabeças girem (e é se elas não saltarem para fora do vosso pescoço, se nós continuarmos a caminhar nesta direcção).

O primeiro exemplo chega-nos da Igreja de Inglaterra e do Príncipe Carlos. Claro que Carlos já tem uma longa história de tolamente fazer campanha em favor do islão ao mesmo tempo que denigre a Fé (Cristianismo) que é suposto ele defender. Tal como escrevi noutro post:

Esta aversão pela religião local [Cristianismo] é exemplificada da melhor forma pelo Príncipe Carlos, que se esforça para louvar o islão como uma religião pacífica, ao mesmo tempo que minimiza e denigre o Cristianismo, a Fé que é suposto ele proteger. De facto, ele disse que o rei não deveria ser o Defensor da Fé (Cristianismo) mas sim um "defensor da fé". Curiosamente, ele já viajou extensivamente pelo mundo islâmico mas nunca visitou Israel.

Mas são os totalmente apóstatas bobos da Igreja de Inglaterra que merecem a maior censura. Levemos em conta a forma como esta notícia começa:

Os serviços religiosos da coroação do Príncipe Carlos têm que ser iniciados com uma leitura do Alcorão, afirmou o Bispo-sénior da Igreja de Inglaterra. Este gesto seria um "criativo acto de acomodação" que faria com que os muçulmanos se sentissem mais "abraçados" pela nação, disse Lord Harries de Pentregart.

Como assim? Por favor, repete lá isso. O artigo continua:

O antigo Bispo de Oxford, que continua a servir de bispo-assistente na diocese de Southwark, fez a sugestão em torno da leitura do Alcorão durante um debate que ocorreu na Câmara dos Lordes. Ele disse aos seus pares que a Igreja de Inglaterra deveria tomar posição de liderança no "exercício da sua posição histórica duma forma hospitaleira". Ele disse que, durante um evento cívico que decorreu na Catedral de Bristol no ano passado, as autoridades concordaram com a leitura da passagem inicial do Alcorão antes de continuarem com o ritual Cristão. Ele dissse:

"Foi um brilhante acto de acomodação que fez com que a xerife-principal muçulmana se sentisse, nas suas próprias palavras, calorosamente abraçada sem no entanto alienar o cerne da congregação. Este princípio de hospitalidade pode e deve ser reflectido nas cerimónias públicas, incluindo o próximo serviço religioso que ocorrerá durante a coroação".

Felizmente que existem alguns poucos líderes da igreja que ainda não foram mentalmente e espiritualmente lobotomizados. Simon Calvert, do grupo de reflexão com o nome de Christian Institute, afirmou:

A maior parte das pessoas ficará surpresa com a ideia dum líder Cristão a sugerir o uso do Alcorão durante uma cerimónia religiosa Cristã, numa abadia Cristã. As pessoas ficam desapontadas quando figuras principais da Igreja de Inglaterra perdem a confiança nas alegações da fé Cristã. Andrea Minichiello Williams, membro do parlamento da Igreja de Inglaterra, do Sínodo Geral, e líder do grupo de pressão Cristão Christian Concern, disse:

"Numa altura em que tentamos saber o que significam os valores Britânicos, não podemos ter valores no vazio. Os valores Britânicos emanam da nossa herança Cristã. Não podemos fingir que todas as confissões religiosas são idênticas, ou que têm os mesmos benefícios e resultados para a nação."

Douglas Murray, editor-associado do "The Spectator", disse que se os muçulmanos forem incluídos nos serviços religiosos da coroação, então tem que haver espaço para os Hindus, para os Sikhs e para os ateus. Ele disse ainda:

"Se é para lermos o Alcorão durante a cerimónia de coroação, então como gesto de reciprocidade, todas as mesquitas do Reino Unido têm que oferecer orações para o Rei e para as Forças Armadas todas as semanas durante as orações de Sexta-Feira."

Exactamente. A dhimmitude é sempre unidireccional: é suposto os Cristãos fazerem concessões gigantescas aos muçulmanos mas o favor nunca é retribuído. Isto nada mais é que apaziguamento e uma traição à fé Cristã. Isto é apostasia pura e simples e os líderes renegados tais como Harries já deveriam ter sido expulsos há muito tempo atrás, e não terem permissão para propagar este veneno anti-Cristão.

Mas há já muito tempo que a Inglaterra se encontra no mau caminho. Os assim-chamados líderes conservadores são também dhimmis ludibriados da mais elevada patente. Levemos em conta esta insanidade proveniente dos Tories de Cameron:

Qualquer pessoa que critique a lei Sharia ou o casamento homossexual [sic] pode ser classificada de "extremista" segundo os novos e amplos poderes planeados pelos Conservadores como forma de combater o terrorismo, algo que uma aliança de ateus e Cristãos teme. Durante o mês passado, Theresa May, Ministra da Administração Interna, revelou planos para o assim-chamado "Extremism Disruption Orders", que iria permitir aos juízes que banir as pessoas consideradas extremistas de transmitir publicamente, protestar em alguns lugares, ou até de postar mensagens no Facebook e no Twitter sem autorização. Theresa May delineou a proposta durante um discurso feito aquando duma conferência partidária do Partido Conservador.

Mais uma vez, algumas poucas vozes de sanidade fizeram-se ouvir, e mais uma vez o infatigável Christian Institute tomou o seu lugar na brecha:

Simon Calvert, Vice-Director do Christian Institute, disse que os evangélicos tradicionalistas que lançam críticas ao casamento homossexual [sic] ou que alegam que nem todas as religiões são iguais, podem dar por si a serem acusados de extremismo:

"Qualquer pessoa que expresse uma opinião que não está de acordo com o Equality Act pode ser colocada ao mesmo nível que pessoas tais como Anjem Choudary, o Estado Islâmico ou o Boko Haram. Quantas vezes por dia os activistas políticos intelectualmente preguiçosos acusam os seus adversários de 'propagar o ódio'?"

Um exemplo final da sharia rastejante e da dhimmitude do mais elevado calibre chega-nos daqui, da Austrália. Levemos em conta esta manchete chocante:

Apoiantes da mesquita de Bendigo pedem aos não-muçulmanos que ajudem a financiar o projecto.

Sim, leram bem. A história continua:

Os apoiantes do plano controverso para a construção duma mesquita em Bendigo querem que os não-muçulmanos financiem o projecto. O porta-voz do Australian Islamic Mission, o Dr Seyed Sheriffdeen, disse que este grupo irá pedir às autoridades governamentais, aos empresários locais, e a outras organizações por assistência:

"Se olharmos para as instalações, veremos que elas são uma mais-valia para a comunidade. Iremos pedir à comunidade local que apoie este projecto, visto que ela é parte interessada."

