MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 23 de agosto de 2014

Fatwa: Homens podem espiar as mulheres enquanto elas tomam banho

Clérigo islâmico Egípcio alegou que os homens podem espiar as mulheres enquanto elas tomam banho, o que gerou uma onda de indignação junto dos outros estudiosos islâmicos. Segundo Osama al-Qusi, pregador ultra-ortodoxo, os voyeurs podem olhar para as mulheres enquanto elas tomam banho, desde que eles tenham interesse em casar com elas.

Num video traduzido pela rede informativa al-Arabiya, al-Qusi afirma:

Se forem realmente honestos, e tiverem intenção de casar com essa mulher, e se tiverem a chance de se esconder e observá-la em segredo e ver as coisas que normalmente elas não te deixariam ver antes do casamento, então é perfeitamente aceitável espiar a mulher desde que as vossas intenções sejam puras.

Osama al-Qusi
As palavras de al-Qusi geraram um forte criticismo por parte de aqueles que afirmam que ele está a usar a religião islâmica para obter algum tipo de atenção. O primeiro-ministro Egípcio para os assuntos religiosos, Mohamed Mokhtar, condenou o clérigo e "todos da sua laia", afirmando:

Onde está a glória e a masculinidade em observar uma mulher a tomar banho? Será que permitiria que isto acontecesse à sua filha?

Mokhtar ressalvou que as fatwas, ou éditos islâmicos, só podem ser emitidas por clérigos qualificados, e denunciou as alegações de al-Qusi como anátemas para o islão.

O ministro confirmou também que tem planos de dar início uma campanha popular contra os ateus e contra extremistas islâmicos, havendo já proibido dezenas de milhares de pregadores ilegais - acusados de propagar ensinamentos extremistas - de trabalhar nas mesquitas Egípcias.

Nos anos mais recentes, clérigos excêntricos do Egipto têm sido regularmente ridicularizados devido às suas declarações de linha dura. Um desses pregadores islâmicos apelou à destruição dos ícones Faraónicos, ao mesmo tempo que outro afirmou que os condutores maometanos (presumivelmente taxistas) não deveriam levar sacerdotes Cristãos às suas igrejas. Mas ambas as declarações são consideradas fora da crença mainstream islâmica.

Fonte: http://bit.ly/1p1tmwG.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Líderes islâmicos emitem fatwas contra colonizadores de Marte

Líderes religiosos islâmicos emitiram uma fatwa (decreto religioso) contra qualquer um que tente estabelecer-se em Marte, o que consideraram de colonialismo interplanetário, segundo o Daily Mail.

O jornal adianta que o decreto foi emitido pela Autoridade Geral dos Assuntos Islâmicos nos Emirados Árabes Unidos, depois de a organização Mars I afirmar que teve como objectivo estabelecer uma colónia em Marte em 2025.

«A missão The Mars I consiste em missões de carga e preparação não de um assentamento habitável, seguido de desembarques humanos», diz a Mars I no respectivo website.

«Nos próximos anos, uma missão de demonstração, satélites de comunicação, dois rovers e vários transportes de carga será enviada para Marte. Estas missões irão configurar o posto onde a tripulação humana vai viver e trabalhar», lê-se no site. 

Mais de 200 mil pessoas, incluindo 500 sauditas e árabes, candidataram-se a participar nas missões até agora.

A comissão religiosa argumentou que uma tentativa de ir ao planeta seria suicídio e o suicídio não é permitido pelo Islão.

 «Essa viagem só de ida representa um risco real para a vida, e que nunca pode ser justificada no Islão. Existe a possibilidade de que um indivíduo que viaja ao planeta Marte possa não ser capaz de se manter lá vivo, e é mais vulnerável à morte», de acordo com o Khaleejtimes.com.

O Daily Mail diz que a Autoridade Geral de Assuntos Islâmicos emitiu cerca de 2 milhões fatwas desde 2008.

sábado, 16 de março de 2013

Clérigo líbio emite fatwa contra documento da ONU

O mufti al-Sadiq al-Ghiryani, o líder religioso supremo da Líbia, emitiu uma fatwah contra um recente documento das Nações Unidas - centrado nos direitos das mulheres - alegando que o mesmo é contra a Shariah.

O documento será assinado pelas nações na 57ª sessão da "Comissão do Estatuto da Mulher" este mês, segundo a Associated Press.

O ponto de argumento central do clérigo é o facto da lei islâmica favorecer as testemunhas para o divórcio, enquanto que o documento da ONU exige envolvimento judicial. Outro ponto de discórdia é a provisão do documento da ONU no que toca aos assuntos da herança, onde este declara que a mulher é igual ao homem.

