MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O porquê dos jihadistas estarem a vencer

Por Bill Muehlenberg

Ok. Como uma nação Ocidental, foi nisto que nos tornamos: um maometano devoto, motivado por uma ideologia islâmica, comete um acto de terror nas estradas duma cidade Australiana, matando duas pessoas inocentes, mas os média conseguem transformar isto num caso dum maometano incompreendido alvo de intimidação dos Australianos malignos!

Nós temos agora uma nova vítima infeliz. São os dois Australianos inocentes assassinados? Claro que não! É o maometano tomador de reféns. Ele e toda a comunidade maometana são as verdadeiras vítimas deste evento todo, e, de alguma forma, nós, os Australianos, é que somos os maus da fita. É neste ponto que nos encontramos actualmente; os nossos líderes e os nossos média são dhimmis certificados.

A jihad chegou às nossas ruas mas tudo o que os media querem fazer é dizer-nos que a jihad não chegou às nossas ruas. Os média pegaram num evento real, e voltaram-no por completo: segundo eles, isto não foi um ataque islâmico e o mesmo de maneira alguma está relacionado com o islão. Isto deve ser verdade porque os média têm reportado apologista atrás de apologista a afirmar que esta é a verdade, e como tal, deve ser verdade.

Nós temos assassinos maometanos a matar em nome de Alá, mas tudo o que os média podem repetir constantemente é como os Australianos são "racistas" e "xenófobos". De que lado é que os média estão? Claro que esta é uma pergunta retórica.

