Casal, que havia contraído matromónio recentemente, e originário do
nordeste do Paquistão, morreu de uma forma horrível vítima de um ataque
por parte da família da noiva. Segundo o oficial policial do Punjab
Mohammad Ahsanullah, o casal, identificado como Sajjad Ahmed, de 26 anos, e Muawia Bibi, de 18, havia sido casado por um tribunal Paquistanês no dia 18 de Junho deste ano contra a vontade da família de Bibi.
Na Quinta Feira, o pai da noiva e os seus tios atraíram o casal de volta para a povoação de Satrah, na província de Punjab, onde Ahsanullah disse que o casal foi amarrado e decapitado. Apesar de inexistência de testemunhas, os membros da família entregaram-se às autoridades e encontram-se agora no distrito de Sialkot no Punjab.
Tais matanças normalmente são causadas pelas tradições tribais islâmicas do Paquistão e normalmente ocorrem em zonas rurais onde quer que existam muçulmanos. Os activistas dos direitos humanos afirmaram que as pessoas que testemunham estes actos, incluindo a polícia, normalmente não interferem porque tais matanças são consideradas "assuntos de família".
Segundo as Nações Unidas, cerca de 5,000 mulheres são anualmente mortas por motivos de honra. No entanto, os grupos que militam pelos direitos das mulheres afirmam que o número de crimes de honra é maior do que aquele que é reportado. Segundo a comissão dos direitos humanos do país, durante o ano passado 869 mulheres foram vítimas de matança de honra no Paquistão
Antes deste assassinato, e também em Junho, Saba Masqoood, de 18 anos, foi deixada como morta dentro dum saco num canal do Paquistão, com ferimentos causados por um ou mais armas de fogo.
Na Quinta Feira, o pai da noiva e os seus tios atraíram o casal de volta para a povoação de Satrah, na província de Punjab, onde Ahsanullah disse que o casal foi amarrado e decapitado. Apesar de inexistência de testemunhas, os membros da família entregaram-se às autoridades e encontram-se agora no distrito de Sialkot no Punjab.
Tais matanças normalmente são causadas pelas tradições tribais islâmicas do Paquistão e normalmente ocorrem em zonas rurais onde quer que existam muçulmanos. Os activistas dos direitos humanos afirmaram que as pessoas que testemunham estes actos, incluindo a polícia, normalmente não interferem porque tais matanças são consideradas "assuntos de família".
Segundo as Nações Unidas, cerca de 5,000 mulheres são anualmente mortas por motivos de honra. No entanto, os grupos que militam pelos direitos das mulheres afirmam que o número de crimes de honra é maior do que aquele que é reportado. Segundo a comissão dos direitos humanos do país, durante o ano passado 869 mulheres foram vítimas de matança de honra no Paquistão
Antes deste assassinato, e também em Junho, Saba Masqoood, de 18 anos, foi deixada como morta dentro dum saco num canal do Paquistão, com ferimentos causados por um ou mais armas de fogo.
Ela acusou o pai e o
irmão de terem disparado contra ela visto eles não aprovarem o seu
casamento com um vizinho. Ela sobreviveu mas outras não têm tanta sorte.
Durante o mês passado, a morte duma mulher paquistanesa grávida causou comoção em todo o mundo. Farzana Parveen, de 25 anos, foi atacada com tijolos por cerca de 20 pessoas, incluindo membros familiares próximos.
Durante o mês passado, a morte duma mulher paquistanesa grávida causou comoção em todo o mundo. Farzana Parveen, de 25 anos, foi atacada com tijolos por cerca de 20 pessoas, incluindo membros familiares próximos.
Depois disto, o seu marido, Mohammad Iqbal, disse
à CNN que ele havia morto a sua primeira esposa há seis anos como forma
de poder casar com Parveen.
Modificado a partir do original: http://cnn.it/THep56
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Não são as "tradições tribais" e nem os "costumes culturais" que causam a matança de honra visto que estes crimes ocorrem na Irlanda, em Inglaterra, no Canadá, na Suécia, na Índia, e, tal como visto, no Paquistão. O que une todas estas mortes não é a "tradição cultural" ou "tribal" mas sim a religião islâmica.