Embora Al-Ghiryani afirme que a sua preocupação seja a sua ideia de que o documento coloque sobre as mulheres o fardo de também parilhar as despesas domésticas, é mais provável que ele apenas e só se sinta incomodado com o facto do documento da ONU garantir estuto idêntico entre o homem e a mulher.

Segundo a AP, outro item proibido que irritou o clérigo centra-se na forma como o documento definiu as "liberdades sexuais" e os direitos das crianças geradas fora do matrimónio.

Com o número de activistas da al-Qaeda a aumentar e a preencher o vazio deixado por Moammar Gadhafi, é muito provável que o avanço dos direitos das mulheres se tenha tornado numa batalha perdida.  

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Uma guerra entre os globalistas que controlam a ONU e o mundo islâmico vai ser interessante de seguir.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Líder islâmico aprova a violação de mulheres Cristãs

Ahmad Al Baghdadi Al Hassani é um grande ayatollah do ramo muçulmano xiita nascido no Iraque. Ele tem um histórico de confrontos com outros aiatolás importantes e atualmente está ligado a uma facção síria.

Recentemente um vídeo onde Al Hassani declara que os cristãos são politeístas e amigos dos sionistas, causou revolta das comunidades cristãs no Oriente Médio.

Durante uma entrevista ao Al Baghdadia, um canal de TV egípcio, Al Hassanim, conhecido defensor da jihad [guerra santa], assegurou que os cristãos do país precisam escolher “o Islã ou a morte”. Ao mesmo tempo, disse que suas mulheres e filhas podiam ser consideradas legitimamente como “esposas de muçulmanos”.

Essa é uma maneira indirecta de dizer que toda a mulher cristã  pode ser capturada e estuprada, mesmo que já seja casada, pois para os extremistas do Islão, as mulheres mantidas em cativeiro podem ser estupradas por seus captores.

O Al Baghdadi é um dos veículos de mídia mais radicais da jihad islâmica. Durante sua fala, Al Hassanim deixou claro que é uma questão de tempo até que a minoria cristã no Iraque seja convertida ou exterminada. Na véspera do Natal deste ano ele emitiu uma fatwa [ordem sagrada] contra os cristãos do país justamente quando a catedral de Bagdad foi reaberta ao público. 

Com informações de Front Page Magazine.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Fatwa: É proibido transportar padres para as suas igrejas

O Dr. Yassir al-Burhami, figura proeminente dentro do movimento salafita egípcio e vice-presidente da organização "Salafi Call" - e o mesmo sheik que busca punir os apóstatas ex-muçulmanos, condenar o Dia da Mãe e propõe que se use de decepção com o Estado de Israel - emitiu uma fatwa, publicada na “Voice of the Righteous Salaf,” proibindo taxistas e condutores de autocarro muçulmanos de transportar clérigos Coptas para as suas igrejas.

Este maometano qualificou o acto de levar Cristãos para os seus lugares de culto como algo "mais proibido que levar alguém para um bar onde se consome álcool."

Claro que esta analogia não é uma invenção do sheik, mas algo que pode ser encontrado dentro dos escritos de figuras de peso do islamismo, como Ibn Taymiyya e Ibn Qayyim, que concordaram quando disseram que "construir igrejas é pior que construir bares e bordéis, uma vez que estas [as igrejas] simbolizam a infidelidade, enquanto que os outros locais simbolizam a imoralidade."

A lógica é simples: é melhor professar o islão mas ser imoral, do que professar o Cristianismo - uma vez que a última nega a veracidade do islão, e, como tal, é muito mais abominável. Dito e outra forma: é preferível ser um violador, ladrão, assassino, pedófilo e mentiroso mas ser muçulmano, do que ser Cristão e não ser nenhuma das coisas listadas em cima.

Neste contexto, o maometano que transporta um clérigo Cristão para o seu lugar de culto, onde o Cristianismo será anunciado - cuja mensagem que contradiz o islão - está a cometer um "crime terrível".

Fonte

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Neste sentido, o islão é virtualmente idêntico ao esquerdismo uma vez que o Bem e o Mal não são absolutos, mas relativos ao que beneficia ou prejudica o islão (ou o esquerdismo).

Por exemplo, no islão, o homossexualismo é proibido, excepto quando não é.; o sexo fora do casamento é proibido, excepto quando não é (os homens muçulmanos podem ter sexo com as suas escravas sexuais). No islão roubar é proibido, excepto quando não é proibido (Maomé tinha como hábito atacar as caravanas de Meca como forma de roubar as suas possessões).