O Condado de Greater Bendigo já aprovou o plano mas os opositores apelaram junto do Victorian Civil and Administrative Tribunal e têm uma audiência planeada para esta semana.

Pois. Muito boa ideia. Deixem-me retribuir: quero ir à Arábia Saudita e abrir uma igreja por lá. Ah, sim, e espero que os Sauditas me ajudem a subsidiar a igreja. Claro que isto soa perfeitamente razoável visto que todas as religiões são iguais e todos nós vivêmos num mundo multi-confessional.

A verdadeira loucura disto tudo é que existem muitas pessoas Australianas importantes, políticos e até líderes de igrejas, que pura e simplesmente concordarão com este plano, e estão totalmente dispostos em pegar no dinheiro dos contribuintes e financiar este projecto.

Existe um bom motivo para não permitir que todo este esquerdismo receba permissão para avançar. Tal como já escrevi no passado, a mesquita não é de todo como uma igreja Cristã, e nem como uma sinagoga judaica. Para se ter mais informação em relação a isto, leiam aqui mais sobre Gavin Boby e dos seus bem-sucedidos esforços em impedir a proliferação de mesquitas no Reino Unido.


Portanto, temos aqui três exemplos da descontrolada sharia rastejante que existe nos locais de maior destaque social e político. O mundo Ocidental pode muito bem içar a bandeira branca da rendição e permitir que as nossas terras comecem a fazer parte do califado mundial. Não precisamos de esperar que os islamitas tomem conta de tudo visto que nós já estamos a fazer isso a nós próprios.

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Parece que os Russos não gostam do jihadismo

Por Raymond Ibrahim

Notícias provenientes da Rússia parecem indicar que este país está a tomar passos concretos para combater a "radicalização" dos muçulmanos que vivem nas suas fronteiras. Agências noticiosas pró-islâmicas reportaram e queixaram-se com o facto da Rússia estar a banir o hijab islâmico - a cobertura de face exigida pela lei islâmica que as mulheres muçulmanos são obrigadas a usar - e, e talvez mais importante, a banir algumas escrituras islâmicas que eles afirmam incitar o terrorismo.

Nas palavras do site de notícias em árabe Elaph,

A Rússia esta a testemunhar uma guerra implacável contra o hijab. Tudo começou de forma tranquila, mas desde então tem crescido em força, levando ao aumento das preocupações dos muçulmanos Russos.

A notícia continua, dizendo que as mulheres que usam o hijab são "assediadas" especialmente nas grandes cidades; que eles enfrentam dificuldades na busca de empregos, e são "sujeitos a situações embaraçosas em áreas públicas e nos meios e transporte. A situação chegou a um ponto onde até as instituições de educação, incluindo as universidades, emitiram decretos banindo por  completo o uso do hijab."

O Pirogov Russian National Research Medical University de Moscovo parece ter sido mencionado como uma das escolas onde o hijab foi banido nas suas instalações, especialmente em Setembro último (o New York Times lamentou um instância mais antiga de sentimentos anti-hijab em 2013).

Embora estes gestos contra o uso do hijab possam ter a aparência de "discriminação" e um ataque às liberdades religiosas, o reverso da moeda disto tudo - algo que a Rússia, com a sua significativa população muçulmana, muito provavelmente esteja bem ciente - onde quer que o hijab prolifere, o supremacismo islâmico e o terrorismo também proliferam. Tawfik Hamid, que aspirava ser um jihadista terrorista, diz que:

A proliferação do hijab está fortemente associado ao aumento do terrorismo.... O terrorismo tornou-se muito mais frequente em sociedades tais como a Indonésia, o Egipto, a Argélia e o Reino Unido, depois do uso do hijab se ter tornado predominante entre as mulheres que viviam nessas comunidades.

O motivo por trás desta correlação é claro: A rigorosa lei islâmica Sharia ordena a jihad (terrorismo") contra os descrentes da mesma forma que ordena às mulheres muçulmanas que usem o hijab. Onde quer que um prolifera - evidenciando uma aderência à Sharia - o outro naturalmente se seguirá.

Mas a crescente lista de livros islâmicos banidos pela Rússia, acusados de incitar o terrorismo, talvez seja mais significante. Elaph continua:

Este gesto [de banir o hijab] coincide com uma crescente lista de livros a serem banidos, com dúzias deles a serem colocados na lista de terrorismo, incluindo Sahih Bukhari e numerosos livretes contendo versos do Alcorão e ditados do profeta.

Segundo os procuradores-públicos de distrito de Apastovsk, o livro de tradições com o nome "Sahih Bukhari" está a ser atacado porque promovo a “exclusivade de uma das religiões do mundo,” nomeadamente, o islão, ou, nas palavras do assistente do procurador-público de Tatarstan Ruslan Galliev, esse livro promovo “um islão militante” que fomenta "inimizade étnica e religiosa."

Isto é muito importante. Embora se possa esperar que livros e folhetos modernos escritos por grupos como a al-Qaeda e o Estado Islâmico possam ser banidos, Sahih Bukhari, compilado no século 9, é muito importante para os muçulmanos sunitas (isto é, para 90% dos muçulmanos do mundo). De facto, este livro com nove volumes é visto como o segundo livro mais importante do islão, só ficando atrás do próprio Alcorão, e ele alegadamente tem os ditados mais autênticos de Maomé.

No entanto, o facto deste livro islamicamente importante promover a "exclusividade" - isto é, o supremacismo - e "fomentar inimizade étnica e religiosa" - isto é, o terrorismo - não pode ser colocado de parte por pessoa alguma. Seguem-se agora algumas declarações contidas no Sahih Bukhari, e atribuídas ao "profeta" do islão, que falam por si. Maomé disse:

•“Fui enviado com as expressões mais curtas contendo os significados de maior alcance [tawriya, Decepção islâmica], e fui feito vitorioso através do terror (lançado nos corações do inimigo).”
“Se alguém abandonar a sua religião islâmica [“apóstatas”], matem-no.”

• No final dos tempos, "uma pedra dirá ‘Ó Muçulmano! Está um Judeu escondido atrás de mim; vem matá-lo!’”

