MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Muçulmanos chacinam pelo menos 200 estudantes

Pelo menos 200 estudantes foram recentemente assassinados pelo grupo muçulmano Boko Hatrm quando se dirigiam para a escola. Boko Haram, quer em português quer dizer "a educação ocidental é proibida", trabalha para seguir os ensinamentos de Maomé e instalar um regime islâmico no nordeste da Nigéria.

Têm ocorrido diversos ataques a civis desde que o grupo Boko Haram deu início às suas actividades islâmicas. Este grupo, fundado em 2002 como forma de impedir a "ocidentalização" da Nigéria, tem como método primário atacar covardemente estudantes desarmados um pouco por todo o lado. Neste ponto (bem como em muitos outros, eles seguem a sunnah do seu profeta visto que também ele tinha como hábito lançar ofensivas assassinas contra povoações pacíficas que não tinham planos de atacar os maometanos.

Os terroristas do Boko Haram asseguraram-se de se apresentarem bem equipados no seu ataque aos estudantes e às outras povoações, chegando em dois veículos blindados e pick-ups de cabine dupla. Note-se: tudo isto para atacar estudantes desarmados.

O senador Zannah Ahmed, um líder local, declarou o seguinte:
Isto é uma prioridade para mim, visto que vidas inocentes estão envolvidas e elas são o meu povo. Tudo isto está a acontecer no meu distrito eleitoral, e não estaria certo manter o silêncio. Sinto-me muito mais pesaroso gostaria de não ter falado, mas a minha consciência não me deixa fazer isso.
O Boko Haram cometeu também outra atrocidade contra estudantes, desta vez escravizando pelo menos 200 raparigas. Previamente, quando o Boko Haram escravizou raparigas, elas frequentemente tornaram-se cozinheiras e escravas sexuais dos terroristas maometanos. Em vez da vida melhor que eles buscavam através da educação, muito provavelmente estas raparigas mais não são que escravas sexuais e não esposas, cozinheiras em vez de profissionais.

O grupo Boko Haram está a cometer atrocidades em nome de Alá e o que eles fazem está de acordo com os ensinamentos de Maomé. Através de numerosos ataques a civis, eles buscam impor, à força, a sua visão do que é uma boa sociedade. De facto, os seus ataques aos estudantes são abominações covardes que nunca podem deixar de ser questionadas.

Os esquerdistas que fazem parte do site MoveOn.org (financiado pelo capitalista George Soros) criaram uma petição requisitando que o Boko Haram não seja classificado de "Grupo Terrorista Estrangeiro" por parte dos EUA mas felizmente o "Department of State" ignorou tal atitude lunática e seguiu em frente com a designação.

Fonte
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Não deixa de ser sintomático que sejam os esquerdistas os principais agentes de desculpabilização das atrocidades islâmicas. Sem o apoio tácito da esquerda mundial, bem como com o apoio da maioria da suposta "direita conservadora", os maometanos muito provavelmente não se sentiriam tão confiantes para matar Cristãos.

sábado, 8 de setembro de 2012

Egipto: homem mata as 3 filhas com cobras venenosas

A trágica história dum pai egípcio que matou as suas 3 filhas com cobras foi largamente ignorada no Ocidente. A Emirates24 reporta:

Um pai egípcio matou as suas 3 filhas mais novas (com 7, 5 e 3 anos) ao permitir que cobras venenosas as mordessem. Segundo o jornal 'Al Youm Al Sabea'a', as 3 crianças foram encontradas mortas na sua cama na localidade de Bani Mazar (Alto Egipto). Relatórios forenses confirmaram que as crianças morreram devido ao veneno. Alegadamente o homem trouxe as duas cobras e permitiu que elas mordessem as crianças enquanto elas dormiam (como forma de não ser apanhado). Ele encontrava-se divorciado da mãe das crianças porque duvidava dela. Ele alegava que a mãe das crianças esteve num relacionamento antes de se casar com ele, e como tal, ele negava ser o pai das crianças. Mas ela insistiu que ele desse apoio às 3 filhas. No entanto, quando a sua segunda esposa deu à luz um rapaz, ele decidiu ver-se livre das crianças. Mais tarde ele confessou o crime junto da polícia.

Embora a Emirates24 dê à história uma interpretação Ocidental - alegando que o homem duvidava da fidelidade da esposa, da paternidade das filhas, e não queria pagar a pensão alimentícia - o programa egípcio Al Haqiqa ("a Verdade"), que dedicou um episódio a este assunto, nunca chegou a mencionar este ponto de vista, revelando, sim, que ele levou a cabo a matança apenas porque elas eram do sexo feminino.

Entre as várias pessoas entrevistadas que confirmaram isto encontrava-se a avó materna, que afirmou que, mal nasceu a primeira filha. o homem tornou-se hostil afirmando "odeio raparigas". Este cenário foi repetido de forma mais dramática com o nascimento da segunda filha. Quando ele descobriu que a sua esposa se encontrava grávida com a 3ª filha, tentou envenenar a esposa mas não conseguiu.

Depois disto, ele passou um ano inteiro a planear a melhor forma de matar as raparigas sem ser apanhado, chegando até a testar cobras diferentes - que se revelaram ineficazes.

Depois de vincar que o pai claramente não era maluco, mas que actuava de forma deliberada, o apresentador do programa explicou que "este assunto carece de mais discussão uma vez que esta mentalidade encontra-se presente na sociedade egípcia actual. Nós nunca imaginamos que este tipo de entendimento - em torno do infanticídio feminino - que existia no tempo do paganismo [jahiliyya] poderia algum dia regressar, mas ele regressou."

Por "tempo do paganismo", ou jahiliyya, o apresentador do programa, Wael Ibrashi, fazia uma alusão a uma famosa narrativa: segundo a tradição maometana, os árabes pré-islamicos tinham o hábito de enterrar os bebés recém-nascidos, se fossem meninas, mas que o profeta do islão - Maomé - havia proibido esta práctica.

Embora este tenha sido um passo positivo, infelizmente isto apenas é metade da história. De facto, este filicídio brutal é um lembrete dum fenómeno normalmente ignorado do mundo muçulmano: muitas vezes não são os ensinamentos específicos do islão que nos esclarecem o comportamento dos maometanos comuns - muitos deles não sabem o que o Alcorão realmente ensina, muito menos o que a Sharia realmente ensina - mas sim a cultura geral que emergiu após 14 séculos de islão. Originalmente Marshall Hodgson cunhou o termo "Islamicate" para descrever este fenómeno - que se refere "não directamente à religião propriamente dita, mas ao complexo social e cultural historicamente associado ao islão e aos muçulmanos…" (The Venture of Islam, vol. 1, p.59).

Considere-se o tópico da conversão forçada. Embora o Alcorão declare que "não há coerção na religião" - e mesmo a ayah 9:29, que se crê que abrogue tais versos que apelam à liberdade religiosa, permite que os Cristãos e os Judeus permaneçam na sua fé respectiva - desde o nascer da história islâmica até hoje, as conversões forçadas têm sido um aspecto normal do islão. E porquê? Porque embora o maometano comum não saiba o significado da lei, tendo como base a cultura islâmica, ele sabe que ser um infiel é uma coisa terrível. E devido a isto, "compelir" tais infiéis entrelaçados com o inferno a abraçar o islão pode ser visto como um acto de altruísmo.

No que toca ao infanticídio feminino, embora o islão não promova a matança de fêmeas apenas e só por serem fêmeas, o mesmo islão ensina um certo número de coisas que desumanizam e desvalorizam-nas nas sociedades muçulmanas, incluindo
  • 1) a noção de que as mulheres são intelectualmente deficientes (coisa que até uma mulher da política egípcia concorda),
  • 2) a noção do homem poder disciplinar fisicamente a esposa,
  • 3) o testemunho da mulher ter metade do valor do testemunho do homem,
  • 4) as mulheres dos infiéis poderem ser levadas cativas e vendidas como escravas sexuais (coisa que até uma activista política do Kuwait concorda), e
  • 5) Maomé ter comparado as mulheres a cães e demónios, chegando a afirmar que a maioria dos habitantes do inferno seriam as mulheres.
Neste contexto, embora o islão não tenha causado a morte destas raparigas, esta religião de certo modo ajudou a moldar a opinião que os muçulmanos têm das mulheres, que foi a semente por trás desta matança.

Eis aqui então a grande ironia do islão: é muito menos importante que Maomé tenha dito que não há coerção na religião ou que ele tenha proibido o infanticídio feminino. As suas muitas outras declarações que caracterizam os não-maometanos e todas as mulheres como "maus" têm sido muito mais influentes através do decurso da História, facto claramente observado pelo número de pessoas forçadas a se converterem ao islão ou no número de mulheres abusadas ou mortas.


domingo, 22 de julho de 2012

Afegão mata filhas por terem fugido com tradutor da NATO

Um homem matou as suas duas filhas adolescentes a tiro, no sul do Afeganistão, quando as jovens, de 15 e 16 anos, voltaram para casa após terem fugido durante quatro dias com um tradutor que trabalha para a NATO, informou este domingo o chefe da polícia local, Omerajan Haqmal.

O crime aconteceu ontem à noite no distrito de Nad Ali, na província de Helmand, no sul do país.

«Detivemos o pai, e a nossa investigação sobre o caso está em curso», acrescentou Haqmal.

O crime aconteceu duas semanas depois de uma jovem de 22 anos ter sido executada em público perto de Cabul acusada de ter cometido adultério. As imagens da execução chocaram a opinião pública internacional quando foram divulgadas na Internet, e o episódio gerou inúmeras críticas.

Fonte

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Gerou muitas críticas mas ninguém se atreve a colocar o dedo na ferida e identificar o problema. Felizmente para os maometanos, quem practicamente controla as grandes instituições internacionais nutre um ódio maior pelo Cristianismo do que ao islão.

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