MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Jack Straw é racista?

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Os bárbaros tomam conta dos autocarros franceses

As mulheres que trabalham como motoristas de autocarros tornaram-se objectos diários de assédio desprezo, insultos e maus tratos por parte dos seus colegas de trabalho muçulmanos, que qualificam as mulheres não-islâmicas de vadias.

O que se sabe é o seguinte: a companhia practica uma política de "acção afirmativa" que favorece os muçulmanos norte-africanos nos recrutamentos, descriminando os franceses indígenas.

Os motoristas muçulmanos são agressivos e pouco simpáticos com os passageiros. Eles recusam-se a apertar a mão das colegas de trabalho.  A gerência recusa-se a intervir e apoiar as mulheres atacadas pelos muçulmanos como forma de manter a "paz social".
Alguns muçulmanos recusam-se a conduzir um autocarro se uma mulher conduziu-o antes dele. Os muçulmanos fazem as suas rezas nas horas de trabalho, e no local de trabalho. Os racistas e fascistas muçulmanos tratam os seus colegas brancos com desdém e como seres inferiores; gradualmente eles estão a impor o islão na RATP.
Isto encontra-se no site Riposte Laïque, que filmou o vídeo. O mesmo site tem outro artigo de um antigo oficial do sindicato que se queixou de actividades similares dentro da RATP há 10 anos atrás. Ele ressalva que as coisas só têm piorado desde então. Mesmo por essa altura, os motoristas maometanos recusavam-se a conduzir com a bandeira francesa durante as celebrações do 8 de Maio e 11 de Novembro.
* * * * * * *
O vídeo chocante exibido em cima demonstra como um país civilizado como a França pode ser gradualmente transformado num país como o Egipto num curto espaço de tempo. É muito difícil construir uma grande civilização, mas é muito fácil destruí-la: basta importar para o seu seio ideologias que não têm como propósito preservar essa mesma civilização (ex: marxismo cultural e islão). Essas ideologias podem ser importadas por imigrantes e/ou ser propagadas pelos locais. No caso da França há um misto dos dois: o marxismo cultural local abriu as portas da imigração aos maometanos. O resultado está aí.

O futuro pós-Cristão da Europa não vai ser a utopia secular, brilhante e sexy  que os secularistas sonhavam (com paradas gay todos os meses e abortos para meninas de 10 anos), mas sim um retrocesso à barbárie pré-Cristã. Sem dúvida que a França vai voltar a estar sob forte domínio religioso, mas não será mais a França de Auguste Comte ou Jean Jacques Rousseau.

 A ironia do destino não é ver uma civilização a ser destruida desta forma, mas ver que são os "laicos" a queixarem-se daquilo que é consequência lógica da sua guerra anti-Cristã. O site "Riposte Laique" ("Resposta Laica") provavelmente não junta os pontos em seu redor e descobre que a perda da fé Cristã está na base da sua destruição.

Pior, é bem provável que os gerentes de tal site culpem TODAS as religiões por aquilo que os maometanos estão a fazer na Europa.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão

Após uma audiência em tribunal a mulher foi acusada de desestabilização da ordem pública agravada devido aos comentários de natureza racista, escreve o “The Guardian”.

A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.

A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.

A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.

Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.

Fonte


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rapariga branca espancada por 4 muçulmanas

Quatro muçulmanas que levaram a cabo um ataque racialmente motivado contra uma rapariga branca, arrancando cabelo da cabeça antes de a deixarem inconsciente, viram o juiz a frente do processo a deixá-las sair em liberdade alegando que elas [as muçulmanas] não estavam habituadas ao álcool.

Apesar das negras muçulmanas terem gritado "Matem a escória branca", o juiz Robert Brown, que um dia vai responder por esta decisão politicamente correcta, recusou-se a condená-las por crime racial, prevenindo assim que elas passassem 5 anos numa cadeia.

Segundo este juiz, como elas haviam consumido álcool e isso é contra o islão, elas não estavam habituadas ao efeito do mesmo. O juiz não disse, no entanto, como é que ele sabia que esta era a primeira vez que elas bebiam álcool.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

França: 5 norte-africanos atacam casal branco

Sem dúvida que o SOS Racisme foi contactado e notificado deste óbvio caso de crime de ódio.

Certo? Certo?!!

Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.

A ideologia toma preeminência sobre a moralidade.

A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.

Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.

Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.

É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.

O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.

Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:

After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.

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