MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 20 de setembro de 2014

Estado Islâmico: Terror de exportação

O porto de Cardiff foi no século XIX e princípios do XX o principal exportador de carvão do mundo. Agora a capital do País de Gales, como tantas outras cidades britânicas, vê sair algo mais negro que o carvão: jovens radicalizados a caminho da Síria e do Iraque para se juntarem aos terroristas do autodenominado Estado Islâmico (EI).

É o caso de Reyaad Khan, de 20 anos, cujo passado de estudante exemplar e de jovem moderado e integrado na sociedade - dizia aos amigos que iria ser o primeiro chefe de Governo britânico de ascendência asiática - nunca faria desconfiar que descambasse num fundamentalista que 'tuita' imagens de decapitações e as comenta como se se tratasse da maior banalidade.

Também de Cardiff foram para o Médio Oriente os irmãos Nasser e Aseel Muthana, de 20 e 17 anos. O primeiro trocou o curso de Medicina pela ilusão do califado e deu a cara por um vídeo de promoção e de recrutamento do ainda então denominado ISIL. “Tu precisas de lutar por Alá. Sacrifica-te por Alá, a cura para a depressão é a jihad” ou “Vais morrer de qualquer modo” são algumas das tiradas de Nasser, agora conhecido como Abu Muthana al-Yemeni.

A falta de riqueza argumentativa do vídeo não travou a popularidade do grupo, pelo menos antes da decapitação do jornalista James Foley. O EI explora com habilidade as redes sociais. No Twitter conseguiu campanhas com milhares de apoiantes. O número de muçulmanos britânicos que aderiram ao grupo extremista é equivalente ao que presta serviço militar: pelo menos 500 estarão na Síria e no Iraque, uns 600 no exército britânico.

Mas tão ou mais preocupante que a ida dos recrutas é o regresso. Só na região de Londres estarão uns 200 jihadistas, aponta o chefe da Scotland Yard Bernard Hogan-Howe. “É um privilégio ter um passaporte, ser cidadão britânico. E se uma pessoa vai lutar para outro país em nome de outros, isso dá uma ideia do sítio onde quer estar”, disse, defendendo que as leis sejam alteradas e que os combatentes percam o passaporte.

No total, estima-se que o EI tenha nas suas fileiras entre 2 mil e 4 mil europeus. O outro país da União Europeia que mais alimenta o “cancro” a que Barack Obama alude é a França. Em Janeiro, o Presidente François Hollande mostrou-se “inquieto” com o número de franceses e estrangeiros - 700 - que tinham partido de território gaulês para a Síria. 

Se no Reino Unido o recrutamento e a radicalização dos jovens se faz em mesquitas como em Cardiff (o pai dos irmãos Nasser e Aseel veio a público dizer que nos últimos tempos os jovens tinham mudado de mesquita e deixado crescer a barba e não faltam imagens na internet a documentar o desfraldar da bandeira negra do agora EI naquela cidade), em França a propaganda fez-se sobretudo através das redes sociais, como está documentado no livro Les Français Jihadistes, de David Thomson.

Mas há mais ocidentais de arma em punho. Nas últimas horas foi noticiada a morte de dois norte-americanos (John McCain e outro não identificado) numa batalha do EI contra os rebeldes ditos moderados.

Culto apocalíptico, rede terrorista e cartel

O Estado Islâmico financia-se através do rapto de europeus (franceses em primeiro lugar), através de apoios não expressos de Estados do Golfo - o Qatar rejeitou as acusações de um político alemão de que patrocina o EI -, com o contrabando de crude e com dinheiro saqueado do Banco Central do Iraque em Mossul.

Nascido após o desmembramento do regime iraquiano, ganhou nova força com o fim de outra ditadura que não dava tréguas aos islamistas - a Líbia de Kadhafi - e com a guerra civil na Síria, outra ditadura secular. Onde falhou a implantação de democracias, floresceu o extremismo. 

Como questiona no britânico Guardian o escritor Peter Gray, o que é o EI? Um culto milenarista violento, um Estado totalitário, uma rede terrorista ou um cartel criminoso? “A resposta é nenhuma delas e todas”.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Maomé: o primeiro "extremista" islâmico

Por Jake Neuman
A "auto-radicalização" é um termo usado com frequência pelos média actuais que se aplica aos extremistas maometanos que se voltam para a violência em nome do islão. É como se aqueles maometanos, que até a dada altura eram pessoas normais e pacíficas, se voltassem subitamente para o caminho da violência por si só, sem qualquer tipo de apelo por parte dum ideial ou indoutrinação exterior. E mesmo que assim fosse, dizem os média ocidentais, os ensinamentos do islão, ou a doutrina islâmica da jihad, certamente que não está de maneira nenhuma relacionada com a assim-chamada "auto-radicalização".

A realidade dos factos é: a religião islâmica é em si uma ideologia extremamente radical e violenta, e o seu fiundador, Maomé, foi ele mesmo o primeiro extremista islâmico. Como consequência da prescriçâo Alcorânica, Maomé permanece por toda a eternidade como a personalidade ideal para ser emulada pelos maometanos (incluindo o seu radicalismo).

