MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

. . . . . . . .

Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rapariga branca espancada por 4 muçulmanas

Quatro muçulmanas que levaram a cabo um ataque racialmente motivado contra uma rapariga branca, arrancando cabelo da cabeça antes de a deixarem inconsciente, viram o juiz a frente do processo a deixá-las sair em liberdade alegando que elas [as muçulmanas] não estavam habituadas ao álcool.

Apesar das negras muçulmanas terem gritado "Matem a escória branca", o juiz Robert Brown, que um dia vai responder por esta decisão politicamente correcta, recusou-se a condená-las por crime racial, prevenindo assim que elas passassem 5 anos numa cadeia.

Segundo este juiz, como elas haviam consumido álcool e isso é contra o islão, elas não estavam habituadas ao efeito do mesmo. O juiz não disse, no entanto, como é que ele sabia que esta era a primeira vez que elas bebiam álcool.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Bangladesh: Muçulmano espancado até à morte pelas suas 4 mulheres

Um muçulmano que escondeu os seus múltiplos casamentos das suas esposas foi espancado até à morte no Bangladesh. De acordo com as fontes locais, a vítima (Yunus Bepari) foi a um casamento com duas das suas esposas. Por coincidência, ele esbarrou-se com a sua terceira esposa e durante o desenvolvimento da situação ficou-se a saber que ele tinha uma quarta esposa noutra localização.

As quatro esposas - que desconheciam as múltiplas mulheres do seu marido - espancaram-no sem misericórdia. Bepari foi levado até ao hospital onde foi mais tarde declarado como morto.

De acordo com a lei islâmica (Shariah), um homem muçulmano pode ter até quatro esposas desde que seja com o consentimento das esposas já existentes.



Que "bom" que vai ser quando o Islão se tornar suficientemente poderoso na Europa ao ponto de forçar os "laicos" a normalizar a poligamia (para além da pedofilia, uma vez que o "profeta" do Islão "casou-se" com Aisha quando esta tinha 7 anos).

Mas vendo bem as coisas, os "laicos" europeus nem precisam dos muçulmanos para legalizar a pedofilia.
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