MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Hadith. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hadith. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 9 de setembro de 2014

O criminoso da Arábia e o seu amigo imaginário.

O alegado Deus do Universo tem que ser Moralmente Perfeito, e os Seus representantes terrenos têm que possuir integridade moral. Devido a isso, Alá alega isso mesmo sobre Maomé no Alcorão. Se isto é verdade, e se Maomé era moralmente íntegro, então as hadiths iriam delinear isso mesmo.

Se há alguma coisa dita no Alcorão, ou se há alguma característica ou traço de personalidade descrita nas hadiths que estão longe do comportamento de alguém moralmente perfeito, então isso nega o Alcorão como sendo a Palavra de Deus, e nega também as alegações de Maomé de ser um profeta de Deus.

Dito de outra forma, se algumas das palavras ou acções de Maomé revelam-no a propagar 1) o ódio injustificado contra os não-maometanos, 2) a degradação e denigração injustificada das mulheres ou de outro ser humano, 3) actos de violência injustificados, 4) actos injustificados de liderar, ordenar ou planear guerras, 5) assassinatos, massacres, violações, escravatura, pilhagem, abuso sexual de menores, escravatura sexual, apedrejamento, tortura em nome de Deus, então Maomé não é profeta de Deus mas uma fraude.

Alá leva Maomé a executar actos criminosos
É suposto Deus ter criado o homem à Sua Imagem, mas no que toca a Maomé, parece que ele transformou o deus árabe pagão, Alá, e fê-lo à sua imagem - chegando a dar a Alá as suas características, a sua personalidade, os seus desejos e as suas ambições. Quer fosse o desejo de Maomé ter abusar sexualmente de pequenas raparigas, ou tomar posse das propriedades de outras pessoas, ou fosse a sua ambição de obter mais poder e domínio, Maomé tinha sempre Alá para lhe facilitar a realização desses desejos e dessas ambições.
Pedofilia e Violação
Maomé tinha o desejo de abusar sexualmente da pequena Aisha, filha do seu discípulo mais próximo e seu amigo Abu Bakr; ela só tinha seis anos por essa altura. Para realizar os seus desejos, primeiro Alá deu um sonho a Maomé onde ele via Aisha envolvida em seda, dizendo a Maomé que ela seria sua esposa: 

O profeta disse-lhe: "Foste-me mostrada duas vezes em sonhos. Vi-te vestida com um pedaço de seda e alguém [no sonho] me disse: 'Esta é a tua mulher'. Quando  eu me apercebi de quem era a imagem, vi que eras tu. Eu disse, 'Se isto vem da parte de Alá, então certamente que se realizará". - Bukhari 5:58:235
Depois disto, Alá deu a Maomé, no Alcorão, mais uma autorização para molestar e violar raparigas pequenas, afirmando que era perfeitamente legal (halal) casar com uma criança pré-púbere que aguardava a sua primeira menstruação (65:4):
Quanto àquelas, das vossas mulheres, que tiverem chegado à menopausa, se tiverdes dúvida quanto a isso, o seu período prescrito será de três meses; o mesmo se diga, com respeito àquelas que ainda não tiverem chegado a tal condição; e, quanto às grávidas, o seu período estará terminado quando derem à luz. Mas, a quem temer a Alá, Ele lhe aplainará o assunto. Alcorão 65:4

Maomé, o exterminador
Depois de imigrar para Medina, que era então uma cidade judaica, Maomé ficou cara a cara com os Judeus, as únicas pessoas de Arábia bem versadas na doutrinas religiosas Abraâmicas. Inicialmente, Maomé tentou impressioná-los e atraí-los para a sua religião, mas em vez disso, o que aconteceu foi que eles tornaram-se em pessoas que facilmente poderiam expôr as falsidades da "revelações" Alcorânicas. Isto era um problema com o qual Maomé não se tinha ainda deparado com mais ninguém na Arábia, e algo que poderia potencialmente demonstrar como o seu Alcorão era uma fraude, e destruir a sua missão religiosa.

Devido a isto, Maomé queria eliminar os Judeus da face da terra, mas como estes tiveram ao seu lado o apoio dum poderoso líder de Medina - Abdullah ibn Obayyi - Maomé teve que se contentar em exilar os Judeus de Banu Qainuqa em 624 e Banu Nadir em 625.

