MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 16 de março de 2013

Clérigo líbio emite fatwa contra documento da ONU

O mufti al-Sadiq al-Ghiryani, o líder religioso supremo da Líbia, emitiu uma fatwah contra um recente documento das Nações Unidas - centrado nos direitos das mulheres - alegando que o mesmo é contra a Shariah.

O documento será assinado pelas nações na 57ª sessão da "Comissão do Estatuto da Mulher" este mês, segundo a Associated Press.

O ponto de argumento central do clérigo é o facto da lei islâmica favorecer as testemunhas para o divórcio, enquanto que o documento da ONU exige envolvimento judicial. Outro ponto de discórdia é a provisão do documento da ONU no que toca aos assuntos da herança, onde este declara que a mulher é igual ao homem.

Embora Al-Ghiryani afirme que a sua preocupação seja a sua ideia de que o documento coloque sobre as mulheres o fardo de também parilhar as despesas domésticas, é mais provável que ele apenas e só se sinta incomodado com o facto do documento da ONU garantir estuto idêntico entre o homem e a mulher.

Segundo a AP, outro item proibido que irritou o clérigo centra-se na forma como o documento definiu as "liberdades sexuais" e os direitos das crianças geradas fora do matrimónio.

Com o número de activistas da al-Qaeda a aumentar e a preencher o vazio deixado por Moammar Gadhafi, é muito provável que o avanço dos direitos das mulheres se tenha tornado numa batalha perdida.  

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Uma guerra entre os globalistas que controlam a ONU e o mundo islâmico vai ser interessante de seguir.

terça-feira, 6 de março de 2012

Israel usa hospitais para torturar muçulmanos

Aliás, é a Síria que usa hospitais para torturar a sua própria população. Se Israel fizesse algo remotamente parecido com isto, a ONU, os EUA e a Rússia bombardeariam o Estado Judaico.

Esperamos ansiosamente que os muçulmanos e os esquerdistas que são rápidos a criticar Israel quando eles se defendem do terrorismo islâmico, sejam igualmente lestos a criticar as acções da Síria.

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O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos assegurou hoje que alguns hospitais sírios converteram-se em centros de tortura dos feridos nos protestos contra o regime de Bashar Al-Assad.

"Em vários casos, as missões de investigação da ONU puderam comprovar que os hospitais se converteram, de facto, em centros de tortura dos feridos nos distúrbios", afirmou em conferência de imprensa Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

Colville confirmou que as autoridades exigem ao pessoal sanitário que "não trate, não cure" os feridos que chegam ao hospital e que participaram nos protestos.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Edifício da ONU na Nigéria alvo de ataque bombista

Um edifício das Nações Unidas em Abuja, capital da Nigéria, foi esta sexta-feira alvo de um alegado ataque bombista. Testemunhas apontam que a explosão foi espoletada após um carro ter embatido contra uma das alas do edifício.

Relatos de testemunhas e das autoridades locais apontam que a explosão terá ocorrido por volta das 11 horas locais, num bairro onde está localizada igualmente a embaixada dos EUA. No edifício trabalham diariamente mais de 400 pessoas.

As autoridades já entraram no edifício e deram início às operações de busca, mas ainda não foram avançados números em termos de vítimas. Mas a confirmação das primeiras mortes não deve tardar. «Vi corpos espalhados, muitas pessoas estão mortas», adiantou já um funcionário da UNICEF.

O incidente já foi confirmado por Alessandra Velluci, porta-voz das Nações Unidas em Genebra.

A Nigéria é um país que luta contra os conflitos entre a sua população cristã, que domina o Norte do país, contra a fatia muçulmana, mais concentrada a Sul. Nos últimos meses o Boko, um grupo radical muçulmano, tem recorrido a ataques bombistas e assassinatos.

(em actualização.)

AP/SOL

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