Lutfur Rahman venceu as eleições de modo tangencial como um independente, com 48% a 52% dos votos. Rahman foi expulso do Partido Trabalhista em 2010 depois do The Telegraph ter revelado a sua íntima ligação com um grupo terrorista maometano com o nome de" Islamic Forum of Europe". Kazim Zaidi, o conselheiro político pago com o dinheiro dos contribuintes escreveu o seguinte num blogue local:
Peter Golds, líder da oposição, disse o seguinte:
Cerca de 2,000 apoiantes de Lutfur Rahman assediaram o centro de contagem em Limehouse durante a contagem de Sexta-Feira, barricando de modo efectivo os adversários de Lutfur Rahman dentro do edifício. Um certo número de figuras do Partido Trabalhista, incluindo Sadiq Khan, o secretário de justiça "sombra", ficou a saber através da polícia que não poderiam sair.
Muitos locais de voto do círculo eleitoral foram também rodeados por largas quantidades de apoiantes de Rahman, através dos quais os votantes tiveram que passar para chegar às urnas. Rachel Saunders, conselheira Trabalhista em Tower Hamlets disse:
Outro eleitor disse ao The Daily Telegraph que foi seguido até à cabine de voto por apoiantes de Lutfur Rahman, que tentaram depois garantir que ele votava "da forma correcta". Um porta-voz da Comissão Eleitoral disse:
O concílio de Rahmam está sob duas investigações adicionais da polícia e os auditores chamaram o "Department for Communities" e o "Local Government" por motivos de corrupção e mau uso de fundos. O The Telegraph e o programa da BBC com o nome de "Panorama" mostraram que ele canalizou dinheiro duma forma desproporcional para os membros da sua comunidade Bangladesa.
Zaidi, que recebe cerca de £53,000 por ano de dinheiro público, havia escrito no passado um capítulo no panfleto da Universidade de Exter, difamando os membros do Partido Trabalhista de Tower Hamlets. A universidade foi forçada a emitir um pedido de desculpas e pagar os custos da difamação. O concílio afirmou que a contagem correu bem e que não havia notícia de intimidação.
Fonte: http://bit.ly/1uzid5K
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Parece que algumas pessoas ainda acreditam que a mera transladação de pessoas de uma cultura para a outra cultura imediatamente faz com que essas pessoas adoptem os hábitos e os costumes da nova cultura. Deve haver aviões mágicos que realmente fazem isso, mas ainda não há notícia.
É óbvio que Rahman e Zaidi não podem ser criticados por agirem de acordo com a sua cultura visto que se estivessem no seu país de origem, muito provavelmente eles fariam exactamente a mesma coisa, e ninguém faria o reboliço que os culturalmente intolerantes Ingleses estão a fazer (racistas!).