•“Fui ordenado (por Alá) a lutar contra todos até que eles testemunhem que ninguém tem o direito de ser adorado senão Alá, e que Maomé é apóstolo de Alá, e que ofereçam orações de maneira perfeita e que eles dêem a caridade obrigatória” [isto é, Maomé foi ordenado a lutar até que todos sejam muçulmanos de verdade].”

Aparentemente, os Russos estão cientes que tais asserções - que elas venham deste ou daquele jihadista, ou do "profeta" Maomé - são suficientes para incitar o caos no seu país. De facto, os escritos "terroristas" dos grupos islâmicos jihadistas modernos estão todos eles infundidos com os textos intolerantes encontrados nas escrituras islâmicas tais como o Sahih Bukhari.

Isto leva-nos à pergunta que se segue: e o que dizer do Alcorão? Será possível bani-lo com base no mesmo argumento, visto que o principal livro islâmico está também ele  repleto de apelos à violência e ao terrorismo contra os descrentes? O Alcorão 8:12 é um dos muitos exemplos, onde o deus Alá declara:

Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!

Isto é, decapitai-os, tal como o Estado Islâmico está a fazer - ao mesmo tempo que se cita o Alcorâo.

De qualquer das formas, de volta aos país das Maravilhas, longe de banir os textos islâmicos que promovem a violência e o terrorismo, o presidente Americano Barack Hussein Obama proibiu que os serviços secretos Americanos fizessem algum tipo de ligação entre o terrorismo islâmico com o islão

Dito de outra forma, os muçulmanos são livres para serem incitados pelos textos islâmicos - o que leva a decapitações e a ataques de machado nos Estados Unidos - mas os não-muçulmanos estão proibidos de fazer algum tipo de ligação entre tais actos e os principais textos islâmicos que claramente os inspiram.




sábado, 29 de novembro de 2014

10 argumentos falsos usados pelos muçulmanos

Por Robert Morey

Os Cristãos têm que estar preparados para responder às objecções típicas feitas contra o Evangelho. A maior parte dos objecções são falácias lógicas simples e a lista que se segue enumera algumas das mais comuns falácias usadas pelos muçulmanos. O muçulmano comum não sabe que os seus argumentos são logicamente falsos; ele é sincero nas suas crenças. O que nós temos que fazer, pacientemente e respeitosamente, é partilhar com ele o porquê do seu argumento ser inválido.

1. A Falácia da Falsa Suposição.

Na lógica, tal como no sistema legal, o "precedente histórico" significa que o ónus da prova encontra-se sobre aquele que avança com novas teorias, e não sobre aquele cujas ideias já foram verificadas; o antigo testa o mais novo e a autoridade estabelecida testa as novas reivindicações de autoridade.

Uma vez que o islão veio muitos séculos depois do Cristianismo, então o islão - e não o Cristianismo - tem sobre si o ónus da prova. A Bíblia testa e julga o Alcorão, e sempre que a Bíblia e o Alcorão contradizem, a Bíblia logicamente tem que receber o primeiro lugar visto ser a autoridade mais antiga. O Alcorão encontra-se em erro até que se prove a ele mesmo. Alguns muçulmanos violam este princípio de precedente histórico afirmando que o Alcorão não tem o ónus da prova, e que o Alcorão é que julga a Bíblia. 

2. Argumentar em Círculo.

Se tu já assumiste na tua premissa o que vais declarar na tua conclusão, então terminaste onde começaste e não provaste nada. Círculo: Se acabas onde começaste, então não foste a lugar algum. Exemplos:

#1 Provar Alá através do Alcorão, e provar o Alcorão através de Alá.

#2 Provar Maomé através do Alcorão, e depois provar o Alcorão através de Maomé.

#3 provar o islão através do Alcorão e depois provar o Alcorão através do islão.

3. Falsa Analogia.

Comparar duas coisas como se elas fossem paralelas quando, na verdade, elas não são. Exemplos:

#1 Muitos muçulmanos erradamente assumem que os muçulmanos e os Cristãos têm os mesmos conceitos de Deus, revelação, inspiração, preservação textual, a Bíblia, profecia, histórica Bíblica, conversão, etc...

#2 Devido à falsa analogia que é feita entre o islão e o Cristianismo, alguns muçulmanos pensam que qualquer argumento que refute o Alcorão, irá igualmente refutar a Bíblia, e que qualquer argumento que refute Maomé, irá também refutar o Senhor Jesus Cristo.etc,..

#3 Por exemplo, muitos muçulmanos alegam que Maomé e todos os profetas eram sem pecado, chegando até a negar que Abraão tivesse sido um adorador de ídolos. Consequentemente, quando um Cristão lista todas as coisas malignas que Maomé fez (assassínio em massa, abuso de menores, mentiras, etc), os muçulmanos dirão, "Se o que tu dizes está certo, então tens que rejeitar de igual modo todos os profetas Bíblicos devido às coisas erradas que eles fizeram."

Na verdade, o que ele está a dizer é:

Se por acaso tu rejeitas o meu profeta Maomé, então tens que rejeitar também os teus profetas. Se Maomé era um falso profeta, então também o eram os teus profetas.

A raiz do problema é que o conceito islâmico do que é ser um profeta não é igual ao conceito Bíblico do que é ser um profeta. Nós ensinamos que os profetas pecam como qualquer outra pessoa, e como tal, embora os pecados de Maomé refutem o islão, o Cristianismo não é minimamente afectado com os pecados dos profetas. O muçulmano é culpado por colocar em acção uma "falsa analogia".

Sempre que um maometano responde a um ataque ao Alcorão, a Maomé, ou a Alá, voltando o argumento e aplicando-o à Bíblia, ao Senhor Jesus ou a Trindade - como se o islão e o Cristianismo ou ficassem de pé juntas, ou caíssem as duas - ele é culpado da falácia da falsa analogia. O islão pode ser falso ao mesmo tempo que o Cristianismo é verdadeiro.

4. A Falácia da Irrelevância.

Sempre que se introduzem tópicos que não têm qualquer peso lógico no assunto em discussão, as pessoas que o fazem são culpadas de usar argumentos irrelevantes. Exemplos:

#1 Os muçulmanos alegam que "O Alcorão é a Palavra de Deus porque o seu texto foi preservado de forma perfeita." Este argumento está errado por dois motivos:

a. Factualmente falando, o texto do Alcorão não foi "preservado de forma perfeita". O texto tem acrescentos, eliminações, manuscritos conflituosos, e variações tal como qualquer outro texto antigo.

b. Logicamente falando, é irrelevante se o texto do Alcorão foi preservado visto que a preservação não implica inspiração. Um livro pode ser copiado de forma perfeita sem que no entanto isso implique inspiração.

