MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Dualidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dualidade. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de abril de 2015

Malásia: muçulmanos atacam igreja por esta ter uma cruz

Por Raymond Ibrahim

No dia 19 de Abril deste ano (2015), um grupo de muçulmanos composto sensivelmente por 50 pessoas manifestou-se e protestou contra uma pequena igreja Protestante em Kuala Lumpur, capital do país. O motivo da raiva islâmica era a cruz que se encontrava no topo do edifício - que entretanto foi removida durante o protesto islâmico.

Os manifestantes afirmaram que a cruz, símbolo central do Cristianismo, representava "um desafio ao islão", e poderia "influenciar a fé dos mais novos". O irmão dum inspector-general da polícia encontrava-se entre os líderes do protesto.

Um crescente número de Cristãos e de muçulmanos seculares está a manifestar as suas vozes de preocupação contra os crescentes sinais de intolerância religiosa num país que é visto como um exemplar "nação islâmica moderada".

Apesar dos protestos, os líderes Cristãos apelaram para que não fossem tomadas medidas legais contra os manifestantes - e apelaram aos Cristãos que "dessem a outra face".

O Pastor Datuk Jerry Dusing, líder da Igreja Evangélica de Borneo, disse que seria "contraproducente penalizar a ignorância com acções legais contra os manifestantes. A humilhação só gera mais ódio". Ele inocentemente acrescentou:

Estamos confiantes que se os manifestantes entendessem o verdadeiro significado da cruz, eles iriam olhar para ela como símbolo do amor e da misericórdia de Deus. A cruz não é um desafio a qualquer pessoa..... Acreditamos que é importante promover um maior entendimento entre todos os Malaios.

Olhemos para um futuro onde possamos construir um diálogo e uma harmonia religiosa na nação.

- http://goo.gl/3KkQba

* * * * * * *

Para se saber qual é o propósito das mesquitas no Ocidente, basta ver o que os maometanos pensa das igrejas nos países islâmicos. Se a cruz é um símbolo que "desafio" o islão, então o que dizer dos minaretes nos países ocidentais? Se a cruz pode "influenciar a fé dos mais novos", pode-se dizer o mesmo de todos os símbolos islâmicos espalhados no Ocidente?

A melhor forma de lidar as minorias muçulmanos no Ocidente é dando-lhes o mesmo tratamento que os muçulmanos dão aos Cristãos nos países islâmicos.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Quantas mulheres os maometanos podem ter?

Segundo o Alcorão, os homens maometanos podem ter até 4 esposas ao mesmo tempo (4:3). No entanto, Maomé chegou a ter (pelo menos) 11 esposas ao mesmo tempo:
Sahih al-Bukhari 268—“Anas bin Malik disse, ‘O profera costumava visitar todas as suas esposas durante o dia e durante a noite, e elas eram 11 no seu total.’ Perguntei a Anas, ‘O profeta tinha força para tal?’ Anas respondeu, ‘Era costume nós dizermos que o profeta havia recebido a força de 30 (homens).’ E Sa'id disse, sob a autoridade de Qatada que Anas lhe disse da existência de 9 esposas (e não 11).”
Se a eterna palavra de Alá diz que os maometanos não podem ter mais do que 4 esposas, porque é que Maomé recebeu permissão para ter mais? O Alcorão diz em 33:50 que Maomé (e só ele) era livre para tomar quantas esposas ele quisesse.

Porque será?

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O uso da cruz como motivo para ver o emprego em risco

Pode uma corrente com uma cruz ser um motivo para se perder o emprego? Aparentemente, sim, se se vive na Noruega e se se trabalha para a NRK, uma companhia estatal de TV e rádio. Siv Kristin Saellmann - uma pivô bastante popular na Noruega - foi suspensa das suas funções por aparecer no ar usando uma cruz (1,4 centimetros) à volta do seu pescoço.


Alguns telespectadores - maioritariamente membros da comunidade maometana local - protestaram contra isto, alegando que "um colar com uma cruz é um insulto para o islão", e que "este símbolo não garante a imparcialidade do canal de televisão". A jornalista, uma das mais conhecidas e mais populares na televisão pública Noruega, foi suspensa e proibida de apresentar os seus programas "antes que isso se torna um ponto de discórdia de fomentador de crimes".

