MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Muçulmanos profanam o Alcorão.

Walid Shoebat

Quando o Pastor Jones foi preso no último 11 de Setembro vitima de acusações criminais e depois de ter rebocado mais de 3,000 cópias do Alcorão para um parque em  Mulberry, o mundo ficou extremamente agitado porque ele tencionava queimá-los a todos. A acusação criminal que ele enfrenta agora é o transporte ilegal de material inflamável - isto é, cerca de 3,000 cópias do Alcorão regadas com querosene prontas para serem queimadas. Jones ficará em liberdade vigiada durante seis meses e está proibido de entrar em Polk County. Isto significa que ele não poderá levar a cabo os seus planos de queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014.

Enquanto os média ocidentais se focam em Jones, fontes obtidas pelo site Shoebat.com revelam que alguns maometanos ficaram fartos do Alcorão e como tal, resolveram deitá-los fora. Desde a Arábia Saudita até ao Paquistão existem vários casos de maometanos a lançar cópias do Alcorão nas lixeiras, e até mesmo nos esgotos locais, tal como acontece no local mais sagrado do islão, a Arábia Saudita.

Durante o ano passado várias cópias do Alcorão foram encontradas nos esgotos locais de Taef, na Arábia Saudita, mas muito poucas agências noticiosas reportaram o incidente. Imaginem a comoção internacional que seria se várias cópias da Bíblia Sagrada (A Palavra de Deus) fossem encontradas nos esgotos locais duma cidade quase 100% Cristã.

A história começou com uma queixa que foi feita quando uma criança encontrou um Alcorão no esgoto local. A polícia Saudita deu início a investigações e encontrou várias cópias do Alcorão cobertas de excremento nos esgotos locais. O governo Saudita teve que retirar largas quantidades de material de esgoto até dar início ao processo de restauro das cópias do Alcorão. No Paquistão o problema foi semelhante visto que uma quantidade enorme de cópias do Alcorão foram encontradas nas lixeiras locais.


Quando um americano decide queimar cópias do Alcorão, o mundo inteiro foca-se nos Estados Unidos, mas quando no mundo islâmico centenas de cópias do Alcorão são misturadas com excremento humano, os média ocidentais nada dizem. Porque será?

Quando um homem decide queimar cópias do Alcorão nos EUA, quase todos os Americanos colocam-se contra ele mas isto não impede os maometanos de apelar à destruição dos EUA. Os maometanos deveriam levar a cabo demonstrações de agradecimento pelo facto de quase todos os Americanos serem contra a queima de cópias do Alcorão.

A hipocrisia islâmica é gritante: aparentemente queimar cópias do Alcorão é pior do que lançar cópias para a lixeira ou para o esgoto. Se calhar tudo depende de quem faça estas  coisas: se for um muçulmano a fazer isto, não há problemas.

O mais engraçado é que muito provavelmente os donos das cópias do Alcorão que foram lançadas nas lixeiras e nos esgotos estariam disponíveis para se manifestar publicamente contra os Americanos se por acaso Jones viesse a queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014, mesmo sendo eles capazes de lançar as SUAS cópias do Alcorão no lixo e no esgoto.

Hipocrisia islâmica: sente-se à distância.


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Porque é que os maometanos comem tanto durante o Ramadão?

Fonte
Há cerca de uma década atrás, quando eu era estudante universitário a tirar cursos sobre o islão, o meu professor (que era maometano) disse-me que os maometanos consumiam muito mais comida durante o Ramadão do que durante o resto do ano. 

Para quem olha de fora isto é profundamente estranho uma vez que um dos propósitos do jejum é privar-se deliberadamente de necessidades físicas básicas (tipicamente como forma de se focar em assuntos espirituais). 

Comer de forma voraz antes do amanhecer e depois do pôr-do-sol dificilmente parece ser uma busca espiritual. Levemos em consideração alguns dados em torno do consumo de comida durante Ramadão recolhidos na Tunísia:. 

Ahmed Methlouthi (director da unidade de comunicação do "National Consumer Institute" - INC) afirmou à agência noticiosa TAP que o consumo de produtos alimentares aumenta exponencialmente durante o mês sagrado do Ramadão.


Porque é que os maometanos comem mais durante o mês do jejum? Para quê usar uma máscara de piedade? A meu ver, a resposta encontra-se bem no cerne do islão.