Enquanto o drama de 16 horas decorria, escrevi dois artigos em torno desta situação trágica. Agora que tudo acabou, um certo número de artigos começou a aparecer. Deixem-me focar a vossa atenção a alguns deles. Larry Pickering, entre outros, salientou a loucura da teoria de que Man Monis nada mais era que um "lobo isolado":
As gritos de "ataque de lobo solitário" ecoam através dos média como uma alternativa politicamente correcta à expressão "terrorismo islâmico". Mas a distorcida mente islâmica de Sheik Man Haron Monis está à vista de todas as pessoas na sua conta do Facebook com mais de 14,000 "likes"..... bem, estava à vista até a sua página ter sido removida por alguma pessoa embaraçada. 
Não é estranho que um lobo solitário possa ter outros tantos lobos a seguirem-no, prontos e dispostos a juntarem-se na matança? Não, não é, se por acaso queres acreditar na existência de lobos solitários. 
Sabes quem são os lobos solitários, certo? São aqueles que pertecem à mente débil da extrema-esquerda e dos apologistas do terrorismo islâmico. A realidade dos factos é que o lobo solitário pertence a contos de fada tais como "Os Três Porquinhos"; se nós esperarmos um bocado, veremos que por trás do "lobo solitário" vem o resto da matilha.
Outras pessoas salientaram outra verdade inconveniente em tornos ds seguidores do Facebook:
Premier Mike Baird – 11,500 likes 
Clover Moore – 6,500 likes 
Man Haron Monis – 14,725 likes (antes da sua página ter sido apagada ontem; um "pária" da comunidade islâmica".)
E a ideia idiótica de que o islão é a vítima deste incidente, e que nós temos que nos preocupar com os pobrezinhos dos maometanos se encontrarem expostos a alguma campanha de ódio por parte daqueles que estão a ser mortos, está a ser brilhantemente confrontada por Chris Kenny, que diz:
Temos que aceitar a realidade contundente: os extremismo islâmico, quer seja levado a cabo por grupos altamente organizados ou por solitários dementes, quer seja importado ou com origem local, é real e é um perigo. A nossa comunidade alargada e os média têm que lidar com esta realidade como um facto consumado tal como os fazem as nossas forças de segurança. 
Os poucos casos isolados de respostas islamofóbicas normalmente são lidadas de maneira assertiva e denunciadas pelos nossos cidadãos - sem falar nas nossas autoridades. Esses casos são sempre repreensíveis e intoleráveis, mas estão bem longe de serem a norma - algo que não faz parte da maneira de ser Australiana - e qualquer tentativa de estabelecer algum tipo de equivalência entre esses actos e os ataques terroristas mortíferos são um insulto para as vítimas do terror. 
No entanto, enquanto os nossos compatriotas Australianos ainda se encontravam encolhidos à mercê dum atirador extremista, as redes sociais já se encontravam agitadas com uma campanha hashtag sugerindo que os muçulmanos Australianos estariam seguros nos nossos transportes públicos. 
Os muçulmanos estão seguros nos nossos transportes públicos todos os dias. Ontem, nas amontoadas multidões de Martin Place, havia mulheres muçulmanas com lenços nas suas cabeças, misturando-se com as outras pessoas e a expressar as suas preocupações lado a lado com os Australianos não-muçulmanos. Esta é a nossa forma de ser. A ideia de que a Austrália precisa de provar a sua pluralidade e a sua tolerância é uma sugestão equivocada e idiota.
Finalmente, Bernard Gaynor disponibiliza-nos algumas verdades que temos que levar em conta. Ele apresenta-nos "cinco coisas que os média mainstream estão a distorcer" em torno da adição islâmica às festividades Natalícias durante as últimas 24 horas:
1. Nós nunca poderíamos aguardar algo como isto. 
Aparentemente, isto é algo que nunca pensamos que poderia ocorrer em Sydney. Pelo menos foi isso que o Premier de New South Wales, Mike Baird, disse esta manhã. Está lá? Mike? Está alguém em casa? Os Australianos não são peixes-dourados. Nós temos a capacidade de nos lembrar-mos de coisas que aconteceram para lá dos últimos 3 segundos. 
Por exemplo, o facto de 800 polícias terem descido sobre Sydney há apenas algumas semanas atrás para impedir que um pacífico seguidor da religião pacífica pacificamente cortasse a cabeça dum Australiano aleatório. Em Martin Place, exactamente onde está o Lindt Café. Se por acaso alguém não viu que isto poderia acontecer, certamente que tinha a sua cabeça na areia e o seu traseiro a apontar para o céu, quase como se já tivesse abraçado o islão. 
Muito provavelmente, no entanto, a maior parte das pessoas não esperaria receber notícias de que um atirador demente se encontrasse sob fiança devido a uma multitude de ofensas sexuais e em relação ao assassinato da sua esposa (ela foi pacificamente queimada viva). Ou então que este rapaz tinha o hábito de enviar cartas abusivas às famílias de soldados Australianos que haviam morrido no Afeganistão. 
Quem é que precisa de se preocupar com a ameaça islâmica quando o próprio sistema legal Australiano tem tão pouca consideração pelas vidas Australianas ao permitir que este homen andasse livremente pelas ruas? Mas eu não consigo encontrar melhor publicidade para a verdade do islão do que facto deste desviado sexual assassino andar pelo coração de Sydney sob a sombra das mais famosas palavras de Maomé. (...)
4. Os líderes islâmicos condenaram a violência. 
Aparentemente o Grão-Mufti da Austrália condenou o cerco ao Lindt Café. E com isso, os média esforçaram-se para falar da forma como os muçulmanos temem pelas suas vidas, vivendo num país tão racista como a Austrália. Mas a realidade dos factos é que o Grão-Mufti Ibrahim Abu Mohamed tem muito que esconder para emitir essa declaração. 
Este é mesmo homem que em Outubro último enviou uma carta ao Senado Federal, alegando que as novas leis anti-terrorismo inibiam a sua liberdade religiosa. Não é preciso dizer mais nada porque a declaração do Grão-Mufti diz tudo: ela é uma admissão clara que o islão promove o terrorismo. A verdadeira questão é: porque é que os média quase nem reportaram isto? 
5. A comunidade islâmica sofre com isto. 
Se formos acreditar nos média, as últimas 24 horas estão a causar danos terríveis junto da comunidade islâmica. Por favor. Esta é a rotina bom polícia/mau polícia. Alguém entra para dentro dum café e mata duas pessoas. Em resposta a isto, os apologistas islâmicos recebem uma enorme quantidade de tempo de antena. 
O Premier de New South Wales faz conferências junto do homem que disse que as novas leis anti-terrorismo colidem com a liberdade religiosa e com os serviços religiosos interconfessionais que são levadas a cabo nas mesquitas por toda a nação. Os políticos estão a fazer todos os esforços possíveis para promover o islão. E isto porque dois Australianos foram mortos sob a bandeira islâmica. Tal como disse, por favor! 
E, obviamente, os idiotas das redes sociais ficaram doidos. A hashtag #illridewithyou ganhou forma, e, obviamente, é um gesto totalmente vazio criado apenas e só para reforçar os sentimentos arrogantes de superioridade moral mantidos por aqueles que promovem a tolerância à custa da segurança da nossa nação. E nada revela a natureza vazia dos bem-feitores morais que o facto deles não fazerem nada de bom. Eles apenas "tuitam" o bem, tal como deuses nos lugares mais elevados. 
Se por acaso tu defendes a ideia do domínio islamico e da lei sharia, as últimas 24 horas revelaram que assassinar dois Australianos é practicamente tudo o que é preciso para que todos os outros exibam deferência e submissão. Claro que não é assim tanta deferência. Esperem que mais violência ocorra.
Fico feliz que algums outras vozes sóbrias e sensíveis estão a ser ouvidas em relação a isto. Com os média mainstream a ter practivamente vendido a sua alma ao diabo - neste caso, ao diabo islâmico - é refrescante ouvir algumas outras pessoas que não perderam a sua cabeça e nem se juntaram às hordes de zombies.

- http://goo.gl/xsx6sh.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Como o politicamente correcto causou o abuso sexual de mais de 1400 meninas

Por Roger Scruton

Uma história de abuso sexual  desenfreado - ignorada e encorajada pela polícia - está a emergir d povoação Britânica de Rotherham. Até hoje, a sua dimensão e alcance seriam impensáveis num país civilizado, e os seus detalhes irão causar a que os vossos cabelos fiquem de pé.

Imaginem o seguinte caso: uma rapariga é levada para os cuidados dos serviços sociais da sua área porque os seus pais são tóxico-dependentes e porque ela tem sido negligenciada e tem faltado à escola.

Ela é uma de muitas, visto que isto é normal na Inglaterra actual. E as entidades governamentais locais - Concílios - podem ser ordenados pelos tribunais a ocupar o lugar dos pais perante a criança negligenciada. O Concílio coloca  rapariga numa casa, onde ela é mantida sob supervisão do departamento dos serviços sociais.