#2 Quando os muçulmanos atacam o carácter e os motivos das pessoas que criticam o islão, eles estão a usar argumentos irrelevantes. O carácter duma pessoa não nos diz se ela está a dizer a verdade ou não. Boas pessoas podem mentir, e más pessoas podem dizer a verdade. Logo, quando os muçulmanos usam termos pejorativos tais como "mau", "desonesto", "mentiroso", "racista", "enganador", etc., eles não só estão a cometer uma falácia lógica, como estão a revelar que não podem defender as suas crenças de forma intelectual.

#3 Quando são confrontados com as origens pagãs do islão, alguns muçulmanos defendem o Alcorão respondendo:

E depois? Vocês não copiaram o vosso Natal dos pagãos?

Este argumento está errado por vários motivos:

a. É uma falsa analogia fazer um paralelo entre as origens e os rituais ordenados no Alcorão com os feriados actuais que em lado algum da Bíblia são ordenados. O que alguns Cristãos modernos resolvem fazer no dia 25 de Dezembro não tem peso algum em relação ao que o Alcorão ordena que os muçulmanos façam (peregrinação, jejum, etc).

b. É irrelevante o facto de alguns Cristãos resolverem celebrar o nascimento do Senhor Jesus. Uma vez que em lugar da Bíblia isso é ordenado, essa celebração é uma escolha pessoal. Mas os muçulmanos são ordenados pelo Alcorão a acreditar e a levar a cabo muitas coisas que tiveram as suas origens no paganismo dos dias de Maomé.

c. O muçulmano que usa este argumento está, na verdade, a admitir que o Alcorão não foi "enviado de cima" mas sim fabricado a partir de fontes pagãs. Esta sua posição significa que ele passou a ser um descrente. (Surah 25:4-6).

#4 O significado actual duma palavra é irrelevante em relação ao que ela significava no passado. A palavra "Allah" é um bom exemplo. Quando são confrontados com evidências históricas que demonstram que essa palavra era usada pelos árabes pagãos em referência para o deus-supremo que era casado com a deusa-Sol com quem tinha três filhas, alguns muçulmanos citam dicionários, enciclopédias, etc, para provar que "Allah significa Deus". Logo, eles estão a usar uma definição moderna para definir o que a palavra significava há mais de mil anos atrás. O que a palavra "Allah" significa hoje não muda o que ela significava nos dias de Maomé.

5. A Falácia de Equivocação

Se assumirmos que todas as pessoas têm a mesma definição para palavras tais como Deus, Senhor Jesus, revelação, inspiração, profeta, milagres, etc, estaremos a cometer uma falácia lógica simples.

#1 Quando os muçulmanos dizem que "Cristãos e muçulmanos adoram o Mesmo Deus", eles estão a cometer uma falácia de equivocação. Enquanto que os Cristãos adoram o Deus TriUno - Pai, Filho Espírito Santo - os muçulmanos adoram uma divindade unitária. Claramente, eles adoram Deuses distintos.

#2 Quando um muçulmano diz "Nós também acreditamos em Jesus" ele está a cometer a falácia de equivocação. O "Jesus" do Alcorão não é o Senhor Jesus da Bíblia. O islão prega "um Jesus diferente" (2 Cor 11:4).

O Senhor Jesus da Bíblia é Deus-Filho que morreu na cruz pelos nossos pecados, mas o "Jesus" do Alcorão não é Deus-Filho e Ele não morreu na cruz pelos nossos pecados. Logo, é um erro os muçulmanos dizerem aos Cristãos que também eles "acreditam em Jesus".

#3 Quando os muçulmanos assumem que os Cristão têm o mesmo conceito de revelação que eles, eles são culpados da falácia de equivocação. Segundo o islão, o Alcorão,  foi "escrito no céu" por Alá e não tem fontes terrenas. Quando fica provado que o Alcorão tem fontes terrenas, isto coloca em causa o Alcorão. Por outro lado, a Bíblia não alega ter caído do céu num único dia, mas abertamente cita fontes terrenas. Para além disso, a Bíblia usa fontes pré-existentes sem qualquer tipo de dificuldade.

Logo, embora o Alcorão fique ameaçado com a proliferação de fontes históricas, a Bíblia, pelo contrário, é confirmada através das mesmas.

#4 Quando os muçulmanos dizem que a palavra "Allah" só tem um significado, nomeadamente, "o Deus Verdadeiro, Único e Universal", eles estão a assumir uma falácia.

a. A palavra árabe "Allah" era usada em tempos pré-islâmicos por parte dos árabes pagãos em referência ao deus-lunar que era o pai de al-Lat, al-Uzza e Manat.

b. A palavra árabe "Allah" é usada actualmente pelos muçulmanos em referência ao seu deus.

O islão e o Cristianismo não adoram o mesmo Deus: os Cristãos adoram a Santa Trindade enquanto que os muçulmanos adoram uma divindade unitária.

6. A Falácia da Força.

O Alcorão ordena os muçulmanos a declarar guerra contra os não-muçulmanos e contra os apóstatas (Surah 5:33; 9:5, 29). Alguns muçulmanos usam uma falsa analogia como forma de responder a este argumento, dizendo:

E as Cruzadas?! Vocês Cristãos são tão violentos como os muçulmanos!

É um erro lógico erigir um paralelo entre o facto dos muçulmanos matarem em obediência ao Alcorão, e os Cristãos matarem em desobediência à Bíblia. Embora o Alcorão ordene a jihad [guerra santa para a propagação do islão], o Novo Testamento proíbe.

7. A Falácia de Confundir Questões de Facto com Questões de Relevância.

Só porque algo é factualmente verdadeiro isso em nada está relacionado com o facto de alguém sentir que é relevante. Exemplos:

#1 Quando o Cristão alega que algumas das crenças e dos rituais do Alcorão tiveram início no paganismo árabe pré-islâmico, o muçulmano começará por negar por completo. Mas à medida que mais e mais evidências lhe são fornecidas, o muçulmano mudará a sua história, e dirá, "E depois? O vosso Natal não teve origem no paganismo?!!" O muçulmano comete assim três falácias:

a. O argumento "E depois?" lida com o tópico da relevância e não com a factualidade. Sempre que o muçulmano usar este argumento, temos que pará-lo imediatamente e perguntar:

Uma vez que estás a lidar com o tópico das origens pagãs (ou não) do Alcorão serem relevantes, será que isso significa que estás a concordar com facto das origens pagãs do islão?

b. O muçulmano cometeu a falácia da equivocação. A Bíblia não é ameaçada pelas fontes históricas; ela refere-se a elas chega a citá-las livremente (Actos 17: 28). Mas o Alcorão nega que tenha fontes terrenas (Surah 25:4-6).

c. Ele cometeu também a falácia da falsa analogia. A Bíblia e o Alcorão são livros totalmente diferentes. A inspiração da Bíblia não depende do destino do Alcorão visto que o que os muçulmanos alegam em relação ao Alcorão não é o que os Cristãos alegam em relação à Bíblia.

