MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 29 de novembro de 2014

10 argumentos falsos usados pelos muçulmanos

Por Robert Morey

Os Cristãos têm que estar preparados para responder às objecções típicas feitas contra o Evangelho. A maior parte dos objecções são falácias lógicas simples e a lista que se segue enumera algumas das mais comuns falácias usadas pelos muçulmanos. O muçulmano comum não sabe que os seus argumentos são logicamente falsos; ele é sincero nas suas crenças. O que nós temos que fazer, pacientemente e respeitosamente, é partilhar com ele o porquê do seu argumento ser inválido.

1. A Falácia da Falsa Suposição.

Na lógica, tal como no sistema legal, o "precedente histórico" significa que o ónus da prova encontra-se sobre aquele que avança com novas teorias, e não sobre aquele cujas ideias já foram verificadas; o antigo testa o mais novo e a autoridade estabelecida testa as novas reivindicações de autoridade.

Uma vez que o islão veio muitos séculos depois do Cristianismo, então o islão - e não o Cristianismo - tem sobre si o ónus da prova. A Bíblia testa e julga o Alcorão, e sempre que a Bíblia e o Alcorão contradizem, a Bíblia logicamente tem que receber o primeiro lugar visto ser a autoridade mais antiga. O Alcorão encontra-se em erro até que se prove a ele mesmo. Alguns muçulmanos violam este princípio de precedente histórico afirmando que o Alcorão não tem o ónus da prova, e que o Alcorão é que julga a Bíblia. 

2. Argumentar em Círculo.

Se tu já assumiste na tua premissa o que vais declarar na tua conclusão, então terminaste onde começaste e não provaste nada. Círculo: Se acabas onde começaste, então não foste a lugar algum. Exemplos:

#1 Provar Alá através do Alcorão, e provar o Alcorão através de Alá.

#2 Provar Maomé através do Alcorão, e depois provar o Alcorão através de Maomé.

#3 provar o islão através do Alcorão e depois provar o Alcorão através do islão.

3. Falsa Analogia.

Comparar duas coisas como se elas fossem paralelas quando, na verdade, elas não são. Exemplos:

#1 Muitos muçulmanos erradamente assumem que os muçulmanos e os Cristãos têm os mesmos conceitos de Deus, revelação, inspiração, preservação textual, a Bíblia, profecia, histórica Bíblica, conversão, etc...

#2 Devido à falsa analogia que é feita entre o islão e o Cristianismo, alguns muçulmanos pensam que qualquer argumento que refute o Alcorão, irá igualmente refutar a Bíblia, e que qualquer argumento que refute Maomé, irá também refutar o Senhor Jesus Cristo.etc,..

#3 Por exemplo, muitos muçulmanos alegam que Maomé e todos os profetas eram sem pecado, chegando até a negar que Abraão tivesse sido um adorador de ídolos. Consequentemente, quando um Cristão lista todas as coisas malignas que Maomé fez (assassínio em massa, abuso de menores, mentiras, etc), os muçulmanos dirão, "Se o que tu dizes está certo, então tens que rejeitar de igual modo todos os profetas Bíblicos devido às coisas erradas que eles fizeram."

Na verdade, o que ele está a dizer é:

Se por acaso tu rejeitas o meu profeta Maomé, então tens que rejeitar também os teus profetas. Se Maomé era um falso profeta, então também o eram os teus profetas.

A raiz do problema é que o conceito islâmico do que é ser um profeta não é igual ao conceito Bíblico do que é ser um profeta. Nós ensinamos que os profetas pecam como qualquer outra pessoa, e como tal, embora os pecados de Maomé refutem o islão, o Cristianismo não é minimamente afectado com os pecados dos profetas. O muçulmano é culpado por colocar em acção uma "falsa analogia".

Sempre que um maometano responde a um ataque ao Alcorão, a Maomé, ou a Alá, voltando o argumento e aplicando-o à Bíblia, ao Senhor Jesus ou a Trindade - como se o islão e o Cristianismo ou ficassem de pé juntas, ou caíssem as duas - ele é culpado da falácia da falsa analogia. O islão pode ser falso ao mesmo tempo que o Cristianismo é verdadeiro.