A casa é frequentemente visitada por homens jovens que tentam seduzir a jovem rapariga para dentro dos seus carros como forma de lhes dar drogas, álcool, e levá-las a ter sexo com elas. A rapariga, que se encontra solitária e sem ninguém que se preocupe com ela, encontra-se com os homens no exterior, que lhe prometem idas ao cinema e a festas onde estão crianças da sua idade.

Ela cai na armadilha.

Depois de ter sido repetidamente abusada sexualmente por um grupo de cinco homens, é-lhe dito que, se ela disser a alguém o que ocorreu com ela, ela será retirada da casa e espancada. Quando, depois da repetição do episódio, ela ameaça ir à polícia, ela é levada para o campo, regada com gasolina, e ameaçada com fogo até que ela promete não ir para a polícia.

Entretanto, ela tem que aceitar ser abusada semanalmente em troca de drogas e álcool. Rapidamente ela dá por si a ser levada para outras áreas da povoação, e contratada para propósitos sexuais por parte de outros homens. Ela sente-se atormentada e deprimida, e quando chega ao ponto de já não conseguir mais aguentar, ela dirigi-se à polícia. Ela só consegue dizer atabalhoadamente algumas palavras e não consegue acusar alguém em especial. A sua queixa é rejeitada com base de que qualquer contacto sexual que tenha ocorrido foi consensual.

A assistente social a cargo do seu caso ouve a sua queixa, mas diz que ela nada pode fazer até que a rapariga identifica os abusadores. Mas quando a rapariga os identifica, a  assistente social rejeita as suas palavras e diz que ela nada pode fazer. O seu pai, apesar do vício das drogas, tentou manter o contacto com a filha e suspeita que algo está a acontecer. Mas quando ele se dirige à polícia, ele é preso por "obstrução de justiça" e acusado de fazer a polícia  perder o seu tempo.

Durante os dois anos que se seguem, por várias vezes ela tenta acabar com a sua vida, mas eventualmente acaba abandonada e sem-abrigo, sem uma educação formar e sem perspectiva de algum dia vir a ter uma vida normal.

"É Impossível", dirão vocês, "que tal coisa possa ocorrer na Grã-Bretanha". Na verdade, este é apenas um de 1,400 casos, todos eles materializados durante os últimos 15 anos na povoação South Yorkshire de Rotherham, e todos ele envolvendo raparigas vulneráveis que se encontravam ao cuidado do Concílio ou sem protecção adequada por parte da sua família (e totalmente à mercê de gangues de predadores sexuais).

Quase ninguém foi preso, nenhuma assistente social ou membro da polícia foi repreendido, e até recentemente, o assunto foi ignorado por todos os responsáveis e classificado de "insignificante". No entanto, um aumento do conhecimento público em relação ao caso levou a queixas, despoletando uma série de relatórios oficiais. O mais recente, do Professor Alexis Jay - antigo inspector-chefe de trabalho social na Escócia - e com 153 perturbadoras páginas, revela a verdade pela primeira vez. Um facto torna-se bem óbvio, e ele é que as vítimas eram brancas e os violadores eram Paquistaneses.

Os sociólogos convenceram o governo de que a polícia era racista.

Há quinze anos atrás, quando estes crimes estavam a começar, o Stephen Lawrence Inquiry na conduta da polícia Britânica foi feito pelo Sir William Macpherson - Juiz do Tribunal Supremo. A ocasião imediata havia sido o assassinato  onde a vítima era negra, os assassinos brancos, e o comportamento da polícia de investigação havia sido negligente e provavelmente preconceituoso. O relatório acusou a polícia - não só aqueles envolvidos no caso, mas toda a força policial do país - de "racismo institucionalizado". Esta propaganda sociológica foi, na altura, muito popular entre os sociólogos esquerdistas visto que fazia uma acusação que não poderia ser refutada por alguém que tivesse o azar de ser acusada dela.

Independentemente da forma como alguém se comportasse e da forma como alguém tratava as pessoas de raças distintas (sem levar em conta a sua identidade étnica ou a cor da sua pele), essa pessoa seria acusada de "racismo institucionalizado" pura e simplesmente devido a facto de se pertencer a uma dada instituição, e em nome de quem se falava. Sem surpresa alguma, os sociólogos e as assistentes sociais, maioritariamente dispostos a acreditar que a classe média é incuravelmente racista, agarrou-se à expressão.

Também MacPherson se juntou ao vagão na altura visto que, na altura, era a forma mais fácil e segura de lavar as mãos em público, e dizer que eu, pelo menos, não sou culpado do único crime que é universalmente reconhecido e cujas evidências estão por todo o lado.

A polícia estava mais preocupada com o politicamente correcto do que com o crime.

A consequência disto tem sido que as forças policiais têm-se desdobrado como forma de evitarem a acusação de racismo, ao mesmo tempo que as assistentes sociais  hesitam em intervir em casos onde podem ser acusadas de discriminação contra uma minoria étnica. As coisas ficam ainda piores com o aumento do islão militante, que acrescentou ao antigo crime de racismo um novo crime: a "islamofobia".

Actualmente, nenhuma assistente irá arriscar er acusada dum crime. Em Rotherham, uma assistente social teria que ser maluca, e a polícia ainda mais, para dar início a uma investigação de abuso sexual quando os criminosos são muçulmanos Asiáticos e as vítimas etnicamente Inglesas.  O melhor é varrer tudo isto para debaixo do tapete, encontrar formas de acusar as vítimas ou os seus pais (ou a cultura existente) de "racismo institucionalizado", e focar a atenção em assuntos muitos mais importantes tais como habitação para os recém-imigrantes, ou as infracções de trânsito cometidas pelos racistas da classe média.