É por situações como esta que qualquer acordo com maometanos é vazio de obrigatoriedade moral. Para um maometano, o que realmente importa é o que beneficia o islão e não o Bem e o Mal.

sábado, 14 de julho de 2012

Afinal Alá aprova a sodomia

Ao reverenciarem simultâneamente, e de modo desmedido, o comportamento homossexual e o islamismo, os esquerdistas sujeitaram-se à dissonância cognitiva que requer uso total das suas habilidades de pensamento duplo, dado o tratamento duro que os sodomitas normalmente recebem no mundo islâmico.

Mas, felizmente para a esquerdalha, parece que uma ponte entre a sodomia e o islão foi finalmente feita, ou, melhor dizendo, um buraco no seu relacionamento foi finalmente preenchido:

Não só o bombista da roupa interior Abdullah Hassan al-Asiri escondeu os explosivos no seu recto como forma de assassinar o príncipe saudita Muhammad bin Nayef — conheceram-se em 2009 depois do homem de 22 anos “fingir arrependimento pela sua actividade jihadista” — como este "guerreiro sagrado" viu camaradas jihadistas seus a sodomizarem-no repetidamente como forma de "alargar" o seu ânus de modo a que este pudesse conter os explosivos - tudo isto de acordo com fatwas provenientes de clérigos islâmicos.

Um vídeo de 2010 da Arabic news, que foi para o ar na Fadak TV, fornece os detalhes. Aparentemente um clérigo com o nome de Abu al-Dema al-Qasab informou al-Asiri e outros jihadistas de uma "forma inovadora e sem precedentes de levar a cabo operações suicidas; colocar as cápsulas com explosivos no ânus. No entanto, de modo a levar a cabo esta operação, o jihadista tem que concordar em ser sodomizado durante algum tempo de modo a alargar o ânus para que este possa reter os explosivos.”

Matar o inocente é o pináculo do islão (e do esquerdismo). Desde que estejas envolvido em "jihad", tu podes fazer o que bem entenderes para agradar a Satanás Alá.

Via

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Portanto, o islão é contra a sodomia excepto quando é a favor da sodomia.

Pergunta importante: será que esse dito "alargamento" foi levado a cabo pelo mesmo clérigo que emitiu essa fatwa?


terça-feira, 29 de maio de 2012

4 mulheres e 2 homens condenados à morte por dançarem num casamento

Na zona norte do Paquistão 4 mulheres e 2 homens foram condenados à morte por terem cantado e dançado juntos num casamento. Os clérigos emitiram um decreto depois dum vídeo dos seis, feito com um telemóvel, ter emergido.

As autoridades paquistanesas locais afirmaram que os clérigos ordenaram o castigo devido às alegações de que os homens e as mulheres dançaram juntos na aldeia de Gada, algo que vai contra os rígidos costumes tribais que separam as mulheres dos homens.

O policial Abdul Majeed Afridi disse o seguinte à AFP:

Os clérigos locais decretaram que os 2 homens e as 4 mulheres presentes no video deveriam ser mortos. Decidiu-se que os homens seriam mortos primeiros, mas eles fugiram e como tal, as mulheres estão a salvo.

Já enviei uma equipa de salvamento. Por enquanto, estou à espera de algumas notícias.

O policial acrescentou que as mulheres foram confinadas para as suas casas.

Fonte

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Finalmente uma fatwa com a qual podemos concordar

Omar al-Haddouchi, líder ideológico do movimento jihadista marroquino, publicou uma fatwa afirmando que todos os maometanos deveriam abandonar a França e regressar ao norte de África.

Al-Haddouchi afirma que os muçulmanos não possuem motivos válidos para ficar em França, citando a proibição das burqas, as limitações nos chamamentos para as rezas de Sexta-Feira, e o controle mais rigoroso feito sobre os muçulmanos radicais como consequência dos ataques de Toulouse.

Ele disse ainda que os países não-islâmicos são como as casas de banho, onde se entra para fazer o que se tem a fazer, mas depois sai-se

O seu vídeo de 14 minutos circula actualmente nos sites jihadistas.

Al-Haddouchi foi sentenciado a 30 anos de prisão devido às suas ligações com os ataques terroristas a Casablanca (Maio de 2003) mas no ano passado o Mohammed VI revogou a sentença.

Fonte

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Se os países civilizados são como casas de banho, e uma vez que os maometanos viajam de livre vontade e aos milhões para esses países, o que é que isso faz deles?



"Voltem para os países muçulmanos!"

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