4. A Falácia da Irrelevância.

Sempre que se introduzem tópicos que não têm qualquer peso lógico no assunto em discussão, as pessoas que o fazem são culpadas de usar argumentos irrelevantes. Exemplos:

#1 Os muçulmanos alegam que "O Alcorão é a Palavra de Deus porque o seu texto foi preservado de forma perfeita." Este argumento está errado por dois motivos:

a. Factualmente falando, o texto do Alcorão não foi "preservado de forma perfeita". O texto tem acrescentos, eliminações, manuscritos conflituosos, e variações tal como qualquer outro texto antigo.

b. Logicamente falando, é irrelevante se o texto do Alcorão foi preservado visto que a preservação não implica inspiração. Um livro pode ser copiado de forma perfeita sem que no entanto isso implique inspiração.

#2 Quando os muçulmanos atacam o carácter e os motivos das pessoas que criticam o islão, eles estão a usar argumentos irrelevantes. O carácter duma pessoa não nos diz se ela está a dizer a verdade ou não. Boas pessoas podem mentir, e más pessoas podem dizer a verdade. Logo, quando os muçulmanos usam termos pejorativos tais como "mau", "desonesto", "mentiroso", "racista", "enganador", etc., eles não só estão a cometer uma falácia lógica, como estão a revelar que não podem defender as suas crenças de forma intelectual.

#3 Quando são confrontados com as origens pagãs do islão, alguns muçulmanos defendem o Alcorão respondendo:

E depois? Vocês não copiaram o vosso Natal dos pagãos?

Este argumento está errado por vários motivos:

a. É uma falsa analogia fazer um paralelo entre as origens e os rituais ordenados no Alcorão com os feriados actuais que em lado algum da Bíblia são ordenados. O que alguns Cristãos modernos resolvem fazer no dia 25 de Dezembro não tem peso algum em relação ao que o Alcorão ordena que os muçulmanos façam (peregrinação, jejum, etc).

b. É irrelevante o facto de alguns Cristãos resolverem celebrar o nascimento do Senhor Jesus. Uma vez que em lugar da Bíblia isso é ordenado, essa celebração é uma escolha pessoal. Mas os muçulmanos são ordenados pelo Alcorão a acreditar e a levar a cabo muitas coisas que tiveram as suas origens no paganismo dos dias de Maomé.

c. O muçulmano que usa este argumento está, na verdade, a admitir que o Alcorão não foi "enviado de cima" mas sim fabricado a partir de fontes pagãs. Esta sua posição significa que ele passou a ser um descrente. (Surah 25:4-6).

#4 O significado actual duma palavra é irrelevante em relação ao que ela significava no passado. A palavra "Allah" é um bom exemplo. Quando são confrontados com evidências históricas que demonstram que essa palavra era usada pelos árabes pagãos em referência para o deus-supremo que era casado com a deusa-Sol com quem tinha três filhas, alguns muçulmanos citam dicionários, enciclopédias, etc, para provar que "Allah significa Deus". Logo, eles estão a usar uma definição moderna para definir o que a palavra significava há mais de mil anos atrás. O que a palavra "Allah" significa hoje não muda o que ela significava nos dias de Maomé.

5. A Falácia de Equivocação

Se assumirmos que todas as pessoas têm a mesma definição para palavras tais como Deus, Senhor Jesus, revelação, inspiração, profeta, milagres, etc, estaremos a cometer uma falácia lógica simples.

#1 Quando os muçulmanos dizem que "Cristãos e muçulmanos adoram o Mesmo Deus", eles estão a cometer uma falácia de equivocação. Enquanto que os Cristãos adoram o Deus TriUno - Pai, Filho Espírito Santo - os muçulmanos adoram uma divindade unitária. Claramente, eles adoram Deuses distintos.

#2 Quando um muçulmano diz "Nós também acreditamos em Jesus" ele está a cometer a falácia de equivocação. O "Jesus" do Alcorão não é o Senhor Jesus da Bíblia. O islão prega "um Jesus diferente" (2 Cor 11:4).

O Senhor Jesus da Bíblia é Deus-Filho que morreu na cruz pelos nossos pecados, mas o "Jesus" do Alcorão não é Deus-Filho e Ele não morreu na cruz pelos nossos pecados. Logo, é um erro os muçulmanos dizerem aos Cristãos que também eles "acreditam em Jesus".

