MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Síria: Muçulmanos massacram família Cristã

Segundo o jornal Zhamanak - citando a agência síria Sham Times - uma família de Arménios Sírios foi morta no distrito Zamalka (Damasco).

Segundo a publicação, a família foi morta pelos militantes do grupo ‘Liua Islam’ em plena estrada. Como resultado, o marido, a esposa, os 3 filhos e a irmã do marido foram assassinados. Alguns residentes confirmaram que as vítimas eram membros da comunidade arménia local. Segundo o jornal, a zona de Zamalka é habitada na sua maioria por Cristãos.

Protestos contra o governo da Síria perduram há já 17 meses. Segundo a ONU, o número total de vítimas do conflito encontra-se perto dos 20,000. Mais de 230,000 pessoas tornaram-se refugiadas e cerca de 3 milhões precisam de assistência humanitária.

As autoridades sírias afirmam que se encontram em oposição ao bem armado grupo de militantes.


* * * * * * *

Como é normal sempre que os maometanos lutam entre si - coisa que fazem desde a morte do seu profeta - quem sofre são os Cristãos que têm o azar de viver entre eles. Não se entende o porquê de matar uma família Cristã num conflito que é contra o regime sírio. Talvez faça parte da estratégia da Irmandade Muçulmana reduzir a influência não-sunita no Síria.

Quem ganha com a queda do regime sírio é mesmo a Irmandade Muçulmana, que já controla o maior país árabe do mundo (Egipto). Se a Irmandade conseguir controlar a Síria, o Líbano pode iniciar a sua luta contra o Hezbollah uma vez que quem financia este grupo terrorista é a Síria (juntamente com o Irão).

domingo, 20 de novembro de 2011

Políticos libaneses discutem a política Síria e lutam durante o debate. Mas lutam mais do que debatem

O grupo terrorista islâmico Hezbollah e os seus políticos pró-Síria estão a ficar um bocado nervosos agora que o regime de Assad perdeu o apoio na região.

As 22 nações que fazem parte do bloco árabe pressionaram o presidente Bashar Assad a remover as tropas de cidades hostis e aceitar o plano de paz.

Claro que isto enervou os súbditos pró-Irão e pró-Síria do Líbano.

Durante a semana passada, durante um debate televisivo, um confronto físico ocorreu entre um político pró-Assad e o antigo legislador anti-Síria Mustafa Alloush.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Clérigo Libanês chama de "lixo" aos palestinos

Segundo o JPost, o mufti do Líbano Sheikh Mohammed Rashid Qabbani foi citado a dizer que os palestinos já não são bem vindos no seu país. Durante a mesma altura ele classificou os palestinos de "lixo" e disse que não tem medo das suas armas.

As declarações de Qabbani foram feitas durante uma reunião que ele levou a cabo no seu escritório (em Beirute) com uma delegação palestina que representava os refugiados e as várias facções palestinas no Líbano. A dada altura da reunião, o mufti, furioso, expulsou os representantes palestinos do seu escritório.

Mais de 400,000 palestinos vivem no Líbano em condições de extrema dificuldade nos campos de refugiados. O encontro foi levado a cabo para se discutir os "assaltos" às terras estatais e as terras "Wakf" do Líbano.

Fomos vossos anfitriões mas já não vos queremos mais.
Acusando os palestinos de "usurpar" as terras Wakf para construir casas, o sheik disse aos visitantes:
Vou defender as terras Wakf mesmo que me custe tudo o que tenho.
As tentativas dos representantes palestinos de o acalmar deixarem o mufti ainda mais furioso. A dada altura ele gritou:
Vocês são lixo! Vocês palestinos nunca serão vitoriosos! Nem a vossa causa. Já não tenho medo das vossas armas.
Fonte

Se um líder religioso Israelita chamasse de "lixo" aos palestinos, ele seria justamente chamado à justiça pelas entidades Judaicas (e provavelmente receberia algum tipo de reprimenda por parte da ONU). Como não foi um Judeu a fazer esta acusação, as organizações mundiais já não se importam.

A visão que este mufti tem dos palestinos não é minoritária no mundo árabe. A verdade é que os árabes não têm paciência nenhuma para com os palestinos e apenas os usam como arma política contra a presença de Israel no Médio Oriente.

Vêr também:

The world's collective amnesia

sábado, 30 de abril de 2011

Muçulmanos Britânicos que defendem Israel

*Fonte*

Esclarecendo alguns pontos.

Nós aqui, na BMFI ("Brittish Muslims For Israel") não acreditamos que o conflito Israelo-Árabe seja uma guerra em torno de terras ou religião, mas sim um conflito de ideias.

Israel, como uma democracia liberal Ocidental, estende direitos iguais sobre todos os seus cidadãos independentemente da confissão religiosa ou da raça. Os muçulmanos possuem mais direitos em Israel do que em qualquer país do Médio Oriente.

Enquanto que o Egipto dispara sobre os refugiados sudaneses que fogem da opressão do seu regime assassino, Israel oferece-lhes casa e abrigo; enquanto que o Líbano nega aos refugiados palestinos o acesso ao sistema de saúde, Israel fornece tratamentos de emergência aos residentes do West Bank e da Faixa de Gaza; enquanto que a Síria mantém os palestinos em campos de refugiados, depois da guerra de 1948, Israel ofereceu a cidadania por completo aos palestinos depois dos estados árabes tentaram destruir Israel e matar os sobreviventes do Holocausto.

Sem dúvida que Israel cometeu algumas más escolhas, mas qual é o país da região que leva a cabo inquéritos para se censurar a si mesmo?

A organização BMFI não só é a favor do Sionismo, mas também é por todos os muçulmanos que reconhecem o direito de existência de Israe, e acreditam que uma solução pacífica pode ser encontrada.

Os grupos como a "Palestinian Solidarity Movement", ou "Viva Palestina", ou "Stop the War" NÃO falam por nós.

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