MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 15 de maio de 2014

A previsível submissão da Europa pós-Cristã ao islamismo

Quase 200 filiais da empresa Subway eliminaram o presunto e o bacon dos seus menus (servindo no seu lugar comida halal) em resposta ao apelos dos seus clientes maometanos. A empresa de sandwiches afirmou que "depois de uma forte exigência por parte dos nossos clientes muçulmanos", 185 outlets do Reino Unido e da Irlanda introduziram carne halal, que é preparada segundo os rigorosos rituais islâmicos.


Em arábico "halal" significa "permitido" ou "legal", e define tudo o que é permitdo ou legal segundo a doutrina islâmica. Essa expressão é frequentemente usada para indicar comida - particularmente carne - que foi preparada de acordo com os princípios e as técnicas maometanas.

Os maometanos estão proibidos de comer qualquer tipo de carne não-halal (bem como carne de porco), e a Subway disse que os seus clientes podem identificar as lojas que vendem comida halal pelo sinal especial "Toda a carne é halal", que tem que ser exibido em filias associadas. Em filiais que só vendem carne halal o presunto e o bacon foi substituído pelo presunto e pelas fatias de peru.

Muitas organizações que lutam pelos "direitos dos animais" condenam a matança halal como sendo cruel para os animais. Tradicionalmente, em matadouros halal, os pescoços dos animais são cortados enquanto os animais estão totalmente conscientes, uma práctica que os activistas dos "direitos dos animais" qualificam de "desumana" e desnecessariamente cruel. Em matadouros não-halal, como forma de impedir qualquer tipo de sofrimento desnecessário, os animais são atordoados antes de serem mortos.

Alguns talhos halal practicam algum tipo de atordoamento dos animais, embora isso não seja permitido por parte de alguns eruditos maometanos.

Na Grã-Bretanha matar um animal sem o atordoar previamente é ilegal, mas a lei dá uma isenção especial aos produtores de carne maometanos e judeus com base nas suas religiões. Crê-se que existam cerca de 12 matadouros por todo o Reino Unido dedicados a matança de animais sem os atordoar previamente, ao mesmo tempo que centenas de outros matadouros practicam a matança halal depois de atordoar os animais.

Uma porta-voz da Subway disse ao MailOnline que toda a carne halal servida nas filiais envolvidas vem de animais que foram previamente atordoados antes de serem mortos:

A crescente popularidade da cadeia Subway juntamente com a população diversificade multicultural do Reino Unido e da Irlanda significa que temos que balancear os valores das imensas comunidades religiosas comm o propósito geral de aumentar os padrôes de saúde e e bem-estar dos animais.



"Rigoroso ritual islâmico"

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Colonialismo gastronómico na Noruega

Ministra da Agricultura da Noruega apelou às prisões, aos hospitais e às creches que servissem mais carne de porco, alegando que essa carne está a ser retirada do menu como forma de evitar ofender os maometanos. Sylvi Listhaug, que pertence ao partido de direita Partido do Progresso, afirmou:
Não podemos parar de servir carne de porco só porque os muçulmanos se mudaram para aqui. 
As pessoas responsáveis pela comida nas instituições públicas devem colocar o porco no menu, e garantirem que aqueles que não comem carne de porco possam comer outra coisa qualquer.
Bjorn-Ole Juul-Hansen, Director-Gestor da associação da indústria da carne, afirmou à NRK que as instituições públicas no país estão a servir menos carne de porco, embora não tenha disponibilizado qualquer tipo de estatística para sustentar a sua alegação. 
Os nossos membros sentem que muitas instituições públicas, creches e departamentos alimentares municipais normalmente escolhem retirar o porco da lista segundo o interesse duma pequena minoria.
Willy Haugen, que controla a restauração dentro da prisão de Oslo, disse que ele só pontualmente serve carne de porco.
Existem motivos prácticos por trás de redução da presença do porco nos menus. 
* * * * * * *
Esses "motivos prácticos" têm nomes: "servidão", "colonialismo" e "dhimitude". Os Noruegueses estão a ver a sua cultura a ser pervertida mas, com algumas excepções, não parecem muito preocupados com isso. Esses podem ser os sinais óbvios do fim duma cultura e a sua substituição por outra dominante (islamismo).

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Porque é que os maometanos comem tanto durante o Ramadão?

Fonte
Há cerca de uma década atrás, quando eu era estudante universitário a tirar cursos sobre o islão, o meu professor (que era maometano) disse-me que os maometanos consumiam muito mais comida durante o Ramadão do que durante o resto do ano. 

Para quem olha de fora isto é profundamente estranho uma vez que um dos propósitos do jejum é privar-se deliberadamente de necessidades físicas básicas (tipicamente como forma de se focar em assuntos espirituais). 

Comer de forma voraz antes do amanhecer e depois do pôr-do-sol dificilmente parece ser uma busca espiritual. Levemos em consideração alguns dados em torno do consumo de comida durante Ramadão recolhidos na Tunísia:. 

Ahmed Methlouthi (director da unidade de comunicação do "National Consumer Institute" - INC) afirmou à agência noticiosa TAP que o consumo de produtos alimentares aumenta exponencialmente durante o mês sagrado do Ramadão.


Porque é que os maometanos comem mais durante o mês do jejum? Para quê usar uma máscara de piedade? A meu ver, a resposta encontra-se bem no cerne do islão.

O islão não torna as pessoas mais santas ou espirituais. Em vez disso, o islão dá às pessoas um enquadramento religioso para eles levarem a cabo os seus desejos até aos extremos mais perversos.
  • Se um não-maometano vai a alguns bares e tem relações sexuais com 10 mulheres no mesmo dia, o islão condena esse homem como um fornicador. Mas se este mesmo homem se converter ao islão, casar com 4 mulheres e tomar para si escravas sexuais numa batalha, ele está a agir de forma piedosa aos olhos de Alá, o deus árabe (mesmo que ele tenha relações sexuais com 10 escravas no mesmo dia).

  • Semelhantemente, se um homem contrata uma prostituta e tem relações sexuais com ela, segundo o islão, ele terá agido de forma pecaminosa. Mas se o mesmo homem se converte ao islão, e leva a cabo um "casamento temporário" (práctica conhecida como "nikah al muta), ele pode contratar a mesma prostituta pela mesma soma de dinheiro, ter relações sexuais com ela, e mandá-la embora depois do finalizado o "casamento temporário". Aos olhos da comunidade maometana (especialmente aos olhos dos Shiitas) ele não terá feita nada de mal.

  • Se um psicopata leva a cabo uma série de assassinatos, matando homens mulheres e crianças, segundo o islão certamente que ele irá para o inferno - a menos que, obviamente, ele esteja a matar homens mulheres e crianças num ataque terrorista para a honra de Alá ; nesse caso, em vez de ir para o inferno, ele ganhará um bilhete só de ida para o "paraíso" islâmico.
Segundo as fontes islâmicas, as tribos de Meca eram violentas, sensuais e gulosas. Maomé não alterou este comportamento quando os forçou a converter à sua nova religião ; em vez disso, ele deu um selo de aprovação divina ao comportamento violento, lascivo e guloso das tribos.

É precisamente por isso que os maometanos consomem mais comida precisamente no mês do ano onde deveriam consumir menos comida.
Jejuando por Alá
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