O início
A história de Maomé é a história dum rapaz nascido em Meca, Arábia Saudita, em 570 AD. Como consequência do seu pai ter morrido antes dele nascer e a mãe ter morrido  no início da sua infância, Maomé foi criado pelo seu tio Abu Talib. Ele cresceu e passou a ser um comerciante e quando tinha 25 anos casou-se com uma rica mulher mais velha, Khadija bint Khawalayd, 15 mais velha que ele.
No ano de 610 AD Maomé alegadamente encountrou-se com o Anjo Gabriel numa gruta fora de Meca. A partir daí, teve início o processo da sua alegada recepção de revelações divinas provenientes de Deus - através do Anjo Gabriel - para transmissão à humanidade. Depois da sua morte, essas revelações foram registadas num livro, chamado de Alcorão. Este livro é dividido em duas partes distintias: (1) As mais sóbrias revelações do Alcorção de Meca, e (2) o mais militante Alcorão de Medina.
No trajecto da sua vida de Meca para Medina, Maomé começou como um modesto e relativamente pacífico pregador e passou a ser um auto-radicalizado profeta da guerra, do assassínio em massa, do terror, da tortura, da violação, e do abuso de menores. Em Meca, pelo menos no princípio, Maomé era mais como um pregador piedoso, exortando as pessoas a que se submetessem ao verdadeiro caminho de Deus, nomeadamente, o islão. Ele seguia uma disciplina de rezas, jejum e adoração.
O Alcorão de Meca era mais inclinado à espiritualidade, à tolerância, à aceitação e à purificação interior através da submissão à palavra de Alá. Durante este período, certamente que o Alcorão de Meca não era militante e nem incitava à violência. 550 ayahs (versos do Alcorão) foram reveladadas durante o período de Meca, e o que se segue são alguns exemplos:
(1) Devoção a Deus:
Ó humano, o que te fez negligente em relação ao teu Senhor, o Munificentíssimo,
Que te criou, te formou, te aperfeiçoou,
E te modelou, na forma(1847) que Lhe aprouve?
Qual! Apesar disso, desmentis o (Dia do) Juízo!
Porém, certamente, sobre vós há anjos da guarda,
Generosos e anotadores,
Que sabem (tudo) o que fazeis.
Sabei que os piedosos estarão em deleite;
Por outra, os ignóbeis, irão para a fogueira,
Em que entrarão, no Dia do Juízo,
Da qual jamais poderão esquivar-se.
E, o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
Novamente: o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
É o dia em que nenhuma alma poderá advogar por outra, porque o mando, nesse dia, só será de Deus. - (Sura 82:6-19)
(2) Humildade:
Pelas horas da manhã,(1891)
E pela noite, quando é serena,
Que o teu Senhor não te abandonou, nem te odiou.
E sem dúvida que a outra vida será melhor, para ti, do que a presente.
Logo o teu Senhor te agraciará, de um modo que te satisfaça.
Porventura, não te encontrou órgão e te amparou?(1892)
Não te encontrou extraviado e te encaminhou?
Não te achou necessitado e te enriqueceu?(1893)
Portanto, não maltrates o órfão,
Nem tampouco repudies o mendigo,
Mas divulga a mercê do teu Senhor, em teu discurso. (Sura 93.1-11)
(3) Liberdade para se practicar qualquer religião de sua escolha:
109:6 Vós tendes a vossa religião e eu tenho a minha.
(4) Ser paciente com os descrentes e deixar que Alá faça o julgamento:
73:10  E tolera tudo quanto te digam, e afasta-te dignamente deles.
10:109 Observa, pois, o que te foi revelado, e persevera, até que Deus decida, porque é o mais equânime dos juízes.
(5) Limitar-se a avisar (sem coagir) os descrentes:
50:45  Nós bem sabemos tudo quanto dizem, e tu não és o seu incitador. Admoesta, pois, mediante o Alcorão, a quem tema a Minha ameaça!
10:99 Porém, se teu Senhor tivesse querido, aqueles que estão na terra teriam acreditado unanimemente. Poderias (ó Muhammad) compelir os humanos a que fossem fiéis?
(6) Exibir amabilidade e tolerância para com os infiéis:
7:199 Conserva-te indulgente, encomenda o bem e foge dos insipientes.
Em 622, e depois de 13 anos de pregação em Meca, Maomé foi alegadamente "forçado" a fugir de Meca rumo Medina (para onde a maioria dos seus seguidores já havia migrado). Estes ensinamentos de Meca culminaram num dos mais famosos versos do Alcorão, 2:256, apelando a que "não houvesse compulsão na religião":
Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Deus, Ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, porque Deus é Oniouvinte, Sapientíssimo.
A RADICALIZAÇÃO DE MAOMÉ EM MECA
