MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O Mundial da Escravatura

Uma certa ironia ocorreu nos calendários dos residentes do Golfo Pérsico no dia 18 de Dezembro: Essa Quarta-Feira foi, ao mesmo tempo, o Dia Nacional do Qatar e o Dia Internacional dos Migrantes - uma coincidência notável se levarmos em conta que 90% da população do Qatar é composta por trabalhadores migrantes.

Como o primeiro país do Médio Oriente a receber o Campeonato do Mundo, o Qatar trará o torneio para uma região já de si obcecada pelo futebol. De facto, os líderes do Qatar promoveram a sua candidatura para o Campeonato de Mundo de 2022 como uma chance de se unir as divisões culturais, um encontro amigável de civilizações no campo de futebol.

Nas palavras Hassan al-Thawadi, director-executivo da candidatura do Qatar, "O [Campeonato do Mundo do] Qatar-2022 pode vir a ser um momento divisor de águas."

O Qatar irá investir uns estimados $100 mil milhões em projectos infraestruturais e $20 mil milhões em novas estradas. Para além disso, irá construir nove estádios e 55,000 quartos de hotel.

No entanto, por trás da grande ambição encontra-se o lado negro da candidatura do Qatar para o Campeonato do Mundo: a exploração institucionalizada de trabalhadores provenientes do Sul da Ásia. As instalações que se encontram em construção estão, em muitos casos, a ser construídas por trabalhadores que são essencialmente escravos. Dos 2 milhões de habitantes do Qatar, só 225,000 são nacionais; o resto são operários migrantes, maioritariamente do Bangladesh, Índia, Nepal e Paquistão - trazidos para o trabalho manual.

Tem havido notícias de milhares de trabalhadores a serem abusados e outras centenas que morreram na obscuridade. A "International Trade Union Confederation" estimou que, sem acção urgente para remediar a situação, 4,000 trabalhadores morrerão antes do pontapé-de-saída do Mundial (em Doha). Uma investigação levada a cabo pelo jornal Britânico The Guardian revelou recentemente níveis chocantes de mau tratamento de operários da construção civil Nepaleses por parte dos seus patrões Qatari.

Para além de lhes negar água e salários, algumas companhias retiraram as suas identificações (ID) e impediram que eles fugissem. Neste Verão, 44 trabalhadores Nepaleses morreram e as suas mortes foram, de modo suspeito, atribuídas a "complicações coronárias". Cerca de 80% dos trabalhadores dos projectos de desenvolvimento de maior prestígio do Qatar não recebem um ordenado há 18 meses; e eles obviamente passam fome. Os dormitórios onde os operários do Sul da Ásia são colocados são esqualidos e pouco higiénicos (na maior parte das vezes, várias dezenas de operários "vivem" no mesmo quarto).

O abuso não se limita ao Qatar; os operários migrantes enfrentam as mesmas condições horríveis na Arábia Saudita. No mês passado, chegou ao público um vídeo que revelava um operário a ser violentamente tratado por um homem saudita. Os grupos sauditas dedicados aos direitos humanos condenaram o tratamento brutal, e as autoridades prometeram levar a cabo uma "investigação"; mas nada aconteceu.

Infelizmente, nada disto é incomum na região do Golfo onde as atitudes dirigidas aos operários de pele escura são em larga parte discriminatórias - e onde os operários não têm qualquer tipo de protecção legal.

A escravização dos operários migrantes por parte do Qatar está bem embutida na sociedade. Sob o regime kalafa, do trabalho patrocinado pelas companhias, os patrões têm a responsabilidade legal pelo bem-estar dos seus funcionários. Em teoria, isto garantiria protecção contra o tratamento injusto: os operários não podem trabalhar mais do que 8 horas por dia (e nem 5 horas consecutivas sem intervalo). Na realidade, no entanto, as companhias ignoram a lei constantemente, confiscam os passaportes, e não pagam aos operários.

Os operários frequentemente assinam um contracto antes de viajar para Doha, só para o verem rasgado à sua frente ao mesmo que recebem outro contracto com enormes reduções no salário. As companhias patrocinadoras têm que dar permissão aos seus empregados para se movimentarem ou abandonarem o país. Na práctica, milhares de operários migrantes - com falta de educação, normalmente imersos em dívidas e sem apoio da justiça - tornam-se, de facto, na "propriedade" dos seus patrões.

Embora a FIFA tenha estado estranhamente silenciosa em relação ao tratamento que os trabalhadores migrantes recebem no Qatar - apenas recentemente chamou à práctica laboral do emirato de "inaceitável" - outras organizações mundiais têm falado. O Parlamento Europeu aprovou uma resolução exigindo que a FIFA "mande uma mensagem bem clara ao Qatar", dizendo que o Mundial de 2022 não pode ser "entregue após trabalho da moderna escravatura."

A FIFPro, o sindicato internacional de jogadores, composto por 50,000 membros, declarou que se encontra "profundamente alarmada" pelos relatórios da brutalidade presente nos locais de trabalho do Qatar, e exigiram que a FIFA actuasse.

Felizmente para os adeptos do futebol, ainda há tempo para pressionar o Qatar de modo a que o país reforme e melhore o tratamento que ele dá aos operários migrantes. Um lugar lógico para começar seria com a abolição do sistema kafala e a permissão da livre circulação dos operários no país. O aumento das inspecções e penalizações mais duras sobre as companhias que violem a lei deveriam também ser introduzidas.

Pressão internacional tem que ser aplicada: os Estados Unidos e os seus parceiros têm que responsabilizar o Qatar de modo a garantir que a prosperidade que é causada pelos torneios desportivos não seja paga com a vida de operários. No Qatar, e através de toda a região do Golfo, milhares de migrantes sem nome trabalham no deserto como forma de providenciar às suas famílias uma réstia de oportunidade. No entanto, eles são tratados como servos e não como seres humanos. Albert Camus escreveu:

Em tal mundo de conflicto, um mundo de vítimas e executores, é o trabalho das pessoas pensantes não ficar do lado dos executores.