8. Falácia fonéticas.

O som fonético duma palavra não pode ser usado para alterar o seu significado. Exemplos:

a. Alguns muçulmanos tentam provar que a palavra "Allah" está no Novo Testamento Grego devido à palavra alla. Mas embora a palavra em Grego seja pronunciada como "allah", ela de maneira alguma está relacionada com o "Allah" em árabe.

b. Alguns muçulmanos alegam que a palavra "Allah" está na Bíblia devido à palavra "Allelujah." Eles erradamente pronunciam a palavra como "Allah-lujah" mas a palavra "Allelujah" não é composta pela palavra "Allah" na primeira parte das mesma.

A palavra "Allelujah" é Hebraica com o Nome de Deus "YAH" (ou YAHWEH) e  verbo "alle", que significa "louvor a". Portanto, ela significa "Louvado Seja YAHWEH", e a palavra "Allah" não se encontra na mesma.

c. O mesmo erro pode ser encontrado no argumento islâmico de que a palavra "Baca" (Psa. 84:6) na verdade significa "Meca". No entanto, o vale de Baca encontra-se no norte de Israel.

d. Alguns muçulmanos já tentaram passar de "Amén" para "Ahmed" e para "Mohammed" [Maomé], atitude que está para lá do credível.

9. Manobra de diversão

Quando é pedido a um muçulmano que defenda o Alcorão mas em vez disso, ele volte o argumento, e ataque a Bíblia, a Trindade, a Divindade do Senhor Jesus, as Cruzadas, etc, ele está a introduzir uma manobra de diversão irrelevante que não tem peso algum na veracidade do Alcorão; ele está a tentar desviar a atenção do islão para outras coisas. Para além disso, ele está a assumir que refutando a Bíblia, o Alcorão vence por  exclusão de partes, que refutando a Trindade, Alá vence por exclusão de partes.

Mas isto está logicamente errado; não podes comprovar a veracidade da tua posição refutando a posição doutra pessoa. Tanto a Bíblia e o Alcorão podem estar erradas, e como tal, os muçulmanos têm que provar a veracidade do seu livro.

10. Argumento "homem-palha"

Quando alguém coloca um falso argumento na boca do seu oponente, e depois refuta-o, isto nada mais é que criar um argumento "homem-palha". Acontece com relativa frequência os muçulmanos não entenderem ou citarem de forma errada os argumentos que os Cristãos lhes disponibilizam. Exemplo:

- Os muçulmanos criaram um argumento homem-palha onde eles dizem que os Cristãos defendem que "O Alcorão ensina que Alá é o deus-lunar, e os muçulmanos conscientemente acreditam e adoram o deus-lunar e as suas filhas". Eles procedem em refutar este argumento, alegando no final uma vitória.

Obviamente que os Cristãos não defendem nada disto.

O que os Cristãos dizem é que, embora o Alcorão alegue que Alá seja Deus, e os muçulmanos pensem que estão a adorar o Verdadeiro Deus, o que está a acontecer é que eles estão a adorar um falso deus, pregado por um falso profeta, segundo um livro falso.

Conclusão:

O muçulmano comum foi enganado pelos apologistas islâmicos, que baseiam os seus argumentos em falácias lógicas sem levar em conta a razão, os factos ou a honestidade.  Mas existem muitos muçulmanos que querem ser racionais dentro da sua religião. Estes têm uma mente aberta, pronta para um discurso racional.

Mal eles vejam que os seus argumentos fundamentam-se em falácias lógicas, eles estarão mais abertos às maravilhosas Novas de Jesus Cristo ser o Filho de Deus que morreu na cruz pelos nossos pecados.


Fonte: http://bit.ly/1A3f9nT

sábado, 26 de julho de 2014

O profeta iletrado

O Alcorão diz em 7:156-158:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos. Disse: Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos.

São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e que proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que o deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados.

"Dize: Ó humanos, sou o Mensageiro de Deus, para todos vós; Seu é o reino dos céus e da terra. Não há mais divindades além d’Ele. Ele é Quem dá a vida e a morte! Crede, pois, em Deus e em Seu Mensageiro, o Profeta iletrado, que crê em Deus e nas Suas palavras; segui-o, para que vos encaminheis."

Em nenhuma outra parte o Alcorão menciona "o profeta iletrado", que foi erradamente entendido como "o profeta que não sabia ler". No entanto, o Alcorão vangloria-se da forma da sua narrativa, que é caracterizada por repetições de várias frases e ideias como forma de estampar de modo permanente a história na mente dos ouvintes; pelo menos isto é o que os maometanos alegam.

O "profeta iletrado" na sura al-A`raf 7 está escrito em contraste com Moisés e o seu povo. Moisés e o seu povo, no seu tempo, foram capturados por uma trepidação e começaram a orar, afirmando:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos.

Segundo os linguístas Árabes dessa altura, os Judeus derivavam o seu nome da palavra "huda" (que significa "orientação"), que era também o epíteto do Torah. Foi um brilhante jogo de palavras no verso 156 dizer "a Ti nos voltamos contritos" visto que o verbo usado aqui (haad, yahuud) tem uma semelhança impressionante com a palavra Árabe para Judeus (yahuud).

Moisés e o seu povo, orando na altura para que Deus olhasse para o seu Judaísmo como justiça da sua parte, receberam a resposta de Deus onde Ele alegadamente disse:

Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos. São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho,

Portanto, Moisés e o seu povo teriam que esperar mais de mil anos de modo a que recebessem o que o Alcorão lhes diz que receberiam, através da fé me Maomé!

Será razoável da parte de Deus responder à oração de Moisés e do seu povo dizendo que a sua orientação não seria encontrada na Lei Mosaica mas na adopção de Maomé como "o profeta iletrado", que significa que ele seria o profeta do Gentios para os Judeus, que ainda estava para chegar? Como é que "Deus" pôde responder à oração de Moisés afirmando que Maomé se encontra mencionado no Torah e nos Evangelhos? Onde é que estavam os Evangelhos durante a altura de Moisés de modo a que Deus pudesse falar deles para Moisés e para o seu povo?