Foi em Medina que Maomé obteve poder e foi aí que o islão se transformou dum monoteísmo relativamente benigno numa ideologia política militante expansionista que perdura até aos dias de hoje. Em Medina nós observamos um Maomé diferente e um Alá diferente. Aqui, Maomé radicalizou-se gradualmente em conformidade com os mandamentos de Alá, e tornou-se num dirigente político e num comandante militar. O Alá de Medina levou o seu profeta a tornar-se num senhor da guerra que buscava conquistas militares. Em Medina, Maomé usou a ameaça da espada para forçar as pessoas a adoptar o islão. Longe estava a mensagem de 2:265 Não Há Imposição Quanto À Religião, rapidamente substituída por ensinamentos tais como os que se encontram em 9:5 e 9:29.
(1) Lutem contra os descrentes até que a religião seja unicamente para Alá:
Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem. Sura 8:39
(2) Já não há mais escolha no que toca â religião:
  • A quem combater o Mensageiro, depois de haver sido evidenciada a Orientação, seguindo outro caminho que não o dos fiéis, abandoná-lo-emos em seu erro e introduziremos no inferno. Que péssimo destino!  [4:115]
  • Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.  [4: 89]
(3) Já não há mais paciência com os descrentes; agora, eles têm que ser amaldiçoados:
  • E quando lhes são recitados os Nossos lúcidos versículos, descobres o desdém nos semblantes dos incrédulos, chegando mesmo a ponto de se lançarem sobre aqueles que lhes recitam os Nossos versículos. Dize: Poderia inteirar-vos de algo pior do que isto? É o fogo (infernal), que Deus prometeu aos incrédulos. E que funesto destino! [22:72]
  • Em verdade, àqueles que molestam Deus e Seu Mensageiro, Deus os amaldiçoará, neste mundo e no outro, e tem-lhes preparado um afrontoso castigo. [33:57]
(4) Já não há mais tolerância; agora há que coagir os kafirs:
  • "Isso, para que Deus possa separar os maus dos bons, e amontoar os maus uns sobre os outros; juntá-los-á a todos e os arrojará no inferno. Estes são os desventurados." [8:37]
  •  "Em verdade, Deus introduzirá os fiéis, que praticam o bem, em jardins, abaixo dos quais correm os rios; quanto aos incrédulos, que comem como come o gado, o fogolhes servirá de morada."  47:12
(5) Acabou o tempo do pacifismo; agora é a hora de aterrorizar, torturar e assassinar.:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. (5:33)
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Deus e o Seu Mensageiro, que Deus é Severíssimo no castigo. (8.12-13)
(6) Não há tolerância para com os críticos; há que matá-los.
Entre eles há aqueles que injuriam o Profeta e dizem: Ele é todo ouvidos. Dize-lhes: É todo ouvidos sim, mas para o vosso bem; crê em Deus, acredita nos fiéis e é uma misericórdia para aqueles que, de vós, crêem! Mas aqueles que injuriarem o Mensageiro de Deus sofrerão um doloroso castig. (...) [9.061]
(7) Se por acaso os vossos pais ou irmãos rejeitarem o islão, cortem todas as confidências com eles:
Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos.  [9.023]
(8) É hora de amaldiçoar eternamente quem quer que rejeite o islão:
  • Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!  [9:73]
  • Existem dois antagonistas (crédulos e incrédulos), que disputam acerca do seu Senhor. Quanto aos incrédulos, serão cobertos com vestimentas de fogo e lhes será derramada, sobre as cabeças, água fervente, [22:19]
  • A qual derreterá tudo quanto há em suas entranhas, além da totalidade de suas peles. [22:20]
  • Em adição, haverá clavas de ferro (para o castigo). [22:21]
  • Toda a vez que dele (do fogo) quiserem sair, por angústia, ali serão repostos e lhes será dito: Sofrei a pena da queima! 22:22
Os 13 anos de pregação em Meca haviam sido um falhanço total e Maomé não conseguiu mais do que 100-200 seguidores. Se por acaso Maomé tivesse continuado com a mesma metodologia em Medina, o islão haveria de ter morrido de morte natural (muito provavelmente ainda com Maomé vivo).
Mas a radicalização militante de Maomé alterou o islão e transformou essa religião num mafioso empreendimento de pilhagem, oferecendo aos seus potenciais seguidores uma parte do saque e as mulheres capturadas, ao mesmo tempo que forçava aqueles que estivessem dispostos a rejeitar o islão a adoptar essa fé sob pena de morte. Esse islão tornou-se num bem sucedido e duradouro empreendimento religioso em expansão, tal como continua nos dias de hoje.
Em Medina Maomé re-inventou Alá, e transformou-o num padrinho mafioso que Maomé poderia usar como forma de conferir a ele mesmo poder político terreno, e usar os seus supostos ensinamentos como justificação religiosa e legal para a sua criminalidade maligna. Foi desta forma que o islão se tornou numa seita bem sucedida.