É também o trabalho dos Ocidentais não ficar do lado dos donos de escravos. Quem, conscientemente, desfrutaria do espectáculo do Mundial de 2022 sendo ele construído por esta escravatura moderna?

Fonte

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Os maometanos a viver no ocidente asseguram-nos de que o islão pode "salvar" a Europa e os Estados Unidos da decadência moral, mas a realidade diz-nos exactamente o contrário: por pior que o Ocidente esteja (e graças aos esquerdistas e aos pseudo-Cristãos, ele está mesmo mal) subscrever o islamismo como filosofia moral não melhoria em nada a nossa condição.

Em vez dos maometanos tentarem "salvar" o ocidente, eles deveriam centrar os seus esforços nos países islâmicos que ainda levam a cabo prácticas que os mundo Cristianizado aboliu há mais de 100 anos.

sábado, 3 de março de 2012

Esquerdismo é mais importante que a segurança de crianças


A Europa vai ser destruída pelo seu esquerdismo. Isto é um facto. Não é possível este estado de coisas manter-se por muito mais tempo. Veja-se na forma distinta como os dois incidentes seguintes são tratados pela polícia inglesa.

Uma rapariga inglesa de 15 anos foi usada como objecto sexual por mais de 20 homens (muçulmanos) depois da polícia inglesa não ter feito nada para a proteger depois dela ter dito aos oficiais que estava a ser passada de homem para homem dentro da comunidade paquistanesa.

A rapariga em idade escolar, que alegadamente estava sob o controle dum proxeneta de crianças, trocava sexo por comida, vodka e dinheiro. O abuso ocorreu em casas, apartamentos, carros e táxis. Quando ela resistiu às instruções de dormir com estranhos, a adolescente deparou-se com a possibilidade de violência física ou ameaças de que a sua mãe haveria de saber de tudo.

Quando a menor se recusou a dormir com um homem logo após ter tido sexo com o seu companheiro, ela disse ter sido agarrada pelo pescoço, encostada a uma parede e chamada de "p--a branca".

Pensei que não tinha escolha. Depois de algum tempo eu passei a agir como se já não me importasse. Era como se já não fosse eu.
A rapariga é uma das 5 adolescentes com idades entre 13 e 15, da área de Rochdale, Greater Manchester, que alegadamente foram "preparadas" e depois sujeitas a uma série de ofensas sexuais levadas a cabo por numerosos muçulmanos num período de 2 anos.

Numa entrevista filmada de Agosto de 2008, a rapariga forneceu aos polícias um relato detalhado das ofensas sexuais cometidas contra ela por parte dum homem com 59 anos - que não pode ser nomeado.

(Só uma à parte: sempre que o perpetuador dum crime na Europa ou nos EUA não "puder ser nomeado", quase de certeza que é alguém membro duma comunidade "protegida" pelo esquerdismo.)

Continuando: a menina disse também que o homem a violou e a forçou a ter relações com outros homens. Um júri no "Liverpool Crown Court" apurou que os detectives falharam ao não agirem em conformidade com as suas alegações.

Entre o tempo que decorreu desde a gravação do vídeo até que a rapariga engravidou (5 meses mais tarde) a adolescente foi forçada a dormir com cerca de 20 muçulmanos.

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Portanto, a rapariga inglesa de 15 anos foi ignorada durante o tempo em que ela era violada por muçulmanos. Mas quando se fala em crimes sérios do tipo, protestos à porta de lojas cujos donos são muçulmanos, podemos ter a certeza que a polícia e os seus patrões marxistas irão disponibilizar todos os recursos possíveis para proteger os seus preciosos muçulmanos.

Os polícias de Greater Manchester afirmaram que os oficiais "estavam bem cientes das tensões que vieram a lume devido ao caso judicial decorrente em Liverpool". Um dos polícias disse que significante força policial estaria presente durante as semanas seguintes. O mesmo apelou à comunidade para agir de forma responsável "durante esta altura de dificuldade".

O Superintendente Chris Hankinson descreveu alguns dos incidentes envolvendo as lojas como "inaceitáveis". A polícia está agora a verificar as imagens CCTV como forma de levar a cabo algumas prisões.

Quero assegurar as comunidades Heywood e Rochdale que uma maior presença policial estará nas estradas durante os próximos dias como forma de impedir a repetição das cenas de ontem à noite.
Hankinson afirmou ainda que a desordem não haveria de forma alguma fraccionar a longa história de parceria e coesão comunitária.

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Quando a Europa for destruída e os Cristãos e todos os moradores locais - que amam e defendem a superior civilização Judaico-Cristã - sentarem os culpados em cadeiras de tribunal, não serão só os policiais que estarão lá, mas todos os traidores que deixaram que meninas (menores) europeias fossem violadas de forma impune por muçulmanos. Os culpados são jornalistas, políticos, artistas, professores e todos as bestas que se calaram perante a ocupação e nada fizeram para soar o alarme.

A questão aqui não é racial mas sim ideológica: não há relatos de problemas com hindus, nem se ouve dizer que grupos de budistas abusou sexualmente de meninas com 15 anos.

Os traidores esquerdistas (marxistas culturais) preferem manter a ilusão do multiculturalismo do que perturbar a mitológica "coesão comunitária". Nunca vai haver "coesão comunitária" onde quer que haja maometanos porque a sua ideologia tem um ódio palpável a todos os que o seu livro sagrado identifica como "kuffar".

Em caso de dúvidas, perguntem a todas as minorias que vivem nos países islâmicos.

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