Por volta de 627, quando Maomé atacou os Banu Quraiza, Abdullah havia visto o seu poder enfraquecido, e Maomé pôde, então, ignorar a sua oposição e exterminar os Judeus, algo que ele já tencionava fazer há mais de 3 anos. Eis a forma como Alá o guiou a exterminar a tribo Judaica, tal como descrito em Bukhari 5:59:448:
 
Depois disto, o apóstolo de Alá dirigiu-se a eles (i.e. Banu Quraiza) (i.e. sitiou-os). Eles renderam-se ao julgamento do profeta (incondicionalmente depois de 25 dias de resistência feroz) mas ele dirigiu-os para o julgamento de Sad (aliado de Maomé) para que este desse o seu julgamento em relação a eles.
Sad disse: "Dou o meu julgamento de que os seus guerreiros sejam mortos, as suas mulheres e crianças levadas como cativos, e as suas propriedades distribuídas".
O "profeta" disse:
Julgaste de acordo com o julgamento do Rei (Alá) ~ Bukhari 5:447
A sentença levou à decapitação de mais de 600 homens e rapazes púberes, bem como à escravatura das mulheres e das crianças. Ibn Ishaq afirma que o número pode ter chegado aos 800-900 (p. 464).
Durante o massacre, Maomé deparou-se com um problema: de que forma é que ele iria separar os rapazes Judeus que ele queria vender para escravatura daqueles que ele queria matar? O "profeta" pensou numa solução engenhosa: ordenou que os jihadistas baixassem as calças dos jovens, e aqueles que já tinham pêlos púbicos em torno dos seus genitais foram separados daqueles que não tinham. Os remanescentes foram mantidos como escravos e vendidos nos mercados:
Narrado por Atiyyah al-Qurazi:
Eu encontrava-me entre os cativos de Banu Qurayzah. Eles (os Companheiros) examinaram-nos, e aqueles que já tinham começado a ter pêlos (púbicos) foram mortos, e aqueles que não tinham foram mantidos vivos. Eu encontrava-me entre aqueles que não tinham ainda desenvolvido pêlos. ~ Abu Dawood 38:4390
Depois disto, Maomé recebeu mais uma revelação que dava sanção "divina" à matança de Judeus:
 
Vós não os aniquilastes, (ó muçulmanos)! Foi Alá quem os aniquilou; e apesar de seres tu (ó Mensageiro) quem lançou (areia), o efeito foi causado por Alá. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo. ~ Alcorão 8:17
Não é dado a profeta algum fazer cativos, antes de lhes haver subjugado inteiramente a região. Vós (fiéis), ambicionais o fútil da vida terrena; em troca,Alá quer para vós a bem-aventurança do outro mundo, porque Alá é Poderoso, Prudentíssimo. ~ Alcorão 8:67
Maomé, o primeiro terrorista islâmico

Eis aqui a forma como Alá inspirou o seu apóstolo a levar a cabo actividades terroristas:

O apóstolo de Alá disse: 'Fui feito vitorioso através do terror" ~ Bukhari 4:52:220
Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Alá e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Alá bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alá, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados. ~ Alcorão 8:60
Maomé e o seu terrorismo suicida

O exemplo de Maomé como inspiração para o terrorismo:

Bukhari (52:54) – O apóstolo disse: 'Gostaria de ser martirizado pela Causa de Alá, e depois ser ressuscitado e ser martirizado, e ser mais uma vez ressuscitado e martirizado, e ressuscitado outra vez e martirizado mais uma vez.'
Muslim (20:4678) – Durante a batalha de Uhud, Maomé estava tão desesperado para empurrar os homens para a batalha que lhes prometeu o paraíso se por acaso eles se martirizassem. Isto levou a que um jovem, que se encontrava a comer tâmaras, as atirasse para longe e a lutasse até à sua morte.
Muslim (20:4655) – Um homem perguntou a Maomé "Quem é o melhor dos homens?" Maomé respondeu-lhe que é o homem que está sempre pronto para a guerra e voa em sua direcção, 'buscando a morte em lugares onde ela pode ser esperada'.
Muslim (20:4681) - Certamente que as portas do Paraíso encontram-se à sombra das espadas.
Sem surpresa alguma, Alá inspirou Maomé e os muçulmanos e levar a cabo terrorismo suicida:

Que combatam pela causa de Alá aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Alá quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa. ~ Alcorão 4:74
Maomé o decapitador
Maomé levou a cabo (pessoalmente) duas decapitações de 2 chefes Judeus de Banu Qurayza:
Eles renderam-se e o apóstolo confinou-os a Medina, no bairro d. al-Harith (uma mulher de B. al-Najjar). Depois disto, o apóstolo dirigou-se ao mercado de Medina (que ainda é um mercado até aos dias de hoje) e cavou trincheiras por lá.
Depois mandou vir os dois e cortou as suas cabeças sobre essas trincheiras à medida que eles eram trazidos até ele em lotes. ~ Ibn Ishaq, The Life of Muhammad, p. 464
Mais uma vez, Alá veio em auxílio do seu profeta como forma de inspirar as decapitações de Maomé:
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! ~ Alcorão 8:12
Abuso sexual das escravas

Em Khaybar, Maomé tomou Safiya como saque e como sua escrava sexual. Segundo Bukhari (2:14:5:68, p. 35; 4:52:74:143, p. 92; 4:52:168:280, p. 175), e Tabari (39:185), Safiya bint Huyayy era uma cativa de Maomé com quem ele se casou depois de matar o seu pai, irmão, marido e todos os homens da sua comunidade judaica de Khaybar. 
Os jihadistas de Maomé não só abusaram sexualmente as mulheres que capturaram durante os seus raids, como receberam permissão da parte dele para levarem a cabo coitus interruptus [algo condenado pelo Deus da Bíblia] enquanto as violavam; isto foi feito como forma de preservar o seu valor aquando da sua venda.
Narrado por AbuSa'id al-Khudri:
Um homem disse: 'Apóstolo de Alá, tenho uma rapariga-escrava e eu retiro o pénis de dentro dela (enquanto tenho relações sexuais), e não gosto da ideia dela ficar grávida. Tenciono (através do acto sexual) o mesmo que os homens tencionam com ele.
Os Judeus dizem que retirar o pénis (azl) é enterrar raparigas vivas em pequena escala.' Ele (o apóstolo) disse: 'Os Judeus disseram uma mentira. Se Alá tenciona criar, tu não podes voltar as costas a isso'. ~ Abu Dawud 11:2166; ver também Bukhari 34:432
Alá "inspirou" o verso que se segue, permitindo que Maomé e os muçulmanos tivessem escravas e pudessem abusar delas sexualmente se assim quisessem:
Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser eqüitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças. ~ Alcorão 4:3
Os jihadistas de Maomé tinham reservas em abusar sexualmente das mulheres cativas em frente aos seus maridos, e como tal, Alá "revelou" o verso que se segue, tornando essa práctica halal:
Abu Sa'id al-Khudri disse: O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar para Awtas durante a ocasião da batalha de Hunain. Eles encontraram o seu inimigo e lutaram contra eles.
Depois de os terem derrotado, tomaram para si cativas de guerra. Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus maridos, que eram descrentes. Devido a isso, Alá enviou o versículo Alcorânico (Alcorão 4:24) : "Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." ~Abu Dawud 5:711:2150
Castigos torturadores
Maomé legalizou também o corte das mãos dos ladrões:
Narrado por 'Aisha: O profeta disse: 'A mão deve ser cortada por motivos de furto de algo que valha mais do que um quarto dum Dinar, ou mais"~ Bukhari 8:81:780
E Alá vem dar sanção "divina" a esta práctica horrível:
Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão, como castigo de tudo quanto tenham cometido; é um exemplo, que emana de Deus, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo. - Alcorão 5:38
Torturas macabras por parte de Maomé

Maomé ordenou que os pés e as mãos de ladrões fossem cortados, os olhos queimados, e que eles fossem deixados para morrer uma morte horrenda:

Narrado por Abu Qilaba: Anas disse, "Algumas pessoas da tribo de 'Ukl ou 'Uraina vieram até Medina e o tempo local não lhes fez bem. Devido a isto, o profeta ordenou-lhes que fossem até à manada de camelos (em Milch) e bebessem o seu leite e a sua urina (como medicamento).
Então eles foram tal como lhes foi indicado, e depois de terem recuperado a sua saúde, mataram os pastores do profeta e fugiram com os camelos. A notícia chegou aos ouvidos do profeta pela manhã e ele enviou homens na sua perseguição; os homens capturaram os ladrões e trouxeram-nos até ao profeta por volta do meio-dia.
Ele ordenou que as suas mãos e os seus pés fossem cortados (o que foi feito), e que os seus olhos fossem marcados com pedaços de ferro quente.
Eles foram colocados em 'Al-Harra' e quando pediram por água, nenhuma água lhes foi dada. Abu Qilaba disse: "Estas pessoas haviam cometido roubo e assassinato, haviam-se tornado infiéis e haviam lutado contra Alá e o seu apóstolo" ~ Bukhari 1:234
 Alá dá permissão "divina" aos castigos horríveis e torturantes de Maomé:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. ~ Alcorão 5:33
Conclusão:

Listada em cima está uma pequena amosta das acções horríveis de Maomé, bem como dos seus castigos hediondos. E sempre que isso acontece, Alá, o deus da imaginação de Maomé, envia um verso, dando sanção divina às acções e castigos horrendos levados a cabo por Maomé. 

Qualquer pessoa com uma pequena porção de matéria cinzenta na sua cabeça não terá dificuldade em discernir que Maomé era um líder criminoso e mafioso na Península Árabe, e que ele criou Alá a partir da sua imaginação - que lhe deu aprovação divina a todas as suas más acções.