Também os Americanos conhecem este síndrome. O politicamente correcto deriva de convicções sociológicas e das já-gastas teorias que as produziram, mas para as pessoas normais, ela deriva do medo. As pessoas de Rotherham sabem que não é seguro uma rapariga [branca] entrar num táxi com alguém com traços Asiáticos [ed: muçulmanos] eles sabem que, com relativa frequência, os muçulmanos não tratam as raparigas brancas com o mesmo respeito com que tratam as raparigas da sua comunidade. Eles sabem, e já sabem há 15 anos, que existem gangues de predadores que buscam raparigas vulneráveis, e que esses gangues são na sua maioria jovens homens Asiáticos que, na sua maioria, olham para a sociedade Inglesa não como uma comunidade a que pertencem, mas sim como uma campo de caça sexual.

Mas os habitantes de Rotherham não se atrevem a expressar este conhecimento - quer seja em palavras ou em actos. Menos ainda eles se atrevem a fazer isso se o seu emprego é o de uma assistente social ou um oficial da polícia. Se deixarem escapar a sugestão de que muçulmanos Paquistaneses são mais susceptíveis que os homens Ingleses  de levar a cabo crimes sexuais, serão classificados de racistas islamofóbicos, e serão ostracizados no local de trabalho e, de agora em diante, colocados sob monitorização.

Ninguém perderá o emprego

Isto seria menos importante se não houvessem consequências. Infelizmente, o politicamente correcto causa a que as pessoas não só disfarcem as suas crenças, mas se recusem a agir de acordo com elas, acusem os outros que confessam essas crenças, e, de modo geral, agir de acordo com as políticas que têm sido forçadas aos Ingleses por parte duma minoria de activistas.

O propósito dos activistas é perturbar e desmantelar as antigas formas de ordem social. Eles acreditam que a nossa sociedade não só é racista, como demasiado confortável, demasiado desigual, demasiado limitada a uma forma de estar antiquada que é tida pelas pessoas na base da nossa sociedade - a classe operária, os imigrantes, os sem-abrigo, os imigrantes ilegais - como opressiva e exigente. Eles [os activistas] propagam de modo entusiasta doutrinas do politicamente correcto como uma forma de vingança contra a nossa ordem social (da qual eles se sentem alienados).

As pessoas normais encontram-se tão intimidadas com isto que repetem estas doutrinas, como se elas fossem mantras religiosos com os quais eles esperam ficar protegidos dentro dum território hostil. Consequentemente, as pessoas Britânicas aceitaram sem resistência a enorme transformação com a qual foram afligidos durante os últimos 30 anos - transformação essa levada a cabo maioritariamente por activistas a operar através do Partido Trabalhista. Eles aceitaram políticas de imigração que encheram as nossas cidades com muçulmanos descontentes, muitos dos quais foram agora lutar contra nós na Síria e no Iraque.

Eles aceitaram o crescimento de escolas islâmicas dentro das quais as crianças são ensinadas a ficarem prontas para a jihad contra a ordem que os rodeia. Eles aceitaram a constante difamação do seu país, das suas instituições e da sua religião herdada, pelo simples motivo de que estas coisas são delas e, portanto, manchadas com lealdades proibidas [ed: Deus, patriotismo e família].

E quando finalmente a verdade é expressa, ninguém perde o seu emprego, ninguém é preso, e a Polícia eleita e o Comissário Comunitário para Rotherham, embora forçado a sair do Partido Trabalhista, recusa-se a apresentar a sua demissão. Depois de algumas semanas, tudo isto estará sob a tapete, e o trabalho de destruição poderá prosseguir como normal.

Fonte: http://onforb.es/Y2QcsA


sábado, 5 de abril de 2014

A sociedade inglesa sob a maldição do politicamente correcto

Uma reportagem da ITV News Tyne Tees revelou que a violência fundamentada na honra e os casamentos forçados dentro das comunidades por todo o Nordeste da Inglaterra não são reportados porque as vítimas não querem ser classificadas de "racistas". A violência baseada na honra é uma forma de violência doméstica que ocorre quando as vítimas, maioritariamente mulheres, são castigadas (normalmente pelos parentes) quando envergonham a família.

Claire Phillipson da "Wearside Women in Need" disse que embora o número de pessoas que entram em contacto com ela pedindo ajuda seja alarmante, o mais alarmante é o número de pessoas que não entram em contacto com ela:

Não tenho dúvidas nenhumas de que por todo o Nordeste [da Inglaterra] inglesas da primeira, segunda e da terceira geração estão a ser forçadas para dentro de  casamentos. As escolas e as comunidades não dizem nada porque temem ser classificadas de "racistas" ou "islamofóbicas". Eles pura e simplesmente não sabem onde é que a linha divisória entre cultura, religião e direitos humanos deve ser traçada.

Segundo a "Domestic Violence London", o abuso não é só levado a cabo por homens:

Por vezes, mulheres da mesma família irão apoiar, incitar ou prestar assistência. Não é fora do comum os jovens serem seleccionados para levar  a cabo o abuso como forma de proteger os membros mais velhos da família. Por vezes são usados assassinos contratados e caçadores de recompensas.