O significado de "Iletrado" no Alcorão.

Segundo o Alcorão, a palavra ummi que ocorre no texto em questão não significa não saber ler nem escrever, mas sim aquele que não tinha um Livro revelado por Deus,

Os Judeus, que precediam de Isaque, filho de Abraão, eram o Povo do Livro, enquanto que os Árabes, que se consideravam descendentes de Abraão através de Ismael, eram o povo "comum" (ummiyoon) ou Gentios (umam)

O Alcorão revelou claramente e abertamente esta distinção em muitas passagens, quando convidou tanto o povo do Livro como os comuns ["iletrados"] para que seguissem o islão:

E se eles discutirem contigo (ó Mohammad), dize-lhes: Submeto-me a Deus, assim como aqueles que me seguem! Pergunta aos adeptos do Livro e aos iletrados: Tornai-vos-ei muçulmanos? Se se tornarem encaminhar-se-ão; se negarem, sabe que a ti só compete a proclamação da Mensagem. E Deus é observador dos Seus servos. (3:20)

Esta ayah revela a frma como o povo comum desejava conhecer o Livro, tal como revela a sura 2:78:

Entre eles há iletrados que não compreendem o Livro, a não ser segundo os seus desejos, e não fazem mais do que conjecturar.

O Alcorão orgulha-se (na sura 62:2) de que Deus enviou um mensageiro que não fazia parte do povo do Livro.

Ele foi Quem escolheu, entre os iletrados, um Mensageiro da sua estirpe, para ditar-lhes os Seus versículos, consagrá-los e ensinar-lhes o Livro e a sabedoria, porque antes estavam em evidente erro.

Se "iletrados" significa que "não sabe ler nem escrever", isso significa que Alá escolheu um profeta que não sabia ler nem escrever, do meio de um povo não que não sabia ler nem escrever (o que é ridículo). Se, por outro lado, o termo "iletrado" significa "aquele que não faz parte do Povo do Livro", então já se entendes melhor seu significado da palavra "iletrado" dentro do contexto Alcorânico.

Entre os adeptos do Livro há alguns a quem podes confiar um quintal de ouro, que te devolverão intacto; também há os que, se lhes confiares um só dinar, não te restituirão, a menos que a isso os obrigues. Isto, porque dizem: Nada devemos aos iletrados. E forjam mentiras acerca de Deus, conscientemente." (3:75)

À luz desta ayah temos que entender que o Alcorão qualifica Maomé de ummi. O povo Gentio/Iletrado ("ummi") do Alcorão são os Árabes que descendem de Ismael, e o povo do Livro são os Judeus que descendem de Isaque. Consequentemente, a palavra ummi não significa um homem iletrado (analfabeto) mas alguém que pertencia ao povo Árabe, os descendentes de Ismael que não tinham um Livro revelado. Al-Shahristaani escreve:

O povo do Livro mantinha a religião das Tribos (de Israel) e viviam como os Filhos de Israel. O povo comum mantinha a religião tribal e viviam como os filhos de Ismael.
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quarta-feira, 4 de junho de 2014

O mito da preservação do Alcorão


Terminei há pouco tempo um novo folheto que os Cristãos podem oferecer aos seus amigos maometanos sobre a preservação do Alcorão e enquanto o escrevia, levei em consideração a hadith familiar que se segue:
Abu Harb b. Abu al-Aswad reportou, segundo a autoridade do seu pai, que Abu Musa al-Ash'ari enviou recitadores do Alcorão para Basra. Eles vieram até ele e  eram 300 em número. Eles recitaram o Alcorão e então ele disse: 
Vocês são os melhores entre os habitantes de Basra visto que entre eles, vocês são os recitadores. Portanto, continuem a recitar. (Mas tomem atenção para) que a vossa recitação não endureça os vossos corações tal como foram endurecidos os corações daqueles que vieram antes de vocês. Nós tinhamos o hábito de recitar o que parecia, em duração e severidade, a (Surah) Bara'at (surah 9). No entanto, eu já me esqueci disso com a excepção desta parte que me lembro: "Se existissem dois vales cheios de riquezas para o filho de Adão, ele ansiaria por um terceiro vale, e nada encheria o estômago do filho de Adão senão o pó." 
E eu tinha o hábito de recitar uma surah que tinha a aparência de uma das surahs de Musabbihat, mas já me esqueci, embora me lembre desta parte: "Ó povo que acredita, porque é que vocês afirmam aquilo que vocês não practicam?" (LXI 2) e "que está gravado nos vossos pescoços como testemunho (contra vocês) e vocês serão questionados sobre isso no Dia da Ressurreição" (XVII 13) (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2286)
Esta hadith menciona suras que haviam sido recitadas mas que já não faziam parte do Alcorão. No entanto, o que eu não tinha reparado eram as hadiths que se encontravam perto da hadith citada em cima:
Anas b. Malik reportou: Ouvi o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar isto, mas não sei se isto foi revelado a ele ou não, mas ele afirmou-o. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2283) 
Ibn Abbas reportou o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar: Se para o filho de Adão existisse um vale cheio de riquezas, ele ansiaria por possuir um outro tal como esse, e o filho de Adão não se sente satisfeito senão com o pó. 1413 E Alá retorna para ele quem retorna (para ele). 1414 Ibn Abbas disse: Não sei se isto é do Alcorão ou não; e na narração transmitida por Zuhair foi dito: Não sei se é do Alcorão ou não, e não mencionou Ibn Abbas. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2285)
Uma coisa que me saltou logo à vista foi a forma aberta como grandes companheiros de Maomé - tais como Anas b. Malik e Ibn Abbas - afirmaram não saber se o que eles afirmavam fazia ou não parte do Alcorão.

Estas hadiths confirmam outras hadiths que afirmam que o Alcorão foi recolhido de várias fontes, refutando o mito islâmico contemporâneo de que os companheiros de Maomé tinham o Alcorão "totalmente memorizado" e que tudo o que foi preciso fazer foi escreve-lo. Na realidade dos factos, o Alcorão é uma péssima junção de mitos pagãos, fábulas Cristãs, e mitologia talmudica.

