MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Como o politicamente correcto causou o abuso sexual de mais de 1400 meninas

Por Roger Scruton

Uma história de abuso sexual  desenfreado - ignorada e encorajada pela polícia - está a emergir d povoação Britânica de Rotherham. Até hoje, a sua dimensão e alcance seriam impensáveis num país civilizado, e os seus detalhes irão causar a que os vossos cabelos fiquem de pé.

Imaginem o seguinte caso: uma rapariga é levada para os cuidados dos serviços sociais da sua área porque os seus pais são tóxico-dependentes e porque ela tem sido negligenciada e tem faltado à escola.

Ela é uma de muitas, visto que isto é normal na Inglaterra actual. E as entidades governamentais locais - Concílios - podem ser ordenados pelos tribunais a ocupar o lugar dos pais perante a criança negligenciada. O Concílio coloca  rapariga numa casa, onde ela é mantida sob supervisão do departamento dos serviços sociais.

A casa é frequentemente visitada por homens jovens que tentam seduzir a jovem rapariga para dentro dos seus carros como forma de lhes dar drogas, álcool, e levá-las a ter sexo com elas. A rapariga, que se encontra solitária e sem ninguém que se preocupe com ela, encontra-se com os homens no exterior, que lhe prometem idas ao cinema e a festas onde estão crianças da sua idade.

Ela cai na armadilha.

Depois de ter sido repetidamente abusada sexualmente por um grupo de cinco homens, é-lhe dito que, se ela disser a alguém o que ocorreu com ela, ela será retirada da casa e espancada. Quando, depois da repetição do episódio, ela ameaça ir à polícia, ela é levada para o campo, regada com gasolina, e ameaçada com fogo até que ela promete não ir para a polícia.

Entretanto, ela tem que aceitar ser abusada semanalmente em troca de drogas e álcool. Rapidamente ela dá por si a ser levada para outras áreas da povoação, e contratada para propósitos sexuais por parte de outros homens. Ela sente-se atormentada e deprimida, e quando chega ao ponto de já não conseguir mais aguentar, ela dirigi-se à polícia. Ela só consegue dizer atabalhoadamente algumas palavras e não consegue acusar alguém em especial. A sua queixa é rejeitada com base de que qualquer contacto sexual que tenha ocorrido foi consensual.

A assistente social a cargo do seu caso ouve a sua queixa, mas diz que ela nada pode fazer até que a rapariga identifica os abusadores. Mas quando a rapariga os identifica, a  assistente social rejeita as suas palavras e diz que ela nada pode fazer. O seu pai, apesar do vício das drogas, tentou manter o contacto com a filha e suspeita que algo está a acontecer. Mas quando ele se dirige à polícia, ele é preso por "obstrução de justiça" e acusado de fazer a polícia  perder o seu tempo.

Durante os dois anos que se seguem, por várias vezes ela tenta acabar com a sua vida, mas eventualmente acaba abandonada e sem-abrigo, sem uma educação formar e sem perspectiva de algum dia vir a ter uma vida normal.

"É Impossível", dirão vocês, "que tal coisa possa ocorrer na Grã-Bretanha". Na verdade, este é apenas um de 1,400 casos, todos eles materializados durante os últimos 15 anos na povoação South Yorkshire de Rotherham, e todos ele envolvendo raparigas vulneráveis que se encontravam ao cuidado do Concílio ou sem protecção adequada por parte da sua família (e totalmente à mercê de gangues de predadores sexuais).

Quase ninguém foi preso, nenhuma assistente social ou membro da polícia foi repreendido, e até recentemente, o assunto foi ignorado por todos os responsáveis e classificado de "insignificante". No entanto, um aumento do conhecimento público em relação ao caso levou a queixas, despoletando uma série de relatórios oficiais. O mais recente, do Professor Alexis Jay - antigo inspector-chefe de trabalho social na Escócia - e com 153 perturbadoras páginas, revela a verdade pela primeira vez. Um facto torna-se bem óbvio, e ele é que as vítimas eram brancas e os violadores eram Paquistaneses.

Os sociólogos convenceram o governo de que a polícia era racista.

Há quinze anos atrás, quando estes crimes estavam a começar, o Stephen Lawrence Inquiry na conduta da polícia Britânica foi feito pelo Sir William Macpherson - Juiz do Tribunal Supremo. A ocasião imediata havia sido o assassinato  onde a vítima era negra, os assassinos brancos, e o comportamento da polícia de investigação havia sido negligente e provavelmente preconceituoso. O relatório acusou a polícia - não só aqueles envolvidos no caso, mas toda a força policial do país - de "racismo institucionalizado". Esta propaganda sociológica foi, na altura, muito popular entre os sociólogos esquerdistas visto que fazia uma acusação que não poderia ser refutada por alguém que tivesse o azar de ser acusada dela.

Independentemente da forma como alguém se comportasse e da forma como alguém tratava as pessoas de raças distintas (sem levar em conta a sua identidade étnica ou a cor da sua pele), essa pessoa seria acusada de "racismo institucionalizado" pura e simplesmente devido a facto de se pertencer a uma dada instituição, e em nome de quem se falava. Sem surpresa alguma, os sociólogos e as assistentes sociais, maioritariamente dispostos a acreditar que a classe média é incuravelmente racista, agarrou-se à expressão.

Também MacPherson se juntou ao vagão na altura visto que, na altura, era a forma mais fácil e segura de lavar as mãos em público, e dizer que eu, pelo menos, não sou culpado do único crime que é universalmente reconhecido e cujas evidências estão por todo o lado.

A polícia estava mais preocupada com o politicamente correcto do que com o crime.

A consequência disto tem sido que as forças policiais têm-se desdobrado como forma de evitarem a acusação de racismo, ao mesmo tempo que as assistentes sociais  hesitam em intervir em casos onde podem ser acusadas de discriminação contra uma minoria étnica. As coisas ficam ainda piores com o aumento do islão militante, que acrescentou ao antigo crime de racismo um novo crime: a "islamofobia".

Actualmente, nenhuma assistente irá arriscar er acusada dum crime. Em Rotherham, uma assistente social teria que ser maluca, e a polícia ainda mais, para dar início a uma investigação de abuso sexual quando os criminosos são muçulmanos Asiáticos e as vítimas etnicamente Inglesas.  O melhor é varrer tudo isto para debaixo do tapete, encontrar formas de acusar as vítimas ou os seus pais (ou a cultura existente) de "racismo institucionalizado", e focar a atenção em assuntos muitos mais importantes tais como habitação para os recém-imigrantes, ou as infracções de trânsito cometidas pelos racistas da classe média.

