sexta-feira, 11 de março de 2016
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Os bárbaros tomam conta dos autocarros franceses
Os motoristas muçulmanos são agressivos e pouco simpáticos com os passageiros. Eles recusam-se a apertar a mão das colegas de trabalho. A gerência recusa-se a intervir e apoiar as mulheres atacadas pelos muçulmanos como forma de manter a "paz social".
Alguns muçulmanos recusam-se a conduzir um autocarro se uma mulher conduziu-o antes dele. Os muçulmanos fazem as suas rezas nas horas de trabalho, e no local de trabalho. Os racistas e fascistas muçulmanos tratam os seus colegas brancos com desdém e como seres inferiores; gradualmente eles estão a impor o islão na RATP.
A ironia do destino não é ver uma civilização a ser destruida desta forma, mas ver que são os "laicos" a queixarem-se daquilo que é consequência lógica da sua guerra anti-Cristã. O site "Riposte Laique" ("Resposta Laica") provavelmente não junta os pontos em seu redor e descobre que a perda da fé Cristã está na base da sua destruição.
Pior, é bem provável que os gerentes de tal site culpem TODAS as religiões por aquilo que os maometanos estão a fazer na Europa.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão
A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.
A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.
A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.
Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Rapariga branca espancada por 4 muçulmanas
Apesar das negras muçulmanas terem gritado "Matem a escória branca", o juiz Robert Brown, que um dia vai responder por esta decisão politicamente correcta, recusou-se a condená-las por crime racial, prevenindo assim que elas passassem 5 anos numa cadeia.
Segundo este juiz, como elas haviam consumido álcool e isso é contra o islão, elas não estavam habituadas ao efeito do mesmo. O juiz não disse, no entanto, como é que ele sabia que esta era a primeira vez que elas bebiam álcool.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
França: 5 norte-africanos atacam casal branco
Certo? Certo?!!
Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.
A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.
Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.
Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.
É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.
O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.
Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:
After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.