Como o jornal La Republica nota, este caso é semelhante ao caso de Nadia Eweida, uma funcionária Cristã da British Airways que, depois ed 7 anos, venceu a batalha legal. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ["European Court of Human Rights" - ECHR] reconheceu que ela havia sido vítima de discriminação.

Em Janeiro de 2013 o ECHR aprovou um julgamento dos casos que envolviam 4 Cristãos da Grã-Bretanha. Estes casos envolviam a violação do artigo 9 da "European Convention for Protection of Human Rights", segundo a qual, todas as pessoas têm o direito e expressar livremente a sua opinião, de ter liberdade de consciência e de religião. O tribunal satisfez a alegação da antiga funcionária da British Airways, Nadia Eweida, que havia sido removida do seu emprego por usar uma cruz, e forçou a British Airways a pagá-la 32,000 euros como compensação. 

Mas três outras alegações foram rejeitadas. O tribunal determinou que o "NHS Trust Hospital" de Devon e Exeter tinha razão do seu lado quando exigiu que a enfermeira Shirley Chaplin removesse a sua cruz visto que ela "representava um risco para a segurança e para a higiene". A enfermeira afirmou que ela havia perdido o emprego depois de se ter recusado a remover a cruz.

O ECHR também não concordou com as alegações de Gary McFarlane e Lillian Ladele. Gary McFarlane, um Cristão e um terapêuta de Bristol, recusou-se a aconselhar duplas homossexuais em torno das suas relações sexuais. Ele foi despedido por isso. Lillian Ladele, uma administrativa que trabalhava para o bairro londrino de Islington foi sujeita a castigo disciplinar por se recusar a registar uniões homoeróticas.


* * * * * * *
Seria interessante saber se os muçulmanos estariam interessados a esconder os seus símbolos religiosos nos seus próprios países se os Cristãos os qualificassem de "insultuosos".

sábado, 30 de novembro de 2013

O erro de Conan O'Brien

O comediante e apresentador dum "talk-show" Conan O'Brien fez um erro crasso ao assumir que ele era livre para fazer piadas em torno do islão tal como é livre para fazer piadas em torno do Cristianismo. Por esse "erro", ele está a ser chamado de "racista" porque como toda a gente sabe, o islão é uma raça. Depois de ficar a saber da nova super-heroína maometana, Conan escreveu no seu Twitter:


O seu tweet, obviamente, faz referência humorística à Surah 4:3 no Alcorão, que permite que os maometanos se casem até quatro mulheres. (Maomé, obviamente, era a excepção visto que ele recebeu permissão para "casar" com muito mais do que quatro mulheres).

Sem surpresa alguma, os esquerdistas que seguem Conan não ficaram nada contentes com o facto duma religião que não o Cristianismo ser o alvo de piadas.


Alguns idiotas úteis claramente não sabem muito sobre o islão, uma vez que eles pensam que o mesmo proíbe relações sexuais com menores: 


Como é normal, não faltaram as normais acusações de "racismo":

 
Previsivelmente, Conan removeu o tweet e é seguro afirmar que ele aprendeu a lição: nunca mais gerar humor que possa ofender os perpétuamente-ofendidos maometanos.

Semelhantemente, os defensores do maometanismo enviaram por este meio mais uma mensagem ao Ocidente: o islão não está aqui para ser tratado como as outras confissões religiosas, mas sim para ser respeitado. 

Portanto, ò Ocidentais, aprendam a respeitar o islão mesmo que ele promova a poligamia (Alcorão 4:3), o abuso sexual de cativas de guerra (4:24), a violência contra as mulheres (4:34), e o sexo com meninas pré-púberes. 

Se tu és contra estas coisas, então és um "racista", um "intolerante", um "gerador de ódio" e um "islamofóbico".

Moral da história: os mesmos esquerdistas e muçulmanos que se alegram com os ataques feitos aos Cristãos, são as mesmas pessoas que ficam "ofendidas" quando Conan O'Brien faz uma menção cheia de humor à práctica da poligamia aprovada pelo islão.

(É de admirar que o muçulmano na Casa Branca não se tenha manifestado contra Conan.)