Também os Americanos conhecem este síndrome. O politicamente correcto deriva de convicções sociológicas e das já-gastas teorias que as produziram, mas para as pessoas normais, ela deriva do medo. As pessoas de Rotherham sabem que não é seguro uma rapariga [branca] entrar num táxi com alguém com traços Asiáticos [ed: muçulmanos] eles sabem que, com relativa frequência, os muçulmanos não tratam as raparigas brancas com o mesmo respeito com que tratam as raparigas da sua comunidade. Eles sabem, e já sabem há 15 anos, que existem gangues de predadores que buscam raparigas vulneráveis, e que esses gangues são na sua maioria jovens homens Asiáticos que, na sua maioria, olham para a sociedade Inglesa não como uma comunidade a que pertencem, mas sim como uma campo de caça sexual.

Mas os habitantes de Rotherham não se atrevem a expressar este conhecimento - quer seja em palavras ou em actos. Menos ainda eles se atrevem a fazer isso se o seu emprego é o de uma assistente social ou um oficial da polícia. Se deixarem escapar a sugestão de que muçulmanos Paquistaneses são mais susceptíveis que os homens Ingleses  de levar a cabo crimes sexuais, serão classificados de racistas islamofóbicos, e serão ostracizados no local de trabalho e, de agora em diante, colocados sob monitorização.

Ninguém perderá o emprego

Isto seria menos importante se não houvessem consequências. Infelizmente, o politicamente correcto causa a que as pessoas não só disfarcem as suas crenças, mas se recusem a agir de acordo com elas, acusem os outros que confessam essas crenças, e, de modo geral, agir de acordo com as políticas que têm sido forçadas aos Ingleses por parte duma minoria de activistas.

O propósito dos activistas é perturbar e desmantelar as antigas formas de ordem social. Eles acreditam que a nossa sociedade não só é racista, como demasiado confortável, demasiado desigual, demasiado limitada a uma forma de estar antiquada que é tida pelas pessoas na base da nossa sociedade - a classe operária, os imigrantes, os sem-abrigo, os imigrantes ilegais - como opressiva e exigente. Eles [os activistas] propagam de modo entusiasta doutrinas do politicamente correcto como uma forma de vingança contra a nossa ordem social (da qual eles se sentem alienados).

As pessoas normais encontram-se tão intimidadas com isto que repetem estas doutrinas, como se elas fossem mantras religiosos com os quais eles esperam ficar protegidos dentro dum território hostil. Consequentemente, as pessoas Britânicas aceitaram sem resistência a enorme transformação com a qual foram afligidos durante os últimos 30 anos - transformação essa levada a cabo maioritariamente por activistas a operar através do Partido Trabalhista. Eles aceitaram políticas de imigração que encheram as nossas cidades com muçulmanos descontentes, muitos dos quais foram agora lutar contra nós na Síria e no Iraque.

Eles aceitaram o crescimento de escolas islâmicas dentro das quais as crianças são ensinadas a ficarem prontas para a jihad contra a ordem que os rodeia. Eles aceitaram a constante difamação do seu país, das suas instituições e da sua religião herdada, pelo simples motivo de que estas coisas são delas e, portanto, manchadas com lealdades proibidas [ed: Deus, patriotismo e família].

E quando finalmente a verdade é expressa, ninguém perde o seu emprego, ninguém é preso, e a Polícia eleita e o Comissário Comunitário para Rotherham, embora forçado a sair do Partido Trabalhista, recusa-se a apresentar a sua demissão. Depois de algumas semanas, tudo isto estará sob a tapete, e o trabalho de destruição poderá prosseguir como normal.

Fonte: http://onforb.es/Y2QcsA


sábado, 5 de abril de 2014

A sociedade inglesa sob a maldição do politicamente correcto

Uma reportagem da ITV News Tyne Tees revelou que a violência fundamentada na honra e os casamentos forçados dentro das comunidades por todo o Nordeste da Inglaterra não são reportados porque as vítimas não querem ser classificadas de "racistas". A violência baseada na honra é uma forma de violência doméstica que ocorre quando as vítimas, maioritariamente mulheres, são castigadas (normalmente pelos parentes) quando envergonham a família.

Claire Phillipson da "Wearside Women in Need" disse que embora o número de pessoas que entram em contacto com ela pedindo ajuda seja alarmante, o mais alarmante é o número de pessoas que não entram em contacto com ela:

Não tenho dúvidas nenhumas de que por todo o Nordeste [da Inglaterra] inglesas da primeira, segunda e da terceira geração estão a ser forçadas para dentro de  casamentos. As escolas e as comunidades não dizem nada porque temem ser classificadas de "racistas" ou "islamofóbicas". Eles pura e simplesmente não sabem onde é que a linha divisória entre cultura, religião e direitos humanos deve ser traçada.

Segundo a "Domestic Violence London", o abuso não é só levado a cabo por homens:

Por vezes, mulheres da mesma família irão apoiar, incitar ou prestar assistência. Não é fora do comum os jovens serem seleccionados para levar  a cabo o abuso como forma de proteger os membros mais velhos da família. Por vezes são usados assassinos contratados e caçadores de recompensas.

Uma das mulheres entrevistadas pela ITV explicou que ela havia sido enviada para o Paquistão para se casar com um homem muito mais velho que ela:

A minha família disse que me mataria, que disparariam contra mim. Isso é o que aconteceria se eu não o fizesse. Quando eu disse que não o faria, o meu irmão e a minha irmã tentaram que eu tocasse em tomadas eléctricas com as minhas mãos molhadas como forma de eu morrer electrocutada e parecer que havia sido um acidente.

Segundo o Halo Project, existem pelo menores 12 matanças de honra por ano que não são reportadas à polícia. Isto não leva em conta as imensas pessoas que são levadas para o estrangeiro cujo o paradeiro é desconhecido.

Fonte

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As matanças de honra, os casamentos forçados, a mutilação genital feminina, as violações e os abusos de raparigas não-maometanos, e outras consequências dos ensinamentos de Maomé, estão a florescer um pouco por toda a Europa. Mas o que nós ouvimos falar é só a ponta doo iceberg daquilo que realmente está a acontecer; as vítimas, os conselheiros e os líderes estão com tanto medo de serem chamados de "racistas", "intolerantes", "fomentadores de ódio", e "islamofóbicos" que eles escolhem não reportar os casos de abuso.

Estas coisas são o verdadeiro fruto da demonização que é feita a qualquer pessoa que se oponha à misoginia de Maomé. Um dos principais propósitos das organizações maometanos ocidentais é manter os críticos e as vítimas da Sharia calados, de modo a que a opressão prossiga sem que haja quem  lhe faça frente.

sábado, 30 de novembro de 2013

O erro de Conan O'Brien

O comediante e apresentador dum "talk-show" Conan O'Brien fez um erro crasso ao assumir que ele era livre para fazer piadas em torno do islão tal como é livre para fazer piadas em torno do Cristianismo. Por esse "erro", ele está a ser chamado de "racista" porque como toda a gente sabe, o islão é uma raça. Depois de ficar a saber da nova super-heroína maometana, Conan escreveu no seu Twitter:


O seu tweet, obviamente, faz referência humorística à Surah 4:3 no Alcorão, que permite que os maometanos se casem até quatro mulheres. (Maomé, obviamente, era a excepção visto que ele recebeu permissão para "casar" com muito mais do que quatro mulheres).

Sem surpresa alguma, os esquerdistas que seguem Conan não ficaram nada contentes com o facto duma religião que não o Cristianismo ser o alvo de piadas.


Alguns idiotas úteis claramente não sabem muito sobre o islão, uma vez que eles pensam que o mesmo proíbe relações sexuais com menores: 


Como é normal, não faltaram as normais acusações de "racismo":

 
Previsivelmente, Conan removeu o tweet e é seguro afirmar que ele aprendeu a lição: nunca mais gerar humor que possa ofender os perpétuamente-ofendidos maometanos.

Semelhantemente, os defensores do maometanismo enviaram por este meio mais uma mensagem ao Ocidente: o islão não está aqui para ser tratado como as outras confissões religiosas, mas sim para ser respeitado. 

Portanto, ò Ocidentais, aprendam a respeitar o islão mesmo que ele promova a poligamia (Alcorão 4:3), o abuso sexual de cativas de guerra (4:24), a violência contra as mulheres (4:34), e o sexo com meninas pré-púberes. 

Se tu és contra estas coisas, então és um "racista", um "intolerante", um "gerador de ódio" e um "islamofóbico".

Moral da história: os mesmos esquerdistas e muçulmanos que se alegram com os ataques feitos aos Cristãos, são as mesmas pessoas que ficam "ofendidas" quando Conan O'Brien faz uma menção cheia de humor à práctica da poligamia aprovada pelo islão.

(É de admirar que o muçulmano na Casa Branca não se tenha manifestado contra Conan.)

Jihad no Twitter

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O que é o relativismo cultural?

Texto baseado no discurso de Azar Majedi feito numa conferência em Copenhaga (Dinamarca) em comemoração do dia 8 de Março de 2003

O relativismo cultural é um conceito racista, escondido por trás dum nome bonito, que justifica dois conjuntos de valores, de direitos e de privilégios para o ser humano segundo um conceito arbitrário e subjectivo como a cultura. Dito de forma mais directa, segundo este conceito, devido ao local onde nasci eu devo desfrutar de menos direitos do que uma mulher nascida na Suécia, na Inglaterra ou na França. Eu sou obrigada a ficar contente com o meu estatuto de segunda classe porque eu nasci num pais que está sob o domínio islâmico, e devido ao governo misógino e reaccionário que se encontra no poder. Isto vai mais longe e a segunda geração também se orna vítima desta política racista. Também elas são vítimas de discriminação devido ao sítio de nascimento dos seus pais.

Os defensores do relativismo cultural afirmaram-nos repetidamente que temos que respeitar a nossa assim-chamada cultura, a nossa assim-chamada religião, e aceitar respeitosamente e em silêncio o destino que essas instituições determinaram para nós. É-nos dito que toda a brutalidade, toda a depravação, e toda a opressão fazem parte da nossa cultura - que nós nos devemos submeter à mais brutal forma de misoginia, apartheid sexual, às chicotadas e aos apedrejamentos, porque isso foi-nos ditado pela nossa cultural.

Eu pergunto-me sempre: o que é que eles [os relativistas culturais] pensam de nós? Será que estas pessoas pensam que nós pertencemos a uma nação de masoquistas? Será que eles pensa que nós gostamos de practicar a "nossa cultura" não de livre vontade mas sendo sujeitas ao aprisionamento, tortura, chicotadas, enforcamentos e apedrejamentos?

Se esta é a cultura das pessoas, que foi escolhida livremente e é practicada voluntariamente, será que vocês já se perguntaram do porquê existir uma sofisticada forma de opressão? Porque é que os estados islâmicos são ditaduras brutais impostas sobre as pessoas? Porque é que os grupos islâmicos recorrem ao terror com frequência - sendo até o seu único método de terrorismo?

Vocês já se questionaram do porquê as mulheres estarem vazias de direitos dentro das comunidades islâmicas? Porque é que elas são mantidas na linha através da ameaça da faca, do ácido, dos espancamentos e das matanças de honra? Aquelas que se atrevem a questionar esta regra e questionar a assim-chamada cultural são punidas pelos "bravos" homens da sua família. A maioria silenciosa sofre sozinha?

Estas são perguntas bastante simples mas válidas que têm que ser respondidas. Temos a obrigação moral de as responder.

O terror sempre foi a arma principal do islâo político. [ed: não existe "islão político" porque isso assume a existência do islão não-político. Todo o islão - o islão ortodoxo - é um movimento político mascarado de filosofia religiosa]. Esta força já cometeu crimes incontáveis tanto nos sítios onde se encontra no poder - como a República do Irão, os Mujahedin e os Talibãs no Afeganistão, no Sudão, e na Arábia Saudita - como também nos sítios onde encontra na oposição - como na Argélia, no Paquistão e no Egipto. Aterrorizar a população é a política e a estratégia do islão político para obter o poder.

O 11 de Setembro e as suas consequências colocaram o islão político e o terrorismo islâmico no centro da politica mundial. Na sua forma actual, o islão político, como uma força poderosa dentro do mainstream dos conflitos políticos do Médio Oriente, é um produto do Ocidente. Toda a gente sabe como é que Bin Laden e os Talibãs chegaram ao poder. e obtiveram influência política. Isto é um facto tão comum como o apedrejamento. Mas este terrorismo não se limitou àquela região; ela veio fazer uma visita ao Ocidente também.

As mulheres são as vítimas principais do islão político e dos grupos terroristas islâmicos. O apartheid sexual, o apedrejamento, o véu islâmico obrigatório e a remoção de todos os direitos das mulheres, são os frutos deste movimento reaccionário. O islão político tem que ser relegado para o seu lugar - para a margem das sociedades antes que ele tem vindo a destruir. O islão político tem também que ser subjugado dentro das comunidades islâmicas do Ocidente através da defesa dos princípios básicas da liberdade, igualdade, do respeito pelos direitos das mulheres na sua forma universal, pela defesa dos direitos das crianças e pelo secularismo.

Voltando para o tópico da cultural, tenho que ressalvar que esta não é a cultura das pessoas que vivem no Médio Oriente e nos assim-chamados países muçulmanos; esta é, na verdade, a cultura e a política que está a ser forçada às pessoas pelo Ocidente, liderado pelos EUA. A cultura dominante em qualquer sociedade é a cultura do sistema dominante.

Mas imaginemos, por alguns instantes, que este pressuposto é verdadeiro e que estas atrocidades fazem parte da cultura de certas pessoas. A minha pergunta é: será isso razão suficiente para voltarmos as nossas cabeças e ficarmos indiferentes ao que, para a nossa assim-chamada cultura, parece ser brutal, discriminatório e sexista?  Será que a palavra "cultural" santifica qualquer forma de brutalidade, opressão, violência e discriminação?

Porque é que o conceito de "cultural" é tão santificado que ensombra qualquer sentido de justiça, emancipação, e direitos humanos? Estas questões têm  também que ser respondidas. Todas as pessoas decentes, que amam a liberdade e com algum sentido de devoção à justiça e à equidade e à liberdade, têm que encontrar as respostas certas.

O nosso governo tem defendido valores progressistas, libertários e igualitários. Para nós, uma cultura que é opressora, que denigre as mulheres, que propõe a desigualdade, a violência, a misoginia, e que promove o apartheid sexual não tem qualquer tipo de santidade, não se encontra glorificada, e ela tem que mudar. Esta á a nossa resposta, e esta é a nossa luta. O secularismo é parte integrante desta cultural.

* * * * * * *
Embora o texto esteja na sua esmagadora maioria correcto ao afirmar que o relativismo moral é um conceito racista, ele está errado ao afirmar que o islão político é produto das acções do Ocidente. 

Na verdade, o islão ortodoxo - aquele practicado por Maomé e defendido pelas quatro escolas de jurisprudência Sunita - sempre foi um movimento revolucionário (e não "reaccionário", como diz a autora do texto) tendo em vista a aquisição e a manutenção do poder total nas mãos duma minoria não-eleita e não representativa (mais ou menos como o Comunismo).

Para além disso a tese de que o secularismo é uma arma contra o islão é mais uma evidência da suprema ingenuidade da autora do texto; o secularismo que ela defende é o motivo que trouxe milhões de maometanos para a Europa e para outros países do Ocidente. Sem a adopção duma religião secularizante por parte da elite governamental do ocidente, a imigração em massa nunca teria sido adoptada como um dos artigos de fé para a destruição do sentimento patriótico e da homogeneidade cultural dos países ocidentais.

Por fim, ela diz que o relativismo cultural é um termo racista (e é) mas não se apercebe que o relativismo moral é consequência do secularismo que ela defende. Segundo os secularistas, não há forma absoluta para se determinar quais os comportamentos morais "certos" e quais os "errados", para além das nossas opiniões subjectivas, emotivas, prescritivas e utilitárias. Dado isto, um secularista não tem bases lógicas para criticar a forma como os maometanos tratam as mulheres porque segundo os secularistas, cada sociedade decide por si quais os caminhos morais a seguir.

Para além disso, é tremendamente irónico que ela afirme defender a "liberdade" ao mesmo tempo que defende que a sua visão secularista seja imposta sobre os maometanos.

sábado, 20 de abril de 2013

A confissão dum policia dinamarquês


Kim Thyssen, que trabalha na unidade especial da Polícia de Odense, afirma que Bøgeparken (em Volssmose) é primordialmente habitada por árabes, e que este grupo de Palestinos sem nação determina a agenda criminosa da área. Muitos deles, afirma Thyssen, têm uma inteligência limitada. Os psicólogos da escola local chegam a caracterizar alguns destes jovens muçulmanos de "slow stage", tal como se chama a isso no vernáculo local.

Profissionais de Odense, com quem a polícia dinamarquesa falou, afirmaram de modo unânime que a negligência, a ausência de estímulo intelectual por parte dos pais, e os efeitos dos casamentos entre primos são as principais razões que levam a que muitos jovens locais sejam mentalmente atrasados e, desde logo, mais facilmente se tornem criminosos. Eles olham com admiração para os camaradas mais velhos, e buscam reconhecimento através do crime.

Kim Thyssen afirma:

Estes jovens têm um vocabulário limitado e são motivados pelos impulsos e não pelos resultados finais. Devido a isto, é complicado lidar com eles. Eles pura e simplesmente não têm as ferramentas para resolver os conflitos verbalmente. Para além disso, muitos deles têm uma fixação extrema pelo fogo. Durante o Verao, nós registamos mais de 100 fogueiras por trás de Bøgeparken. Para além disso, eles trazem com eles um ódio enorme pela autoridade.

A isto acresce-se o facto de existir por aqui racismo revertido, algo que se tem tornado cada vez mais visível nos últimos anos. Os dinamarqueses passam tempos difíceis em Bøgeparken. As crianças dinamarquesas não podem brincar na areia, os carros dinamarqueses são incendiados, os apartamentos dinamarqueses são vítimas de assaltos, os dinamarqueses são atingidos com armas de ar e são os dinamarqueses que são vítimas de assaltos de rua.

Sem contar que são as mulheres dinamarquesas que são as principais vítimas de violência sexual.
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quinta-feira, 8 de março de 2012

Consequências "inesperadas" da primavera árabe

Inesperadas, se tu fores um esquerdista ignorante.


O JPost reporta um estudo onde se lê que que após a "primavera árabe", o anti-semitismo (socialmente identificado como ódio aos Judeus) diminuiu aumentou. Esta é a conclusão a que o ministro da Diplomacia Pública e Assuntos em Torno da Diáspora Yuli Edelstein chegou, num estudo que será submetido ao governo.

O estudo, escrito por escolásticos da " Kantor Center for the Study of Contemporary European Jewry" da Universidade de Tel Aviv, revela:
Embora o levantamento popular no mundo árabe não representem uma modificação geral da atitude dirigida a Israel, ao sionismo e aos Judeus, parece que o discurso e o incitamento anti-semita tornaram-se mais extremistas e violentos.

Acusações duma conspiração judaica internacional têm sido têm sido tema central da propaganda anti-semita que acompanhou os levantamentos da primavera árabe.

Este tema tem recebido ênfase em cada um dos países especialmente na forma como o dedo tem sido apontado a Israel, ao Sionismo e aos Judeus como agentes de conspiração contra os árabes e os muçulmanos.
Alguém esperava que eles mudassem em 6 meses, quando não o fizeram em 1400 anos?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão

Após uma audiência em tribunal a mulher foi acusada de desestabilização da ordem pública agravada devido aos comentários de natureza racista, escreve o “The Guardian”.

A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.

A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.

A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.

Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.

Fonte


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Britânica acaba detida depois de insultos racistas no metro

Uma britânica de 34 anos acabou detida depois de ter insultado várias pessoas durante uma viagem de metro. A mulher seguia com o filho ao colo quando começou a lançar insultos racistas a vários passageiros criticando as minorias étnicas que vivem actualmente no Reino Unido.

Segundo o jornal “The Guardian”, a mulher começou por questionar: “Onde é que este país chegou?” “Estamos rodeados de negros e polacos. Nenhum de vocês é inglês. Voltem para o vosso país”.

A polícia teve acesso ao vídeo, que depois de colocado no Facebook já teve mais de um milhão de visualizações, e acabou por deter a mulher.

Fonte.


Este blogue é totalmente contra todas as iniciativas que visem descriminar pessoas com base na sua composição genética. É moralmente reprovável um chinês, um negro ou um branco serem vítimas de descriminação apenas e só porque nasceram dessa forma.

Dito isto, condena-se de forma clara o que a mulher fez ao apelar a expulsão de um grupo de pessoas apenas e só por serem negras, polacas (brancas) ou paquistanesas.

Mas há uma coisa que é preciso vêr: embora o racismo nunca seja justificável, o sentimento desta senhora não nasceu num vazio. O que ela e muitos outros ingleses sentem é que são liderados por um governo que não se importa com eles.

O desemprego aumenta, a insegurança aumenta, a criminalidade (desproporcionalmente levada a cabo por estrangeiros) aumenta e o governo nada faz para defender a identidade e cultura nacionais. Uma mulher sueca tem mais probabilidades de ser violada no seu próprio país do que em Nova York.

Levando isto em consideração, e principalmente sabendo que são os governos esquerdistas que tem levado a cabo uma política de imigração em massa como forma de trazer potenciais votantes a Inglaterra, o que é que um inglês pode fazer? "Calar e comer" ?

Se o governo inglês não toma medidas para aplacar a fúria crescente dos nativos, mais vídeos virão a lume, mas dessa vez podem ser bem piores que este. A experiência multicultural falhou porque era suposto falhar.

Um ponto importante é: como é que ela pode ser racista contra os polacos se eles são tão brancos (ou mais) que esta mulher? Não demonstra isto que a sua raiva não é contra a etnia de quem lhe está a roubar os empregos mas sim contra o facto de haver pessoas (independente da etnia) que lhe estão a roubar os empregos?

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Kosovo: População sérvia em decréscimo

Em 1998, antes dos americanos e a NATO atacarem o Kosovo (para agradar aos maometanos), 66% da população total eram maometanos albaneses. Hoje, graças à limpeza étnica levada a cabo por muçulmanos, os maometanos albaneses são cerca de 92% da população.

Em 13 aos a população islâmica aumentou 16% e os Cristãos sérvios tiveram que fugir da sua própria casa devido à intolerância.

Mas como os sérvios são maioritariamente Cristãos, os esquerdistas que controlam as grandes agências mundiais não se preocupam muito com isso. Não vai haver discussão sobre os "territórios sérvios ocupados", nem se vai falar sobre as condições horríveis que eles suportam vivendo entre muçulmanos e nem vamos vêr grandes figuras do showbiz mundial a organizar eventos para lembrar a "questão sérvia".

Não. Nada disso. Deixem que os sérvios que ainda lá vivem temam constantemente pela vida. Afinal, eles são Cristãos.

Oh, a história parece que se vai repetir visto que a Hillary Clinton e o Hussein Obama tentam criar condições para que os Judeus sejam expulsos de Israel - e as suas terras milenares sejam entregues aos seus amiguinhos maometanos.


terça-feira, 19 de julho de 2011

Perito da comissão dos direitos humanos das Nações Unidas publica cartoon racista

Um grupo que monitoriza as acções das Nações Unidas apelou ao chefe dos direitos humanos da ONU para condenar a publicação duma caricatura racista e anti-semita por parte de Richard Falk, perito do Concílio dos Direitos Humanos da ONU em assuntos envolvendo a "Palestina".

Hillel Neuer, director executivo da UN Watch, enviou uma carta ao alto comissário para os direitos humanos dizendo:

Para que o sistema dos direitos humanos da ONU tenha credibilidade na luta contra o racismo, os seus representantes não podem ter permissão para incitar o ódio e a descriminação racial com impunidade.

Caracterizar os Judeus como cães e sedentos de sangue é algo com uma história sombria. . . . Apelamos ao sr Pillar para condenar este incitamento ao racismo por parte dum oficial dos direitos humanos, e exigimos que o sr Falk remova imediatamente a caricatura ofensiva e peça desculpas.


Eu iria mais longe: eu exigiria que ele fosse removido do cargo de perito mas não antes de tomar parte em "aulas de sensibilidade" em favor da cultura Judaica e viagens (pagas por ele) ao Yad Vashem para ver o que pessoas com a sua ideologia causaram.

Entretanto, o anti-semita Richard Falk "respondeu" ao incidente.

["Publiquei o cartoon, mas com a intenção de ilustrar a dualidade de critérios em relação à responsabilidade criminal no contexto das autorizações legais para a prisão de Qaddafi. Não descortinei conotações racistas, e certamente nenhuma implicação anti-semita, e uma vez que ofende as pessoas, removi o cartoon sem entender bem porquê"]

Esta palhaço não entende bem porquê as pessoas normais ficarem ofendidas com uma imagem que mostra um cão com vestimenta Judia devorando ossos e urinando sobre a mulher que simboliza a justiça. Atenção que ele não removeu a imagem porque ele a veja como ofensiva; ele removeu-a porque OS OUTROS pensam que ela é ofensiva. Ele pelos vistos não vê nada de mal nela

Das duas uma: ou o homem é burro que nem uma porta, ou então está a mentir de forma descarada. Fico-me mais pela segundo opção embora não exclua a conclusão da primeira.

Este incidente demonstra de forma clara (e gráfica) de que lado é que as Nações Unidas estão no que toca ao fictício e auto-gerado "problema palestino".

sábado, 23 de abril de 2011

Imigração: Político francês pode ser processado por dizer que 2 + 2 = 4

Queimar vários carros por noite - não há problemas. Criar zonas exclusivas a muçulmanos onde nem as autoridades governamentais se atrevem a entrar sem protecção - sem problema. Tomar conta de estradas e usá-las como locais de oração, em claro desafio às normais e às leis locais - tudo bem. Afirmar que tal comportamento pode gerar dificuldades ao normal funcionamento do país? Isso já é um problema grave!

Ficamos a saber através do Telegraph, que Claude Gueant, o ministro do interior francês, pode ser alvo de acção legal depois de declarar que o "crescente" número de muçulmanos em França é um um "problema".

É verdade que com o aumento dos fiéis islâmicos, um certo número de comportamentos tornam-se um problema.
Identificando o problema que é o muçulmanos rezarem no meio das ruas, ele disse que as leis seculares francesas datam de 1905, quando havia muito poucos muçulmanos, enquanto que hoje eles são entre 5 a 6 milhões.

O grupo esquerdista SOS Racisme disse que irá iniciar uma acção legal contra o sr Gueant por incitar "ódio racial".

►Fonte◄


Perguntas inocentes: Qual é a raça dos muçulmanos? Para alguém ser acusado de "incitar ódio racial", não deveria ele.....incitar ódio racial? Falar contra uma ideologia política como o islão é "incitar ódio racial"? E falar contra o Cristianismo também conta como "incitamento a ódio racial" ou são só os maometanos que são dignos de tal privilégio?

Se não fosse a necessidade esquerdista de recolher votos entre a comunidade muçulmana, este tipo de intimidação (por parte dos esquerdistas) contra quem fala sobre o comportamento de alguns muçulmanos não seria tolerado.

Alguém tem que notificar o SOS Racisme que falar contra uma ideologia não é racismo.

domingo, 13 de março de 2011

Palestinos distribuem rebuçados depois de saberem que um palestino assassinou 5 Judeus

Um terrorista muçulmano esfaqueou e matou cinco membros da mesma família num acampamento em Itamar no passado Sábado de manhã. Três crianças foram barbaramente mortas, incluindo um bebé.
Mortas por um escravo de allah.

Mais tarde, os palestinos celebraram a matança de crianças judias distribuindo rebuçados entre si. A YNet News reportou que os residentes da cidade de Rahah saíram à rua para celebrar o ataque terrorista onde os tais 5 membros da família foram assassinados enquanto dormiam. Os locais ofereceram rebuçados e outros doces e um dos residentes disse que a alegria "é a resposta natural ao mal que os colonos causam aos palestinos residentes no West Bank."

Não se sabe qual foi o "mal" que as crianças e o bebé assassinados causaram ao terrorista muçulmano que as matou enquanto elas dormiam.

Entretanto, o primeiro ministro palestino Salam Fayyad disse que ele "claramente e de um modo firme condeno o ataque tal como condenei os ataques contra os palestinos". A óbvia diferença é que enquanto Israel faz os possíveis para neutralizar os combatentes (e não os civis), os muçulmanos focam-se nos civis judeus uma vez que o exército israelita é demasiado forte para eles.

Quão corajoso dos muçulmanos: matar bebés durante o seu sono. Sem dúvida que allah está orgulhoso.

- Havia uma família por ali!! Como é que pudeste disparar?!! (lado Israelita)
- Havia uma família por ali. Como foi possível teres falhado? (lado assassino)

O ministro palestino acrescentou ainda:

Somos contra todos os tipos de violência [mentira]. A nossa posição não mudou. Tal como já dissemos várias vezes no passado, nos condenamos de forma categórica a violência e o terror, independentemente da identidade das vítimas ou dos perpetradores.


Mais taqqiyah (mentira aprovada pela doutrina islâmica) em acção. Obviamente que o líder palestino não é contra a morte de inocentes judeus uma vez que isso serve os seus propósitos. Se eles realmente fossem contra este tipo de barbárie, eles não dariam nomes de suicidas bombistas a instituições aprovadas pela autoridade palestina.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Deportação massiva de imigrantes muçulmanos

Traduzido, adaptado e modificado a partir deste original

Aguardo os protestos dos progressistas em geral, dos defensores dos direitos humanos e dos imigrantes em particular. Sentado.

No Dubai, os trabalhadores do Bangladesh - aqueles que construíram os arranha-céus, que lavam as sanitas, conduzem os camiões e que em termos gerais, fazem com que as coisas se mantenham funcionais - entraram em greve. Eles falaram em organizarem-se e iniciar sindicatos. O governo do Dubai respondeu iniciando procedimentos de deportação contra eles.

O facto deles serem muçulmanos sunitas não é tão relevante como o facto de não serem etnicamente árabes. Aos olhos dos seus senhores, eles são inferiores e facilmente dispensáveis. Tostões por cada dúzia, ou, para ser mais correcto, $200 em média por mês por cada operário.

Os bangladeshis tiveram a audácia de pedir um aumento de 50 dólares por mês, e sem um "Olá como estás?", eles vão ser enviados de volta aos seus países no próximo avião.

SEGUINTE!

Não haverá protestos enraivecidos de muçulmanos. Não haverá denúncia por parte das Nações Unidas nem por parte das "organizações dos direitos humanos". Não haverá nenhum processo legal posto em movimento no Tribunal Internacional de Hague. Não haverá letras garrafais nos jornais, nem entrevistas aos transeuntes a passar nas televisões.

Quantas vezes já vimos um imigrante muçulmano que propõe a destruição dos governos ocidentais, não ser deportado por isso? Ou então aquele que é condenado por violação ou outra ofensa grave, ou passa a vida inteira a coleccionar benefícios e seguros de saúde, ou outra forma qualquer de sugar os recursos dos "kuffar" ....e mesmo assim ser imune à deportação?


Onde estão os gritos de condenação por parte da ONU de de Ban Ki-moon? Onde estão os apologistas muçulmanos do ocidente que gritam "racismo!" sempre que um muçulmano escorrega e cai?

Atenção que eu não proponho a deportação de muçulmanos por serem muçulmanos. O que eu gostaria de saber é o porquê de nenhuma das entidades mundiais levantar um só dedo para para com este racismo. Será que a vida dum muçulmano só tem valor no ocidente, mas no oriente não vale nada? Ou será que há algo por trás da permissividade dos líderes ocidentais em deixar que um grupo ideológico sem capacidade de se incorporar na sociedade ocidental cresça por cá?

terça-feira, 1 de março de 2011

Homossexuais não estão a atacar mesquitas

Este post é especialmente dedicado a quem pensava que os actos de terror perpetuados pelos homossexuais contra os cristãos é apenas devido ao facto de eles (Cristãos) terem votado contra a Prop 8, na Califórnia.

A história por trás do terrorismo homossexual é simples: Há algum tempo atrás, e por decisão judicial (não pela vontade dos eleitores), o "casamento" homossexual foi legalizado na Califórnia. Como resposta a esta decisão, a "Proposition 8" foi escrita como forma de rebater os 4 juízes que ignoraram a vontade do povo californiano no que toca à definição de casamento.

De acordo com este site, a "Prop 8" ganhou (52% a favor, 48% contra). Isto deveria ser o final da história, mas, para alguns, o processo democrático não é o suficiente.

Enfurecidos com o resultado da votação, os activistas homossexuais direccionaram o seu ódio contra aqueles que mais votaram a favor da Prop 8: afro-americanos, mórmons, e cristãos.


Um dos comentadores afirmou que os cristãos não estavam a ser atacados pelos homossexuais devido ao facto de serem cristãos, mas sim devido ao facto de terem votado a favor da Prop 8. Na altura foram fornecidas evidências que isso não era bem assim.

Evidências agora levantadas confirmam que a raiva dos homossexuais é selectiva. Sabe-se agora que os muçulmanos votaram na sua esmagadora maioria contra o "casamento" homossexual, e a favor da Prop 8. No entanto, os homosexuais não atacaram as mesquitas da mesma forma que atacaram as igrejas. Porquê?

Se, como disse o comentador, a razão da raiva homosexual era puramente devido ao sentido de votação dos cristãos, e não porque eles eram cristãos, porque é que os homossexuais não atacam os muçulmanos, que votaram da mesma forma que os cristãos?

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Nazistas, Esquerdistas e Muçulmanos unidos contra Israel

Este panfleto foi distribuído durante a conferência anti-semita "Durban I" (África do Sul).
Este ódio comum que os esquerdistas, muçulmanos e nazis nutrem para com os judeus é algo que é normal entre os "sinisteristas". Para se ver melhor que esse termo significa vejam este link.

quinta-feira, 1 de janeiro de 1970

Muçulmanos obedecem a Maomé e espalham a morte e a violência pelo mundo inteiro

"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis!
Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!" - Alcorão 8:12


Modificado a partir do original de Bill Muehlenberg

Passou-se mais uma semana, e estamos actualmente na posse de mais histórias relativas à religião pacífica. Independentemente da parte do globo onde nos encontremos, temos muito mais notícias perturbadoras de actos levados a cabo em nome do islão e por parte de muçulmanos devotos. Embora muitos maometanos nominais sejam supostamente incapazes de aprovar este tipo de coisas, ou de as executarem eles mesmos, a triste realidade é que aqueles que são firmes crentes nos preceitos do islão estão a fazer estas coisas diariamente durante o ano inteiro, causando tormentos, mortes e destruições incontáveis.

Reportar estas inúmeras actividades não faz de mim um racista (o islão não é uma raça), nem uma pessoa intolerante (de que forma é que reportar factos é "intolerância"?), nem um causador de problemas (de que forma é que alertar as pessoas para um perigo eminente faz com que a pessoa que faz o alerta seja uma "causadora de problemas"?). Existem histórias que pura e simplesmente têm que ser contadas.

Os média tendem a fugir de todos estes assuntos, ou se não fogem, tratam de não fazer a ligação entre os actos levados a cabo por muçulmanos com os preceitos islâmicos que os motivam, ou garantem-nos que estes mesmos actos de maneira alguma estão relacionados com o islão (embora os seus practicantes sejam capazes de apontar para os versos do Alcorão e para os exemplos de Maomé que fundamentam os seus actos violentos).

É preferível lidar com a realidade, deixando de lado o politicamente correcto e a dhimmitude. Devido isto, deixem-me reportar mais cinco vinhetas dos últimos dias, todas elas girando em torno do maravilhoso mundo do islão. Todos estes exemplos falam por si, e como tal, não é preciso mais comentários da minha parte.

A primeira história chega-nos de New York:
As autoridades policiais reportaram na Terça-Feira que um homem de Manhattan foi acusado de circuncidar a sua  muito-mais-nova esposa depois dela se ter recusado a ter relações sexuais com ele. Moussa Diarra, de 48 anos, queria ter sexo anal com a sua esposa de 24 anos, mas quando a vítima se recusou,e segundo afirmou a polícia, ele forçou-se sobre ela. Depois de ele a ter sodomizado, afirmou a vítima, por volta das 9 horas da noite do dia 14 de Setembro ele levou a cabo a horrível circuncisão. Segundo a polícia, a vítima reportou a agressão uma semana mais tarde. 
Diarra, que é originalmente de África, onde a circuncisão era comum, foi preso no dia 23 de Setembro. Segundo os registos legais, seis dias mais tarde ele foi indiciado por júri, sendo acusado de acto sexual forçado, abuso sexual agravado por compulsão, tentativa de agressão com a intenção de desfigurar ou desmembrar, e agressão com o propósito de causar ferimentos físicos com uma arma. Ele está retido no Manhattan Detention Center com uma fiança de 20 mil dólares (...). Está agendado ele aparecer no tribunal no dia 27 de Outubro.
A Inglaterra é palco da minha segunda histórica arrepiante:
Estudante de medicina suspeito de conspirar com o Estado Islâmico anunciou que "Sinto o cheiro de guerra" horas antes de ter sido preso. Tarik Hassane, de 21 anos, conhecido como "O cirurgião", estava a ser questionado durante a noite passada devido a alegações de que ele planeava trazer o terror para as estradas da Grã-Bretanha. Ele foi imobilizado com um Taser por parte de polícias armados que entraram de rompante no apartamento dum familiar onde ele se encontrava a dormir depois de ter voado para dentro do país. 
Este muçulmano devoto, que estudava no Sudão, é suspeito de viajar para a Síria e conspirar com o brutal grupo terrorista. Três dos seus amigos, todos com 20 ou com 21 anos, estavam também detidos pelos oficias de anti-terrorismo da Scotland Yard. Segundo o MET, os magistrados conferiram três dias adicionais aos polícias de modo a que eles possam questionar quatro homens suspeitos de planearem um ataque terrorista no Reino Unido. 
Um deles, Gusai Abuzeid, de 21 anos e estudante na Greenwich School of Management e funcionário da Primark em regime de part-time, foi preso em casa (em Central London). O seu irmão disse que ele [Gusai Abuzeid) não era religioso e que ele nunca poderia estar envolvido numa conspiração terrorista. 
Uma das linhas de investigação defende que os homens planeavam uma decapitação como forma de emular o assassino Jihadi John. Hassane foi preso na Terça-Feira em Princess Alice Estate, Londres Ocidental, onde dois dos bombistas do dia 21 de Julho haviam sido encontrados há 9 anos atrás. Polícias armados revistaram os apartamentos onde a sua tia e o seu tio vivem. Uma das testemunhas ouviu "três tiros" antes dele ter sido arrastado para fora. Ela disse: 
"A sua cara estava beligerante, zangada, de maneira alguma com remorso, e com um completo olhar de ódio" Horas antes, o suspeito tweetou que ele havia voado para o país, adicionando ‘Boas, rapazes . . . Sinto o cheiro de guerra’. Ele tem estado na University of Medical Sciences and Technology em Cartum desde Setembro de 2013. 
Os serviços de segurança acreditam que ele viajou até à Síria para se encontrar com os militantes de linha-dura locais.
E consideremos esta história que nos fala da forma como as mulheres muçulmanos Africanas são tratadas:
Oficias Sauditas deportaram 241 mulheres Nigerianas da peregrinação anual hajj e estão a ameaçar enviar de volta outras centenas de quem se diz que estão a viajar sem um acompanhante masculino, causando uma disputa diplomática entre os dois países. Os oficiais Nigerianos responsáveis por organizar a hajj disseram que três aviões foram retornados de volta, provenientes da cidade Saudita de Medina, enquanto que mais 1,000 mulheres se encontravam retidas em centros de detenção em Meca (algumas já há cinco dias). 
Segundo a Lei Saudita, as mulheres são menores que precisam de permissão dum parente masculino para trabalhar, deixar o país ou, em alguns casos, receber tratamento médico. O embaixador Nigeriano na Arábia Saudita, Abubakar Shehu Bunu, disse que os Nigerianos poderiam levar a cabo os rituais desde que se fizessem acompanhar por oficiais locais mal eles aterrassem na Arábia Saudita. Bunu deu entrada a uma queixa formal junto das autoridades Sauditas. 
Muitas das mulheres que foram enviadas de volta chegaram banhadas de lágrimas, algumas com os bebés amarrados nas suas costas. "Estamos tão tristes. Usei as minhas últimas poupanças, para completar o que o meu primo me tinha disponibilizado, como forma de pagar por um assento para a hajj, apenas e só para sermos tratadas como infiéis e não como companheiras muçulmanos," disse Halima Muhammad, que passou dias no centro de detenção. 
Falando desde Katsina por telefone, ela acrescentou, "Mal chegamos ao aeroporto, fomos presas e levadas para instalações que não são dignas para seres humanos. Ninguém nos ofereceu nada, e nós só tínhamos água e formos forçadas a dormir no chão".  
Outras disseram que passaram horas em aviões escurecidos e que foram enviadas para trás sem chegarem a desembarcar. Muitos Africanos poupam durante anos de modo a que possam pagar os £3,000 necessários para a peregrinação.
A Austrália não está imune a todas estas coisas:
Um líder islâmico da linha-dura pertencente a um grupo que milita por um califado islâmico afirmou que os muçulmanos se deveriam sacrificar para o materializar. "Somos de opinião que este mundo merece uma nova ordem mundial," afirmou Ismail Al-Wahwah num evento organizado pelo controverso grupo Hizb ut-Tahrir. 
Mais de 200 pessoas fizeram-se presentes durante a palestra que decorreu em Lakemba (Sidney) na passada Sexta-Feira, onde Al-Wahwah, sheik de  Bankstown, atacou o envolvimento Australiano na campanha liderada pelos Estados Unidos no Iraque e na Sìria, que tem como objectivo lutar contra os extremistas do EIIL.
E finalmente, notícias dos Estados Unidos:
Dick Costolo, CEO do Twitter, alegou que ele e a sua equipa receberam ameaças de morte por parte do EIIL. O grupo jihadista militante (também conhecido como Estado Islâmico) estava a usar este canal das redes sociais para partilhar as suas notícias, e devido a isso, as suas contas foram fechadas. 
"Depois de termos começado a suspender as suas contas, algumas pessoas afiliadas à essa organização usaram o Twitter para declarar que os empregados do Twitter, bem como a sua gerência, deveriam ser assassinados," afirmou Costolo. "Obviamente que isso é uma coisa chocante com a qual lidar e eu passei um bom bocado a falar com a empresa sobre isso." 
Falando para o Vanity Fair New Establishment Summit, Costolo discutiu a dificuldade de se balancear a liberdade de expressão com a propagação de conteúdo negativo e malévolo.
Isto é apenas uma amostra das muitas coisas que são semanalmente feitas por muçulmanos devotos um pouco por todo o mundo. Havia muitas outras histórias para contar. Se a isto adicionarmos as centenas de histórias que já se encontram documentadas neste site, ficaremos com a impressão de que há algo de errado com a ideologia política conhecida como "islão". E quem pensar assim, estará correcto.

* * * * * * *

Será que os jihadistas e os supremacistas estão correctos na sua interpretação da "teologia" islâmica? Ou será que os moderados é que têm a ortodoxia do seu lado? Para se averiguar isto, basta ir às fontes islâmicas, nomeadamente, o Alcorão:

9.29 . Combatei aqueles que não crêem em Alá e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.

9.73 . Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!

9.123 . "Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Alá está com os tementes."

8.12 . "E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"

47.4 . "E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.

5.33 . O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
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