MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O fogo islâmico causa mais vítimas inocentes

Muçulmano que matou a esposa depois de ter pegado fogo à casa como forma de impedir que a sua filha se casasse com um homem que ele não aprovava, foi hoje considerado culpado [ed: 30 de Outubro]. Mohammed Riaz Inayat, de 56 anos, ficou irritado quando a sua filha, Kalsoom Bibi, lhe disse que planeava mudar-se para o Dubai e casar-se com um polícia. Ele disse que ela havia trazido "desonra para a família" pouco antes de despejar galões de gasolina sobre a casa familiar e ter ateado fogo.


Na noite de 7 de Abril Inayat matou a sua esposa e causou a que as suas 3 filhas ficassem feridas como consequência do fogo que demorou segundos a envolver a casa. Naika morreu de envenenamento com monóxido de carbono e uma das filhas, Saimah (16 anos), que sofreu queimaduras na ordem dos 50%, saltou duma janela partida do quarto. Ele foi considerado culpado de ter assassinado a sua esposa mas foi ilibado de ter tentado matar as suas 3 filhas.

Durante o julgamento, o tribunal ficou a saber como foi que o pai-de-seis encharcou sete partes da sua casa com gasolina por volta das 5 da manhã, enquanto todos dormiam, poucas horas antes de Kalsoom Bibi, de 28 anos, viajar para o Dubai para se casar com o oficial policial.

Depois de inicialmente ter dito à policia que o fogo havia sido iniciado por um "gangue liderado por uma mulher de meia idade", ele admitiu a culpa na acusação de assassínio.

Philip Bennett QC, advogado de acusação, disso o seguinte ao tribunal:

Para o acusado, um casamento baseado no amor não era apropriado. Ele era tradicional nas suas crenças e o casamento teria que ser combinado.

A senhorita Bibi, que era já divorciada dum casamento arranjado pelo pai, conheceu o polícia em 2011 mas teve que viajar em segredo para o Dubai para o ver. Quando a família descobriu o affair em Dezembro último, eles desaprovaram-no e, segundo o que foi dito ao júri, o pai tornou-se cada vez mais zangado e irritado.

Kalsoom Bibi, que trabalha para a World Duty Free, disse o seguinte ao tribunal:

Ele disse-me que me mataria e que me envenenaria se eu me casasse com ele. Ele disse que eu traria desgraça à família. Ele não estava contente com o que estava a acontecer  e eu entendo que ele estivesse pouco feliz com isto porque ele nunca tinha conhecido o homem. Demorou muito tempo até ele aceitar, mas no final, ele lá aceitou porque viu que era o que eu queria.

Na noite do fogo, Bibi acordou e viu chamas a aparecerem por baixo da porta do quarto.

Enquanto a esposa, as 3 filhas e um amigo da família dormiam no andar superior, Inayat usou gasolina como acelerador tanto no andar superior como no inferior da casa familiar, pegando fogo ao edifício e encurralando a família no andar superior. Os vizinhos chamaram os serviços de emergência e tentaram em vão salvar os ocupantes da casa. As três filhas e o amigo da família saltaram da janela dum quarto do primeiro andar, o que causou a que alguns ossos se tivessem partido.

Quando os bombeiros chegaram ao local, entraram dentro da casa só para encontrar o corpo da esposa morto num dos quartos do andar superior. Ela havia morrido como consequência da inalação de fumo. Kalsoom Bibi sofreu um braço partido e 3 vértebras partidas depois de ter saltado da janela do terraço da sua casa em  Tyseley, Birmingham.

Inayat, que é original do Paquistão, disse ao júri que ele tentou tirar a sua própria vida nessa noite usando 3 facas de cozinha. Depois disso, ele disse que tentou usar cordas eléctricas à volta do seu pescoço antes de entornar petróleo nele mesmo.

Depois do veredicto, Zafar Siddique, Vice-Procurador-Chefe da Coroa do "West Midlands Crown Prosecution Service" [CPS], disse:

Crimes cometidos supostamente para defender a honra familiar não serão tolerados na nossa sociedade e hoje, a condenação de Mohammed Inayat demonstra isso mesmo.

A violência baseada na honra e os casamentos forçados centram-se no policiamento masculino em relação ao comportamento feminino. Isto pode incluir direitos fundamentais como a escolha do parceiro, como no caso de hoje, e este abuso pode escalar de modo assustador de comportamento controlador para o assassínio. 

Inayat cometeu um crime horrendo, crime esse que ele levou a cabo porque ele foi incapaz de aceitar o facto da sua filha ser ir casar com alguém que ela amava e com quem queria passar o resto da sua vida. Ele sentiu que isto trazia desonra à família e a ela, mas a condenação de hoje demonstrou que a vergonha só ele é que a vai carregar.

