MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 20 de setembro de 2014

Estado Islâmico: Terror de exportação

O porto de Cardiff foi no século XIX e princípios do XX o principal exportador de carvão do mundo. Agora a capital do País de Gales, como tantas outras cidades britânicas, vê sair algo mais negro que o carvão: jovens radicalizados a caminho da Síria e do Iraque para se juntarem aos terroristas do autodenominado Estado Islâmico (EI).

É o caso de Reyaad Khan, de 20 anos, cujo passado de estudante exemplar e de jovem moderado e integrado na sociedade - dizia aos amigos que iria ser o primeiro chefe de Governo britânico de ascendência asiática - nunca faria desconfiar que descambasse num fundamentalista que 'tuita' imagens de decapitações e as comenta como se se tratasse da maior banalidade.

Também de Cardiff foram para o Médio Oriente os irmãos Nasser e Aseel Muthana, de 20 e 17 anos. O primeiro trocou o curso de Medicina pela ilusão do califado e deu a cara por um vídeo de promoção e de recrutamento do ainda então denominado ISIL. “Tu precisas de lutar por Alá. Sacrifica-te por Alá, a cura para a depressão é a jihad” ou “Vais morrer de qualquer modo” são algumas das tiradas de Nasser, agora conhecido como Abu Muthana al-Yemeni.

A falta de riqueza argumentativa do vídeo não travou a popularidade do grupo, pelo menos antes da decapitação do jornalista James Foley. O EI explora com habilidade as redes sociais. No Twitter conseguiu campanhas com milhares de apoiantes. O número de muçulmanos britânicos que aderiram ao grupo extremista é equivalente ao que presta serviço militar: pelo menos 500 estarão na Síria e no Iraque, uns 600 no exército britânico.

Mas tão ou mais preocupante que a ida dos recrutas é o regresso. Só na região de Londres estarão uns 200 jihadistas, aponta o chefe da Scotland Yard Bernard Hogan-Howe. “É um privilégio ter um passaporte, ser cidadão britânico. E se uma pessoa vai lutar para outro país em nome de outros, isso dá uma ideia do sítio onde quer estar”, disse, defendendo que as leis sejam alteradas e que os combatentes percam o passaporte.

No total, estima-se que o EI tenha nas suas fileiras entre 2 mil e 4 mil europeus. O outro país da União Europeia que mais alimenta o “cancro” a que Barack Obama alude é a França. Em Janeiro, o Presidente François Hollande mostrou-se “inquieto” com o número de franceses e estrangeiros - 700 - que tinham partido de território gaulês para a Síria. 

Se no Reino Unido o recrutamento e a radicalização dos jovens se faz em mesquitas como em Cardiff (o pai dos irmãos Nasser e Aseel veio a público dizer que nos últimos tempos os jovens tinham mudado de mesquita e deixado crescer a barba e não faltam imagens na internet a documentar o desfraldar da bandeira negra do agora EI naquela cidade), em França a propaganda fez-se sobretudo através das redes sociais, como está documentado no livro Les Français Jihadistes, de David Thomson.

Mas há mais ocidentais de arma em punho. Nas últimas horas foi noticiada a morte de dois norte-americanos (John McCain e outro não identificado) numa batalha do EI contra os rebeldes ditos moderados.

Culto apocalíptico, rede terrorista e cartel

O Estado Islâmico financia-se através do rapto de europeus (franceses em primeiro lugar), através de apoios não expressos de Estados do Golfo - o Qatar rejeitou as acusações de um político alemão de que patrocina o EI -, com o contrabando de crude e com dinheiro saqueado do Banco Central do Iraque em Mossul.

Nascido após o desmembramento do regime iraquiano, ganhou nova força com o fim de outra ditadura que não dava tréguas aos islamistas - a Líbia de Kadhafi - e com a guerra civil na Síria, outra ditadura secular. Onde falhou a implantação de democracias, floresceu o extremismo. 

Como questiona no britânico Guardian o escritor Peter Gray, o que é o EI? Um culto milenarista violento, um Estado totalitário, uma rede terrorista ou um cartel criminoso? “A resposta é nenhuma delas e todas”.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O terror em nome de Deus abateu se sobre Nairobi

 
Um grupo de homens armados decidiu que tem autoridade para executar a justiça divina. De decidir quem deve viver, se conhecer as preces da sua religião, e quem deve morrer por ser “infiel”.