Fonte: http://bit.ly/Z1QG2k.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O mito da preservação do Alcorão


Terminei há pouco tempo um novo folheto que os Cristãos podem oferecer aos seus amigos maometanos sobre a preservação do Alcorão e enquanto o escrevia, levei em consideração a hadith familiar que se segue:
Abu Harb b. Abu al-Aswad reportou, segundo a autoridade do seu pai, que Abu Musa al-Ash'ari enviou recitadores do Alcorão para Basra. Eles vieram até ele e  eram 300 em número. Eles recitaram o Alcorão e então ele disse: 
Vocês são os melhores entre os habitantes de Basra visto que entre eles, vocês são os recitadores. Portanto, continuem a recitar. (Mas tomem atenção para) que a vossa recitação não endureça os vossos corações tal como foram endurecidos os corações daqueles que vieram antes de vocês. Nós tinhamos o hábito de recitar o que parecia, em duração e severidade, a (Surah) Bara'at (surah 9). No entanto, eu já me esqueci disso com a excepção desta parte que me lembro: "Se existissem dois vales cheios de riquezas para o filho de Adão, ele ansiaria por um terceiro vale, e nada encheria o estômago do filho de Adão senão o pó." 
E eu tinha o hábito de recitar uma surah que tinha a aparência de uma das surahs de Musabbihat, mas já me esqueci, embora me lembre desta parte: "Ó povo que acredita, porque é que vocês afirmam aquilo que vocês não practicam?" (LXI 2) e "que está gravado nos vossos pescoços como testemunho (contra vocês) e vocês serão questionados sobre isso no Dia da Ressurreição" (XVII 13) (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2286)
Esta hadith menciona suras que haviam sido recitadas mas que já não faziam parte do Alcorão. No entanto, o que eu não tinha reparado eram as hadiths que se encontravam perto da hadith citada em cima:
Anas b. Malik reportou: Ouvi o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar isto, mas não sei se isto foi revelado a ele ou não, mas ele afirmou-o. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2283) 
Ibn Abbas reportou o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar: Se para o filho de Adão existisse um vale cheio de riquezas, ele ansiaria por possuir um outro tal como esse, e o filho de Adão não se sente satisfeito senão com o pó. 1413 E Alá retorna para ele quem retorna (para ele). 1414 Ibn Abbas disse: Não sei se isto é do Alcorão ou não; e na narração transmitida por Zuhair foi dito: Não sei se é do Alcorão ou não, e não mencionou Ibn Abbas. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2285)
Uma coisa que me saltou logo à vista foi a forma aberta como grandes companheiros de Maomé - tais como Anas b. Malik e Ibn Abbas - afirmaram não saber se o que eles afirmavam fazia ou não parte do Alcorão.

Estas hadiths confirmam outras hadiths que afirmam que o Alcorão foi recolhido de várias fontes, refutando o mito islâmico contemporâneo de que os companheiros de Maomé tinham o Alcorão "totalmente memorizado" e que tudo o que foi preciso fazer foi escreve-lo. Na realidade dos factos, o Alcorão é uma péssima junção de mitos pagãos, fábulas Cristãs, e mitologia talmudica.

Que pena que milhões de seres humanos criados à Imagem de Deus tenham dado a sua alma a seguir um livro claramente fraudulento.
--------------------------------------

terça-feira, 27 de maio de 2014

Psicólogo diz que "o islão cria monstros"

Por Rebecca Savastio

O psicólogo dinamarquês Nicolai Sennels, perito em trabalhar junto dos jovens delinquentes maometanos, escreveu um livro intitulado "Among Criminal Muslims - A Psychologist’s Experience from the Copenhagen Municipality", e numa dissertação escrita em apoio ao livro, ele alega que "o islão cria monstros". Um recente estudo Alemão confirma a declaração de Sennels e revela que os maometanos mais devotos eram mais susceptíveis de enveredar pela violência do que os participantes não-maometanos que fizeram parte do mesmo estudo.

Sennels afirma que o islão é diferente das outras religiões visto que a forma como esta fé é ensinada faz uma lavagem cerebral aos jovens através de mensagens violentas. Sennels alega que os pais muçulmanos infligem violência de forma repetida sobre os filhos ao mesmo tempo que entregam uma ideologia religiosa. Ele afirma que este comportamento faz com que os extremistas maometanos sejam muito mais violentos que os extremistas de outras confissões religiosas.

A lavagem cerebral, termo usado por Sennels, começa cedo na vida da criança e as mensagens religiosas são repetidas de modo vigoroso ao mesmo tempo que é exercida uma forte dose de disciplina física. Sennels alega que é esta combinação de dor e reforço que cria os "monstros" islâmicos, que posteriormente se sentem justificados em torturar e matar pessoas inocentes.

