quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
O Cristianismo encontra-se sitiado
domingo, 2 de dezembro de 2012
A meia-vida da utopia secular
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.
A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.
Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:
"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."
Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:
"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."
Behnke acrescentou ainda:
"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
"Pai natal" é morto a facadas no Tadjiquistão
Uma multidão agrediu Parviz Davlatbekov, de 24 anos, e o esfaqueou quando ele visitava familiares na madrugada de segunda-feira, vestido como Ded Moroz, que pela tradição leva presentes para as crianças russas no ano-novo. O Tadjiquistão, ex-república soviética da Ásia Central, continua tendo uma forte influência cultural russa.
"Temos declarações de testemunhas que dizem que a multidão bateu em Parviz e o apunhalou com uma faca, gritando 'Seu infiel!'", disse uma das fontes policiais à Reuters.
A segunda fonte disse que o ódio religioso está sendo investigado como possível motivação do crime, ocorrido em Dushanbe, a capital.
O Tadjiquistão é oficialmente um país laico, mas a vasta maioria dos seus 7,7 milhões de habitantes é de muçulmanos. Nos últimos anos, as autoridades têm restringido as liberdades religiosas, e dezenas de pessoas foram presas por ligação com grupos islâmicos.
O presidente Imomali Rakhmon determinou que alunos de escolas religiosas estrangeiras voltem para os seus países, e orientou seus serviços de segurança a reforçarem o controle sobre a educação religiosa e as mesquitas do Tadjiquistão, que segundo ele são usadas para fomentar o radicalismo.
Seus críticos dizem que a pobreza e a repressão no país -a mais pobre das 15 ex-repúblicas soviéticas- é que levam muitos jovens tadjiques a abraçarem o radicalismo islâmico. O país, onde dezenas de milhares de pessoas morreram em uma guerra civil da década de 1990, tem uma longa fronteira com o Afeganistão.
Tokhir Normatov, chefe de gabinete do Ministério do Interior, disse que Davlatbekov morreu num hospital por causa de uma hemorragia. Ele não fez comentários sobre as possíveis motivações do ataque.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Mulher que fez comentários racistas no metro de Londres vai passar o Natal na prisão
A britânica, de 34 anos, foi filmada gritando frases racistas às pessoas que viajavam com ela no metro, no sul de Londres, enquanto segurava no colo um menor.
A mulher, identificada como Emma West e moradora em New Addington (sul de Londres), chorou em tribunal enquanto os magistrados assistiam às imagens do que se passou no metro. O vídeo já foi visto mais de 11 milhões de vezes desde que foi colocado online, no dia 27 de Novembro.
A mulher vai agora passar o Natal da prisão depois de lhe ter sido negada a saída mediante pagamento de caução. No dia 3 de Janeiro Emma West será novamente ouvida em tribunal.
Entretanto, as 4 muçulmanas negras que espancaram uma rapariga branca ao mesmo que gritavam palavras racistas, vão passar o Natal (que elas não festejam) em casa com a família. Mais um bom exemplo em como as noções de "igualdade" do marxismo cultural/politicamente correcto são distintas das noções que o resto da humanidade usa.



