MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Terrorista do Hamas assassinado na Síria


Segundo anúncio do grupo terrorista Hamas, emitido na 4ª feira, um operacional sénior do Hamas foi assassinado no seu apartamento de Damasco. De acordo com a declaração feito por um dos membros do grupo, a organização não sabe ainda quem foi responsável pela morte de Kamal Ranaja - conhecido como Nizzar Abu-Mujhad - mas mesmo assim, deu início a uma investigação como forma de descobrir quem está por trás de "crime desprezível."

Não se sabe de que forma é que Ranaja morreu e nenhum oficial culpou ainda qualquer outro grupo ou entidade, tal como Israel ou o regime de Assad.

No entanto, pouco depois da sua morte ter sido anunciada, o canal pan-arábico Al-Mayadeen reportou que ele [o assassinado] trabalhava junto com Mahmoud al-Mabhouh, outro membro sénior do Hamas que tomou parte em vários ataques e esteve também envolvido no rapto e assassínio de soldados do IDF.

Mabhouh foi assassinado no Dubai em 2012 e este acto foi depositado às portas da Mossad, que nunca desmentiu nem confirmou a acusação.

Fonte

* * * * * * *

Israel não brinca em serviço. Se os governos ocidentais não estivessem controlados por esquerdistas, a ameaça islâmica seria muito menor. Israel, por outro lado, sabe que com esta ideologia não se brinca, e como tal, leva a cabo a execução dos membros do grupo assassino Hamas.

sábado, 9 de julho de 2011

Dubai: 1 em cada 4 divórcios é via SMS

O site Markedmanner reportou que, no Dubai, registaram-se 555 divórcios em 2010, sendo que 150 foram feitos através do telemóvel.

Embora alguns peritos considerem tais divórcios islamicamente legais, outros sustentam que não é legítimo (ou defenitivo) devido ao facto dos maridos poderem fingir tais divórcios por outros motivos.

Segundo a lei islâmica ("sharia") os homens podem-se divorciar das mulheres bastando para isso dizer três vezes "estás divorciada". As mulheres, no entanto, já não podem fazer o mesmo.

Mohammed Abdul Rahman, responsável máximo da divisão dos assuntos pessoais nos tribunais do Dubai, disse ao diário ‘Emarat Al Youm’, que os divórcios electrónicos ("e-divórcio") são legais mas estão sujeitos a confirmação por parte dos tribunais.

○Fonte○


Como sempre acontece quando de mulheres não ocidentais se trata, as feministas estão totalmente silenciosas perante esta fragilização da condição da mulher. Aparentemente, o feminismo foi feito apenas e só para "defender" as mulheres ocidentais.

As outras, essas, que busquem outra tipo de ajuda porque as feministas estão demasiado ocupadas a ensinar as crianças onde fazer um aborto.



quarta-feira, 2 de março de 2011

Deportação massiva de imigrantes muçulmanos

Traduzido, adaptado e modificado a partir deste original

Aguardo os protestos dos progressistas em geral, dos defensores dos direitos humanos e dos imigrantes em particular. Sentado.

No Dubai, os trabalhadores do Bangladesh - aqueles que construíram os arranha-céus, que lavam as sanitas, conduzem os camiões e que em termos gerais, fazem com que as coisas se mantenham funcionais - entraram em greve. Eles falaram em organizarem-se e iniciar sindicatos. O governo do Dubai respondeu iniciando procedimentos de deportação contra eles.

O facto deles serem muçulmanos sunitas não é tão relevante como o facto de não serem etnicamente árabes. Aos olhos dos seus senhores, eles são inferiores e facilmente dispensáveis. Tostões por cada dúzia, ou, para ser mais correcto, $200 em média por mês por cada operário.

Os bangladeshis tiveram a audácia de pedir um aumento de 50 dólares por mês, e sem um "Olá como estás?", eles vão ser enviados de volta aos seus países no próximo avião.

SEGUINTE!

Não haverá protestos enraivecidos de muçulmanos. Não haverá denúncia por parte das Nações Unidas nem por parte das "organizações dos direitos humanos". Não haverá nenhum processo legal posto em movimento no Tribunal Internacional de Hague. Não haverá letras garrafais nos jornais, nem entrevistas aos transeuntes a passar nas televisões.

Quantas vezes já vimos um imigrante muçulmano que propõe a destruição dos governos ocidentais, não ser deportado por isso? Ou então aquele que é condenado por violação ou outra ofensa grave, ou passa a vida inteira a coleccionar benefícios e seguros de saúde, ou outra forma qualquer de sugar os recursos dos "kuffar" ....e mesmo assim ser imune à deportação?


Onde estão os gritos de condenação por parte da ONU de de Ban Ki-moon? Onde estão os apologistas muçulmanos do ocidente que gritam "racismo!" sempre que um muçulmano escorrega e cai?

Atenção que eu não proponho a deportação de muçulmanos por serem muçulmanos. O que eu gostaria de saber é o porquê de nenhuma das entidades mundiais levantar um só dedo para para com este racismo. Será que a vida dum muçulmano só tem valor no ocidente, mas no oriente não vale nada? Ou será que há algo por trás da permissividade dos líderes ocidentais em deixar que um grupo ideológico sem capacidade de se incorporar na sociedade ocidental cresça por cá?

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