A CPS não deixará de impedir a violência baseada na honra. Isto é um abuso fundamental dos direitos humanos e como tal, não deve ser tolerado por qualquer sociedade civilizada.

Os nossos pensamentos encontram-se hoje junto da família e dos amigos de Naika Inayat

Fonte: http://ow.ly/qqCML

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A palavra que melhor poderia descrever o comportamento de Inayat foi cautelosamente deixada de fora: islão.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Queimada viva pelo pai por ter se encontrado com noivo

Um pai de família no Iêmen queimou sua filha de 15 anos viva apenas por suspeitar que ela teria se encontrado com seu noivo, anunciou nesta terça-feira a polícia iemenita.

O homem de 35 anos matou sua filha "queimando-a viva, com o pretexto de que ela teria tido dois encontros com seu noivo", acrescentou a polícia em seu site, indicando que o assassinato aconteceu em Shabaa, um povoado da província de Taëz, no centro do Iêmen.

O corpo da jovem foi levado para o hospital e o pai vai ser julgado, segundo a polícia.

O assassinato mostra o peso da tradição no Iêmen, país pobre da Península Arábica, afectado por escândalos relacionados ao casamento de menores de idade, prática patriarcal comum em uma sociedade com estrutura tribal

Fonte

domingo, 10 de março de 2013

Paquistão: Muçulmanos atacam Cristãos devido a acusações de "blasfémia"


Há alguns dias atrás centenas de muçulmanos do Paquistão oriental levaram a cabo vários ataques numa vizinhança Cristã - queimando várias casas - depois de terem ouvido que um homem Cristão supostamente havia cometido blasfémia contra o "profeta" do maometanismo.

No Paquistão, tal como em quase todos os países controlados por maometanos, a blasfémia contra o Maomé é um crime que pode ser castigado com a pena de morte. O Paquistão é um país maioritariamente Sunita onde as pessoas de outras confissões religiosas, incluindo a pequena comunidade Cristã, são olhados com suspeita.

Segundo Multan Khan, oficial policial, o incidente teve início na 6ª-Feira quando um jovem muçulmano acusou um Cristão de ter cometido blasfémia ao fazer comentários ofensivos contra o "profeta" Maomé. Segundo Khan, nessa 6ª-Feira à noite uma larga multidão duma mesquita próxima dirigiu-se à casa do Cristão. A policia registou o caso de blasfémia contra o homem depois da multidão se ter reunido e exigido algum tipo de acção, afirmou o oficial.

Temendo pela sua segurança, centenas de famílias Cristãs abandonaram a área durante a noite. Khan afirmou que a multidão muçulmana regressou no Sábado e começou a saquear e a queimar as casas dos Cristãos, embora, segundo Khan, nenhum  membro da comunidade Cristã tenha sofrido qualquer tipo de dano físico. No entanto, vários policiais foram feridos quando foram atingidos com pedras no momento em que tentavam impedir a multidão de invadir a área.

Como é muito comum nestes casos, o incidente aparentemente em nada está relacionado com algum tipo de blasfémia dita contra Maomé; segundo Akram Gill, um bispo local junto da comunidade Cristã de Lahore, estes eventos desenrolaram-se devido a uma inimizade pessoal entre dois homens - um Cristão e um maometano - e não devido a algo que o primeiro tenha dito.

Segundo o bispo, os dois homens envolveram-se numa discussão acalorada depois duma noite de bebedeira, e na manhã seguinte o maometano inventou a história da blasfémia como forma de se vingar do Cristão. Akram acrescentou ainda que a comunidade Cristã entregou o homem acusado à polícia quando estes vieram investigar o caso junto deles. Depois disto, eles trancaram as suas casas e foram para outras áreas (para as casas de familiares).

Segundo se sabe, os maometanos, que se encontravam armados com martelos e hastes de aço, entraram dentro das casas, assaltaram duas igrejas, e queimaram Bíblias e cruzes.


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Maomé ordenou aos seus devotos que reagissem violentamente às críticas. O que nós vêmos no Paquistão é, portanto, consequência directa dos ensinamentos de Maomé - e não uma "má representação" do "verdadeiro islão". No entanto, quando alguns ocidentais condenam os ensinamentos violentos de Maomé (sabendo que se essas criticas fossem feitas no mundo islâmico, isso seria motivo para a execução), esses ocidentais são chamados de "racistas" (muçulmano não é uma raça), intolerantes, geradores de ódio e islamofóbicos.

Será que devemos abandonar o nosso senso comum, e começar a pensar que há algum tipo de legitimidade na matança de quem critica a autoridade Maomé?
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