Os “infiéis” mortos não precisaram de ter qualquer culpa, não precisaram de ter qualquer participação nos actos de que se diziam vingar.  Bastava que não fossem muçulmanos. Nem a inocência das crianças foi poupada. 

O Islão é uma religião da paz, como não se cansam de explicar alguns fiéis, cheios de boas intenções, homens verdadeiramente de paz e amantes da concórdia. 

O Islão é uma religião da paz, mas os seus seguidores não o são todos. E o pior é que não há como distinguir um terrorista. Eles andam camuflados, convivem com as suas vítimas, sorriem, podem ser simpáticos. O pior é que não se pode adivinhar o que lhe vai na alma. O que anda a tramar.

O Islão é uma religião de paz, conceptualmente, mas não é esta a imagem que projecta de si mes mo. Ou porque é intolerante com opiniões que não lhe são favoráveis, ou porque não consegue apartar-se claramente dos crimes cometidos em seu nome. 

Uma coisa é a causa dos povos dos países árabes. A causa da Palestina colhe simpatias de todas as partes do mundo. Outra coisa é a matança tresloucada e insana em nome de um deus que começa a pintar-se de ver melho. O Islão começa a confundir se com o medo. O medo, sabe-se é perigoso. 

Em Angola há cerca de um milhão de muçulmanos, segundo os responsáveis da comunidade.
Uma acção como a de Nairobi, onde militantes islâmicos mataram indiscriminadamente civis num centro comercial, faz já acender algumas luzes. Há preocupação. Desnecessá ria? Não se sabe. Há um ditado que diz que quando a barba do vizinho arde deve-se pôr a nossa de molho. 

É o que se ouve pelas ruas e nas redes sociais. Há já alguma preocupação. 

Se o Islão é uma religião de paz, os seus líderes devem assumir que a religião está em crise. Devem fazer tudo para resolver tal crise, afastan do-se dos matadores, respeitando as outras religiões e os Estados laicos. 

Respeitando outras formas de ver a vida. O Islão não deve permitir que continue a morrer gente por sua causa ou em seu nome. 

O massacre de Nairobi não foi perpetrado e reivindicado por razões políticas. Escolheu-se a dedo quem deveria morrer. Isso é inadmissível, em nome de que deus for. 

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quinta-feira, 1 de janeiro de 1970

Muçulmanos obedecem a Maomé e espalham a morte e a violência pelo mundo inteiro

"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis!
Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!" - Alcorão 8:12


Modificado a partir do original de Bill Muehlenberg

Passou-se mais uma semana, e estamos actualmente na posse de mais histórias relativas à religião pacífica. Independentemente da parte do globo onde nos encontremos, temos muito mais notícias perturbadoras de actos levados a cabo em nome do islão e por parte de muçulmanos devotos. Embora muitos maometanos nominais sejam supostamente incapazes de aprovar este tipo de coisas, ou de as executarem eles mesmos, a triste realidade é que aqueles que são firmes crentes nos preceitos do islão estão a fazer estas coisas diariamente durante o ano inteiro, causando tormentos, mortes e destruições incontáveis.

Reportar estas inúmeras actividades não faz de mim um racista (o islão não é uma raça), nem uma pessoa intolerante (de que forma é que reportar factos é "intolerância"?), nem um causador de problemas (de que forma é que alertar as pessoas para um perigo eminente faz com que a pessoa que faz o alerta seja uma "causadora de problemas"?). Existem histórias que pura e simplesmente têm que ser contadas.

Os média tendem a fugir de todos estes assuntos, ou se não fogem, tratam de não fazer a ligação entre os actos levados a cabo por muçulmanos com os preceitos islâmicos que os motivam, ou garantem-nos que estes mesmos actos de maneira alguma estão relacionados com o islão (embora os seus practicantes sejam capazes de apontar para os versos do Alcorão e para os exemplos de Maomé que fundamentam os seus actos violentos).