Que pena que milhões de seres humanos criados à Imagem de Deus tenham dado a sua alma a seguir um livro claramente fraudulento.
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terça-feira, 27 de maio de 2014

Psicólogo diz que "o islão cria monstros"

Por Rebecca Savastio

O psicólogo dinamarquês Nicolai Sennels, perito em trabalhar junto dos jovens delinquentes maometanos, escreveu um livro intitulado "Among Criminal Muslims - A Psychologist’s Experience from the Copenhagen Municipality", e numa dissertação escrita em apoio ao livro, ele alega que "o islão cria monstros". Um recente estudo Alemão confirma a declaração de Sennels e revela que os maometanos mais devotos eram mais susceptíveis de enveredar pela violência do que os participantes não-maometanos que fizeram parte do mesmo estudo.

Sennels afirma que o islão é diferente das outras religiões visto que a forma como esta fé é ensinada faz uma lavagem cerebral aos jovens através de mensagens violentas. Sennels alega que os pais muçulmanos infligem violência de forma repetida sobre os filhos ao mesmo tempo que entregam uma ideologia religiosa. Ele afirma que este comportamento faz com que os extremistas maometanos sejam muito mais violentos que os extremistas de outras confissões religiosas.

A lavagem cerebral, termo usado por Sennels, começa cedo na vida da criança e as mensagens religiosas são repetidas de modo vigoroso ao mesmo tempo que é exercida uma forte dose de disciplina física. Sennels alega que é esta combinação de dor e reforço que cria os "monstros" islâmicos, que posteriormente se sentem justificados em torturar e matar pessoas inocentes.

Sennels ressalva que os pais maometanos querem indoutrinar as suas crianças com a religião o mais cedo possível de modo a que as crianças permaneçam muçulmanas e não busquem outra fé - dentro da lei sharia, voltar as costas ao islão (apostasia) é motivo para execução.

Ele prossegue ressalvando que a cultura muçulmana está bem atrasada no que toca o "entendimento do desenvolvimento humano," e que, portanto, as técnicas que os Ocidentais qualificariam de abuso de menores encontra-se bem embutida e normalizada entre os pais muçulmanos, e são consideradas estratégias correctas de educação de crianças.

Sennels afirma que dentro da cultura maometana a noção de "crítica construtiva" não existe, e qualquer crítica a identidade muçulmana irá resultar em raiva extrema e, muito provavelmente, em violência física. O próprio Alcorão, diz Sennels, não dá espaço para a ideia de tolerância, e apela aos maometanos para se separarem dos não-maometanos e olharem para eles como inferiores. Isto, por sua vez, gera ódio, alega Sennels:

O cocktail cultural e psicológico de raiva, baixa auto-estima, mentalidade de vítima, disponibilidade para ser cegamente liderado por figuras autoritárias externas, e uma visão agressiva e discriminatória dos não-maometanos, forçada sobre os maometanos através da dor, intimidação e repetições entorpecentes do Alcorão, é o motivo que leva o islão a criar monstros.

As suas declarações geraram uma enorme controvérsia, mas um estudo Alemão de dimensões consideráveis, envolvendo 45,000 adolescentes, parece confirmar as alegações de Sennels. Nesse estudo foi encontrada uma conexão directa entre o nível religioso dos maometanos e a disponibilidade para participar em actos violentos.

O que é de  particular importância é o facto dos autores do estudo Alemão terem dado início ao projecto esperando que o mesmo confirmasse exactamente o contrário daquilo que foi apurado. Christian Pfeiffer, cientista que trabalha para o "Criminal Research Institute" na Saxónia, disse que tem estado activo em iniciativas que são contra  campanhas que visam denegrir os muçulmanos e outros estrangeiros, mas que ele ficou desiludido com os resultados do estudo.

Os estudos e as opiniões dos peritos tais como os psicólogos que mostram uma correlação entre o islão e a violência são amplamente criticados pelos apoiantes do islão, e são descritos como "islamofóbicos", independente da validade científica das alegações.

Os apoiantes do islão afirmam que o islão é uma religião pacífica, não mais susceptível de gerar comportamento violento que as outras religiões. Num artigo emitido pela Universidade de Notre Dame, o autor Rashied Omar afirma que o islão não tem como propósito ser uma religião pacifista e que as definições simplistas da fé são redutivas. Omar afirma no entanto que, apesar do islão não ter como propósito ser uma tradiçãi pacifista, "a história do islão certamente que não tem testemunhado a maior violência que aquela que é encontrada noutras tradições."

Numa entrevista dada a NPR, o professor de estudos islâmicos Waleed El-Ansary declarou que o Alcorão proíbe a matança de pessoas inocentes e estabelece distinções claras entre a jihad e o terrorismo. A jihad, diz Ansary, é considerada uma guerra legal com parâmetros e regras, enquanto que o terrorismo é condenado pelo Alcorão.

O erudito muçulmano Anas Hlayhel, um imã dedicado a erradicar o terrorismo a islamofobia, declara que o Alcorão ordena a paz para aqueles que "têm inclinação para a paz", e proíbe qualquer tipo de violência contra civis inocentes.

O psicólogo Nicolai Sennels afirma que o islão gera monstros, declaração que fortaleceu o furioso debate em torno da conexão entre o islão e a violência. Este é certamente que não mostra qualquer tipo de evidência de abrandar, e um que muitos sentem que necessita de estudos científicos adicionais.

* * * * * * *

Como é normal, os apologistas do islão dependem da ignorância alheia para propagar as suas mentiras.

Rashied Omar afirma que o islão é tão capaz de gerar comportamento violento tal como qualquer outra religião, mas isto é falso. Um site alega que cerca de metade dos sites mundiais que promovem o terrorismo são sites islâmicos. Se levarmos em conta que os maometanos são cerca de 1/5 da população mundial, então temos o facto de 1/5 da população mundial causar/promover 1/2 do terrorismo no mundo inteiro. Se a isto levarmos em conta também que só uma fracção de muçulmanos é que promove a violência, veremos que a estimativa de 1/5 a causar a violência no mundo pode diminuir para 1/10 ou 1/20 ou 1/40. Ou seja, uma pequena minoria do mundo promove metade do terrorismo mundial.

Outra alegação (feita por El-Ansary) é que "o Alcorão proíbe a matança de pessoas inocentes". O que ele não diz é que dentro da teologia islâmica, só os maomeanos é que são "inocentes"; todo o resto do mundo é "culpado" por não adorar Alá, o deus dos muçulmanos. Portanto, quando um maometano diz que o Alcorão proíbe a matança de inocentes, o que ele quer dizer é que o Alcorão proíbe a matança de MUÇULMANOS inocentes.