#3 Quando os muçulmanos assumem que os Cristão têm o mesmo conceito de revelação que eles, eles são culpados da falácia de equivocação. Segundo o islão, o Alcorão,  foi "escrito no céu" por Alá e não tem fontes terrenas. Quando fica provado que o Alcorão tem fontes terrenas, isto coloca em causa o Alcorão. Por outro lado, a Bíblia não alega ter caído do céu num único dia, mas abertamente cita fontes terrenas. Para além disso, a Bíblia usa fontes pré-existentes sem qualquer tipo de dificuldade.

Logo, embora o Alcorão fique ameaçado com a proliferação de fontes históricas, a Bíblia, pelo contrário, é confirmada através das mesmas.

#4 Quando os muçulmanos dizem que a palavra "Allah" só tem um significado, nomeadamente, "o Deus Verdadeiro, Único e Universal", eles estão a assumir uma falácia.

a. A palavra árabe "Allah" era usada em tempos pré-islâmicos por parte dos árabes pagãos em referência ao deus-lunar que era o pai de al-Lat, al-Uzza e Manat.

b. A palavra árabe "Allah" é usada actualmente pelos muçulmanos em referência ao seu deus.

O islão e o Cristianismo não adoram o mesmo Deus: os Cristãos adoram a Santa Trindade enquanto que os muçulmanos adoram uma divindade unitária.

6. A Falácia da Força.

O Alcorão ordena os muçulmanos a declarar guerra contra os não-muçulmanos e contra os apóstatas (Surah 5:33; 9:5, 29). Alguns muçulmanos usam uma falsa analogia como forma de responder a este argumento, dizendo:

E as Cruzadas?! Vocês Cristãos são tão violentos como os muçulmanos!

É um erro lógico erigir um paralelo entre o facto dos muçulmanos matarem em obediência ao Alcorão, e os Cristãos matarem em desobediência à Bíblia. Embora o Alcorão ordene a jihad [guerra santa para a propagação do islão], o Novo Testamento proíbe.

7. A Falácia de Confundir Questões de Facto com Questões de Relevância.

Só porque algo é factualmente verdadeiro isso em nada está relacionado com o facto de alguém sentir que é relevante. Exemplos:

#1 Quando o Cristão alega que algumas das crenças e dos rituais do Alcorão tiveram início no paganismo árabe pré-islâmico, o muçulmano começará por negar por completo. Mas à medida que mais e mais evidências lhe são fornecidas, o muçulmano mudará a sua história, e dirá, "E depois? O vosso Natal não teve origem no paganismo?!!" O muçulmano comete assim três falácias:

a. O argumento "E depois?" lida com o tópico da relevância e não com a factualidade. Sempre que o muçulmano usar este argumento, temos que pará-lo imediatamente e perguntar:

Uma vez que estás a lidar com o tópico das origens pagãs (ou não) do Alcorão serem relevantes, será que isso significa que estás a concordar com facto das origens pagãs do islão?

b. O muçulmano cometeu a falácia da equivocação. A Bíblia não é ameaçada pelas fontes históricas; ela refere-se a elas chega a citá-las livremente (Actos 17: 28). Mas o Alcorão nega que tenha fontes terrenas (Surah 25:4-6).

c. Ele cometeu também a falácia da falsa analogia. A Bíblia e o Alcorão são livros totalmente diferentes. A inspiração da Bíblia não depende do destino do Alcorão visto que o que os muçulmanos alegam em relação ao Alcorão não é o que os Cristãos alegam em relação à Bíblia.

8. Falácia fonéticas.

O som fonético duma palavra não pode ser usado para alterar o seu significado. Exemplos:

a. Alguns muçulmanos tentam provar que a palavra "Allah" está no Novo Testamento Grego devido à palavra alla. Mas embora a palavra em Grego seja pronunciada como "allah", ela de maneira alguma está relacionada com o "Allah" em árabe.

b. Alguns muçulmanos alegam que a palavra "Allah" está na Bíblia devido à palavra "Allelujah." Eles erradamente pronunciam a palavra como "Allah-lujah" mas a palavra "Allelujah" não é composta pela palavra "Allah" na primeira parte das mesma.