Uma das mulheres entrevistadas pela ITV explicou que ela havia sido enviada para o Paquistão para se casar com um homem muito mais velho que ela:

A minha família disse que me mataria, que disparariam contra mim. Isso é o que aconteceria se eu não o fizesse. Quando eu disse que não o faria, o meu irmão e a minha irmã tentaram que eu tocasse em tomadas eléctricas com as minhas mãos molhadas como forma de eu morrer electrocutada e parecer que havia sido um acidente.

Segundo o Halo Project, existem pelo menores 12 matanças de honra por ano que não são reportadas à polícia. Isto não leva em conta as imensas pessoas que são levadas para o estrangeiro cujo o paradeiro é desconhecido.

Fonte

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As matanças de honra, os casamentos forçados, a mutilação genital feminina, as violações e os abusos de raparigas não-maometanos, e outras consequências dos ensinamentos de Maomé, estão a florescer um pouco por toda a Europa. Mas o que nós ouvimos falar é só a ponta doo iceberg daquilo que realmente está a acontecer; as vítimas, os conselheiros e os líderes estão com tanto medo de serem chamados de "racistas", "intolerantes", "fomentadores de ódio", e "islamofóbicos" que eles escolhem não reportar os casos de abuso.

Estas coisas são o verdadeiro fruto da demonização que é feita a qualquer pessoa que se oponha à misoginia de Maomé. Um dos principais propósitos das organizações maometanos ocidentais é manter os críticos e as vítimas da Sharia calados, de modo a que a opressão prossiga sem que haja quem  lhe faça frente.

sábado, 13 de abril de 2013

Bavária classifica blogue anti-islão de "inconstitucional"


Via, Fonte
Os Nazis estão a ficar cada vez mais corajosos e mais descarados, a hostilidade contra o islão está a propagar-se: o Ministério do Interior da Bavária (MIB) classifica dois grupos conhecidos de extremistas e, como tal, inconstitucionais (incluindo o partido de Michael Stürzenberger).

Eles espalham propaganda anti-islâmica e geram medos em relação aos muçulmanos: agora, o MIB está a classificar a associação regional do partido  "Die Freiheit" e o grupo local (de Munique) do blogue "Politically Incorrect" (PI) de anti-constitucionais. Desde os finais de Março que o Departamento Regional para a Protecção da Constituição (DRPC - "Regional Office for Protection of the Constitution") tem monitorizado ambos os grupos, que são bastante próximos em termos de filosofia e pessoas envolvidas, e já identificou um núcleo duro de cerca de 5 pessoas. Pensasse que o líder seja Michael Stürzenberger, o presidente regional do grupo "Die Freiheit".

Durante a apresentação de 2012 do Departamento Regional para a Protecção da Constituição , o Ministro do Interior Joachim Herrmann (CSU) expressou preocupação pelo facto destes activistas denegrirem todos os muçulmanos como inimigos do estado constitucional. Desde 2012 que eles já andam a recolher assinaturas em Munique em favor duma petição pública feita contra o projecto da mesquita ZIEM, do imã de Penzberg Benjamin Idriz. Herrmann vincou que a crítica comum ao islão não era considerada anti-conmstitucional, e que os cidadãos que colocaram o seu nome da petição não seriam monitorizados.
Obviamente que o próprio facto de Hermann afirmar uma coisa destas é uma forma de intimidação em relação aos bávaros que assinaram a petição.
Segundo o director da Agência para a Protecção da Constituição - Burkhard Körner - a Bavária é o primeiro estado federal a classificar de extremistas aqueles que nutrem ódio aos islão.

Hermann ressalvou também que a hostilidade em relação ao islão está em crescimento junto dos extremistas da direita. Outra tendência é o facto dos direitistas normalmente tentarem dar a si mesmos um ar mais cívico. Com alguma frequência, eles dão início a iniciativas cívicas com o propósito de lidar com problemas locais.

Embora os actos de extremismo de direita tenham aumentado de 57 em 2011 para 65 em 2012, o número de extremistas desceu de 2450 para 2200.

Do lado do extremismo da esquerda, onde 5000 pessoas são consideradas participantes, os agentes da protecção da constituição notaram uma duplicação dos actos violentos quando comparados com o ano anterior - sendo 99 no total.
Notem como o número de actos violentos atribuídos ao extremismo esquerdista é o dobro daquele atribuído ao extremismo direitista, mas esse detalhe é notificado quase como um nota de rodapé.
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domingo, 10 de março de 2013

Paquistão: Muçulmanos atacam Cristãos devido a acusações de "blasfémia"


Há alguns dias atrás centenas de muçulmanos do Paquistão oriental levaram a cabo vários ataques numa vizinhança Cristã - queimando várias casas - depois de terem ouvido que um homem Cristão supostamente havia cometido blasfémia contra o "profeta" do maometanismo.

No Paquistão, tal como em quase todos os países controlados por maometanos, a blasfémia contra o Maomé é um crime que pode ser castigado com a pena de morte. O Paquistão é um país maioritariamente Sunita onde as pessoas de outras confissões religiosas, incluindo a pequena comunidade Cristã, são olhados com suspeita.

Segundo Multan Khan, oficial policial, o incidente teve início na 6ª-Feira quando um jovem muçulmano acusou um Cristão de ter cometido blasfémia ao fazer comentários ofensivos contra o "profeta" Maomé. Segundo Khan, nessa 6ª-Feira à noite uma larga multidão duma mesquita próxima dirigiu-se à casa do Cristão. A policia registou o caso de blasfémia contra o homem depois da multidão se ter reunido e exigido algum tipo de acção, afirmou o oficial.