Sennels ressalva que os pais maometanos querem indoutrinar as suas crianças com a religião o mais cedo possível de modo a que as crianças permaneçam muçulmanas e não busquem outra fé - dentro da lei sharia, voltar as costas ao islão (apostasia) é motivo para execução.

Ele prossegue ressalvando que a cultura muçulmana está bem atrasada no que toca o "entendimento do desenvolvimento humano," e que, portanto, as técnicas que os Ocidentais qualificariam de abuso de menores encontra-se bem embutida e normalizada entre os pais muçulmanos, e são consideradas estratégias correctas de educação de crianças.

Sennels afirma que dentro da cultura maometana a noção de "crítica construtiva" não existe, e qualquer crítica a identidade muçulmana irá resultar em raiva extrema e, muito provavelmente, em violência física. O próprio Alcorão, diz Sennels, não dá espaço para a ideia de tolerância, e apela aos maometanos para se separarem dos não-maometanos e olharem para eles como inferiores. Isto, por sua vez, gera ódio, alega Sennels:

O cocktail cultural e psicológico de raiva, baixa auto-estima, mentalidade de vítima, disponibilidade para ser cegamente liderado por figuras autoritárias externas, e uma visão agressiva e discriminatória dos não-maometanos, forçada sobre os maometanos através da dor, intimidação e repetições entorpecentes do Alcorão, é o motivo que leva o islão a criar monstros.

As suas declarações geraram uma enorme controvérsia, mas um estudo Alemão de dimensões consideráveis, envolvendo 45,000 adolescentes, parece confirmar as alegações de Sennels. Nesse estudo foi encontrada uma conexão directa entre o nível religioso dos maometanos e a disponibilidade para participar em actos violentos.

O que é de  particular importância é o facto dos autores do estudo Alemão terem dado início ao projecto esperando que o mesmo confirmasse exactamente o contrário daquilo que foi apurado. Christian Pfeiffer, cientista que trabalha para o "Criminal Research Institute" na Saxónia, disse que tem estado activo em iniciativas que são contra  campanhas que visam denegrir os muçulmanos e outros estrangeiros, mas que ele ficou desiludido com os resultados do estudo.

Os estudos e as opiniões dos peritos tais como os psicólogos que mostram uma correlação entre o islão e a violência são amplamente criticados pelos apoiantes do islão, e são descritos como "islamofóbicos", independente da validade científica das alegações.

Os apoiantes do islão afirmam que o islão é uma religião pacífica, não mais susceptível de gerar comportamento violento que as outras religiões. Num artigo emitido pela Universidade de Notre Dame, o autor Rashied Omar afirma que o islão não tem como propósito ser uma religião pacifista e que as definições simplistas da fé são redutivas. Omar afirma no entanto que, apesar do islão não ter como propósito ser uma tradiçãi pacifista, "a história do islão certamente que não tem testemunhado a maior violência que aquela que é encontrada noutras tradições."

Numa entrevista dada a NPR, o professor de estudos islâmicos Waleed El-Ansary declarou que o Alcorão proíbe a matança de pessoas inocentes e estabelece distinções claras entre a jihad e o terrorismo. A jihad, diz Ansary, é considerada uma guerra legal com parâmetros e regras, enquanto que o terrorismo é condenado pelo Alcorão.

O erudito muçulmano Anas Hlayhel, um imã dedicado a erradicar o terrorismo a islamofobia, declara que o Alcorão ordena a paz para aqueles que "têm inclinação para a paz", e proíbe qualquer tipo de violência contra civis inocentes.

O psicólogo Nicolai Sennels afirma que o islão gera monstros, declaração que fortaleceu o furioso debate em torno da conexão entre o islão e a violência. Este é certamente que não mostra qualquer tipo de evidência de abrandar, e um que muitos sentem que necessita de estudos científicos adicionais.

* * * * * * *

Como é normal, os apologistas do islão dependem da ignorância alheia para propagar as suas mentiras.

Rashied Omar afirma que o islão é tão capaz de gerar comportamento violento tal como qualquer outra religião, mas isto é falso. Um site alega que cerca de metade dos sites mundiais que promovem o terrorismo são sites islâmicos. Se levarmos em conta que os maometanos são cerca de 1/5 da população mundial, então temos o facto de 1/5 da população mundial causar/promover 1/2 do terrorismo no mundo inteiro. Se a isto levarmos em conta também que só uma fracção de muçulmanos é que promove a violência, veremos que a estimativa de 1/5 a causar a violência no mundo pode diminuir para 1/10 ou 1/20 ou 1/40. Ou seja, uma pequena minoria do mundo promove metade do terrorismo mundial.

