MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Grécia: Para o bem da mulher muçulmana, a sharia vai ser abolida da Lei Familiar


Segundo um artigo do jornal grego “Eleftherotypia”, devido às novas reformas na Lei Familiar grega, a lei sharia vai ser abolida entre os muçulmanos gregos.

Entre muitas outras coisas, a lei islâmica estabelece a poligamia como permissível e confere apenas ao homem o poder de se divorciar das suas mulheres. Isto constitui um problema para as mulheres de Thraki, no norte da Grécia.

Acresce-se que esta lei islâmica não está de acordo com a Constituição grega em relação à igualdade entre o homem e a mulher. O Comité Nacional para os Direitos Humanos considera que a lei sharia não protege as minorias e em vez disso abusa dos direitos e do valor de todos os muçulmanos gregos.

Foi também anunciando que as relações familiares e hereditárias vão ser reguladas pela Lei grega. Daí se infere que o mufti vai ser apenas o líder religioso de todos os muçulmanos mas não mais irá exercer funções judiciais.

-Fonte-


Antes que algum multiculturalista grite "racismo!" ou outra coisa igualmente ridícula, convém ressalvar que a Turquia, um país 99% muçulmano, aboliu este tipo de leis em 1926.

Não deixa de ser sintomático que tenham que ser os países civilizados a fazer pelos muçulmanos aquilo que a sua lei islâmica não faz por eles. São os países civilizados que se compadecem da condição horrível da mulher muçulmana e conferem-lhe direitos.

O exemplo mais sintomático disso é Israel. Uma mulher muçulmana tem mais direitos no país mais odiado pelos muçulmanos do que em qualquer país islâmico.

Se isto não é um óbvio sinal do falhanço do islão como alternativa política, social, moral e religiosa, então não sei o que será.

sábado, 9 de julho de 2011

Dubai: 1 em cada 4 divórcios é via SMS

O site Markedmanner reportou que, no Dubai, registaram-se 555 divórcios em 2010, sendo que 150 foram feitos através do telemóvel.

Embora alguns peritos considerem tais divórcios islamicamente legais, outros sustentam que não é legítimo (ou defenitivo) devido ao facto dos maridos poderem fingir tais divórcios por outros motivos.

Segundo a lei islâmica ("sharia") os homens podem-se divorciar das mulheres bastando para isso dizer três vezes "estás divorciada". As mulheres, no entanto, já não podem fazer o mesmo.

Mohammed Abdul Rahman, responsável máximo da divisão dos assuntos pessoais nos tribunais do Dubai, disse ao diário ‘Emarat Al Youm’, que os divórcios electrónicos ("e-divórcio") são legais mas estão sujeitos a confirmação por parte dos tribunais.

○Fonte○


Como sempre acontece quando de mulheres não ocidentais se trata, as feministas estão totalmente silenciosas perante esta fragilização da condição da mulher. Aparentemente, o feminismo foi feito apenas e só para "defender" as mulheres ocidentais.

As outras, essas, que busquem outra tipo de ajuda porque as feministas estão demasiado ocupadas a ensinar as crianças onde fazer um aborto.



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