O islão não torna as pessoas mais santas ou espirituais. Em vez disso, o islão dá às pessoas um enquadramento religioso para eles levarem a cabo os seus desejos até aos extremos mais perversos.
  • Se um não-maometano vai a alguns bares e tem relações sexuais com 10 mulheres no mesmo dia, o islão condena esse homem como um fornicador. Mas se este mesmo homem se converter ao islão, casar com 4 mulheres e tomar para si escravas sexuais numa batalha, ele está a agir de forma piedosa aos olhos de Alá, o deus árabe (mesmo que ele tenha relações sexuais com 10 escravas no mesmo dia).

  • Semelhantemente, se um homem contrata uma prostituta e tem relações sexuais com ela, segundo o islão, ele terá agido de forma pecaminosa. Mas se o mesmo homem se converte ao islão, e leva a cabo um "casamento temporário" (práctica conhecida como "nikah al muta), ele pode contratar a mesma prostituta pela mesma soma de dinheiro, ter relações sexuais com ela, e mandá-la embora depois do finalizado o "casamento temporário". Aos olhos da comunidade maometana (especialmente aos olhos dos Shiitas) ele não terá feita nada de mal.

  • Se um psicopata leva a cabo uma série de assassinatos, matando homens mulheres e crianças, segundo o islão certamente que ele irá para o inferno - a menos que, obviamente, ele esteja a matar homens mulheres e crianças num ataque terrorista para a honra de Alá ; nesse caso, em vez de ir para o inferno, ele ganhará um bilhete só de ida para o "paraíso" islâmico.
Segundo as fontes islâmicas, as tribos de Meca eram violentas, sensuais e gulosas. Maomé não alterou este comportamento quando os forçou a converter à sua nova religião ; em vez disso, ele deu um selo de aprovação divina ao comportamento violento, lascivo e guloso das tribos.

É precisamente por isso que os maometanos consomem mais comida precisamente no mês do ano onde deveriam consumir menos comida.
Jejuando por Alá

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A hipocrisia de Evin Cetin

O Partido Social Democrata Sueco (PSDS) é um partido esquerdista desse país. Um dos membros do mesmo é uma jovem mulher com ascendência curda chamada Evin Cetin.

Evin Cetin não gosta dos rivais Democratas Suecos (DS), o partido dos nacionalistas Suecos. Devido a isso, vestida com indumentária tradicional Sueca, ela alegou que ela era "mais Sueca" do que os DS porque ela "ama todos os Suecos":
"Para mim, ser Sueco gira em torno da tolerância, da abertura e em torno da ajuda que se dá às pessoas como forma delas terem uma chance para construir uma boa vida," diz ela ao The Local, acrescentando que esta é a ideologia política que ela tenciona levar para Bruxelas, se for eleita.

"Usar um vestido tradicional Sueco no dia dos Democratas Suecos enviava uma mensagem bem clara de que nós não devemos entregar o conceito do que é ser Sueco a forças que são contra a Suécia", disse ela.

"Os Democratas Suecos são hostis à Suécia."

Cetin disse que se considera mais Sueca do que os Democratas Suecos porque ela ama 9 milhões de Suecos, enquanto que o partido só ama 5 milhões.

"Eles só amam alguns Suecos. Eu amo-os a todos."
Mas eis aqui a parte interessante da história. Evin Cetin causou alguma controvérsia durante o ano passado quando fez uma viagem ao Médio Oriente e foi fotografada a dançar com membros do "Kurdistan’s Free Life Party" (PJAK)


Portanto, por um lado Evin Cetim quer definir o que é ser Sueco para fora da realidade ao alegar que a identidade Sueca baseia-se em nada mais do que a "tolerância" e a "atitude de ajudar os outros". Mas por outro lado, ela apoio a luta armada em prol dum país próprio para o seu grupo étnico - os Curdos.

A Evin Cetin não ama todos os Suecos. Se ela amasse os Suecos, ela desejaria para eles o que ela quer para si, nomeadamente, o bem de poder viver dentro dum país etnicamente homogéneo. A sua atitude de definir os Suecos para fora de existência como um povo distinto do mundo é um acto de agressão e não um acto de amor.

Fonte
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