Temendo pela sua segurança, centenas de famílias Cristãs abandonaram a área durante a noite. Khan afirmou que a multidão muçulmana regressou no Sábado e começou a saquear e a queimar as casas dos Cristãos, embora, segundo Khan, nenhum  membro da comunidade Cristã tenha sofrido qualquer tipo de dano físico. No entanto, vários policiais foram feridos quando foram atingidos com pedras no momento em que tentavam impedir a multidão de invadir a área.

Como é muito comum nestes casos, o incidente aparentemente em nada está relacionado com algum tipo de blasfémia dita contra Maomé; segundo Akram Gill, um bispo local junto da comunidade Cristã de Lahore, estes eventos desenrolaram-se devido a uma inimizade pessoal entre dois homens - um Cristão e um maometano - e não devido a algo que o primeiro tenha dito.

Segundo o bispo, os dois homens envolveram-se numa discussão acalorada depois duma noite de bebedeira, e na manhã seguinte o maometano inventou a história da blasfémia como forma de se vingar do Cristão. Akram acrescentou ainda que a comunidade Cristã entregou o homem acusado à polícia quando estes vieram investigar o caso junto deles. Depois disto, eles trancaram as suas casas e foram para outras áreas (para as casas de familiares).

Segundo se sabe, os maometanos, que se encontravam armados com martelos e hastes de aço, entraram dentro das casas, assaltaram duas igrejas, e queimaram Bíblias e cruzes.


* * * * * * *

Maomé ordenou aos seus devotos que reagissem violentamente às críticas. O que nós vêmos no Paquistão é, portanto, consequência directa dos ensinamentos de Maomé - e não uma "má representação" do "verdadeiro islão". No entanto, quando alguns ocidentais condenam os ensinamentos violentos de Maomé (sabendo que se essas criticas fossem feitas no mundo islâmico, isso seria motivo para a execução), esses ocidentais são chamados de "racistas" (muçulmano não é uma raça), intolerantes, geradores de ódio e islamofóbicos.

Será que devemos abandonar o nosso senso comum, e começar a pensar que há algum tipo de legitimidade na matança de quem critica a autoridade Maomé?

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

"Suecos" acusados de terrorismo nos EUA

Fonte

"Os acusados não são aspirantes a terroristas, eles são terroristas. Eles fizeram mais do que receber treino: eles usaram o que aprenderam em operações levadas a cabo pelos al-Shabaab," afirmou George Venizelos do FBI, em New York.

Os dois "suecos", de 27 e 29 anos de idade, foram acusados de participar em treinos envolvendo armas e explosivos, com o grupo terrorista islâmico al-Shabaab,  desde 2008. Se forem considerados culpados, ele enfrentam uma pena de prisão perpétua.

Os homens foram presos em Agosto último pelas autoridades localizadas em África quando se deslocavam para o Iémen. Eles apareceram no tribunal de  Brooklyn com a ajuda dum interpretador sueco.

Segundo o New York Times, muita da informação relativa a este caso está envolta em mistério. O mesmo manteve-se selado durante 4 meses e os documentos legaus abertos na Sexta-Feira continham pouca elaboração em torno dos crimes, ou algum indicativo do porquê este caso ter sido trazido para New York.

(...)

Loretta E. Lynch, advogada dos EUA pelo Distrino Este de New York afirmou:

Usaremos todas as ferramentes ao nosso dispor para combater os grupos terroristas, deter actividades terroristas e incapacitar os terroristas individuais.

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Violadas por "asiáticos"


A polícia deu início a uma investigação em torno de alegações chocantes feitas contras gangues de homens asiáticos que alegadamente levaram a cabo violações em grupo a meninas menores que se encontravam em casas de acolhimento em North West.

O novo escândalo emergiu depois duma mãe de 27 anos ter alegado que, quando era adolescente, ela foi vítima de um horrível catálogo de abuso sexual num abrigo. A sua descrição da forma como os responsáveis pelo abrigo alegadamente fizeram pouco dos actos dos predadores pedófilos eco as descobertas feitas em torno do "anel sexual" descoberto em Rochdale, onde foram ressalvadas as "oportunidades perdidas" para colocar térmico ao abuso.

"Claire", que não é o seu nome verdadeiro, diz que ela foi uma das muitas meninas vulneráveis qie foram tratadas como "pedaçoes de carne" por homens que rondavam os abrigos onde ela viveu, em Lancashire e Liverpool.

Ela afirma que ela foi atraída e molestada em troca de álcool, cigarros e drogas. Numa ocasião ela foi drogada e violada por vários homens. Um agricultor encontrou-a num campo, nua, coberta de sangue e cheia de ferimentos, mas ela foi enviada de volta para o abrigo sem qualquer tipo de ajuda médica. "Claire" diz:

A minha assistente social disse-me que eu merecia o que me tinha acontecido porque eu tinha estado a beber. Só que eu não tinha. . . . Eu fui drogada.
"Claire" afirma que, embora ela tenha falado com os responsáveis do abrigo "Briar’s Hey Residential Home" em ­Rainhill, Merseyside, que fechou em 2005, não houve qualquer tipo de exame médico ou averiguação policial.