Jihad no Twitter

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Detectando os homossexuais no aeroporto

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


* * * * * * *
Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A dualidade de critérios do mundo ocidental

Incrível como estas vozes supostamente preocupadas pouco ou nada dizem e fazem em relação aos mortos civis que o governo Sírio tem amontoado nas ruas.

A diferença é que os Sírios não são Judeus.

domingo, 17 de junho de 2012

Governo inglês quer retirar filho de mulher associada à English Defence League


Assistentes sociais governamentais querem retirar o bebé das mãos da mãe - mal ele nasça - porque estão "preocupados" com as ligações "violentas" da mulher com a English Defence League. O Durham County Council (DCC) disse à mãe (Toni McLeod) que ela seria um "risco com consequências prejudicais" para o bebé.

Os assistentes sociais temem que a criança se possa radicalizar e subscrever à forma de pensar da ideologia presente na EDL. Como tal, para prevenir isso, o DCC quer retirar a criança da mãe e entregá-la para adopção.

Toni McLeod, grávida de 35 semanas, é uma antiga associada proeminente da EDL onde ela era notoriamente conhecida como "English Angel". A mulher de 25 anos possui uma série de condenações por violência, incluindo agressões às forças polícias na marcha de 2010. Para além disso, ela está proibida de possuir cães depois de ter atiçado um pitbull contra um ex-parceiro.

No entanto, o seu caso foi tomado por um membro do parlamento (MP) liberal John Hemming que, apesar de ser totalmente contra a EDL, levantou a questão na Casa dos Comuns. Ele contrastou o tratamento que ela recebeu com aquele que o extremista maometano Abu Qatada recebeu. Ele, apesar de todo o ódio e discurso violento, teve a permissão para manter os seus filhos. Mesmo agora, quando o governo inglês tenta deportá-lo, não há notícias de qualquer tipo de medida governamental para retirar os seus filhos da sua guarda.

Hemming diz:

Isto levanta uma questão curiosa relativa à forma como Abu Qatada teve permissão para radicalizar os seus filhos mas o Estado não quer que Toni McLeod tome conta do seu próprio filho devido ao receio dela dizer algo que os assistentes sociais não gostem.

Eu sou totalmente contra a EDL, que eu acredito ser uma organização racista, mas não creio que deveríamos remover crianças dos pais que tomem parte nas suas demonstrações, por mais equivocadas que elas possam ser.

Devido a isto, Toni tenciona sair do país e viajar para a Irlanda como forma de evitar esta intromissão governamental ideologicamente motivada na sua vida.

Fonte

* * * * * * *

Esta atitude é claramente um aviso sério em torno do que o esquerdismo causa às famílias. O perigo deste passo não é só que o governo se ache na posição de decidir quais são as mulheres suficientemente aptas para serem mães, mas sim no facto do governo poder tirar crianças de pais cuja ideologia de vida não se alinha com o que o governo pensa.

Quem é que garante aos ingleses que amanhã o governo não retire as crianças que tenham pais Cristãos pelo simples facto do Cristianismo ensinar que o homossexualismo e o aborto são moralmente condenáveis?

Para além disso, o MP democrata liberal demonstra de forma clara que esta medida é pura ideologia mascarada de genuína preocupação com as crianças. Se o gesto fosse genuíno, eles retirariam todas as crianças cujos pais estão associados a movimentos islâmicos publicamente defensores de violência contra os não-muçulmanos ingleses.

O problema do governo inglês não é a radicalização em si mas O TIPO de radicalização que as crianças podem vir a sofrer. Segundo o esquerdismo, qualquer tipo de radicalização anti-Cristã, anti-família, anti-heterossexualidade, anti-homens e anti-brancos é perfeitamente aceitável visto que isso ajuda o esquerdismo.

No entanto, qualquer tipo de "radicalização" em favor de movimentos que se alinham contra o esquerdismo militante são, por definição, "perigosos". Ou seja, segundo o esquerdismo, há radicalizações que são "boas" e outras que não são.


sexta-feira, 8 de junho de 2012

A camisola proibida

O pequeno vendedor tinha todas as camisolas das equipas presentes no Europeu à venda no Sábado passado, excepto a camisola da selecção portuguesa.
Não temos permissão para vender a camisola porque tem há uma cruz nela. . . . . . Eu ainda gosto de Portugal e vou torcer por eles, mas nós somos um país islâmico e como tal não queremos enervar as pessoas.
Embora não esteja oficialmente banida do país, vários clérigos muçulmanos vocalizaram já as suas preocupações em torno da camisa por esta ter uma enorme cruz na parte frontal - ressalvando a fé Católica de Portugal.

Mas na Malásia, os símbolos encontram-se frequentemente sob ataque por parte dos líderes religiosos muçulmanos. No entanto, um fã, que voltou recentemente da Tailândia, usa a sua camisola do Ronaldo com orgulho:

Não me interessa o que eles dizem. Isto é apenas futebol e não religião.
A camisola portuguesa não é a única a ser retirada das prateleiras. O Brasil, que tem exibe outra cruz enorme, viu a camisola da sua selecção a ser impedida pelos clérigos. O Manchester United, o clube mais popular do mundo, também gerou a ira dos clérigos neste país do sul da Ásia devido à sua alcunha: os Diabos Vermelhos.

Apesar do clube de Old Trafford ter cerca de 81 milhões de seguidores na Ásia (estimativa), um clérigo disse:

Tu estás a promover o diabo.
Outro clérigo acrescenta:
Isto é muito perigoso. Como muçulmanos, nós não deveríamos adorar símbolos das outras religiões ou os diabos. Isto vai corroer a nossa crença no islão. Não há qualquer motivo para nós, como muçulmanos, usarmos estas camisolas, quer seja por motivos desportivos quer seja por motivos de moda.
De qualquer forma, os malaios preparam-se para o torneio continental Europeu e um grande número já está a escolher as camisolas da sua equipa favorita . Um vendedor afirma:
Estamos a conseguir vender a maioria delas por causa do torneio, e como tal, isto é bom para o negócio.
Excepto para os fãs de Portugal.

Fonte

* * * * * * *

Se nós no ocidente fizéssemos o mesmo em relação aos símbolos islâmicos, seríamos classificados de "racistas" (embora ser muçulmano não seja pertencer a um grupo étnico) e "preconceituosos". No entanto, quando os maometanos fazem isso, ninguém diz nada.

domingo, 25 de março de 2012

Comparem e contrastem

O vídeo mais embaixo discute a dualidade de critérios com que os órgãos de comunicação esquerdistas lidaram com dois casos populares.

Agradecimentos ao site Vlad Tepes por ter feito upload do vídeo.

.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Traidor da BBC admite viés em favor dos maometanos

O director geral da BBC Mark Thompson alegou que o Cristianismo é tratado com menos sensibilidade que as outras religiões porque a mesma tem "ombros largos".

Ele sugeriu também que as outras confissões religiosas "possuem uma identidade muito próxima com minorias étnicas" e como tal eram tratadas com maior cuidado pela emissora.

Mas ele admitiu também que os produtores levam em consideração a possibilidade de "ameaças violentas" como consequência de certos tipos de sátiras. Thompson disse:

Sem dúvida que é diferente alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis" e outro alguém dizer "Apresento as minhas queixas nos termos mais fortes possíveis e fique sabendo que estou a carregar a minha AK47 enquanto falamos".

Sem dúvidas que isto aumenta o risco.

Mas ele afirmou também que a religião no seu todo nunca deveria receber a mesma "protecção e sensibilidade" oferecida à etnia.

Fonte


* * * * * * * *

Portanto, BBC = cobardes.

terça-feira, 6 de março de 2012

Israel usa hospitais para torturar muçulmanos

Aliás, é a Síria que usa hospitais para torturar a sua própria população. Se Israel fizesse algo remotamente parecido com isto, a ONU, os EUA e a Rússia bombardeariam o Estado Judaico.

Esperamos ansiosamente que os muçulmanos e os esquerdistas que são rápidos a criticar Israel quando eles se defendem do terrorismo islâmico, sejam igualmente lestos a criticar as acções da Síria.

..........

O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos assegurou hoje que alguns hospitais sírios converteram-se em centros de tortura dos feridos nos protestos contra o regime de Bashar Al-Assad.