A palavra "Allelujah" é Hebraica com o Nome de Deus "YAH" (ou YAHWEH) e  verbo "alle", que significa "louvor a". Portanto, ela significa "Louvado Seja YAHWEH", e a palavra "Allah" não se encontra na mesma.

c. O mesmo erro pode ser encontrado no argumento islâmico de que a palavra "Baca" (Psa. 84:6) na verdade significa "Meca". No entanto, o vale de Baca encontra-se no norte de Israel.

d. Alguns muçulmanos já tentaram passar de "Amén" para "Ahmed" e para "Mohammed" [Maomé], atitude que está para lá do credível.

9. Manobra de diversão

Quando é pedido a um muçulmano que defenda o Alcorão mas em vez disso, ele volte o argumento, e ataque a Bíblia, a Trindade, a Divindade do Senhor Jesus, as Cruzadas, etc, ele está a introduzir uma manobra de diversão irrelevante que não tem peso algum na veracidade do Alcorão; ele está a tentar desviar a atenção do islão para outras coisas. Para além disso, ele está a assumir que refutando a Bíblia, o Alcorão vence por  exclusão de partes, que refutando a Trindade, Alá vence por exclusão de partes.

Mas isto está logicamente errado; não podes comprovar a veracidade da tua posição refutando a posição doutra pessoa. Tanto a Bíblia e o Alcorão podem estar erradas, e como tal, os muçulmanos têm que provar a veracidade do seu livro.

10. Argumento "homem-palha"

Quando alguém coloca um falso argumento na boca do seu oponente, e depois refuta-o, isto nada mais é que criar um argumento "homem-palha". Acontece com relativa frequência os muçulmanos não entenderem ou citarem de forma errada os argumentos que os Cristãos lhes disponibilizam. Exemplo:

- Os muçulmanos criaram um argumento homem-palha onde eles dizem que os Cristãos defendem que "O Alcorão ensina que Alá é o deus-lunar, e os muçulmanos conscientemente acreditam e adoram o deus-lunar e as suas filhas". Eles procedem em refutar este argumento, alegando no final uma vitória.

Obviamente que os Cristãos não defendem nada disto.

O que os Cristãos dizem é que, embora o Alcorão alegue que Alá seja Deus, e os muçulmanos pensem que estão a adorar o Verdadeiro Deus, o que está a acontecer é que eles estão a adorar um falso deus, pregado por um falso profeta, segundo um livro falso.

Conclusão:

O muçulmano comum foi enganado pelos apologistas islâmicos, que baseiam os seus argumentos em falácias lógicas sem levar em conta a razão, os factos ou a honestidade.  Mas existem muitos muçulmanos que querem ser racionais dentro da sua religião. Estes têm uma mente aberta, pronta para um discurso racional.

Mal eles vejam que os seus argumentos fundamentam-se em falácias lógicas, eles estarão mais abertos às maravilhosas Novas de Jesus Cristo ser o Filho de Deus que morreu na cruz pelos nossos pecados.


Fonte: http://bit.ly/1A3f9nT

domingo, 8 de julho de 2012

Deputado jordano aponta pistola a adversário num debate televisivo

Um debate televisivo na Jordânia acabou antes do tempo, depois de um dos intervenientes ter ameaçado o seu oponente com uma pistola. Antes ainda lhe atirou com um sapato, perante a perplexidade do jornalista que conduzia o debate.

O debate, em directo na estação privada Jo Sat, era entre o deputado Mohammad Shawabka e o activista político Mansour Murad mas não durou muito tempo. Numa troca de insultos, Mohammad Shawabka perdeu a paciência e atirou o sapato a Murad, a quem ainda ameaçou depois com uma pistola, que estava escondida na cintura do deputado. A arma não chegou, no entanto, a ser disparada e não se registaram feridos no insólito incidente.

Segundo o The Times de Israel, os dois homens discutiam a situação política na Síria, quando tudo aconteceu. Mohammad Shawabka disse que Mansour Murad era um espião do regime sírio. “Tu também, tu és um espião a soldo da Mossad [serviços secretos israelitas] e um ladrão”, respondeu então Murad, irritando o deputado, que explodiu de imediato.

O jornalista que conduzia o debate viu-se então entre os dois homens, procurando desesperadamente separar e acalmar os dois homens.

