sábado, 11 de janeiro de 2014
Chicotadas para quem falha as rezas
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Tribunal Egípcio ataca os islamistas
Numa declaração emitida na Segunda-Feira. o Juiz Mohammed al-Sayed afirmou:
O tribunal ordenou também que os bens da Irmandade Muçulmana sejam confiscados.
A Irmandade esteve ilegal durante a maior parte dos seus 85 anos de existência, no entanto, em 2011, aquando da expulsão do autocrata Hosni Mubarak, a organização recebeu permissão para operar livremente.
Fonte
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Este desenvolvimento é uma das poucas coisas boas que ocorreram depois da Primavera Árabe. Durante o reinado de Mubarak, a maior parte da população maometana do Egipto inocentemente pensava que, dada a oportunidade, a Irmandade Muçulmana governaria o país justamente e segundo os princípios islâmicos.
Quando a IM obteve o poder depois da queda de Mubarak, os Egípcios descobriram o que esses princípios islâmicos fazem a um país. Agora, a Irmandade Muçulmana voltou a ser banida.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Tribunal arquiva caso contra muçulmanos que atacaram uma mulher com ácido

Naaz, hoje com 34 anos, disse:
Os homens que me atiraram ácido à cara foram presos após o ataque, e mantidos na delegacia da policia por uma noite. No dia seguinte foram libertos.Naaz afirmou ao mesmo tempo que tenciona apresentar um recurso contra a decisão.O caso foi levado aos tribunais, e eu fui chamada para testemunhar o ocorrido. Foi-me dito que seria chamada outra vez, mas isso nunca aconteceu.
A polícia informou-me que o caso havia sido fechado e que os acusados haviam sido exonerados pelo tribunal.
Em 2006, Naaz, que tem 3 filhos, abriu um salão de beleza em Kishtwar como forma de sustentar a família, visto que o marido havia sofrido lesões sérias num acidente de viação. Ela disse que dois muçulmanos – Sajjad Ahmad e Liyqat Ali – disseram-lhe para fechar o salão de beleza ou que se preparasse para enfrentar "consequências sérias".
Na altura, eu ri-me de Sajjad, que na altura era o imã da mesquita local. Pensei que eles estavam a brincar, mas mais tarde, eles executaram a ameaça.
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Enquanto as feministas ocidentais se queixam de "opressão" por não terem permissão legal para decapitar, esquartejar, e queimar com químicos os seus próprios filhos (aborto), as mulheres muçulmanas vêem a sua beleza destruída para o resto da vida apenas e só por abrirem um salão de beleza.
Um sobrevivente do Holocausto disse algo do género "se alguém diz que te vai matar, acredita no que eles afirmam." Semelhantemente, se muçulmanos devotos afirmam que nutrem ódio por ti, e que estão dispostos a levar a cabo acções violentas contra ti, acredita no que eles dizem.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Suíços precisam de permissão para proteger a Suíça

O Concílio de Fribourg havia proibido o grupo - O Movimento Contra a Islamização da Suíça - de estabelecer uma tenda informativa durante uma campanha anti-minarete que se realizou no ano de 2009.
O Concílio afirmou que se tinha recusado a autorizar o grupo de propagar a sua mensagem devido ao medo da reacção violenta que supostamente poderia surgir [por parte de quem?].
O grupo venceu, assim, o direito de propagar informação que visa alertar os locais dos perigos que resultam do aumento da influência islâmica na Suíça. Portanto, em certas áreas da Suíça é preciso autorização (e protecção) legal para se defender o seu próprio país da invasão islâmica.
Ridículo.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Tribunais do século 7 em funcionamento na Grã-Bretanha
Uma proposta de lei foi introduzida na Câmara dos Lordes pela humanitária Cristã, a Baronesa Cox, como forma de refrear o crescimento dos tribunais sharia.É muito importante que eles sejam reconhecidos e que tenham permissão para existirem.Ele disse ainda ao Guardian que os tribunais sharia eram "no seu todo, bons para a comunidade."
Temos que fazer todos os possíveis para garantirmos que elas sejam livres de qualquer tipo de coação, intimidação e injustiça.Segundo a "Arbitration Act" de 1996 em torno das decisões dos tribunais religiosos, incluindo o "Muslim Arbitration Tribunal", as mesmas podem ser levadas a cabo em questões comerciais e civis.
domingo, 7 de agosto de 2011
Muçulmanos recusam-se a cooperar com o governo inglês

O falhanço dos inquéritos do ministério da Justiça gerou novos receios entre os políticos e grupos de pressão àcerca da crescente influência dos tribunais baseados na sharia. Eles receiam que os "tribunais" islâmicos apliquem sentenças que entre em conflito com os tribunais locais, nomeadamente em questões em torno dos acordos de divórcio.
O volte-face em torno das averiguações vem numa semana durante a qual os extremistas maometanos lançaram campanhas para declarar áreas britânicas como sendo zonas regidas pela sharia ("Zona Sharia").
Esta tomada de decisão por parte do governo gerou receios de que tais grupos radicias continuem com as suas actividades intimidatórias livremente.
O número exacto dos tribunais sharia em operação é incerto mas a Civitas, um "thnk-tank" inglês, estima que existam cerca de 85.
Por exemplo, enquanto que um muçulmano pode tentar converter um não-muçulmano ao islamismo, um Cristão não pode fazer o mesmo mas em relação à sua fé. Para além disto, se um muçulmano mata um não-muçulmano, a "pena" que ele recebe é diferente da pena que um não-muçulmano receberia se matasse um maometano.
Mas tudo isto é irrelevante uma vez que "a diversidade é a nossa força", certo?