Deram-me uma pílula do dia seguinte como forma de "evitar mais complicações."
"Claire", que vive hoje com o parceiro e os 4 filhos, alega que a sua experiência era comum entre as muitas adolescentes que se encontravam nos abrigos.

O sexo era a moeda usada pelas raparigas como eu. Os homens andavam em redor dos portões. Se nos queixássemos, diziam-nos para os ignorarmos.
Em Maio deste ano, quando 9 homens do gangue pedófilo de Rochdale foi preso, "Claire" contactou a policia na esperança de que eles investigassem o que aconteceu com ela. Ela diz:

Disseram que era muito pouco provável que eles conseguissem provar alguma coisa depois de tantos anos. Mas eu quero que os assistentes sociais saibam o quanto eu sofri.
Entidades ligadas à "Lancashire County Council" afirmou que, "A polícia está a investigar estas alegações. De momento não temos mais comentários".

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Mais mulheres europeias que são vítimas da atitude complacente com a qual as autoridades europeias presenteiam os violadores não-europeus.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O politicamente correcto e o fundamentalismo islâmico.

The Telegraph, 14 Setembro de 2012 - Fonte

É refrescante ler palavras tão claras e inequívocas no editorial do jornal Telegraph de hoje:

O realidade dos factos é que os fundamentalistas islâmicos são irreconciliáveis. Para eles, os EUA permanecerão como o Grande Satanás.

Isto, claro, foi um comentário ao assassinato do embaixador americano colocado na Líbia.

Pergunto-me se no meio deste horror poderemos ver sinais de esperança? Será que, finalmente, começamos a escapar do mundo delicado onde há muito tempo algumas coisas não poderiam ser ditas? Se calhar existem limites para o politicamente correcto.

Atrevo-me a inalar a esperança de que talvez os sistemas ocidentais não morram por baixo de mil eufemismos. Pensei que tinha detectado sinais de sanidade logo após o 11 de Setembro. Por essa altura, estavamos chocados com a realidade. E estávamos prontos para a guerra. As pessoas esperavam isso mesmo. Havia um silêncio assustador nas ruas de Londres. Havia sinais que confirmaram a seriedade.

Foi então, e no espaço de algumas semanas, e após uma inundação de propaganda dos média a reportar que o 11 de Setembro nada teve a ver com o islão, que a ortodoxia eufemistica e a fatal doença do apaziguamento voltou.

O Ministério da Verdade controlado pelos Guardianistas [referência aos esquerdistas do jornal "The Guardian"] e pela BBC alegraram-se com o que eles qualificaram de "Primavera árabe", como se isto fosse o princípio da democracia por todo o Norte de África e pelo Médio Oriente. Como viémos a aprender com os eventos que se desenrolaram no Egipto, na Síria, no Iémen e no Sinai - e mais recentemente na Líbia - isto sempre foi uma desilusão, uma perversão da realidade perante os factos concretos.

A realidade dos factos é que o fundamentalismo islâmico anti-ocidente, militante e ressurgente, é a maior ameaça à civilização. Isto, obviamente, são más notícias. Mas as boas notícias são as de que finalmente temos permissão para nomear o perigo por aquilo que ele é.

Onde quer, e quando quer, que o fanatismo militante apareça, ele tem que ser resistido, e derrotado. Foi derrotado na Batalha de Tours em 732AD, no cerco de Malta em 1565, na Batalha de Lepanto em 1571, e não foi há muitos séculos que os bárbaros se encontravam às portas de Viena. Sem a nossa resistência, mais cedo ou mais tarde eles encontrar-se-ão lá outra vez.

Mas não acreditem nisto só porque eu o digo. Há não muito tempo atrás, Samuel Taylor Coleridge descreveu a cena como:

A instalação dum monarca temporal sob a pretensão de ser uma autoridade espiritual, o que não não era possível na Cristandade sem a extinção ou colocação num estado de transe o espírito do Cristianismo: isto foi colocado em práctica por Maomé, até ao estabelecimento do nepotismo mais extenso e mais déspota que alguma vez guerreou a civilização e os interesses da humanidade.

Será que aprendo a partir do editorial desta manhã que, finalmente, temos permissão para reconhecer e declarar a verdade? Se sim, então por mais sombria que seja a hora, ainda há espaço para a esperança.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão

Após uma audiência em tribunal a mulher foi acusada de desestabilização da ordem pública agravada devido aos comentários de natureza racista, escreve o “The Guardian”.

A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.

A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.

A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.

Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.

Fonte


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rapariga branca espancada por 4 muçulmanas

Quatro muçulmanas que levaram a cabo um ataque racialmente motivado contra uma rapariga branca, arrancando cabelo da cabeça antes de a deixarem inconsciente, viram o juiz a frente do processo a deixá-las sair em liberdade alegando que elas [as muçulmanas] não estavam habituadas ao álcool.

Apesar das negras muçulmanas terem gritado "Matem a escória branca", o juiz Robert Brown, que um dia vai responder por esta decisão politicamente correcta, recusou-se a condená-las por crime racial, prevenindo assim que elas passassem 5 anos numa cadeia.

Segundo este juiz, como elas haviam consumido álcool e isso é contra o islão, elas não estavam habituadas ao efeito do mesmo. O juiz não disse, no entanto, como é que ele sabia que esta era a primeira vez que elas bebiam álcool.

BBC revela proliferação de ataques de "honra" mas esquece-se de mencionar a palavra "Islão"

Vamos tornar as coisas bem simples. As famílias que ordenaram as execuções, bem como as vítimas, são quase todas islâmicas. Surpreendidos? Claro que não. As matanças de honra são práctica comum em muitas partes do mundo islâmico.

Uma vez que a Grã-Bretanha, tal como muitos outros países da Europa, resolveu importar uma considerável população islâmica não-assimilável, as prácticas religiosas e culturais dos seus países de origem sobrevivem nos países que eles actualmente colonizam.

Finalmente, o número de 2,823 ataques é quase de certeza uma subestimação uma vez que esse número foi adquirido após se terem consultado apenas 39 das 52 forças policiais da Grã-Bretanha.

Viram como em menos de 150 palavras vocês ficaram a saber a informação básica do assunto? Como cidadãos inteligentes e informados, vocês agora já podem ter uma discussão em redor deste tema.

É para isso que o jornalismo serve.

A propaganda, no entanto, tem como propósito outros fins. Ela está feita de modo a apresentar uma narrativa politicamente correcta mantida de um modo fanático, e intolerante de evidências contrárias. A propaganda é, portanto, deliberadamente feita para diminuir a qualidade da discussão ao eliminar informação relevante.

Entra a BBC. Na sua reportagem em torno do assunto em questão, este órgão de "informação" falhou ao não mencionar as palavras "muçulmano", "islâmico" ou "islão" uma única vez.

É assim que as sociedades se afundam: quando assuntos de profunda importância para o seu carácter, e até para a sua existência, são catalogadas como "indiscutíveis" pelas pessoas que definem os termos do debate público.

Claramente as pessoas que escreveram e editaram a história deveriam ser despedidas. Obviamente que não serão despedidas uma vez que a narrativa multiculturalista entorpecedora que exigiu a censura das evidências relevantes é, efectivamente, a narrativa dominante em toda BBC bem como em toda a elite governante esquerdista.

Que seja. Continuem a falar de problemas dentro do grupo ideológico que mais rapidamente cresce na Europa sem mencionar que grupo é esse. A qualidade da vossa discussão vai ser idiótica.

Mas vocês irão colher os frutos daquilo que plantaram.

Não se sabe bem que causou as suas mortes.

Fonte


Tal como dito várias vezes, por pessoas conhecedoras do assunto, o multiculturalismo é a ideologia da ignorância. Nós somos obrigados a fingir que não sabemos o que sabemos como forma de não "ofender" um dos grupos protegidos da esquerda política.

É óbvio que a BBC sabe qual é o grupo ideológico por trás das matanças de honra. Eles não são burros. Se fossem, estariam desculpados. Como disse o Senhor Jesus, "Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas, como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece." (João 9:41).

O politicamente correcto, construído pelos marxistas culturais como forma de substituir o "proletariado" por outros "grupos oprimidos", faz com que uma instituição com o expresso propósito de informar nada diga aos leitores que por trás de cada matança de honra se encontram um ou mais muçulmanos.

Eles nada dizem porque os muçulmanos desempenham um papel político importante por toda a Europa: eles são usados pela esquerda política como forma de reduzir a influência do Cristianismo e, desde logo, tornar a Europa mais susceptível de cair e ficar sob jugo totalitário esquerdista.

O que estes voluntariamente ignorantes esquerdistas não querem aceitar é que o islão não é uma religião mas um sistema político criado com o propósito de controlar as massas sob a bandeira da religiosidade. Isto significa que no islão, não há "laicismo"; tudo está directamente sujeito à lei de Alá, o deus islâmico. Não há separação de poderes.

Como dentro da lei islâmica não há liberdade de expressão, os esforços da BBC em levantar um escudo protector em redor dos muçulmanos vai ser visto, a longo prazo, como uma medida auto-destrutiva.

Quando/se o islão se tornar a lei da terra em Inglaterra (como já em em algumas partes), os órgãos de informação como a BBC vão ser "convidados" a modificar o seu conteúdo informacional de modo a que este esteja de acordo com o que os mullahs decretarem.

Claro que os arquitectos do marxismo cultural já sabiam que a coexistência entre muçulmanos e não-muçulmanos é impossível. O propósito da importação em massa dos muçulmanos foi mesmo o de servirem de martelo de destruição da vastamente superior civilização Judaico-Cristã.

Uma vez destruída a civilização ocidental, os marxistas esperam reconstrui-la de modo a que esta se sujeite "voluntariamente" à ditadura esquerdista.

Mas isto nunca vai acontecer e é fácil de se chegar a essa conclusão fazendo um pequeno leque de perguntas: se a sociedade e a identidade ocidental (baseada na moral Cristã) for destruída, quem é que vai reconstruir uma nova civilização? Quem é que se vai sacrificar por um futuro estado que visa colocar todos como "escravos voluntários" ?




terça-feira, 25 de outubro de 2011

Monty Python: "Receamos fazer humor em torno do islão"


O comediante Terry Jones admitiu publicamente que, devido ao clima politicamente correcto predominante nos dias de hoje, ele os seus colegas do grupo humorístico Monty Python ficariam "aterrorizados" e "pensariam duas vezes" antes de fazer algum tipo de humor em torno dos muçulmanos.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.

Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.

Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:

Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.

Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.

Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."


Parece que os muçulmanos descobriram a forma certa de evitar críticas a sua ideologia política: ameaçar a sua vida de quem "ofende" o islão e o profeta de Alá.

Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.

A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".
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