Outra alegação (feita por El-Ansary) é que "o Alcorão proíbe a matança de pessoas inocentes". O que ele não diz é que dentro da teologia islâmica, só os maomeanos é que são "inocentes"; todo o resto do mundo é "culpado" por não adorar Alá, o deus dos muçulmanos. Portanto, quando um maometano diz que o Alcorão proíbe a matança de inocentes, o que ele quer dizer é que o Alcorão proíbe a matança de MUÇULMANOS inocentes.


Anas Hlayhel diz que o islão ordena a paz para aqueles que "têm inclinação para a paz". O que ele não diz que é quem define o que é "inclinação para a paz" são as mesmas pessoas que agem de forma violenta contra quem lhes resiste. Por exemplo, se um grupo islâmico invadir uma povoação Cristã e os Cristãos ofereceram resistência, de acordo com a teologia islâmica, este grupo de Cristãos não tem "inclinação para a paz"; eles só teriam essa tal "inclinação para a paz" se aceitassem, de bom grado, a invasão islâmica. 

Por fim, não é de estranhar que o islão gere aquilo que Nicolai Sennels qualificou de "monstros". Se levarmos em conta o facto do fundador da religião islâmica ter tido tendências suicídas e ter sido enfeitiçado, não é de estranhar que as pessoas que o tentam imitar revelem algum tipo de comportamento fora do normal.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Os versos perdidos do Alcorão

Quase todos os maometanos do mundo dirão que o Alcorão foi preservado de um forma perfeita (e milagrosa) desde o momento da sua "revelação" até aos dias de hoje. A maior dificuldade com esta alegação é que as fontes islâmicas estão cheias de histórias em torno da forma como o Alcorão foi alterado (sem falar nas histórias do desentendimento dos companheiros de Maomé em torno dos capítulos que supostamente deveriam estar no Alcorão, histórias de Uthman a queimar manuscritos como forma de encobrir as diferenças textuais, etc). Então porque é que os maometanos concluem que o Alcorão foi preservado de forma perfeita quando as suas fontes dizem exactamente o contrário?

A resposta a este dilema encontra-se na metodologia islâmica. Essencialmente, o "método" islâmico para a análise da preservação textual do Alcorão é este:

(1) Concluir, antes de analisar as evidências, que o Alcorão foi perfeitamente preservado.
(2) Rejeitar todas as evidências que demonstram que o Alcorão foi alterado.
(3) Depois de rejeitar todas as evidências de que o Alcorão foi alterado, concluir que o mesmo foi preservado na perfeição.

Pode-se pensar que há aqui algum tipo de exagero, mas não há. Para ilustrar isso, levemos em conta esta breve conversa que recentemente tive com um muçulmano através do Facebook, onde era alegado por ele e por outros maometanos que o Alcorão havia sido perfeitamente preservado enquanto que a Bíblia havia sido corrompida. Eu apresentei uma tradição onde Aisha se refere a dois versos do Alcorão que foram comidos por ovelhas. Uma vez que estes versos não se encontram no Alcorão actual, podemos ter a certeza de que se perderam:


Aqui vemos a própria Aisha (a "Mãe dos Crentes") a afirmar que versos do Alcorão foram perdidos. Como é que os maometanos responde a estas evidências?


E pronto. Se por acaso um dado não está de acordo com o Alcorão, o mesmo é rejeitado.

Esta metodologia é confusa para os não-iniciados visto que se queremos saber mais sobre a história do Alcorão, não nos dirigimos ao Alcorão em si, mas sim para a Tradição (Hadith) e para outras fontes que discutem a preservação do Alcorão. Mas são essas próprias fontes que revelam que o Alcorão foi alterado, e como tal, esse dado é rejeitado (tal como Uthman queimou os manuscritos do Alcorão visto que eles divergiam entre si). Anikh pura e simplesmente irá rejeitar qualquer evidência que entre em conflito com o mito islâmico da preservação perfeita:


Anikh confirmou que todos os maometanos usam este método:



Bem vindos ao mundo maravilhoso e selvagem do islão. Os maometanos acreditam em coisas que são factualmente e demonstradamente falsas, mas rejeitam todas as evidências - mesmo provenientes das suas fontes - que refutam as suas crenças. Como é que uma religião que exige aos seus seguidores que adoptem este tipo de metodologia ser verdadeira? 
.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O que Maomé pensava das mulheres

Narrado por Abu Said Al-Khudri:
A dada altura, o Apóstolo de Alá dirigiu-se a Musalla (para executar as rezas) o 'Id-al-Adha e a reza Al-Fitr. Enquanto se dirigia para lá, ele passou pelas mulheres e disse: "Ó mulheres! Ofereçam esmolas porque eu vi que a maioria das pessoas no inferno eram vocês (mulheres)".