É preferível lidar com a realidade, deixando de lado o politicamente correcto e a dhimmitude. Devido isto, deixem-me reportar mais cinco vinhetas dos últimos dias, todas elas girando em torno do maravilhoso mundo do islão. Todos estes exemplos falam por si, e como tal, não é preciso mais comentários da minha parte.

A primeira história chega-nos de New York:
As autoridades policiais reportaram na Terça-Feira que um homem de Manhattan foi acusado de circuncidar a sua  muito-mais-nova esposa depois dela se ter recusado a ter relações sexuais com ele. Moussa Diarra, de 48 anos, queria ter sexo anal com a sua esposa de 24 anos, mas quando a vítima se recusou,e segundo afirmou a polícia, ele forçou-se sobre ela. Depois de ele a ter sodomizado, afirmou a vítima, por volta das 9 horas da noite do dia 14 de Setembro ele levou a cabo a horrível circuncisão. Segundo a polícia, a vítima reportou a agressão uma semana mais tarde. 
Diarra, que é originalmente de África, onde a circuncisão era comum, foi preso no dia 23 de Setembro. Segundo os registos legais, seis dias mais tarde ele foi indiciado por júri, sendo acusado de acto sexual forçado, abuso sexual agravado por compulsão, tentativa de agressão com a intenção de desfigurar ou desmembrar, e agressão com o propósito de causar ferimentos físicos com uma arma. Ele está retido no Manhattan Detention Center com uma fiança de 20 mil dólares (...). Está agendado ele aparecer no tribunal no dia 27 de Outubro.
A Inglaterra é palco da minha segunda histórica arrepiante:
Estudante de medicina suspeito de conspirar com o Estado Islâmico anunciou que "Sinto o cheiro de guerra" horas antes de ter sido preso. Tarik Hassane, de 21 anos, conhecido como "O cirurgião", estava a ser questionado durante a noite passada devido a alegações de que ele planeava trazer o terror para as estradas da Grã-Bretanha. Ele foi imobilizado com um Taser por parte de polícias armados que entraram de rompante no apartamento dum familiar onde ele se encontrava a dormir depois de ter voado para dentro do país. 
Este muçulmano devoto, que estudava no Sudão, é suspeito de viajar para a Síria e conspirar com o brutal grupo terrorista. Três dos seus amigos, todos com 20 ou com 21 anos, estavam também detidos pelos oficias de anti-terrorismo da Scotland Yard. Segundo o MET, os magistrados conferiram três dias adicionais aos polícias de modo a que eles possam questionar quatro homens suspeitos de planearem um ataque terrorista no Reino Unido. 
Um deles, Gusai Abuzeid, de 21 anos e estudante na Greenwich School of Management e funcionário da Primark em regime de part-time, foi preso em casa (em Central London). O seu irmão disse que ele [Gusai Abuzeid) não era religioso e que ele nunca poderia estar envolvido numa conspiração terrorista. 
Uma das linhas de investigação defende que os homens planeavam uma decapitação como forma de emular o assassino Jihadi John. Hassane foi preso na Terça-Feira em Princess Alice Estate, Londres Ocidental, onde dois dos bombistas do dia 21 de Julho haviam sido encontrados há 9 anos atrás. Polícias armados revistaram os apartamentos onde a sua tia e o seu tio vivem. Uma das testemunhas ouviu "três tiros" antes dele ter sido arrastado para fora. Ela disse: 
"A sua cara estava beligerante, zangada, de maneira alguma com remorso, e com um completo olhar de ódio" Horas antes, o suspeito tweetou que ele havia voado para o país, adicionando ‘Boas, rapazes . . . Sinto o cheiro de guerra’. Ele tem estado na University of Medical Sciences and Technology em Cartum desde Setembro de 2013. 
Os serviços de segurança acreditam que ele viajou até à Síria para se encontrar com os militantes de linha-dura locais.
E consideremos esta história que nos fala da forma como as mulheres muçulmanos Africanas são tratadas:
Oficias Sauditas deportaram 241 mulheres Nigerianas da peregrinação anual hajj e estão a ameaçar enviar de volta outras centenas de quem se diz que estão a viajar sem um acompanhante masculino, causando uma disputa diplomática entre os dois países. Os oficiais Nigerianos responsáveis por organizar a hajj disseram que três aviões foram retornados de volta, provenientes da cidade Saudita de Medina, enquanto que mais 1,000 mulheres se encontravam retidas em centros de detenção em Meca (algumas já há cinco dias). 