ABROGAÇÃO: A RADICALIZAÇÃO TOTAL E FINAL DO ISLÃO E DOS SEUS SEGUIDORES
A maioria dos maometanos são pessoas normais, e a parte historicamente inicial do Alcorão (versos de Meca) poderia dar-lhes uma base pacífica para a sua vida religiosa. Mas Alá não lhes deixou essa margem de manobra. O Maomé radical de Medina deparou-se com um problema enorme em relação aos ensinamentos não-militantes do Alcorão. Se por acaso os seus seguidores tivessem apelado a esses versos não-violentos doo Alcorão, o desejo de Maomé de roubar, de adquirir poder e domínio, não se teria realizado. E Alá, sempre pronto a satisfazer todos os desejos de Maomé, veio em sua ajuda, revogando a totalidade dos ensinamentos alcorânicos de Meca. 
  • 2:106. Não abrogamos nenhum versículo, nem fazemos com que seja esquecido (por ti), sem substituí-lo por outro melhor ou semelhante. Ignoras, por acaso, que Deus é Onipotente?

  • 16:101 E quando abrogamos um versículo por outro - e Deus bem sabe o que revela - dizem-te: Só tu és dele o forjador! Porém, a maioria deles é insipiente.
Esta doutrina da abrogação anula os ensinamentos anteriores, nomeadamente, as revelações pacíficas de Meca, e coloca em seu lugar as revelações radicalizadas e militantes de Medina. Isto faz do islão, em absoluto, uma fé religiosa militante e radical. Isto fez com que os maometanos não tivessem qualquer tipo de opção se por acaso quisessem apelar para os versos pacíficos de Meca.
(Para uma lista detalhada dos versos do Alcorão que foram cancelados através da doutrina da abrogação, visitem este link: http://www.islamreform.net/new-page-27.htm.)
Através do processo da abrogação, 71 suras do Alcorão, entre 114 no total - isto é, 62.28% suras do Alcorão - tornaram-se nulas e vazias (Abu Ja'afar al Nakhass' al Nasikh wal Mansukh'). Logo, só as 43 suras posteriores reveladas em Medina ainda têm validade. E esta parte ainda válida do Alcorão ensina o engano, o assassinato, o massacre, o genocídio, o roubo, a escravatura e a violação como prácticas halal divinamente sancionadas que dariam acesso ao paraíso aos muçulmanos, desde que esses actos fossem levados a cabo contra os kafirs.
Em suma, quando Maomé iniciou o islão, ela era uma fé religiosa relativamente não-violenta, mas à medida que ele foi aumentando o seu poder, Maomé radicalizou a sua ideologia com o propósito único de conquistar o mundo para Alá. O Alcorão tornou-se numa declaração de guerra contra os kafirs. Esta guerra é permanente até que TODOS os kafirs se convertam ao islão, ou se encontrem em dhimmitude (discriminação institucionalizada semelhante a uma escravatura de segunda classe) ou tenham sido assassinados.
Havendo começado como um pregador humilde, Maomé radicalizou-se a veio a comandar mais de 60 raids e invasões - algumas envolvendo massacres - havendo ele mesmo participado pessoalmente em 27 desses raids e invasões.
Quem mais sofreu com a radicalização militante de Maomé foram os judeus da Pensínsula Árabe, que sofreram exílios, execuções e escravatura de modo indiscriminado. Algumas das palavras mais arrepiantes de Maomé dirigidas aos judeus foram:
"...o apóstolo de Alá disse: "Matem qualquer judeu que cair nas vossas mãos.(Ibn Ishaq, Life of Muhammad, p. 553)
Narrado por 'Abdullah bin 'Umar: O Apóstolo de Alá disse: "Vocês (Muçulmanos) irão lutar contra os judeus até que alguns deles se escondam por trás das pedras. As pedras irão traí-los, dizendo: 'Ó 'Abdullah (i.e. escravo de Alá)! Há um judeu por trás de mim; vem matá-lo!” (Bukhari 4:52:176)
E a radicalização de Maomé viu o seu apogeu no Massacre da Tribo Banu Quraiza, onde ele ordenou a decapitação de 600 a 900 dos seus homens, dando pessoalmente o início à matança decapitando 2 líderes judeus. Para se ler mais sobre a tragédia monumental dos Banu Quraiza, acessem: http://www.islamreform.net/new-page-209.htm
Portanto, a assim-chamada "auto-radicalização" dos maometanos nada mais é que 1) eles a seguir os ensinamentos e os mandamentos do seu sagrado Alcorão, e 2) eles a imitar os exemplos do seu "profeta" Maomé, o único homem perfeito que alguma vez andou na terra [segundo os maometanos].

Fonte: "Muhammad: The First Islamic Radical" http://bit.ly/XQrhrZ

domingo, 4 de maio de 2014

Egipto recomenda pena de morte para mais 700 islamitas

Um tribunal egípcio recomendou a pena de morte para 682 militantes da Irmandade Muçulmana, esta segunda-feira.

Segundo o sistema judicial egípcio, a recomendação é feita ao mufti do país, a principal figura religiosa do Islão Sunita no Egipto, mas a sua opinião não é vinculativa e pode ser ignorada pelo tribunal.

Em Março, por exemplo, foram condenados mais de 500 militantes mas na decisão definitiva, que também foi divulgada esta segunda-feira, apenas se manteve a pena de morte para 37, com as restantes penas a serem comutadas a prisão perpétua.

Desde a queda do regime de Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana, esta organização foi ilegalizada e é actualmente considerado um movimento terrorista. A situação levou a um conflito aberto entre os militantes islâmicos e as forças do Governo.

O Egipto prepara-se agora para eleições presidenciais, que se realizam já em finais de Maio. O actual ministro da Defesa e arquitecto da deposição de Morsi, General Sisi, é candidato e prevê-se que vença o escrutínio.

Fonte 

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Enquanto o Egipto correctamente condena à morte os assassinos envolvidos na matança de vários Egípcios inocentes, o mundo ocidental desenvolve esforços para dar legitimidade a mesma ideologia que inspira a Irmandade Muçulmana.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Condenados à morte


Tribunal do sul do Egipto condenou 529 apoiantes do entretanto removido presidente Mohammed Morsi à morte sob acusações de assassinarem um policia e atacarem outros policias.

O tribunal de Minya emitiu a sua decisão na 2º Feira depois de apenas duas sessões onde os advogados dos acusados se queixaram de não terem tido a chance de apresentar o seu caso.

Aqueles condenados fazem parte dum grupo de 545 pessoas sob julgamento pelo assassinato dum polícia, tentativa de assassinato de outros dois, ataque a uma esquadra de polícia, e outros actos de violência.

Mais de 150 suspeitos estiveram no julgamento, outros julgados in absentia, e 16 foram declarados inocentes.

Os acusados foram presos depois de demonstrações violentas que foram uma consequência do ataque policial às manifestações pró-Morsi no Cairo que mataram centenas de pessoas.

A decisão legal pode ser apelada.

Fonte

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Os terroristas ateus

A Arábia Saudita deu entrada a uma série de novas leis que definem os ateus como terroristas, segundo um relatório da "Human Rights Watch".

Numa série de decretos reais, e após uma porção de legislação com um alcance amplo ter sido feita para lidar com o terrorismo no geral, o rei Saudita  Abdullah limitou todas as formas de dissidência política que podem "prejudicar a ordem pública".

As novas leis foram largamente instaladas para combater o crescente número de Sauditas que viaja para tomar parte da guerra civil na Síria, e regressa com treino recém adquirido e com ideias de derrubar a monarquia.

Como forma de combater isso, o Rei Abdullah emitiu o Decreto Real 44 que criminaliza a "participação em hostilidades fora do Reino" com penas de prisão que variam dos 3 aos 20 anos. No entanto, no mês passado mais normas foram emitidas pelo Ministério do Interior, identificando uma extensa lista de grupos que o governo qualifica de organização terrorista - incluindo a Irmandade Muçulmana.