Anas Hlayhel diz que o islão ordena a paz para aqueles que "têm inclinação para a paz". O que ele não diz que é quem define o que é "inclinação para a paz" são as mesmas pessoas que agem de forma violenta contra quem lhes resiste. Por exemplo, se um grupo islâmico invadir uma povoação Cristã e os Cristãos ofereceram resistência, de acordo com a teologia islâmica, este grupo de Cristãos não tem "inclinação para a paz"; eles só teriam essa tal "inclinação para a paz" se aceitassem, de bom grado, a invasão islâmica. 

Por fim, não é de estranhar que o islão gere aquilo que Nicolai Sennels qualificou de "monstros". Se levarmos em conta o facto do fundador da religião islâmica ter tido tendências suicídas e ter sido enfeitiçado, não é de estranhar que as pessoas que o tentam imitar revelem algum tipo de comportamento fora do normal.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Rania Alayed era demasiado ocidental para o marido

Muçulmana de Manchester, mãe de três crianças, foi assassinada pelo seu marido por se ter tornado "demasiado ocidental" e por ter "estabelecido uma vida independente". Rania Alayed, de 25 anos, desapareceu em Junho último mas o seu corpo nunca foi encontrado. Ahmed Al-Khatib admitiu ter causado a sua morte, alegando ter sido "possuído por um espírito", causando que ela tropeçasse, caísse e batesse com a sua cabeça. Al-Khatib, de 35 anos e proveniente de Gorton, e o seu irmão Muhaned Al-Khatib, de Salford, negam o assassinato.

Foi afirmado perante o juri do "Manchester Crown Court" que Rania Alayed, de origem Síria, foi deixar as suas crianças ao apartamento do acusado, onde se crê que tenha sido o local onde ela foi assassinada. Muhaned Al-Khatib, de 38 anos, deixou o local com as crianças cerca de 45 minutos mais tarde e pouco depois, Ahmed Al-Khatib saiu, usando as roupas tradicionais de Rania e tendo na mão uma mala contendo o corpo dela.

Muhaned Al-Khatib afirmou não ter estado presente durante o período em que qualquer tipo de violência foi levada a cabo contra Rania Alayed, para além de ter afirmado não ter qualquer tipo de responsabilidade pelo seu assassinato. Crê-se que nas primeiras horas do dia seguinte, os dois irmãos, juntamente com outro parente deles, tenham levado o corpo dela de Manchester para o North Yorkshire onde ela foi enterrada.

A acusação disse ao júri que a mãe de três, proveniente de Cheetham Hill, vivia "com medo do marido", e "acreditava que um dia desses ele a mataria". Foi dito que ela buscou a ajuda da "Citizens Advice Bureau", da policia e, por fim, a ajuda dum solicitador, coisa que, segundo o que foi dito ao tribunal, enervou a família do marido. 

Tony Cross QC, advogado de acusação, disse:

A família dos acusados sentiu-se insultada quando ela foi pedir a ajuda da polícia. Eles queriam-na, bem como os filhos dela, de volta para o seio familiar visto serem de opinião que ela havia estabelecido uma vida independente, provavelmente com outro homem. Logo, foi determinado que ela deveria ser forçada a obedecer ou ser morta.

Tony Cross acrescentou que aos olhos do seu marido, ela "havia-se tornado demasiado ocidental, para além de ter amigos de ambos os sexos. Isto foi demais para o primeiro dos acusados".



segunda-feira, 21 de abril de 2014

Muçulmanos profanam o Alcorão.

Walid Shoebat

Quando o Pastor Jones foi preso no último 11 de Setembro vitima de acusações criminais e depois de ter rebocado mais de 3,000 cópias do Alcorão para um parque em  Mulberry, o mundo ficou extremamente agitado porque ele tencionava queimá-los a todos. A acusação criminal que ele enfrenta agora é o transporte ilegal de material inflamável - isto é, cerca de 3,000 cópias do Alcorão regadas com querosene prontas para serem queimadas. Jones ficará em liberdade vigiada durante seis meses e está proibido de entrar em Polk County. Isto significa que ele não poderá levar a cabo os seus planos de queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014.

Enquanto os média ocidentais se focam em Jones, fontes obtidas pelo site Shoebat.com revelam que alguns maometanos ficaram fartos do Alcorão e como tal, resolveram deitá-los fora. Desde a Arábia Saudita até ao Paquistão existem vários casos de maometanos a lançar cópias do Alcorão nas lixeiras, e até mesmo nos esgotos locais, tal como acontece no local mais sagrado do islão, a Arábia Saudita.

Durante o ano passado várias cópias do Alcorão foram encontradas nos esgotos locais de Taef, na Arábia Saudita, mas muito poucas agências noticiosas reportaram o incidente. Imaginem a comoção internacional que seria se várias cópias da Bíblia Sagrada (A Palavra de Deus) fossem encontradas nos esgotos locais duma cidade quase 100% Cristã.

A história começou com uma queixa que foi feita quando uma criança encontrou um Alcorão no esgoto local. A polícia Saudita deu início a investigações e encontrou várias cópias do Alcorão cobertas de excremento nos esgotos locais. O governo Saudita teve que retirar largas quantidades de material de esgoto até dar início ao processo de restauro das cópias do Alcorão. No Paquistão o problema foi semelhante visto que uma quantidade enorme de cópias do Alcorão foram encontradas nas lixeiras locais.


Quando um americano decide queimar cópias do Alcorão, o mundo inteiro foca-se nos Estados Unidos, mas quando no mundo islâmico centenas de cópias do Alcorão são misturadas com excremento humano, os média ocidentais nada dizem. Porque será?

Quando um homem decide queimar cópias do Alcorão nos EUA, quase todos os Americanos colocam-se contra ele mas isto não impede os maometanos de apelar à destruição dos EUA. Os maometanos deveriam levar a cabo demonstrações de agradecimento pelo facto de quase todos os Americanos serem contra a queima de cópias do Alcorão.

A hipocrisia islâmica é gritante: aparentemente queimar cópias do Alcorão é pior do que lançar cópias para a lixeira ou para o esgoto. Se calhar tudo depende de quem faça estas  coisas: se for um muçulmano a fazer isto, não há problemas.

O mais engraçado é que muito provavelmente os donos das cópias do Alcorão que foram lançadas nas lixeiras e nos esgotos estariam disponíveis para se manifestar publicamente contra os Americanos se por acaso Jones viesse a queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014, mesmo sendo eles capazes de lançar as SUAS cópias do Alcorão no lixo e no esgoto.

Hipocrisia islâmica: sente-se à distância.


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