Mansour Murad já reportou o caso às autoridades, queixando-se de ter sido ameaçado de morte.

Fonte

domingo, 20 de novembro de 2011

Políticos libaneses discutem a política Síria e lutam durante o debate. Mas lutam mais do que debatem

O grupo terrorista islâmico Hezbollah e os seus políticos pró-Síria estão a ficar um bocado nervosos agora que o regime de Assad perdeu o apoio na região.

As 22 nações que fazem parte do bloco árabe pressionaram o presidente Bashar Assad a remover as tropas de cidades hostis e aceitar o plano de paz.

Claro que isto enervou os súbditos pró-Irão e pró-Síria do Líbano.

Durante a semana passada, durante um debate televisivo, um confronto físico ocorreu entre um político pró-Assad e o antigo legislador anti-Síria Mustafa Alloush.


domingo, 13 de novembro de 2011

Como debater e frustrar os infiéis

por Ayesha Ahmed

Queridos irmãos e irmãs no islão:

Vivemos num país kuffar e como tal diariamente temos que enfrentar infiéis que criticam o islão e o nosso profeta. Se estivéssemos numa país islâmico tudo o que teríamos que fazer é declarar em alta voz o que ele havia dito e esperar que uma turba mal intencionada "resolvesse" o assunto. O crítico seria alvo de um linchamento imediatamente, Fim da história.

Infelizmente, aqui no ocidente nós os muçulmanos não temos esse luxo. Inshallah, num futuro próximo, depois de termos crescido em número através da conversão de idiotas e criminosos, através da imigração legal e ilegal e principalmente através da procriação, haveremos de nos tornar numa maioria.

Quando essa altura chegar, não teremos mais que enfrentar este problema diariamente.

No entanto, enquanto esse tempo não chega, fica aqui uma pequena sugestão em como lidar como os ataques. Jazakallah Khair. Inshallah, o verme vai ficar bem longe de ti no futuro.

1. Uma questão popular é "porque é que o islão ensina a morte dos críticos e dos apóstatas?" Se eles te perguntarem isto, responde que a informação que ele recebeu é falsa. Cita a aya que diz "para ti a tua religião, para mim a minha".

2. Para responder à crítica que alega que "o islão foi propagado através da espada", diz que isso é uma mentira disseminada pelos Judeus e pelos hindus, e que o Alcorão claramente diz "não há compulsão na religião".

3. Se alguém citar ayas violentas do Alcorão, acusa-o de citar ayas fora do seu contexto.

4. Se ele citar ayas inteiras, umas a seguir as outras, demonstrando de forma clara o contexto, insiste que a sua tradução está errada.

5. Se ele mostrar dez traduções distintas, diz que o entendimento correcto só pode ser assimilado se o Alcorão for lido em arábico.

6. Se por acaso ele for bem versado na língua árabe, então insiste que essas ayas não significam o que elas parecem significar uma vez que elas têm um sentido alegórico.

7. Se ele estiver determinado, então diz que tu não entendes essas ayas sem ler as hadith [tradições do profeta] e as siras [biografias].

8. Se ele vier com hadiths e siras selecionadas e justificar o contexto das passagens violentas ao referenciar as violações, furtos, assassínios e genocídios do profeta, então insiste que todas as hadiths e siras são escritos passados de boca em boca, e que só o Alcorão tem toda a verdade.

9. Se ele disser que o Alcorão é um documento feito por mãos humanas e exigir algum tipo de evidência em favor da sua inspiração, mostra-lhe a ciência do Alcorão e o livro escrito pelo Dr. Bucaile confirmando as ciências presentes no nosso livro santo. Podes também dizer que Mahatama Gandhi lia o Alcorão diariamente e falava de modo favorável dele.

10. Se ele disser que Bucaile era pago pelos sauditas e que nem ele nem Ghandi alguma vez mudaram as suas convicções religiosas (e que Bucaile foi confrontado e refutado por muitos peritos), desafia-o a debater islamitas como Zakir Naik.

11. Se esta peste ainda se mantiver por perto, então muda de assunto e encontra problemas nas outras religiões e nos seus livros sagrados.

12. Se ele continuar com as suas críticas ao islão, então usa ataques pessoais e insulta-o chamando de "palhaço judeu", "porco chinês", "cão hindu" ou "homossexual".