O primeiro artigo das novas provisões definem o terrorismo como "apelar ao pensamento ateu de alguma forma, ou colocar em causa os fundamentos da religião islâmica sobre os quais este país foi fundado".

Joe Stork, (Human Rights Watch) firmou:
As autoridades Sauditas nunca toleraram qualquer tipo de crítica às suas políticas, mas estas leis e normas recentes quase que tornam qualquer expressão crítica ou associação independente num crime de terrorismo. Estes regulamentos cortam qualquer esperança que o Rei Abdullah tencione abrir o espaço para vozes dissidentes e grupos independentes.
A "Human Rights Watch" afirmou que estes novos regulamentos eram também um retrocesso às campanhas levadas a cabo para a protecção e liberdade de um certo número de activistas pelos direitos humanos que se encontram actualmente presos na Arábia Saudita. A organização disse ainda que Waleed Abu al-Khair e Mikhlif al-Shammari perderam recentemente os seus recursos legais, e irão dentro em breve dar início a penas de 3 meses e 5 anos (respectivamente) por terem criticado as autoridades Sauditas.

A organização disse que as novas provisões em torno do "terrorismo" tem dentro de si linguagem que o Ministério Público e os juízes já estão a usar para processar e condenar activistas independentes e dissidentes pacíficos.


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Se estas medidas tivesse sido implementadas no Vaticano ou num país declaradamente Cristão, os grupos ateus de todo o mundo fariam manifestação atrás de manifestação como forma de acabar com a discriminação.

Mas como este tipo de combate não pode ser instrumentalizado contra o Cristianismo, os militantes ateus do mundo inteiro deixam que os ateus Sauditas sejam vítimas de discriminação.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Seguidores de Maomé decapitam mulher em frente às filhas

Maometanos da Somália capturaram dois Cristãos - uma mãe de duas filhas e o seu primo - e depois de terem reunido toda a povoação, decapitaram-nos a sangue frio. Os maometanos que os mataram estavam tão vazios de vergonha que forçaram as duas filhas da mulher, com 8 e 15 anos, a abservar a decapitação. A mãe chamava-se Sadia Ali Omar, e o primo que foi também decapitado chamava-se Osman Mohamoud Moge.

A criança de 8 anos chorou e implorou para que alguém salvasse a sua mãe, mas ninguém veio, e as duas crianças inocentes não tiveram escolha senão suportar a visão da sua querida mãe a ser barbaramente decapitada pelos pagãos. Antes de os decapitarem, os maometanos proclamaram:

Sabemos que estes dois [a mulher e o primo] são Cristãos que chegaram recentemente do Quénia - queremos erradicar todos Cristãos clandestinos que vivem dentro da área dos mujahidin [área dos jihadistas].

Um dos residentes disse que eles foram capturados depois de se terem levantado suspeições devido ao facto dos dois Cristãos não frequentarem as rezas de 6ª-Feira tal como se espera nas terras islâmicas:

    As duas pessoas que foram mortas faltavam por muitas vezes às rezas de 6ª-Feira, especialmente Omar, que alegou estar a rezar em casa.

As duas filhas foram levadas para uma área não-revelada para a sua protecção, e ainda se teme que os maometanos tentem localizá-las e matá-las tal como fizeram com a sua mãe.
..

Esta é mais uma daquelas histórias que os média ocidentais ignoraram por completo, pactuando assim com o sofrimento dos Cristãos. Para além desta, existem muitas outras histórias que também não foram reportadas pelos média. Não há forma de saber quantos mártires já existem. 

A apatia perante o mal é outra forma de idolatria. Já não podemos andar descuidados visto que não há desculpas. Ou nós somos aqueles que estão a sofrer a perseguição ou fazemos parte daqueles que directa ou indirectamente fazem a perseguição.

Os maometanos que mataram a mãe e o seu primo eram membros do grupo islâmico conhecido como Al-Shabaab, jihadistas com sede na Somália, e "eles têm espiões um pouco por toda a Somália". A maior parte das pessoa não têm ideia do quão cruéis estes pagãos heréticos são com os Cristãos. Eis aqui um vídeo deste grupo islâmico a decapitar um Cristão (GRÁFICO).


(...)

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como os Russos lidam com os potenciais terroristas

Em mais uma iniciativa que visa aplicar medidas duras contra os maometanos presentes na Rússia, a polícia de Moscovo deteve mais de 300 adoradores depois de os ter isolado numa sala de rezas na capital da Rússia.

Na 6ª-Feira passada, a Agência Reuters reportou que durante um encontro de oficiais das forças de segurança, o Presidente Vladimir Putin afirmou: 

A situação no Norte do Cáucaso deve ser mantida sob um controle particular. . . . A luta contra a corrupção, o crime e a insurgência deve ser levada a cabo duramente e de forma consistente.

Num raid levado a cabo da 6ª-Feira, as forças policiais de Moscovo detiveram 300 maometanos - incluindo 170 estrangeiros - sem revelar as razões por trás desta apreensão. As forças, lideradas pels Serviços de Segurança Federais ("Federal Security Service (FSB)), confiscaram também literatura islâmica que será, agora, submetida a investigação.

O raid de 6ª-Feira, que é o terceiro que visa locais de culto islâmicos em Moscovo este ano, chega numa altura em que a Rússia se prepara para os Jogos Olímpicos de Inverno no Mar Vermelho, em Sochi.

