MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Nações Unidas resiste ao bloco islâmico


Pela primeira vez em mais de dez anos, a Assembleia Geral das Nações Unidas (NU) condenou a intolerância religiosa sem apelar aos estados que criminalizassem a "difamação das religiões", algo que os críticos afirmavam abrir as portas às leis da "blasfémia".

O apelo lançado aos países para que estes proibissem a "difamação" tinha sido incluída numa resolução não-vinculativa levantada como forma de combater a intolerância religiosa aprovada anualmente pela assembleia composta pelos 193 estados.

A versão aprovada em anos anteriores vinha a perder apoio nas assembleias de voto ultimamente devido à oposição dos ocidentais e dos sul-americanos à ideia da "difamação". A resolução recebeu voto maioritário em 2010 por escassa margem.

A organização Human Rights First (com sede em Nova York) recebeu com agrado a resolução antes da sua adopção, descrevendo a nova versão como "um corte decisivo com o foco polarizador prévio em torno da difamação das religiões". O mesmo grupo acrescenta:

Os governos devem, agora, focar-se em medidas concretas que visem combater a violência motivada por motivos religiosos, descriminação e outras formas de intolerância, ao mesmo tempo que reconhecem a importância da liberdade de expressão.

. . . . . . .

Por agora o bloco islâmico foi controlado, mas, tal como todas as outras ideologias esquerdistas, eles voltarão mais tarde com os mesmos propósitos. Essencialmente o que os maometanos querem é impôr em todo o mundo aquilo que acontece nos países islâmicos: ninguém tem a liberdade para criticar o islão.

Mas como o ocidente não vive no século 7, essas medidas não nos interessam. Se os muçulmanos querem propagar a sua ideologia política no ocidente, eles têm que se habituar a ser alvo de críticas. Se não querem ser alvo de críticas, tem uma solução bem simples: não tentem convencer o resto da população das virtudes da sua fé.

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