Kim Thyssen, que trabalha na unidade especial da Polícia de Odense, afirma que Bøgeparken (em Volssmose) é primordialmente habitada por árabes, e que este grupo de Palestinos sem nação determina a agenda criminosa da área. Muitos deles, afirma Thyssen, têm uma inteligência limitada. Os psicólogos da escola local chegam a caracterizar alguns destes jovens muçulmanos de "slow stage", tal como se chama a isso no vernáculo local.
Profissionais de Odense, com quem a polícia dinamarquesa falou, afirmaram de modo unânime que a negligência, a ausência de estímulo intelectual por parte dos pais, e os efeitos dos casamentos entre primos são as principais razões que levam a que muitos jovens locais sejam mentalmente atrasados e, desde logo, mais facilmente se tornem criminosos. Eles olham com admiração para os camaradas mais velhos, e buscam reconhecimento através do crime.
Kim Thyssen afirma:
A isto acresce-se o facto de existir por aqui racismo revertido, algo que se tem tornado cada vez mais visível nos últimos anos. Os dinamarqueses passam tempos difíceis em Bøgeparken. As crianças dinamarquesas não podem brincar na areia, os carros dinamarqueses são incendiados, os apartamentos dinamarqueses são vítimas de assaltos, os dinamarqueses são atingidos com armas de ar e são os dinamarqueses que são vítimas de assaltos de rua.
Sem contar que são as mulheres dinamarquesas que são as principais vítimas de violência sexual.
