MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 8 de junho de 2014

Político maometano ameaça violência se alguém colocar em causa a sua eleição fraudulenta

Um conselheiro-sénior de Lutfur Rahman, presidente de município de Tower Hamlets com ligações extremistas, disse que haverá violência nas ruas se as pessoas não pararem de colocar em causa a forma como ele foi re-eleito. A Comissão Eleitoral levará a cabo uma investigação em torno da votação neste círculo eleitoral do Este de Londres depois de dezenas de notificações de intimidação de voto e de contagem de votos caótica ter causado a que houvesse um atraso de 5 dias na declaração dos resultados.

Lutfur Rahman venceu as eleições de modo tangencial como um independente, com 48% a 52% dos votos. Rahman foi expulso do Partido Trabalhista em 2010 depois do The Telegraph ter revelado a sua íntima ligação com um grupo terrorista maometano com o nome de" Islamic Forum of Europe". Kazim Zaidi, o conselheiro político pago com o dinheiro dos contribuintes escreveu o seguinte num blogue local:

Se aqueles que ainda parecem incapazes de aceitar os resultados, tal como eles estão, continuarem como estão, isso irá chegar às ruas onde até o mais inteligente dos políticos não será capaz de conter as coisas.

Peter Golds, líder da oposição, disse o seguinte:

Estou totalmente surpreendido. Isto é de facto uma ameaça de violência. Levando em conta o que sabemos da habilidade do presidente do município de trazer as pessoas para as ruas, isto é profundamente perturbador.

Cerca de 2,000 apoiantes de Lutfur Rahman assediaram o centro de contagem em Limehouse durante a contagem de Sexta-Feira, barricando de modo efectivo os adversários de Lutfur Rahman dentro do edifício. Um certo número de figuras do Partido Trabalhista, incluindo Sadiq Khan, o secretário de justiça "sombra", ficou a saber através da polícia que não poderiam sair.

Muitos locais de voto do círculo eleitoral foram também rodeados por largas quantidades de apoiantes de Rahman, através dos quais os votantes tiveram que passar para chegar às urnas. Rachel Saunders, conselheira Trabalhista em Tower Hamlets disse:

Estava por lá uma enorme quantidade de pessoas em redor das estações de voto, gritando, intimidando e tornando o processo de voto extremamente difícil.

Outro eleitor disse ao The Daily Telegraph que foi seguido até à cabine de voto por apoiantes de Lutfur Rahman, que tentaram depois garantir que ele votava "da forma correcta". Um porta-voz da Comissão Eleitoral disse:

As pessoas deveriam poder votar livres de intimidação, e confiantes de que o seu voto é seguro. Claramente, ocorreram eventos na contagem dos votos em Tower Hamlets e nós precisamos de garantir que entendemos o que aconteceu, e os motivos para essas coisas, antes de chegarmos às nossas conclusões.

O concílio de Rahmam está sob duas investigações adicionais da polícia e os auditores chamaram o "Department for Communities" e o "Local Government" por motivos de corrupção e mau uso de fundos. O The Telegraph e o programa da BBC com o nome de "Panorama" mostraram que ele canalizou dinheiro duma forma desproporcional para os membros da sua comunidade Bangladesa.

Zaidi, que recebe cerca de £53,000 por ano de dinheiro público, havia escrito no passado um capítulo no panfleto da Universidade de Exter,  difamando os membros do Partido Trabalhista de Tower Hamlets. A universidade foi forçada a emitir um pedido de desculpas e pagar os custos da difamação. O concílio afirmou que a contagem correu bem e que não havia notícia de intimidação.

Fonte: http://bit.ly/1uzid5K

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Parece que algumas pessoas ainda acreditam que a mera transladação de pessoas de uma cultura para a outra cultura imediatamente faz com que essas pessoas adoptem os hábitos e os costumes da nova cultura. Deve haver aviões mágicos que realmente fazem isso, mas ainda não há notícia.

É óbvio que Rahman e Zaidi não podem ser criticados por agirem de acordo com a sua cultura visto que se estivessem no seu país de origem, muito provavelmente eles  fariam exactamente a mesma coisa, e ninguém faria o reboliço que os culturalmente intolerantes Ingleses estão a fazer (racistas!).

Os esquerdistas que trouxeram os enriquecedores culturais para a Inglaterra são os responsáveis por este estado de coisas. Se a Inglaterra está a adoptar costumes do Terceiro Mundo, isso deve-se aos apoiantes e fomentadores do multiculturalismo - arma de destruição do nacionalismo Europeu e só Europeu - e a todas as pessoas que facilitam a destruição da cultura e dos costumes Britânicos.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tribunal Egípcio ataca os islamistas

O Egipto proibiu a Irmandade Muçulmana de levar a cabo as suas actividades dentro do país à medida que o governo interino busca maneiras de acabar com os tumultos que se seguiram à deposição do antigo presidente Mohammed Morsi.

Numa declaração emitida na Segunda-Feira. o Juiz Mohammed al-Sayed afirmou:

O Egipto proibiu as actividades da Irmandade Muçulmana e das suas organizações não-governamentais, e também de todas as actividades nas quais ela participa ou que derivam dela.

O tribunal ordenou também que os bens da Irmandade Muçulmana sejam confiscados.

A Irmandade esteve ilegal durante a maior parte dos seus 85 anos de existência, no entanto, em 2011, aquando da expulsão do autocrata Hosni Mubarak, a organização recebeu permissão para operar livremente.

O grupo aproveitou a ocasião para organizar o seu partido político e ascender ao poder numa série de eleições pós-Mubarak. Em Março último a Irmandade Muçulmana foi reconhecida como uma ONG.

Fonte

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Este desenvolvimento é uma das poucas coisas boas que ocorreram depois da Primavera Árabe. Durante o reinado de Mubarak, a maior parte da população maometana do Egipto inocentemente pensava que, dada a oportunidade, a Irmandade Muçulmana governaria o país justamente e segundo os princípios islâmicos.

Quando a IM obteve o poder depois da queda de Mubarak, os Egípcios descobriram o que esses princípios islâmicos fazem a um país. Agora, a Irmandade Muçulmana voltou a ser banida.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A arrogância dos muçulmanos bósnios


O líder sérvio-bósnio Milorad Dodik disse na passada 6ª-feira que a Bósnia está a entrar em colapso devido a inabilidade do país em formar um governo.

Dodik culpou a "arrogância" da maioria muçulmana e o que ele considerou serem as tentativas dos mesmos de subjugar os outros dois grupos étnicos, os Sérvios e os Croatas.

A Bósnia está na fase da desintegração e ninguém pode impedir isso. . . . .

A arrogância política dos bósnios muçulmanos em relação aos Sérvios e aos Croatas é tão evidente que ninguém acredita na sobrevivência da Bósnia.

Passado que está um ano depois das últimas eleições parlamentares, o país ainda não tem um governo federal e apesar da pressão da comunidade internacional, nem se vislumbram soluções para o problema.

Fonte

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Mais uma zona do mundo onde o islão está a causar problemas. No entanto, e apesar das evidências, os marxistas culturais da decadente elite europeia acham que na Europa os muçulmanos vão-se comportar de um modo distinto.

Good luck with that.

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