MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 22 de outubro de 2011

Dinamarca: Grupo maometano apela à criação de zonas controladas pela lei islâmica

Ficamos a saber através do Copenhagen Post que um grupo islâmico quer estabelecer em Copenhaga zonas controladas pela lei islâmica sharia.

O grupo, com o nome de ‘The Call to Islam’, pertence a um ramo islâmico conhecido por "Salafismo", cujos seguidores na Grã-Bretanha tentaram no Verão passado introduzir zonas sharia similares em Londres.

De acordo com o jornal Jyllands-Posten, o grupo é liderado pelo imã Abu Ahmed. Este homem já "ensinou" vários pessoas que mais tarde foram conectadas a actividades terroristas.

Que "surpresa".

O grupo tenciona iniciar o patrulhamento duma vizinhança de Copenhaga com o nome de Tingbjerg antes de se estender para Nørrebro e eventualmente para toda a Dinamarca.

Os muçulmanos que sejam encontrados a beber ou envolvidos em jogos de azar serão repreendidos por violarem a lei islâmica.


Esperamos ansiosamente que os militantes ateus que normalmente se levantam quando uma cruz é colocada num lugar público se manifestem com o mesmo vigor contra este gesto imperialista.

Claro que esta espera vai ser muito longa uma vez que os militantes ateus não se atrevem a criticar os islão. Aqueles que o fazem, descobrem empiricamente que não é seguro.

Outra coisa que convém notar é o quão imperialista e anti-democrático o islão é (nem vale à pena defender que estes grupos "não representam o verdadeiro islão"). Os muçulmanos escolhem vir viver para a superior sociedade ocidental mas quando cá chegam querem criar exactamente a mesma sociedade que os fez sair dos seus países de origem.

É difícil entender este tipo de gestos sem levar em conta que o islão é uma ideologia política e militar que visa total domínio do mundo - mesmo que isso envolva destruir sociedades que sobrevivem melhor sem o islão do que com o islão. Para eles, o que interessa é controlar mais e mais território.

Por isso é que a imigração islâmica - levada a cabo pelos marxistas culturais europeus que visam destruir a influência Cristã no Ocidente - é uma bomba relógio que mais cedo ou mais tarde irá explodir.

Os líderes europeus que trouxeram esta ideologia não-assimilável descobrirão com o tempo que os seus planos de reinar sobre a Europa como senhores feudais é uma miragem. O islão irá atrás deles tal como foi atrás de todas as outras ideologias que se atravessaram no seu caminho.

Historicamente, a única ideologia que conseguiu resistir e fazer retornar o avanço do islão foi o Cristianismo - precisamente a ideologia que os marxistas culturais europeus visam remover da influência pública.

Daqui se deduz, portanto, que o futuro da Europa pós-Cristã vai ser algo mais parecido com isto . . . .



. . . . . . . . . do que com isto.

domingo, 7 de agosto de 2011

Muçulmanos recusam-se a cooperar com o governo inglês


O Daily Mail reporta que os ministros britânicos voltaram atrás na sua decisão de levar a cabo inquéritos em torno do crescimento dos concílios de sharia em Inglaterra devido ao facto dos tribunais maometanos se recusarem a cooperar.

O falhanço dos inquéritos do ministério da Justiça gerou novos receios entre os políticos e grupos de pressão àcerca da crescente influência dos tribunais baseados na sharia. Eles receiam que os "tribunais" islâmicos apliquem sentenças que entre em conflito com os tribunais locais, nomeadamente em questões em torno dos acordos de divórcio.

O volte-face em torno das averiguações vem numa semana durante a qual os extremistas maometanos lançaram campanhas para declarar áreas britânicas como sendo zonas regidas pela sharia ("Zona Sharia").

Esta tomada de decisão por parte do governo gerou receios de que tais grupos radicias continuem com as suas actividades intimidatórias livremente.

O número exacto dos tribunais sharia em operação é incerto mas a Civitas, um "thnk-tank" inglês, estima que existam cerca de 85.



As sociedades ocidentais operam segundo a perspectiva de que a lei é igual para todos, e só há uma lei para todos. A lei islâmica, por outro lado, descrimina contra os não muçulmanos de forma gritante.

Por exemplo, enquanto que um muçulmano pode tentar converter um não-muçulmano ao islamismo, um Cristão não pode fazer o mesmo mas em relação à sua fé. Para além disto, se um muçulmano mata um não-muçulmano, a "pena" que ele recebe é diferente da pena que um não-muçulmano receberia se matasse um maometano.

Mas tudo isto é irrelevante uma vez que "a diversidade é a nossa força", certo?

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