MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Jihad em Barcelona

Quatro mães espanholas escreveram uma carta denunciando o que tem acontecido numa escola catalã onde, dizem elas, alunos indígenas são constantemente assediados pelos seus colegas muçulmanos e as autoridades escolares parecem sempre dispostas a tomar o partido dos estrangeiros.

Segundo a carta, infantário não cumpre a exigência legal de possuir pelo menos 20% das turmas a falar a língua nativa como a sua língua mãe. O árabe tornou-se a língua dominante nos corredores e nos recreios.

A escola está agora a enviar notificações em árabe e catalão - mas não em castelhano. Numa das turmas, 83,33% dos alunos fala árabe. Em clara violação da lei, há uma carta em árabe colocada numa das portas da escola.

As enervadas mães alegam também que os alunos maometanos impedem os indígenas de comer sanduiches se as mesmas contiverem presunto ou outra carne derivada do porco. O que os maometanos fazem é tirar as sanduiches das mãos dos indígenas - à força - e atirá-las para o caixote de lixo.

Fonte

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Isto é o que normalmente acontece quando uma ideologia política violenta e imperialista como o islão ganha números suficientes, portanto o mesmo vai acontecer em todos os lugares onde os maometanos se tornarem suficientemente numerosos.

Os novos donos da Europa não aprovam o consumo de porco.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Havendo resolvido os problemas do seu país, o governo marroquino exige agora que o ensino do árabe faça parte dos currículos escolares europeus

O ministro marroquino encarregado da pasta "Marroquinos a Viver no Estrangeiro", Abdellatif Mâazouz, está a pressionar os governos europeus de modo a que estes incluam o árabe nos currículos oficiais das escolas europeias.

Há já alguns meses que ele e o seu governo desenvolvem uma autêntica ofensiva cultural de modo a que a língua árabe seja imposta nas escolas europeias, ao lado do inglês, francês, português e/ou mandarim.

Segundo Maazouz, "um esforço especial está a ser feito ao nível cultural, bem como ao nível do ensino da língua". Segundo parece, o seu activismo está a dar frutos uma vez que ele insiste que a voz do governo marroquino "começa a ser ouvida, especialmente em França, que, brevemente, anunciará algo relativo a isto.

Segundo o ministro, esta iniciativa tem como propósito facilitar que as segundas, terceiras e quartas gerações de marroquinos permaneçam conectados com Marrocos não só nos seus corações e nos seus pensamentos, mas através da cultura.

Não há notícias do inglês, português, francês e/ou mandarim ser imposto no sistema escolar marroquino.

Fonte

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À medida que a população maometana vai aumentando na Europa, os líderes maometanos vão ficando cada vez mais ousados nas suas exigências. Mas apesar disto, convém lembrar que as coisas só estão como estão porque os esquerdistas que controlam a política europeia querem usar a influência muçulmana para destruir a homogeneidade social europeia.

sábado, 17 de março de 2012

Multiculturalismo produz infelicidade geral

O governo inglês publicou um relatório onde se lê que as áreas da União onde os níveis de felicidade são inferiores coincidem com as áreas onde a colonização islâmica se faz sentir com mais peso. Como contraste, a zona do Reino Unido onde a felicidade é maior é na Irlanda do Norte, precisamente a parte do Reino onde a colonização por parte dos não-europeus é mínima.

A notícia em torno de pesquisas feitas a 80,000 pessoas reportou que a ONS (Office for National Statistics) apurou que os homens com idades compreendidas entre os 45 e os 49 são os menos satisfeitos com a vida no Reino Unido (RU).

Reciprocamente, homens e mulheres com idades entre os 65 e os 80 eram os mais satisfeitos. A estes seguem-se os adolescentes com idades entre os 16 e os 19.

Londres e as West Midlands são as zonas mais tristes do RU. As pessoas que vivem lá são as menos felizes com as suas vidas, e são aquelas valorizam menos o que elas fazem com as suas vidas. Isto é o que foi apurado, mesmo sabendo-se que Londres é - e por uma larga margem - a zona mais abastada da região.

Curiosamente, os colonistas também não estão felizes com a sua vida:
Os mais elevados níveis de felicidade no Reino Unido foram encontrados entre os brancos, os indianos e entre outras minorias asiáticas.

Os níveis de felicidade mais baixos foram encontrados entre os negros, africanos, os provenientes das Caraíbas e outros grupos de negros britânicos.

Os membros da comunidade paquistanesa e bangladeshi demonstraram serem aqueles com os mais elevados níveis de ansiedade.

Isto não é de forma alguma surpreendente uma vez que estas pessoas foram cortadas das suas raízes históricas e esvaziadas da sua personalidade.

Eles são agora um grupo de pessoas sem nacionalidade reduzidas a um estado de queixume permanente em relação à forma como os brancos se recusam a conferir-lhe respeito ou dinheiro em quantidades suficientes.

Fonte

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Austrália: exigências islâmicas não têm fim


Aparentemente não é suficientemente mau que os australianos estejam a ser colonizados por povos do 3ª mundo com ajuda do seu próprio governo. Parece que eles agora vão ser obrigados subsidiar a sua própria obliteração.

Mas por mais que se disponibilize dinheiro público para suportar os caprichos dos colonistas, eles vão sempre exigir mais.

Grupo islâmico australiano afirmou junto do Governo Federal que os novos imigrantes deveriam receber subsídios do Estado para visitar os parentes que moram em outros países.

O grupo islâmico "Islamic Women’s Welfare Association" afirma também que os muçulmanos preferem viver próximos do seu povo e como tal a Austrália deveria considerar a "facilitação da aquisição de casas por parte dos novos migrantes".

Esta perda deveria ser compensada pelo Governo duma forma ou doutra como forma de reter os migrantes no seu país adoptivo.
Porque carga de água é que um governo dum país civilizado haveria de querer reter imigrantes que apenas gostam de viver "próximos do seu povo"? Ora, porque não tendo qualquer tipo de história cultural ou compreensão das liberdades individuais, este grupo é mais facilmente controlável pelo governo esquerdista.

Para isso basta ir aos bolsos de quem trabalha, roubar-lhes o dinheiro e subsidiar os caprichos dos migrantes como forma de os "acomodar". Estes irão para sempre votar de acordo com os desejos de quem lhes atira dinheiro que não lhes pertence.

Usando o dinheiro público para instalar o islamismo.

sábado, 26 de novembro de 2011

Mouro violador de crianças detido em Málaga

(Mais um exemplo de enriquecimento cultural levado a cabo pelos colonos maometanos?)

A polícia de Málaga deteve no distrito de Churriana um indivíduo de 27 anos como presumível autor do delito de violação a 3 raparigas de 13 anos.

Aparentemente, o jovem de nacionalidade marroquina esperava-as regularmente à saída do colégio, convidando-as a acompanharem-no em certas actividades ou pedindo-lhes o número de telefone.

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