13. Se isso não o frustrar, pergunta o quanto é que os Judeus lhe pagam para criticar o islão.

14. Se isso não o demover, então dirige-te à sua mãe e à sua irmã e usa de linguagem obscena.

15. Se ele for realmente teimoso, amaldiçoa-o com expressões como "Vai arder no inferno! Vais-te arrepender no Último Dia. Allah vai-te apanhar no túmulo!" etc etc

16. Se tudo o que foi dito em cima falhar, ameaça-o com violência física e termina o debate anunciando que venceste facilmente porque o Alcorão é a palavra de allah.

17. Se for possível, anuncia o debate num site islamita e certifica-te de dizer que venceste em toda a linha. Tais anúncios produzem resultados fantásticos na fé dos muçulmanos que acompanham os sites maometanos, e nos movimentos de conversão que são levados a cabo nas prisões.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ahmed Deedat vs. Josh McDowell

Se puderem assistir a um debate entre um maometano e um Cristão, vejam este debate. É histórico.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Parlamentar austríaca perdeu a sua imunidade parlamentar pelo crime de dizer o que as tradições islâmicas ensinam.

Será que é possível as pessoas saberem a verdade e, como Deus diz em Romanos 1:21, ignorarem o que eles sabem ser a verdade, e escolher a mentira? A julgar pelo comportamento de alguns líderes europeus, sim.

Uma parlamentar austríaca (Susanne Winter) perdeu a sua imunidade parlamentar pelo crime de dizer o que as tradições islâmicas relatam sobre o "casamento" entre o profeta islâmico Muhammad e Aisha.

Eis o que a tradição diz:

"O Profeta escreveu o (contrato de) casamento com 'Aisha quando ela tinha seis anos, e consumou o casamento quando ela tinha nove anos. Ela ficou com ele durante nove anos (isto é, até a morte dele)." -- Sahih Bukhari, volume 7, book 62, number 88
Para qualquer pessoa normal, o que esta tradição islâmica reporta é um comportamento pedofílico. Menos para os eurábios. Para eles reportar as coisas embaraçosas do islão é o mesmo que "racismo" (qual é a raça dos muçulmanos mesmo?!).
A srª Winter vai ser processada por declarações islamofóbicas, incitamento ao ódio e ofensa a ensinos religiosos.
Desde quando é que dizer a verdade sobre o islão é "incitamento" e "islamofóbico" (seja lá o que isso fôr) ? Será que a mesma lógica será usada quando um não-cristão ofender uma ou outra doutrina Bíblica?
Ela disse num evento político realizado em Graz que, uma vez que ele se casou com uma rapariga de seis anos, de acordo com as normas contemporâneas o profeta islâmico (Muhammad) seria considerado um pedófilo.
Obviamente. Se ele se casou com uma rapariga de 6 anos, então se ele fosse vivo hoje, ele seria posto na cadeia por pedofilia. Será isso um "incitamento ao ódio"?

Exemplos como este são sintomáticos do ser humano. Muitas vezes nós sabemos qual é a verdade, mas por motivos vários, rejeitamo-la por não ser bem aquilo que queremos que seja. A verdade não nos agrada e portanto escolhemos o que sabemos ser mentira.

Em poucas situações da vida humana isso é mais manifesto do que no ateísmo. O ateu sabe que Deus existe, age e opera assumindo coisas que só fazem sentido se Deus existe, no entanto professa "não acreditar que Deus existe". Do mesmo modo que tudo o que os líderes austríacos teriam que fazer (para vêr se o que a Susana Winter disse era verdade ou não) era lêr as tradições islâmicas, o ateu apenas tem que ponderar sobre a complexidade do ser vivo, a ordem e a elegância do universo, e a natureza moral do ser humano para vêr que Deus tem que existir.

No entanto, tal como aos líderes austríaos não lhes interessa mostrar a natureza pedofílica do "profeta" do islão, ao ateu não lhes interessa que Alguém lhes diga como devem ou não viver a sua vida.

Conclusão:

É possível alguém saber a verdade e escolher a mentira no seu lugar? Levando em conta o evento com a srª Winter, e a forma como os ateus vivem a sua vida, a resposta é sim.

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