Elas perguntam, "Porque é que as coisas são assim, ó Apóstolo de Alá?"

Ele respondeu, "Vocês amaldiçoam frequentemente e são mal agradecidas aos vossos maridos. Eu nunca encontrei alguém com maiores deficiências na inteligência e na religião que vocês. Um homem cauteloso e sensível pode ser desencaminhado por algumas de vocês."

As mulheres perguntaram, "Ó Apóstolo de Alá! Em quê é que a nossa inteligência ou a nossa religião é deficiente?"

Ele respondeu, "Não é o testemunho de duas mulheres igual ao testemunho de um homem?" Elas responderam afirmativamente.

Ele disse, "Esta é a deficiência na sua inteligência. Não é verdade que a mulher não pode rezar ou jejuar durante a sua menstruação?" Elas responderam afirmativamente. Ele disse "Isto é uma deficiência na sua religião".
Sahih Bukhari 1:6:301

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O que a falta da autorização do marido pode causar à mulher maometana

Um porta-voz da polícia Afegã reportou que um homem da provícia nortenha de Kunduz baleou e matou a sua esposa por esta ter ido ao mercado sem a sua autorização. Segundo Sarwar Hussaini, o incidente ocorreu no Domingo no distrito de Chahar Dara, e o assassino, identificado apenas como Khodaidad, matou a sua esposa de 24 anos quando ela regressou das compras.

Depois da matança, Khodaidad fugiu e o seu paradeiro continua a ser uma incerteza, afirmou o porta-voz.

Apesar dos avanços sociais feitos depois da queda dos Talibã, há 12 anos atrás, os direitos das mulheres no Afeganistão continuam a ser sistematicamente abusado ou ignorados.

Em Maio último o Parlamento Afegão rejeitou a aprovação duma lei contra a violência sexual devido à oposição levantada por mais do que um partido conservador, que consideram a existência de abrigos para as vítimas de violência, entre outras coisas, como não-islâmicas.

Segundo a Comissão Independente dos Direitos Humanos do Afeganistão, entre Março de Outubro de 2012 mais de 4,000 casos de violência contra as mulheres foram registados no país, 28% mais do que o período idêntico do ano anterior.


* * * * * *

Os editores do Global Post parecem confusos em relação ao facto dos direitos das mulheres continuarem a deteriorar apesar da remoção dos Talibã. O motivo que faz com que os direitos das mulheres não sejam respeitados no Afeganistão não se centra nos Talibã, mas sim naquilo que Maomé pensava das mulheres.

Narrado por Abu Said Al-Khudri:

A dada altura, o Apóstolo de Alá dirigiu-se a Musalla (para executar as rezas) o 'Id-al-Adha e a reza Al-Fitr. Enquanto se dirigia para lá, ele passou pelas mulheres e disse: "Ó mulheres! Ofereçam esmolas porque eu vi que a maioria das pessoas no inferno eram vocês (mulheres)".

Elas perguntam, "Porque é que as coisas são assim, ó Apóstolo de Alá?"

Ele respondeu, "Vocês amaldiçoam frequentemente e são mal agradecidas aos vossos maridos. Eu nunca alguém com maiores deficiências na inteligência e na religião que vocês. Um homem cauteloso e sensível pode ser desencaminhado por algumas de vocês."

As mulheres perguntaram, "Ó Apóstolo de Alá! Em quê é que a nossa inteligência ou a nossa religião é deficiente?"

Ele respondeu,
"Não é o testemunho de duas mulheres igual ao testemunho de um homem?" Elas responderam afirmativamente.

Ele disse, "Esta é a deficiência na sua inteligência. Não é verdade que a mulher não pode rezar ou jejuar durante a sua menstruação?" Elas responderam afirmativamente. Ele disse "Isto é uma deficiência na sua religião".



Portanto, a razão que leva alguns homens maometanos a tratar as mulheres da forma que tratam prende-se com aquilo que Maomé ensinou em relação ao lugar e à natureza da mulher.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Informação Sobre o Islão

Uma das coisas que temos vindo a reparar na forma como pessoas com certas ideologias debatem é a da sua necessidade de controlar a quantidade de informação que chega às pessoas. Dito por outras palavras, parece haver certas formas de pensar na sociedade ocidental que só avançam se só soubermos parte da informação.

A partir do momento que temos mais informação sobre um determinado tópico, as hipóteses de subscrevermos a posição que nos é apresentada diminui consideravelmente.

Alguma da informação que é retida do público em relação à religião islâmica vai ser aludida neste post.

Muhammad - o 'profeta' do Islão.