A Federação Rússia, que alberga cerca de 23 milhões de maometanos a norte do Cáucaso e nas repúblicas da Chechénia, Inguchétia e Daguestão, situadas a sul, tem o islão como a segunda maior religião do pais, com cerca de 15% dos 145 milhões de Russos (predominantemente Ortodoxo) a identificarem-se com ele.

A Rússia luta para acabar com uma revolta que deriva das suas devastantes guerras levadas acabo contra os separatistas da Chechénia - a este da Inguchétia e a Norte da Odisséia - e ela tem sido inflamada pelo desemprego crónico, pela brutalidade policial e pela pobreza.

Os militantes que lutam em favor dum estado islâmico nas regiões montanhosas têm, de modo crescente, visado os líderes maometanos que têm o apoio das autoridades de Moscovo.

Duas décadas depois duma disputa territorial ter levado a uma breve guerra no ano de 1992, existem também indícios duma persistente tensão entre a Ossétia do Norte maioritariamente cristã e a Inguchétia de maioria muçulmana, mas não indícios de que os tiroteios estejam de algum modo relacionados com este conflito.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Será que os terroristas sofrem de baixa auto-estima?

Segundo um plano de estudo online feito para os estudantes secundários duma escola da Flórida, o que leva os muçulmanos a entrar em grupos terroristas e a matar em nome da sua religião é a baixa auto-estima e a vontade de se sentir integrado.

O curso de História Mundial com o nome de “Invisible Warfare” — oferecido pela "Florida Virtual School", a primeira escola pública online do país com alcance em todo o estado - começa  perguntando aos alunos "o que lhes vem à mente" quando consideram o conceito do fundamentalismo, e o que os motiva a pensar no termo dentro dum contexto religioso.  Mais tarde o curso define o terrorismo como o acto de usar o medo ou a violência como forma de atingir certos fins políticos ou religiosos.

Segundo o plano escolar, "Traços comuns que os psicólogos encontraram nos terroristas são o facto de gostarem de correr riscos e o facto de muitos sofrerem de baixa auto-estima."

Por vezes, juntar-se a um grupo terrorista fornece a estes indivíduos um sentimento de pertença.

Nesta mesma lição, mas numa secção anterior, é dito aos alunos para considerar como "este tipo de fundamentalismo" afectou o islão, notando como alguns grupos fundamentalistas islâmicos reinterpretaram a palavra "jihad" - que significa "luta" em árabico - de modo a significar "guerra santa" contra os não-muçulmanos.

Alguns críticos tais como a Global Dispatch alegaram que a transição do Cristianismo para o islão dentro do plano de estudo "pode implicar de modo suave que o Cristianismo pode estar a afectar (e desde logo a causar) o extremismo muçulmano."  O plano diz:

Por exemplo, algumas passagens da Bíblia podem justificar a matança de homens , mulheres e crianças de uma forma difícil de entender hoje em dia. Será que alguém apoiaria uma coisa destas hoje? Como é que reagirias a alguém que insistisse que estas crenças eram fundamentais para o Cristianismo?"

Fonte

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Pobres terroristas. Se apenas eles se sentissem melhor com as suas vidas, eles não andariam por aí a matar tanto, a roubar tanto, a decapitar tanto, e a levar a cabo tantos ataques terroristas. 

O facto de pessoas de todas as confissões religiosas também terem os seus momentos de baixa auto-estima mas mesmo assim não levarem a cabo ataques terroristas parece ser algo que não foi levado em conta pelas pessoas que levaram a cabo o plano de estudo aludido em cima.


A verdade dos factos é que há algo dentro do islão que motiva os muçulmanos a levar a cabo estes actos destrutivos.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ajudando os terroristas

Júri federal de San Diego condenou 4 imigrantes muçulmanos - incluindo o imã - de conspirarem para canalizar dinheiro para um grupo terrorista do seu país. Depois de 3 semanas de julgamento, e 3 dias de deliberações, na passada Sexta-Feira o júri condenou os homens de conspirarem para angariarem fundos para o grupo terrorista al-Shabaab (AHL-shuh-BAHB').

No ano de 2008 o "U.S. State Department" classificou o grupo al-Shabaab como grupo terrorista, e desde então membros do Ministério Público Federal têm vindo desmantelar o apoio que o grupo tem nos EUA, especialmente na área de Minnesota.

Entre os condenados encontra-se um imã de San Diego de 40 anos, com o nome de Mohamed Mohamud, bem como 2 taxistas e um homem que geria um negócio financeiro usado para transportar o dinheiro.

A sentença será lida em Maio.

 Fonte
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Aparentemente, estes maometanos não foram informados de que o islão significa "paz" e que só os "intolerantes" acham que "jihad" significa "guerra". Se calhar é melhor eles entrarem em contacto com o imã local.

Ah, espera. O imã também está envolvido no caso. Bem, agora fiquei confuso.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Autoridades búlgaras expulsam delegação do Hamas

Fonte

Na 6ª Feira passada as forças de segurança da Bulgária fizeram um raid às instalações temporárias da delegação do Hamas localizada em Sofia, e expulsaram-na do país. A delegação chegou à Bulgária na 4ª Feira para apresentar "a narrativa palestina e expôr a falsa narrativa israelita em torno dos palestinos e do Hamas." Esta visita foi a primeira deste tipo por parte dos oficiais do Hamas a um país da União Europeia (UE).

A agência noticiosa palestina Ma'an citou uma declaração emitida pela lista parlamentar do Hamas "Change and Reform" onde se lia que o gesto dos Búlgaros foi parcialmente motivado pela pressão Israelita, Americana e Britânica.

O Hamas rapidamente atacou o gesto dos Búlgaros, acusando-os de ceder à pressão Israelita. Taher al-Nunu, porta-voz do governo, afirmou:

Condenamos este acto, que reflecte o nivel de submissão às pressões Sionistas.

O grupo acrescentou que exige um pedido de desculpas formal por parte da Bulgária, e que os seus oficiais [do Hamas] deveriam estar protegidos com a imunidade diplomática.

Segundo a Sofia News Agency, fontes ligadas às autoridades oficiais Búlgaras afirmaram mais tarde que haviam expulso a delegação do Hamas devido ao facto dos terroristas ameaçarem a segurança nacional. "Os quatro palestinos expulsos da Bulgária eram uma ameaça séria à segurança nacional," afirmou a Agência Estatal Búlgara para a Segurança Nacional, acrescentando que eles haviam agido de acordo com o Artigo 42 do "Bulgaria's Foreigners Act", que permite a expulsão de estrangeiros se estes forem uma ameaça à ordem pública ou à segurança nacional.

Na 5º Feira, o governo Búlgaro rejeitou terminantemente alegações em torno de encontros que supostamente haviam ocorrido entre representantes oficiais do governo e os oficiais do Hamas.

Ismail al-Ashkar, chefe da lista parlamentar do Hamas, liderou a delegação. Os legisladores do Hamas Salah Bardaweel e Mushir al-Masri (que é também um porta-voz do grupo islamita na Faixa de Gaza) acompanharam al-Ashkar.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Bulgária, Vessela Tcherneva, afirmou ao Jerusalem Post que “a Bulgária faz parte da política da União Europeia ao listar o Hamas como uam organização terrorista.
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Obviamente, há sempre uma forma rápida de impedir que os terroristas maometanos sejam expulsos de países como a Bulgária. Para tal, basta que eles parem de apoiar directamente actividades terroristas e genocidas contra mulheres e crianças israelitas.
Aprovado pelo Hamas

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Quem realmente controla a "Primavera Árabe"

Apareceu recentemente em sites árabes um video demonstrando a verdadeira natureza da insurgência Síria contra o regime de Assad - isto é, que os elementos dominantes da mesma não são só islamitas mas também de natureza terrorista. 

Para além disso, e como aconteceu em paises como a Líbia, muitos estrangeiros - incluindo terroristas afiliados à al-Qaeda - encontram-se na Síria, misturando-se com o resto das forças de oposição. 

Os mesmos elementos reveladores que emergiram por todo o lado - incluindo no Egipto durante o ataque à embaixada americana - encontram-se presentes no vídeo: a bandeira preta do islão, muçulmanos  com a aparência de Salafis, slogans jihadistas e louvor pelos terroristas e pelo terrorismo.

Dois homens encontram-se num edifício que parece ter sido esvaziado devido à violência; eles usam um microfone para cantar ao mesmo tempo que as pessoas se congregam nas ruas para cantarem juntas. Eles gritam palavras de louvor - especialmente quando o nome "Bin Laden" é cantado - e gritam "Alá é o maior!".

Eis aqui algumas palavras ditas pelos homens num sotaque árabe não-sírio (provavelmente sotaque saudita):
Chamaram-me terrorista, e eu disse "isso será a minha honra," este é um apelo divino . . . . derrotamos a América . . . o Trade (Center) tornou-se num amontoado de pedragulhos . . . Saudações por parte dos Talibãs e do seu líder mullah Omar . . . A vitória e nosssa, vencer é connosco, e Alá, com todo o seu poder, encontra-se do nosso lado. Os infiéis juntaram-se para nos derrotar mas não serão bem sucedidos.




Fonte

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Portanto, os maometanos estão em guerra uns com os outros, mas os seus cânticos são dirigidos aos americanos. Faz "sentido".

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Eficiência prematura



Mais de 18 terroristas maometanos foram mortos em operações militares levadas a cabo em várias partes do Afeganistão, afirmou o Ministro do Interior.
Durante as últimas 24 horas a Policial Nacional Afegâ ( Afghan National Police - ANP), com apoio do exército e das forças de coligação da NATO, deram início a operações . . . em Kabul, Nangarhar, Paktika e nas províncias de Helmand, matando 18 insurgentes\membros dos Talibã, e prendendo outros 4. 
Separadamente, 4 militantes que preparavam um Engenho Explosivo Improvisado (EEI) numa rua do distrito Saved Abad, este da província de Wardak, morreram quando os seus EEIs explodiram prematuramente.

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Fica aí o aviso para todos os terroristas muçulmanos que aspiram ter as suas 72 virgens através do "martírio". Para além de não serem "mártires" no genuíno sentido do termo, pode ser que o vosso EEI prematuramente vos tire a vida.

Será que vale a pena perder a vida por Maomé?

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Jihad no Twitter

Antigamente, há cerca de 10 anos atrás, os jihadistas comprometiam-se a matar o imperialismo ocidental (para substitui-lo pelo imperialismo islâmico) através de gravações que os seus emissores posteriormente faziam chegar aos canais de televisão - Al Jazeera, por exemplo.

A mais recente geração tem uma forma mais simples de transmitir a "mensagem de Alá" (o deus árabe): Twitter.

Durante anos os jihadistas tentaram evitar os censuradores nos fóruns online - chegando a ver os seus vídeos odiosos removidos do Youtube, as suas páginas do Facebook identificadas como páginas de ódio, e as suas mensagens "hackeadas" - mas segundo alguns analistas que monitorizam a presença online dos militantes, o Twitter ainda oferece uma raro espaço não filtrado para os grupos islâmicos,

Murad Batal al-Shishani, um pesquisador de jihadistas que monitorizou as suas mensagens do Twitter durante meses, afirma que, no Twitter, eles podem almejar expandir a sua propaganda. Eles podem atingir os "indecisos" e levar a cabo esforços para recrutar mais simpatizantes. Ele escreveu em torno deste assunto para a BBC e outros órgãos de informação.