Segundo a Lei Saudita, as mulheres são menores que precisam de permissão dum parente masculino para trabalhar, deixar o país ou, em alguns casos, receber tratamento médico. O embaixador Nigeriano na Arábia Saudita, Abubakar Shehu Bunu, disse que os Nigerianos poderiam levar a cabo os rituais desde que se fizessem acompanhar por oficiais locais mal eles aterrassem na Arábia Saudita. Bunu deu entrada a uma queixa formal junto das autoridades Sauditas. 
Muitas das mulheres que foram enviadas de volta chegaram banhadas de lágrimas, algumas com os bebés amarrados nas suas costas. "Estamos tão tristes. Usei as minhas últimas poupanças, para completar o que o meu primo me tinha disponibilizado, como forma de pagar por um assento para a hajj, apenas e só para sermos tratadas como infiéis e não como companheiras muçulmanos," disse Halima Muhammad, que passou dias no centro de detenção. 
Falando desde Katsina por telefone, ela acrescentou, "Mal chegamos ao aeroporto, fomos presas e levadas para instalações que não são dignas para seres humanos. Ninguém nos ofereceu nada, e nós só tínhamos água e formos forçadas a dormir no chão".  
Outras disseram que passaram horas em aviões escurecidos e que foram enviadas para trás sem chegarem a desembarcar. Muitos Africanos poupam durante anos de modo a que possam pagar os £3,000 necessários para a peregrinação.
A Austrália não está imune a todas estas coisas:
Um líder islâmico da linha-dura pertencente a um grupo que milita por um califado islâmico afirmou que os muçulmanos se deveriam sacrificar para o materializar. "Somos de opinião que este mundo merece uma nova ordem mundial," afirmou Ismail Al-Wahwah num evento organizado pelo controverso grupo Hizb ut-Tahrir
Mais de 200 pessoas fizeram-se presentes durante a palestra que decorreu em Lakemba (Sidney) na passada Sexta-Feira, onde Al-Wahwah, sheik de  Bankstown, atacou o envolvimento Australiano na campanha liderada pelos Estados Unidos no Iraque e na Sìria, que tem como objectivo lutar contra os extremistas do EIIL.
E finalmente, notícias dos Estados Unidos:
Dick Costolo, CEO do Twitter, alegou que ele e a sua equipa receberam ameaças de morte por parte do EIIL. O grupo jihadista militante (também conhecido como Estado Islâmico) estava a usar este canal das redes sociais para partilhar as suas notícias, e devido a isso, as suas contas foram fechadas. 
"Depois de termos começado a suspender as suas contas, algumas pessoas afiliadas à essa organização usaram o Twitter para declarar que os empregados do Twitter, bem como a sua gerência, deveriam ser assassinados," afirmou Costolo. "Obviamente que isso é uma coisa chocante com a qual lidar e eu passei um bom bocado a falar com a empresa sobre isso." 
Falando para o Vanity Fair New Establishment Summit, Costolo discutiu a dificuldade de se balancear a liberdade de expressão com a propagação de conteúdo negativo e malévolo.
Isto é apenas uma amostra das muitas coisas que são semanalmente feitas por muçulmanos devotos um pouco por todo o mundo. Havia muitas outras histórias para contar. Se a isto adicionarmos as centenas de histórias que já se encontram documentadas neste site, ficaremos com a impressão de que há algo de errado com a ideologia política conhecida como "islão". E quem pensar assim, estará correcto.

* * * * * * *

Será que os jihadistas e os supremacistas estão correctos na sua interpretação da "teologia" islâmica? Ou será que os moderados é que têm a ortodoxia do seu lado? Para se averiguar isto, basta ir às fontes islâmicas, nomeadamente, o Alcorão:

9.29 . Combatei aqueles que não crêem em Alá e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.

9.73 . Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!

9.123 . "Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Alá está com os tementes."

8.12 . "E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"

47.4 . "E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
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