"Em vários casos, as missões de investigação da ONU puderam comprovar que os hospitais se converteram, de facto, em centros de tortura dos feridos nos distúrbios", afirmou em conferência de imprensa Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

Colville confirmou que as autoridades exigem ao pessoal sanitário que "não trate, não cure" os feridos que chegam ao hospital e que participaram nos protestos.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão

Após uma audiência em tribunal a mulher foi acusada de desestabilização da ordem pública agravada devido aos comentários de natureza racista, escreve o “The Guardian”.

A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.

A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.

A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.

Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.

Fonte


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Monty Python: "Receamos fazer humor em torno do islão"


O comediante Terry Jones admitiu publicamente que, devido ao clima politicamente correcto predominante nos dias de hoje, ele os seus colegas do grupo humorístico Monty Python ficariam "aterrorizados" e "pensariam duas vezes" antes de fazer algum tipo de humor em torno dos muçulmanos.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.

Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.

Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:

Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.

Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.

Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."


Parece que os muçulmanos descobriram a forma certa de evitar críticas a sua ideologia política: ameaçar a sua vida de quem "ofende" o islão e o profeta de Alá.

Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.

A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Coptas, islão e "dhimmis"

No Egipto, a chamada "Primavera Árabe", mostra ao que vem e a razão pela qual os verdadeiros muçulmanos a saudaram e por ela lutaram . Trata-se basicamente de uma deriva islamista, ajudada pelos habituais idiotas úteis, como já tinha acontecido no Irão.

Recorde-se que, neste país, o Xá foi derrubado por uma aliança entre islamistas e comunistas, os quais, uma vez Khomeyni instalado no poder, foram perseguidos e massacrados.

Os media europeus, salvo raras excepções, pintaram os acontecimentos, não como os viam, mas como os queriam ver. Ainda me recordo do tom empolgado e apologético de alguns jornalistas, em plena Praça Tahrir, falando da utopia que aí vinha, pão e liberdade para todos, a generosidade dos "jovens", etc.

Ao mesmo tempo, fechavam os olhos aos activistas da Irmandade Muçulmana que por ali se passeavam e fizeram até por relatar o menos possível a violação colectiva de uma jornalista americana por dezenas de "jovens", por alguém ter sussurrado que era judia. ( não era).

A repressão e a morte dos coptas e outros cristãos, agora tão publicamente testemunhada, não é um facto novo, bem pelo contrário. Outrora a esmagadora maioria da população, a chegada do Islão, implicou para eles aquilo que a sharia prescreve: uns converteram-se, outros fugiram, outros morreram, outros permaneceram com um estatuto de cidadãos menores, "dhimmis", protegidos, desde que paguem a jizzya e aceitem as limitações do seu estatuto.

Que é, basicamente, a de escravos, umas vezes mais bem tratados, outras vezes não. A aceitação do estatuto de dhimmitude, implica a suspensão da jihad. Todavia, segundo a lei corânica, basta que um dhimmi de uma comunidade infrinja os deveres dos seus estatutos, para que a jihad prossiga.

É o que está a acontecer no Egipto. Alguns coptas não aceitaram bem a destruição de algumas igrejas, aproveitaram para reclamar comtra o seu estatuto de escravatura, e a jihad recomeçou. O Exército (onde os cristãos não podem entrar) atacou com ferocidade (que contrasta com a passividade com que deixou atacar e destruir a Embaixada Israelita) e a televisão apelou aos muçulmanos para virem para a rua.

O que se seguiu é conhecido. E o que se seguirá também: os cristãos serão paulatinamente postos no seu lugar e reduzidos à normal "dhimmitude". A prazo desaparecerão, como já desapareceram da maioria dos países islâmicos.

O que espanta, nisto tudo, é que os líderes europeus, a imprensa e os habituais defensores das " boas causas", que berram e protestam desalmadamente quando um palestiniano morre numa troca de tiros, façam vista tão grossa às gigantescas limpezas étnicas que os países muçulmanos levam a cabo, não de forma ocasional e espúria, mas aplicando deliberada e paulatinamente os conceitos típicos do Islão.

Os mesmos políticos que estão a encher a Europa de imigrantes muçulmanos, sem se darem conta de que, a prazo, estão a importar estas terríveis conceitos.

Ainda ontem foi dado à estampa, pelo Instituto Montaigne de Paris, um estudo no qual se constata que alguns bairros dos suburbios de Paris já funcionam segundo a sharia e que o Estado francês já ali não manda, de facto.

Em Lérida, numa zona onde a comunidade muçulmana jé é significativa, têm morrido dezenas de cães, envenenados, e jovens muçulmanos atacam quem ande na rua a passear o cão. O imam local pediu mesmo à autarquia a proibição de cães no espaço público, porque "ofendem o Islão" e não permitem aos muçulmanos exercerem a sua "liberdade religiosa".

Hoje são os cães, amanhã os infiéis. A história confirma este padrão. Onde o Islão assume o poder, não há espaço para outros.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Kosovo: População sérvia em decréscimo

Em 1998, antes dos americanos e a NATO atacarem o Kosovo (para agradar aos maometanos), 66% da população total eram maometanos albaneses. Hoje, graças à limpeza étnica levada a cabo por muçulmanos, os maometanos albaneses são cerca de 92% da população.

Em 13 aos a população islâmica aumentou 16% e os Cristãos sérvios tiveram que fugir da sua própria casa devido à intolerância.

Mas como os sérvios são maioritariamente Cristãos, os esquerdistas que controlam as grandes agências mundiais não se preocupam muito com isso. Não vai haver discussão sobre os "territórios sérvios ocupados", nem se vai falar sobre as condições horríveis que eles suportam vivendo entre muçulmanos e nem vamos vêr grandes figuras do showbiz mundial a organizar eventos para lembrar a "questão sérvia".

Não. Nada disso. Deixem que os sérvios que ainda lá vivem temam constantemente pela vida. Afinal, eles são Cristãos.

Oh, a história parece que se vai repetir visto que a Hillary Clinton e o Hussein Obama tentam criar condições para que os Judeus sejam expulsos de Israel - e as suas terras milenares sejam entregues aos seus amiguinhos maometanos.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Malásia: Líder islâmico diz que Cristãos fazem exigências irracionais

Os Cristãos deveriam ser cautelosos quando fazem exigências descabidas tais como querer que Bíblias sejam impressas na língua "Bahasa Malaysia". Quem afirmou isto foi Datuk Ibrahim Ali.

O presidente do grupo dos direitos dos malaios afirma que, não só tem sido paciente "por demasiado tempo" como também permitiu que os não-malaios fizessem exigências excessivas.

  1. "Quantos malaios são Cristãos? Porque é que tem que ter Bíblias na língua bahasa? Porque não usar o bahasa iban ou o kazadan?"
Se os muçulmanos podem construir mesquitas um pouco por todo o mundo, segundo os princípios da liberdade religiosa que o ocidente defende, porque é que os Cristãos não podem traduzir a Palavra de Deus para a língua que eles bem entenderem?

Isto é uma questão segurança nacional . . . . Nós os malaios temos sido demasiados bondosos. Quero lhes fazer lembrar que não devem se exceder nas suas exigências.
Obrigado, sr Ibrahim. Agora vire o disco e diga o mesmo às exigências supremacistas que os seus correlegionários fazem por todo o mundo não muçulmano.

O sr Ibrahim diz ainda:

Eles [os Cristãos] não são a maioria neste país.
Portanto, se os Cristãos fossem a maioria ma Malásia, então já não haveria problemas em fazer traduções da Palavra de Deus nos idiomas que o sr Ibrahim pensa serem proibidas de conter uma Tradução da Bíblia?

Se isso é assim, então como os muçulmanos não são a maioria no ocidente, talvez seja a hora deles pararem com as suas exigências genuinamente descabidas.


É esta hipocrisia que é verdadeiramente irritante. Os muçulmanos no ocidente e em Israel possuem direitos que na esmagadora maioria das vezes não lhes são concedidos nos países islâmicos. No entanto, quando Cristãos querem traduzir a Palavra do Verdadeiro Deus para os nativos malaios, os muçulmanos já não gostam.

Sim, os Cristãos não são a maioria na Malásia. E depois? Os direitos dum ser humano não são adquiridos quando ele tem muitas pessoas que pensam como ele ao seu lado, mas sim no momento da concepção.

Proponho ao sr Ibrahim que entre em contacto com os muçulmanos Europeus e lhes diga para pararem de exigir acomodação até eles serem a maioria por cá. Só aí é que eles vão ter direitos.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis