MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 22 de abril de 2014

Condenados à morte


Tribunal do sul do Egipto condenou 529 apoiantes do entretanto removido presidente Mohammed Morsi à morte sob acusações de assassinarem um policia e atacarem outros policias.

O tribunal de Minya emitiu a sua decisão na 2º Feira depois de apenas duas sessões onde os advogados dos acusados se queixaram de não terem tido a chance de apresentar o seu caso.

Aqueles condenados fazem parte dum grupo de 545 pessoas sob julgamento pelo assassinato dum polícia, tentativa de assassinato de outros dois, ataque a uma esquadra de polícia, e outros actos de violência.

Mais de 150 suspeitos estiveram no julgamento, outros julgados in absentia, e 16 foram declarados inocentes.

Os acusados foram presos depois de demonstrações violentas que foram uma consequência do ataque policial às manifestações pró-Morsi no Cairo que mataram centenas de pessoas.

A decisão legal pode ser apelada.

Fonte

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Polícia inglesa ataca mulher que enfrentou assassinos maometanos

A mulher que recebeu o nome de "O Anjo de Woolwich” devido às suas acções durante o horrível evento público que terminou com a morte do soldado inglês Drummer Lee Rigby, assassinado pelos jihadistas maometanos na Primavera passado, alega que a polícia agiu de forma bruta com ela, chegando a agarrá-la pelo braço e ameaçá-la com a prisão depois dela se ter queixado de ataques provenientes dum gangue de jovens locais. 

A notícia foi reportada pela "The Western Morning News" (de Cornwall, Great Britain) no dia 26 de Outubro de 2013, e pelo  London Evening Standard no princípio desta semana (23 de Outubro de 2013).

Estando a apenas alguns metros do seu Quartel do Exército britânico, Drummer Lee Rigby foi mutilado até à morte, e eventualmente decapitado nas ruas de Londres em plena luz do dia em Maio último, quando Ingrid Loyau-Kennett confrontou os assassinos, Michael Adebolajo e Michael Adebowale.


Apesar de sido notificada pelos jihadistas que "queremos começar uma guerra em Londres, esta noite", a mãe de duas crianças, bem como uma antiga líder das Escuteiras, atrasou os assassinos o tempo suficiente para que a polícia chegasse e prende-se a dupla.

Desde o seu muito-publicado evento onde ela enfrentou os assassinos cobertos de sangue, Loyau-Kennett declara que gangues de jovens têm repetidamente atacado a sua casa com pedras e ovos. Como o Anjo de Woolwich foi citada:

Eu já tenho problemas com estes jovens desde a altura em que me mudei para aqui, há cinco anos atrás. Aparecer na televisão só piorou as coisas; eu tornei-me ainda mais um alvo a abater. Eu nunca os confrontei [ed: erro clássico] mas estou farta e como tal, decidi ser mais corajosa.

Depois de ouvir objectos a baterem na sua casa, ela confronto-os:
Chamei a polícia mal o incidente ocorreu. Eles chegaram ao local 20 minutos depois, o que foi uma perda de tempo. Para além disso, a polícia disse que eu deveria parar de os ligar se eu não tinha qualquer tipo de evidência. Um dos polícias agarrou-me no braço com muita força e torceu-o. Ele disse ainda que se eu não me acalmasse, seria levada para a prisão.
Desde o seu encontro com os "Mais Bravos de Londres" (capturados em vídeo a fugir de manifestantes maometanos), Ingrid contactou o Ministro pelo Policiemento, Damian Green, para se queixar das tácticas intimidatórias dos seus oficiais. Como reportado, a polícia de Devon e Cornwall "confirmaram que eles foram chamadas e a mulher recebeu conselhos sobre o seu comportamento - mas negaram que qualquer ameaça de prisão foi feita".

Um porta-voz da polícia fez um declaração pública mais concisa:
Em nenhuma altura ela foi ameaçada com uma prisão. Os polícias deram um conselho à mulher e deixaram as coisas nesse ponto. Não é apropriado eu fazer mais qualquer tipo de comentário. 
Fonte

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Aparentemente, os nativos ingleses ainda não se aperceberam que as forças policias trabalham para o governo, e o governo não quer perturbar os imigrantes maometanos. Quando o povo inglês (e todo o mundo ocidental) se aperceber que a sua liderança é maioritariamente composta por pessoas que não têm planos de preservar a identidade cultural, religiosa e social do Ocidente, pode ser que as coisas mudem. Por enquanto, os nativos europeus vão continuar a ser pessoas de segunda classe nas suas próprias casas.

sábado, 20 de abril de 2013

A confissão dum policia dinamarquês


Kim Thyssen, que trabalha na unidade especial da Polícia de Odense, afirma que Bøgeparken (em Volssmose) é primordialmente habitada por árabes, e que este grupo de Palestinos sem nação determina a agenda criminosa da área. Muitos deles, afirma Thyssen, têm uma inteligência limitada. Os psicólogos da escola local chegam a caracterizar alguns destes jovens muçulmanos de "slow stage", tal como se chama a isso no vernáculo local.

Profissionais de Odense, com quem a polícia dinamarquesa falou, afirmaram de modo unânime que a negligência, a ausência de estímulo intelectual por parte dos pais, e os efeitos dos casamentos entre primos são as principais razões que levam a que muitos jovens locais sejam mentalmente atrasados e, desde logo, mais facilmente se tornem criminosos. Eles olham com admiração para os camaradas mais velhos, e buscam reconhecimento através do crime.

Kim Thyssen afirma:

Estes jovens têm um vocabulário limitado e são motivados pelos impulsos e não pelos resultados finais. Devido a isto, é complicado lidar com eles. Eles pura e simplesmente não têm as ferramentas para resolver os conflitos verbalmente. Para além disso, muitos deles têm uma fixação extrema pelo fogo. Durante o Verao, nós registamos mais de 100 fogueiras por trás de Bøgeparken. Para além disso, eles trazem com eles um ódio enorme pela autoridade.

A isto acresce-se o facto de existir por aqui racismo revertido, algo que se tem tornado cada vez mais visível nos últimos anos. Os dinamarqueses passam tempos difíceis em Bøgeparken. As crianças dinamarquesas não podem brincar na areia, os carros dinamarqueses são incendiados, os apartamentos dinamarqueses são vítimas de assaltos, os dinamarqueses são atingidos com armas de ar e são os dinamarqueses que são vítimas de assaltos de rua.

Sem contar que são as mulheres dinamarquesas que são as principais vítimas de violência sexual.
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dinamarca não consegue controlar criminosos maometanos


Fonte

Devido ao aumento da criminalidade muçulmana, eu escrevi há três anos atrás que a policia dinamarquesa ficaria sem recursos humanos no espaço de 5 anos. Demorou 3 anos. Quando será que eles terão necessidade do exército e da Guarda Nacional?

Os gangues muçulmanos estão em crescimento acelerado em Copenhaga, o que explica os vários tiroteios que acontecem todas as semanas. Os guettos muçulmanos estão a experimentar uma epidemia de incêndios. Na Dinamarca nós usamos o termo "gangs" e "guerra de gangues" quando na verdade são gangues imigrantes (gangues de dinamarqueses são chamados de "motards" e "roqueiros"):

"De momento, não temos recursos suficientes. A polícia dinamarquesa está a sangrar e isto é uma história triste." Esta é a crítica anormalmente vocal feita à situação em que se encontra a polícia dinamarquesa por parte de dois oficiais das forças de segurança de Copenhaga. "Da maneira como as coisas se encontram agoram, nós não vamos quando vocês nos chamam," afirma Morten Rasmussen, que é um dos oficiais que atende o telefone quando as pessoas ligam para as linhas de apoio de Copenhaga. Ele explica como muitas conversas com os cidadãos terminam com a polícia a explicar o porquê de nenhuma patrulha polícial poder ser enviada para o cidadão que requisita a sua ajuda. Ele fala da falta de patrulhas nas estradas e do facto de muitas pessoas não obterem a ajuda que precisam. Morten Rasmussen é de opinião de que o intenso foco feito à guerra entre os gangues de Copenhaga afasta os recursos necessários para a resolução do crime "normal": "Obviamente que a polícia trata dos casos maiores, tais como esfaqueamentos, tiroteios e lutas de proporções maiores. É aqui que os nossos recursos são dispendidos. No que toca ao resto, basicamente não há forças polícias suficientes," afirma Morten Rasmussen.
"O recrutamento de novos membros [imigrantes] para os gangues é actualmente mais elevado do que o número de membros de gangues que nós somos capazes de coloca nas prisões. Não é possível nós puxarmo-nos a nós mesmos para fora deste problema. O crime de ganges veio para ficar."  Quem diz isto é o Inspector Policial Michael Ash, director do "National Police Research Centre."
"A guerra entre os gangues está a ocupar todo o tempo das forças policias do Oeste de Copenhaga. Devido a isto, a polícia passa por cima de casos tais como crimes económicos ou roubos."
Fonte: Jyllands-Posten - 500 cases in the windowsill
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Há uma forma bem "fácil" de resolver esta guerra de gangues, mas não creio que a esquerdalha esteja interessada nela.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Muçulmano espancado até à morte por outros muçulmanos

Uma turba enraivecida invadiu uma esquadra de polícia no Paquistão, e espancou um muçulmano acusado de ter profanada o Alcorão. Segundo algumas fontes, o corpo da vítima foi posteriormente queimado.

A vítima havia previamente sido entregue à polícia depois de páginas queimadas do Alcorão terem sido encontradas numa mesquita local, no distrito de Dadu - 330 quilómetros à norte de Karachi - onde ele havia passado a noite. Passadas algumas horas, um grupo de homens dirigiu-se à esquadra de policia, agarrou no homem e matou-o.

O chefe policial do distrito, Usman Ghani, disse à BBC que o incidente macabro foi filmado com telemóveis, e que algumas gravações estão a ser analisadas como forma de identificar os assassinos.

Até agora, cerca de 30 pessoas foram detidas, ligadas ao incidente. Para além disso, o chefe policial local prendeu 5 homens por terem falhado na sua missão de proteger o homem.

Shahzeb Jillani, da BBC, reportou que a blasfémia é um assunto altamente sensível no Paquistão, onde várias pessoas foram já mortas por turbas ou vigilantes.

Correspondentes e jornalistas presentes em Karachi acrescentam que as controversas leis de blasfémia são frequentemente usadas para perseguir minorias, ou ajustar contas.

Fonte

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Maometano esfaqueia dois polícias no metro de Bruxelas

Islamita esfaqueou dois polícias na 6-Feira passada numa estação de metro de Bruxelas numa vizinhança que havia assistido há alguns dias confrontos.

As duas vítimas, um homem e uma mulher que foram atacados durante uma vistoria de rotina, não sofreram ferimentos graves. O atacante foi rapidamente subjugado e, após uma busca, verificou-se que tinha consigo documentos relacionados com a Shariah4Belgium, um grupo muçulmanos activo na Bélgica.

Para além de estar relacionado com grupos supremacistas islâmicos, o atacante confessou ter atacado a polícia "devido à atitude da Bélgica para com os muçulmanos".

Na semana anterior confrontos haviam sido gerados entre as forças policias e grupos muçulmanos depois duma muçulmana com véu ter sido presa.

Fonte

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Se as religiões são essencialmente iguais, porque é que nunca ouvimos falar de ataques Cristãos motivados pelo tratamento que eles sofrem no Egipto, ou de ataques Bahais motivados pela forma como eles são tratados no Irão? Porque é que nunca ouvimos falar de ataques bombistas hindus em países islâmicos devido à forma como eles são tratados no Paquistão?

Enquanto as pessoas (ocidentais) não se aperceberem que o islão é uma ideologia política totalitária - ao nível do nacional-socialismo e do comunismo - que usa a aparência religiosa para o seu avanço, incidentes como o de cima nunca vão ser entendidos.

O próprio nome de grupo a que ele alegadamente faz parte demonstra a natureza totalitária da ideologia: Shariah4Belgium. Ou seja, não são os muçulmanos que têm que se adaptar à Bélgica, mas sim a Bélgica que tem que se submeter politicamente à shariah - a mesma lei que tanto "sucesso" tem causado no médio oriente.

quinta-feira, 22 de março de 2012

França: Polícia perdeu contacto com atirador e não sabe se está vivo

A polícia francesa perdeu o contacto com o atirador suspeito de ter assassinado sete pessoas em nome da Al Qaeda, Mohamed Merah, há mais de dez horas e não tem sinais de que o homem continue vivo dentro do apartamento, em Toulouse.

"Não houve movimento durante a noite. Esperamos que ainda esteja vivo", disse à rádio RTL o ministro francês do Interior, Claude Gueant. Segundo o governante, foram ouvidos dois tiros durante a noite.

"Apesar dos repetidos esforços feitos ao longo da noite para reestabelecer contacto por voz e rádio, não houve contacto [com o atirador], não houve sinal dele", acrescentou Gueant.

O cerco ao apartamento do terrorista islâmico mantém-se cercado há mais de 24 horas.

Fonte

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