MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Matou a filha porque esta trabalhava num salão de beleza


Um pai muçulmano matou a sua filha à machadada porque ele sentia-se envergonhado por esta trabalhar num salão de beleza.disseram os filhos de Allah Ditta que observaram o momento em que ele cortava o pescoço da irmã, numa casa localizada num subúrbio paquistanês com o nome de Adiala.

A polícia disse que o acusado, depois de preso, confessou ter morto a filha de 32 anos (mãe de um filho). Um  machado ensanguentado que se crê ser o usado no assassinato foi também encontrado.

Shagufta tinha um filho novo e tinha-se divorciado há cerca de 3 anos. O irmão da vítima, Fiaz Ali, disse à polícia que o seu pai enervou-se quando soube que a mulher para quem  Shagufta trabalhava como empregada  lhe havia  arranjado um emprego no seu salão de beleza.

A filha mais nova disse que Shagufta foi espancada pelo pai na noite anterior à sua morte, no exacto momento em que anunciou ao pai a sua intenção de trabalhar no salão.

A polícia citou a filha mais nova quando esta disse:
O meu pai amarrou-a a uma árvore, na selva, e atingiu-lhe no pescoço com um machado, matando-lhe instantaneamente.

Fonte

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Tribunal arquiva caso contra muçulmanos que atacaram uma mulher com ácido


Ela esperou 7 anos por justiça, mas foi tudo em vão. Gul Naaz veio a saber há alguns dias atrás que o tribunal exonerou os homens acusados de lhe terem atirado ácido à cara - e a terem desfigurado para toda a vida. O seu crime: ter aberto um salão de beleza.

Naaz, hoje com 34 anos, disse:

Os homens que me atiraram ácido à cara foram presos após o ataque, e mantidos na delegacia da policia por uma noite. No dia seguinte foram libertos.

O caso foi levado aos tribunais, e eu fui chamada para testemunhar o ocorrido. Foi-me dito que seria chamada outra vez, mas isso nunca aconteceu.

A polícia informou-me que o caso havia sido fechado e que os acusados haviam sido exonerados pelo tribunal.

Naaz afirmou ao mesmo tempo que tenciona apresentar um recurso contra a decisão.

Em 2006, Naaz, que tem 3 filhos, abriu um salão de beleza em Kishtwar como forma de sustentar a família, visto que o marido havia sofrido lesões sérias num acidente de viação. Ela disse que dois muçulmanos – Sajjad Ahmad e Liyqat Ali – disseram-lhe para fechar o salão de beleza ou que se preparasse para enfrentar "consequências sérias".

Na altura, eu ri-me de Sajjad, que na altura era o imã da mesquita local. Pensei que eles estavam a brincar, mas mais tarde, eles executaram a ameaça.

* * * * * * *

Enquanto as feministas ocidentais se queixam de "opressão" por não terem permissão legal para decapitar, esquartejar, e queimar com químicos os seus próprios filhos (aborto), as mulheres muçulmanas vêem a sua beleza destruída para o resto da vida apenas e só por abrirem um salão de beleza.

Um sobrevivente do Holocausto disse algo do género "se alguém diz que te vai matar, acredita no que eles afirmam." Semelhantemente, se muçulmanos devotos afirmam que nutrem ódio por ti, e que estão dispostos a levar a cabo acções violentas contra ti, acredita no que eles dizem.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Nigéria: Escravos de Alá continuam a matar Cristãos indefesos


Ficamos a saber através desta notícia que fiéis seguidores de Alá, o deus árabe, atacaram uma igreja Cristã no nordeste da Nigéria durante um culto. Este ataque fez parte de uma série de ataques que causou a morte de pelo menos 13 pessoas.

O ataque levado a cabo pelo grupo assassino muçulmano Boko Haram contra a igreja surgiu depois de membros do grupo terem atacado um salão de beleza e terem lutado contra as forças governamentais na sua jihad contra o fraco governo central nigeriano.

Só nos últimos dias o grupo maometano matou pelo menos 44 pessoas, apesar da nação rica em petróleo ter declarado um estado de emergência nas regiões atingidas pela jihad.

(Será que não há interferência internacional na Nigéria devido ao seu rico potencial económico? Será que não há grupos internacionais a quem lhes interessa que o Boko Haram desestabilize o país, ou provoque a queda do presidente actual?)

Segundo o comissário local Ade Shinaba, em Yola - capital do Estado de Adamawa - assassinos muçulmanos com a cara coberta com um pano negro atacaram a Igreja Apostólica local, matando 8 Cristãos inocentes.

Num salão de beleza próximo, pelo menos 3 outras pessoas foram mortas pelos assassinos muçulmanos. Stephen Tizhe, de 35 anos, afirmou:

Três atiradores com as faces cobertas entraram no meu salão e começaram a disparar contra os clientes ao mesmo tempo que gritavam "Alá é o maior, Alá é o maior!".

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