Murad afirma que "Eles encontram-se focados nos eventos actuais - Síria ou apoiando a revolução lá ou noutro lugar - mas ele não estão a usar [o Twitter] para a actividade operacional ou para comunicarem uns com os outros."

Fonte

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Para quem tem "ódio" pelo Ocidente, não deixa de ser curioso os maometanos usarem a tecnologia do Ocidente para lutar contra esse mesmo Ocidente.

domingo, 22 de julho de 2012

Muçulmana que combatia estereótipo de muçulmanos como terroristas presa por actividades terroristas

Activistas muçulmana que combatia para dar término ao estereótipo de muçulmanos como terroristas foi formalmente acusada de dar apoio ao terrorismo depois da investigação da RCMP a conectar a um alegado esquema de contrabando de armas para o Hezbollah [grupo terrorista libanês].

Mouna Diab, de 26 anos, foi acusada de comenter um crime "para o benefício, sob direcção, ou em associação com um grupo terrorista." Se condenada, ele enfrenta uma prisão perpétua.

Mouna foi apreendida no aeroporto de Montreal no ano passado e acusada de violar o embargo de armas dirigido ao Líbano. No entanto a polícia acrescentou recentemente acusações muito mais sérias.

Fonte

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terça-feira, 17 de abril de 2012

Paciência inglesa (afinal) tem limites

Num gesto de solidariedade com o grupo terrorista maometano, Lashkar-e-Taiba (LeT) e com Hafiz Muhammad Saeed - um dos líderes do grupo - parlamentarista muçulmano com origens paquistanesas Nazir Ahmed anunciou um "prémio" para o captor do presidente Barack Obama e para o seu predecessor George W. Bush.

O maometano fez o anúncio numa recepção arranjada em sua honra pela comunidade empresarial em Haripur.

Nazir afirmou que a recompensa oferecida a quem capturasse Saeed era um "insulto" para todos os maometanos e que ao levar a cabo esse gesto, o presidente Obama havia desafiado a "dignidade da Ummah" (=comunidade muçulmana).

Portanto, Nazir defende que recompensar quem apreende um terrorista muçulmano é o mesmo que insultar todos os muçulmanos. Muito revelador.

Ele diz ainda:

Se os EUA podem anunciar uma recompensa de $10 milhões para quem capturar Hafiz Saeed, eu posso anunciar uma recompensa de 10 milhões de libras para a captura de Obama e do seu predecessor George Bush.

Nazir disse ainda que ele mesmo suportaria os custos da recompensa mesmo que para isso tivesse que vender os seus bens pessoais.

Mas Nazir apanhou o choque da sua vida ao aperceber-se que palavras têm consequências. Sem demora, o seu próprio partido inglês tratou de lhe suspender o mandato mal as suas declarações foram conhecidas. Um porta-voz dos Trabalhistas disse:

Suspendemos Lord (sic) Ahmed até que as investigações terminem. Se estes comentários são verídicos, condenamos completamente estas declarações visto serem totalmente inaceitáveis.
Elas são inaceitáveis para o mundo civilizado mas são perfeitamente normais para os maometanos. Aparentemente, tentar capturar um criminoso muçulmano é um "ataque a todos os muçulmanos".
"Perseguir terroristas assassinos é o mesmo que perseguir todos os muçulmanos".


domingo, 15 de abril de 2012

O bigode não-islâmico


Há já 18 anos que o bigode de Amir Muhammad Afridi o tornou numa espécie de celebridade através das terras tribais da zona fronteiriça do Afeganistão.

Mas isto foi antes do seu luxuriante cabelo facial atrair a atenção do grupo islâmico Lashkar-i-Islam - grupo este que se determinou a impor a sharia no zona onde Afridi vivia.

Durante os últimos dois anos ele recebeu ameaças de morte e intimidação, e foi forçado a fugir da sua casa tudo por causa do bigode que lhe ocupa 30 minutos por dia em higiene:

Prenderam-me em plena luz do dia, puseram-me num carro, levaram-me para uma escola religiosa, declararam que o bigode não é islâmico e ordenaram que eu o cortasse.

Eu nada poderia fazer visto que me encontrava rodeado de armas Se eu tivesse resistido, seria morto.

Desde então, Afridi, de 42 anos, saiu de casa (em Banna) e recolocou a sua esposa e os seus 10 filhos na cidade de Peshawar, onde ele vive anonimamente e dirige um pequeno negócio de importação de relógios.

Fonte

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Paquistão: 2 maometanos descem à prisão eterna depois de explosão prematura


Dois maometanos morreram no Domingo passado quando um engenho controlado remotamente explodiu prematuramente. Fontes junto da administração política disseram que os dois terroristas colocavam o aparelho na zona de Zakhakhel quando o mesmo foi activado.

Os corpos dos militantes foram totalmente desfeitos em pedaços pela bomba que se destinava a destruir uma ponte local. Foi impossível identificar os militantes devido ao facto da explosão ter transformado os seus corpos em pedaços dispersos.

Fontes oficiais afirmaram também que é possível que as forças de segurança ou outros oficiais possam ser os alvos do grupo a que pertenciam os militantes que morreram devido ao facto de Landi kotal-Torkhum ser a via principal com destino ao Afeganistão.

Fonte

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Não me alegro com a morte dos terroristas, mas dada a escolha entre eles, e os inocentes muçulmanos que eventualmente passariam por lá (crianças muçulmanas incluídas), acho que não há muito por onde escolher.

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