Depois de ter capitulado para o ateísmo e para o evolucionismo, a europa ocidental parece estar em vias de capitular perante outra ideologia falsa: o Islão. Durante as próximas linhas vamos vêr alguns dos factos sobre o 'profeta' do Islão.

1. Segundo os textos que os muçulmanos consideram autoritários, Muhammad casou-se com Aisha quando esta tinha 6/7 anos, e consumou o 'casamento" quando esta tinha 9 anos.
Sahih Muslim, Book 008, Number 3311:
'A'isha (Allah be pleased with her) reported that Allah's Apostle (may peace be upon him) married her when she was seven years old, and she was taken to his house as a bride when she was nine, and her dolls were with her; and when he (the Holy Prophet) died she was eighteen years old.

Sahih Bukhari, Volume 7, Book 62, Number 88:
Narrated 'Ursa:
The Prophet wrote the (marriage contract) with 'Aisha while she was six years old and consummated his marriage with her while she was nine years old and she remained with him for nine years (i.e. till his death).

Sahih Bukhari, Volume 8, Book 73, Number 151:
Narrated 'Aisha: I used to play with the dolls in the presence of the Prophet, and my girl friends also used to play with me. When Allah's Apostle used to enter (my dwelling place) they used to hide themselves, but the Prophet would call them to join and play with me. (The playing with the dolls and similar images is forbidden, but it was allowed for 'Aisha at that time, as she was a little girl, wo had not yet reached the age of puberty.) (Fateh-al-Bari page 143, Vol.13)


2. Muhammad torturou um judeu como forma deste lhe revelar one tinha escondido ouro.
"Kinana b. al-Rabi`, who had the custody of the treasure of B. al-Nadir, was brought to the apostle who asked him about it. He denied that he knew where it was. A Jew came (T. was brought) to the apostle [Muhammad] and said that he had seen Kinana going round a certain ruin every morning early.
When the apostle [Muhammad] said to Kinana, "Do you know that if we find you have it I shall kill you?" he said "Yes". The apostle [Muhammad] gave orders that the ruin was to be excavated and some of the treasure was found. When he asked him about the rest he refused to produce it, so the apostle [Muhammad] gave orders to al-Zubayr b. `Al-Awwam, "Torture him until you extract what he has," so he kindled a fire with flint and steel on his chest until he was nearly dead. Then the apostle [Muhammad] delivered him to Muhammad b. Maslama and he struck off his head, in revenge for his brother Mahmud."

3. Muhammad recitou versos que ele mesmo afirmou terem sido revelados por Satanás.
"That evening Gabriel came to him and reviewed the surah with him, and when he reached the two phrases which Satan had cast upon his tongue he said, "I did not bring you these two." Then the messenger of God [Muhammad] said, "I have fabricated things against God and have imputed to him words which He has not spoken."

4. A forma como Muhammad recebia as "revelações" eram diferentes da forma como os profetas Bíblicos recebiam revelações da Parte do Verdadeiro Deus.
"Once his leg fell upon mine, and, by Allah, there is no such heavy leg as was that of the Apostle of Allah....As often as the Prophet received inspiration, it seemed as if his soul was being taken from him, for he had always a kind of swoon and looked like one intoxicated." (Insanu'l Uyun as quoted in Mizanu'l Haqq, page 346)."

"The Apostle of Allah said (to Aisha Ayshah)
'Sometimes it comes to me like the ringing of a bell and that is the most troublesome to me....sometimes the angel assumes the form of a man for me and talks with me and I retain in memory what he says! Aisha Ayshah reported 'And indeed I saw him while the revelation descended upon him on an intensely cold day; then it left him while his brow steamed with sweat.' "(Mishkat IV, page 360).

5. Muhammad oferecia aos seus opositores duas saidas: conversão ou morte.
"(I have been ordered (by Allah) to fight the people until they proclaim, `None has the right to be worshipped but Allah'. Whoever said it, then he will save his life and property from me, except for cases of the law, and their account will be with Allah.)"
Por outras palavras, o profeta do islão recebeu ordens para lutar contra os não muçulmanos até que nós o aceitemos como profeta do seu deus Allah. Ao cristãos e judeus havia mais uma opção: pagamento do "jiziyah" como forma de "protecção". É basicamente a mesma coisa que a máfia pede às pessoas: dinheiro de "protecção".

6. Muhammad enriqueceu devido às suas conquistas, o que contradiz a crença entre alguns muçulmanos que afirmam que ele pobre.

"When Allah made the Prophet wealthy through conquests, he said, "I am more rightful than other believers to be the guardian of the believers, so if a Muslim dies while in debt, I am responsible for the repayment of his debt, and whoever leaves wealth (after his death) it will belong to his heirs."
Para mais informação sobre o carácter de Muhammad, lêr este artigo.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis