
Não se sabe de que forma é que Ranaja morreu e nenhum oficial culpou ainda qualquer outro grupo ou entidade, tal como Israel ou o regime de Assad.
No entanto, pouco depois da sua morte ter sido anunciada, o canal pan-arábico Al-Mayadeen reportou que ele [o assassinado] trabalhava junto com Mahmoud al-Mabhouh, outro membro sénior do Hamas que tomou parte em vários ataques e esteve também envolvido no rapto e assassínio de soldados do IDF.
Mabhouh foi assassinado no Dubai em 2012 e este acto foi depositado às portas da Mossad, que nunca desmentiu nem confirmou a acusação.
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