MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Multiculturalidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Multiculturalidade. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O enriquecimento cultural Francês

Nas últimas semanas, um número extraordinário de episódios em Marselha confirmam que a cidade regride rapidamente para uma situação de terceiro mundo. Foi massivamente colonizada por muçulmanos, os quais impõem agora as condições existentes nos seus países de origem.

O primeiro incidente bizarro a fazer manchetes foi um assalto a um comboio ao estilo do velho oeste americano. Carrinhos de compras, pedras e pedaços de metal foram colocados numa linha férrea obrigando um comboio de passageiros a parar. Um comboio de carga chegou ao local pouco depois e encontrou o caminho barrado pelo de passageiros. Cerca de vinte muçulmanos encapuçados, "jovens" como lhe chama a elite francesa, apareceram então, invadindo o comboio e desaparecendo com alguma da sua carga. De acordo com as notícias, este não foi o primeiro incidente semelhante.

No último Domingo, entre as 4 e as 5 da manhã, cerca de 15 pessoas, “aparentemente em estado de alcoolizados” entraram num quartel de bombeiros, gritando contra os soldados de serviço, os quais reagiram. Sete bombeiros ficaram feridos, quatro deles levados para o hospital. Aparentemente, os "jovens" em festa eram um grupo de cabo-verdianos em viagem de autocarro desde Nice para se divertirem na "noite africana" de Marselha.

Esta semana, um condutor de autocarro foi atacado pelos passageiros quando se recusou a transportar duas mulheres vestidas com burcas. Em França, este traje muçulmano é ilegal. Quando uma mulher quis entrar no autocarro mostrando um cartão de viagem com fotografia, o condutor insistiu que ela destapasse o rosto para poder confirmar a sua identidade.Ela recusou fazê-lo e, após uma curta discussão, decidiu sair e esperar por outro autocarro. Então, alguns passageiros, "jovens", vieram em defesa da mulher e espancaram o condutor. Depois convidaram a mulher de burca a entrar novamente no autocarro.

Quando a polícia chegou, fugiram. A polícia acabou por multar a mulher pelo uso da burca.

Em resposta ao incidente, o presidente da Autoridade de Transportes de Marselha, responsável pelo autocarro, surgiu mostrando-se solidário com a passageira em vez de, como seria expectável, com o seu motorista. A reacção do motorista foi "desadequada", disse. Isto explica-se pelo nome do presidente: Karim Zéribi. Um inflitrado.

Os muçulmanos também têm agora vários postos de controlo rodoviário, ilegais, em vários locais de Marselha. Qualquer pessoa que entre nas "suas" zonas tem de parar e submeter-se a inspecção. Na última semana, o condutor de uma carrinha pertencente a um banco alimentar que distribui mantimentos a pessoas pobres, foi parado por um grupo de "jovens" quando tentava entrar no distrito marselhês de "Air-Bel". A estrada tinha sido cortada com blocos de cimento e caixotes cheios de areia. Eles revistaram o veículo, "como se fossem polícias exercendo a lei do território", de forma "a verificar se não se encontravam polícias no interior". Quando viram que apenas se transportava leite, deixaram a viatura prosseguir.

Jacques Ansquer, presidente do Banco Alimentar local, ficou indignado. of the local “Primeiro, atacavam polícias, bombeiros, motoristas de autocarros. Agora atacam aqueles que trazem auxílio aos mais desprotegidos! Ele apresentou queixa à polícia local mas muitas pessoas contactaram-no alertando ser melhorar retirar a queixa por sentirem que mantê-la iria complicar as futuras operações de rua do Banco Alimentar.

Ainda assim, insistiu Ansquer: "Políticos e autoridades administrativas devem assumir as suas responsabilidades pelo restabelecimento da ordem pública. Essas zonas sem-lei estão a tornar-se zonas governadas por outras leis que não as nossas, um tipo de lei de costumes."

Valérie Boyer, deputada local do maior partido francês de Direita (UMP), diz que estes "postos de controlo" sempre existiram em maior ou menor número, mas não com a "dimensão e regularidade" que têm agora. Ela diz que a cidade é agora um verdadeiro "tabuleiro de xadrez" com áreas pacíficas próximas de "enclaves" menos seguros. "Precisamos fechar um pouco os olhos ao problema porque iríamos ter um problema com os traficantes de droga", diz, falando abertamente de uma "guerra territorial".

Mais recursos têm sido recentemente destinados à polícia local, mas o porta-voz do sindicato diz que não têm comparação com os recursos dos "traficantes de droga extremamente armados". "Não estamos ao mesmo nível", diz, queixando-se da falta de pessoal e equipamento. "Deparando-nos contra metralhadoras AK-47, basicamente somos indefesos".



Por "Islão vs Europa." (Tradução: Jairo Filipe)
 
* * * * * * *
De todas as nações ocidentais, a França é provavelmente a mais prejudicada pela imigração, estando no limiar de perder a sua identidade europeia para a população muçulmana em franco crescimento dentro das fronteiras francesas.

(As fotografias mostram a praga de motins constantes, carros a arder e violência física.)


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dinamarca não consegue controlar criminosos maometanos


Fonte

Devido ao aumento da criminalidade muçulmana, eu escrevi há três anos atrás que a policia dinamarquesa ficaria sem recursos humanos no espaço de 5 anos. Demorou 3 anos. Quando será que eles terão necessidade do exército e da Guarda Nacional?

Os gangues muçulmanos estão em crescimento acelerado em Copenhaga, o que explica os vários tiroteios que acontecem todas as semanas. Os guettos muçulmanos estão a experimentar uma epidemia de incêndios. Na Dinamarca nós usamos o termo "gangs" e "guerra de gangues" quando na verdade são gangues imigrantes (gangues de dinamarqueses são chamados de "motards" e "roqueiros"):

"De momento, não temos recursos suficientes. A polícia dinamarquesa está a sangrar e isto é uma história triste." Esta é a crítica anormalmente vocal feita à situação em que se encontra a polícia dinamarquesa por parte de dois oficiais das forças de segurança de Copenhaga. "Da maneira como as coisas se encontram agoram, nós não vamos quando vocês nos chamam," afirma Morten Rasmussen, que é um dos oficiais que atende o telefone quando as pessoas ligam para as linhas de apoio de Copenhaga. Ele explica como muitas conversas com os cidadãos terminam com a polícia a explicar o porquê de nenhuma patrulha polícial poder ser enviada para o cidadão que requisita a sua ajuda. Ele fala da falta de patrulhas nas estradas e do facto de muitas pessoas não obterem a ajuda que precisam. Morten Rasmussen é de opinião de que o intenso foco feito à guerra entre os gangues de Copenhaga afasta os recursos necessários para a resolução do crime "normal": "Obviamente que a polícia trata dos casos maiores, tais como esfaqueamentos, tiroteios e lutas de proporções maiores. É aqui que os nossos recursos são dispendidos. No que toca ao resto, basicamente não há forças polícias suficientes," afirma Morten Rasmussen.
"O recrutamento de novos membros [imigrantes] para os gangues é actualmente mais elevado do que o número de membros de gangues que nós somos capazes de coloca nas prisões. Não é possível nós puxarmo-nos a nós mesmos para fora deste problema. O crime de ganges veio para ficar."  Quem diz isto é o Inspector Policial Michael Ash, director do "National Police Research Centre."
"A guerra entre os gangues está a ocupar todo o tempo das forças policias do Oeste de Copenhaga. Devido a isto, a polícia passa por cima de casos tais como crimes económicos ou roubos."
Fonte: Jyllands-Posten - 500 cases in the windowsill
...
Há uma forma bem "fácil" de resolver esta guerra de gangues, mas não creio que a esquerdalha esteja interessada nela.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis