MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Dinamarca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dinamarca. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 17 de março de 2015

Nicolae Sennels e a psicologia dos muçulmanos

Por Andrew McIntyre

A estatística é chocante: cerca de 70% dos jovens presos na Dinamarca são muçulmanos. Tal como o psicólogo Nicolae Sennels apurou quando ele se determinou a descobrir o porquê, os motivos tem muito mais a ver com o insular desdém da comunidade por tudo o que as nações modernas e liberais Ocidentais representam (excepto os benefícios sociais).

Como um visitante regular da Europa, há já muito tempo que ponderei sobre a delicada questão da habilidade dos imigrantes muçulmanos de se integrarem no Ocidente - especialmente na França, na Holanda, Grã-Bretanha e Escandinávia. 

Durante o período em que me preparava para uma viagem até à Dinamarca durante o ano passado, cruzei-me com o espantoso trabalho de Nicolai Sennels (na foto), psicólogo clínico a trabalhar junto dos jovens nas prisões de Copenhaga, e com o seu instigante livro "Among Criminal Muslims. A Psychologist’s Experiences from Copenhagen Municipality".

Não estando ainda publicado em Inglês, o livro fundamenta-se em 10 anos de trabalho clínico intenso junto de 150 jovens muçulmanos e 100 jovens não-muçulmanos. O livro disponibiliza um entendimento da cultura e da mente dos infractores jovens muçulmanos, o seu frequente comportamento violento e as elevas taxas de crime que normalmente caracterizam as suas comunidades.

A altamente controversa publicação dos desenhos satíricos de Jyllands-Posten (sobre Maomé) colocou, subitamente, a Dinamarca no palco mundial, mas isso aconteceu há quase uma década e como tal, fui para Copenhaga para dar uma vista olhos mais próxima à forma como as coisas se desenvolveram desde então. 

Tive a chance de falar por poucos instantes com Sennels telefonicamente, seguindo-se posteriormente  uma troca de perguntas por email. Depois da nossa breve conversa e da subsequente troca de emails, descobri que é difícil não pensar no Marcellus de Shakespeare e a sua observação de que existem de factos coisas pobres no reino da Dinamarca.

O próprio Sennels encontra-se numa missão de descobrir o porquê da violência e criminalidade serem tão proeminentes dentro da comunidade muçulmana, o porquê de parecer ser, de modo geral, difícil os muçulmanos integrarem-se na sociedade Ocidental. Segundo o "Denmark’s Bureau of Statistics", cerca de 70% dos jovens que se encontram nas prisões Dinamarquesas têm origens imigrantes, e quase todos estes foram educados dentro duma família muçulmana. Em termos numéricos, as 7 primeiras nacionalidades listadas por comportamento violento são de países muçulmanos.

Depois de horas e horas dentro dum ambiente clínico, Sennels apercebeu-se que ele tinha que entender as diferenças psicológicas entre os muçulmanos e os ocidentais de modo a entender uma estatística tão desproporcional. Ele direccionou a sua análise dos problemas comportamentais segundo 4 linhas orientadoras:

- raiva contra fraqueza
- honra contra segurança
- complexo de vítima contra responsabilidade pessoal
- Muçulmanos contra não-muçulmanos.

Sennels explicou que nestas 4 áreas, os Ocidentais e os muçulmanos eram bastante diferentes - chegando até a ser diametricamente opostos nas suas atitudes.

Na primeira área, relativa à raiva, nós no Ocidente olhamos para as expressões de raiva como a forma mais rápida de perder a credibilidade. No entanto, junto dos muçulmanos, Sennels apurou que a raiva não só é aceite, como é vista como um sinal de força; de facto, a raiva nela própria é vista como um argumento. Nas suas aulas de  gestão da raiva, Sennels observou que os seus clientes muçulmanos acreditavam, tal como lhes havia sido ensinado, que a "agressividade é aceite e é o comportamento esperado durante os conflitos.”

Para além das suas observações, Sennels baseou-se num recente estudo levado a cabo pelo "Criminal Research Institute of Lower Saxony" na Alemanha, onde foram entrevistados 45,000 adolescentes tanto de lares muçulmanos como jovens com origens não muçulmanas. “Os rapazes que haviam crescido dentro de famílias muçulmanas religiosas eram mais susceptíveis de serem violentos,” afirmou Sennels.

A segunda área estudada por Sennels centrava-se na auto-confiança. Ele salienta que de modo geral, os Ocidentais olham para as críticas, embora desagradáveis, como uma coisa honrada quando oferecida de modo honesto e segundo os seus méritos. A aceitação de críticas válidas é, dito de outra forma, um sinal de confiança em si próprio e no que a pessoa defende. Consequentemente, os Ocidentais conseguem lidar com a crítica duma forma relativamente vazia de emotivismo - talvez até com uma expressão de gratidão se o crítico estiver correcto, ou com um encolher de ombros se o crítico estiver errado.

Por contraste, no islão e dentro da cultura muçulmana no geral, a crítica é vista como um ataque a honra da pessoa, com a falta duma resposta agressiva a ser vista como algo desonrado. No Ocidente, o que nós olhamos como uma insegurança e um comportamento infantil perante uma crítica, é visto como algo justo dentro da comunidade muçulmana. A experiência profissional de Sennels levou-o a entender que as exigências por uma maior integração na sociedade levam muitos muçulmanos a sentirem-se criticados, levando a que eles desenvolvam uma inimizade maior contra a sociedade não-muçulmana que os rodeia.

A terceira diferença psicológica que Sennels fala centra-se na  auto-responsabilidade e o que, em termos psicológicos, é chamado de "locus de controle". Os Locus de Controle internos são fomentados nas sociedades Ocidentais, onde as pessoas olham para as suas vidas como resultado das suas escolhas. No Ocidente nos temos toda uma indústria, da qual ele faz parte, que tem pessoas a pagar boas somas a terapeutas em troca de conselhos em relação à melhor forma de resolver os problemas e a melhor forma de atingir os objectivos.

No islão, toda a vida é ins’Allah — estabelecida por Alá e não pelo indivíduo. Entretanto, as vidas diárias dos muçulmanos que ele aconselhou eram principalmente governadas pela sharia, pelas tradições culturais, e pelos membros familiares. A experiência é de estar sob controle. Os desejos pessoais, os impulsos democráticos e as escolhas individuais eram rejeitados e até punidos.

Sennels disse-me que perguntar a um muçulmano sobre as suas escolhas era pouco relevante visto que os seus clientes não viam como responsabilidade sua integrar na sociedade Dinamarquesa. De alguma forma, eles esperavam que fosse o Estado a fazer com que isso acontecesse, alterando o seu normal funcionamento de modo a que este se ajustasse ao estilo de vida dos muçulmanos.

Em relação aos crimes feitos pelos jovens que ele estudou, os muçulmanos tendiam a olhar para a vítima como a entidade responsável por ter "provocado" a sua resposta. Sennels está bem ciente do argumento que existe dentro de vários círculos profissionais que levanta a questão se a cultura muçulmana - ao gerar um locus de controle fora do indivíduo - não cria tendências psicóticas, ou se a falta de empatia pelos outros, juntamente com a abrogação da responsabilidade pessoal, são fenómenos superficiais.

Finalmente, há o assunto da identidade muçulmana versus a identidade não-muçulmana - o assunto que está no centro do 4º ponto relativo à tolerância. Os Ocidentais são ensinados que a tolerância é nela mesma boa e algo que define um cidadão decente. Dentro do islão, intolerância para com os não-muçulmanos, minorias sexuais [sic], mulheres, autoridades não-muçulmanas, e leis seculares é algo esperado. Isto gera sociedade paralelas, para além de estatísticas criminais alarmantes, actividade terrorista, e a amplamente difundida supressão e opressão das mulheres.

Tal como muitos outros antes de Sennels já salientaram, incluindo o escritor Australiano Mark Durie, as escrituras islâmicas sublinham o conceito do "infiel". Junto dos seus clientes muçulmanos, muito poucos olhavam para si como Dinamarqueses; a maioria via-se como Marroquinos, Somalis, Paquistaneses, etc, que por acaso se encontravam a viver num outro país.

Quase todos eles sentiam-se alienados perante os Dinamarqueses, para além de afirmaram que se encontravam em oposição à sociedade Dinamarquesa. Isto chocou Sennels visto que muitos deles imigrantes de segunda ou de terceira geração.

As estatísticas confirmam tudo isto. Na Dinamarca 14% dos muçulmanos residentes se identificam com a organização Muçulmanos Democráticos, cuja carta de estatutos afirma que se pode ser, ao mesmo tempo, Dinamarquês e muçulmano. 

Sennels salienta que esta forte experiência do "nós" e "eles" tem consequências concretas visto que a maioria das pessoas que são vítimas de violência, assalto e tentativas de homicídios são não-muçulmanas. As excepções são os actos de violência dirigidos a gangues muçulmanos rivais ou a assim-chamada violência de honra.

Sennels recolheu alguns dados bastante confirmadores. Embora ele reconheça uma ligação entre o comportamento anti-social e a pobreza, ele é bastante enfático ao afirmar que o crime e o comportamento anti-social levam à pobreza, e  não o contrário.

Pesquisas levadas a cabo pelo "Danish Centre for Knowledge" sobre a Integração  (Randers, Youth, "Education and Integration”, Maio de 2005) revelou que 64% de todas as crianças em idade e com origens Árabes são tão fracas na leitura e na escrita depois de passarem 10 anos no sistema escolar Dinamarquês, que são incapazes de prosseguir com a sua educação - o dobro da taxa que se encontra junto dos outros estudantes Dinamarqueses. Para além disso, o falhanço muçulmano de atingir os requerimentos de QI mínimo para recrutamento militar é três vezes maior que o falhanço dos candidatos Dinamarqueses.

Sennels discute outros factores culturais, tais como o facto dos seus países de origem colocarem pouco ênfase no conhecimento e na educação. Segundo um artigo da Nature de 2003, a média mundial para a produção de artigos publicados por cada milhão de habitante é de 137, enquanto que entre os países que fazem parte da Organização da Conferência Islâmica o número é de 13.

Segundo uma pesquisa de proporções consideráveis levada cabo na Turquia, "70% dos cidadãos Turcos nunca chegam a ler um livro". Pesquisas publicadas pela "Arab Human Development Reports" das Nações Unidas salienta que o "total cumulativo dos livros traduzidos desde o tempo do Califa Maa’moun (século 9) é de 100,000, quase tantos como a média anual Espanhola.”

Sennels faz a dedução óbvia: não ser capaz de ler e escrever, abandonar a escola, e vir duma cultura que, de modo geral, tem pouco interesse pela ciência e pelo conhecimento, minimizam de modo severo as chances de se vir a ter um emprego bem remunerado - ou qualquer emprego. Isto leva ao comportamento anti-social e criminoso, e por fim à pobreza e à dependência estatal

Sennels salienta que os imigrantes precisam de três coisas para se integrarem: Eles têm que querer integrar na sociedade anfitriã, eles têm que ter a permissão para se integrarem, e eles têm que ter a capacidade para se integrarem. Muito poucos muçulmanos atingem estes três critérios.

O governo Dinamarquês não tem estado totalmente inactivo no que toca ao problema da não-assimilada minoria propensa ao crime. Sem qualquer tipo de fanfarra, ele introduziu duas medidas básicas: a repatriação individual e a redução da pensão para crianças. A política de repatriação tem como alvo os imigrantes não-integrados, e paga-lhes 1,000 euros, um bilhete só de ida para o seu país, assistência médica durante um ano, e dinheiro extra se por acaso quiserem começar um negócio.

Crê-se que esta despesa seja mais económica que que pagar os mais de 300,000 euros que se estima que se tenha que pagar durante a estadia dum imigrante por toda a sua vida. A política é administrada através das municipalidades locais e já testemunhou o regresso anual de centenas de volta para os seus países.

A segunda política, limitar a pensão infantil para não mais de duas crianças - a média das famílias Dinamarquesas - foi introduzida como forma de desencorajar a imigração e a dependência estatal. No entanto, esta política foi colocada de parte mal o Governo Social Democrata assumiu o poder numa coligação minoritária em 2011.

Embora outros países Ocidentais enfrentem dificuldades semelhantes às que sentem os países Europeus, parece que o problema é menos grave nos Estados Unidos, na Austrália e noutros destinos migratórios. Mesmo assim, e com notícias de jihadistas muçulmanos-Australianos a cortar cabeças na Síria e no Iraque, e com o número de atiradores de carro a tornarem-se cada vez mais comuns em  Ocidente de Sydney, as ideias de Sennels podem parecer ter uma relevância Australiana, especialmente junto de qualquer debate em torno da sabedoria da imigração muçulmana.

- http://goo.gl/xRdvJj.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O conselho de Inger Støjberg para os muçulmanos infelizes

Os muçulmanos que não mostram interesse em adoptar os valores (culturais e não só) Dinamarqueses deveriam pensar nos motivos que os levaram a imigrar para a Dinamarca, afirmou Inger Støjberg (porta-voz do departamento de Imigração do principal partido da oposiçãp - Venstre) num artigo de opinião publicado num jornal.

No seu artigo, Inger Støjberg critica os muçulmanos Dinamarqueses que tentam de modo activo se proteger dos valores e das normas Dinamarquesas, ao mesmo tempo que pensam que as suas crenças religiosas não deveriam ser ridicularizadas. 

Støjberg mencionou um estudo levado a cabo junto dos maometanos Dinamarqueses onde 55 porcento afirmou que criticar a [sua] religião deveria ser proibido e 64 porcento defenderam que a liberdade de expressão deveria ser limitada em circunstâncias particulares. Støjberg escreveu:

A Dinamarca é a terra dos Dinamarqueses e tu és mais do que bem vindo se te quiseres tornar num Dinamarquês e fazer parte do trabalho e da comunidade. Mas aqueles muçulmanos que trabalham constantemente contra nós, que constantemente nos questionam, que se encontram insatisfeitos, que encorajam os outros para se juntarem aos jihadistas na Síria, que cometem matanças de honra, que menosprezam os nossos valores, que enfraquecem o nosso modo de vida, a esses eu digo: Encontrem outro lugar para viver. Ninguém vos força a ficar. Nós deixamos que vocês entrassem no nosso país mas agora é hora de vocês mostrarem o respeito necessário pela nossa sociedade e pelos valores que a construíram.

Støjberg encontrou-se recentemente com o grupo islâmico "Det Islamiske Trossamfund" para um debate, e no seu artigo ela criticou-os por não condenarem o uso do apedrejamento ou a práctica dos pais arranjarem casamentos para os seus filhos. Ele continuou afirmando que algumas prácticas, tais como os professores maometanos que se recusam a apertar a mão das alunas, ou os maometanos a exigirem instalações distintas para a práctica desportiva, contradizem o progresso e a igualdade.

Nós nunca deveríamos chegar a uma situação onde nós, através duma tentativa desencaminhada em favor da tolerância, aceitássemos acções, valores ou visões do mundo apenas e só porque as pessoas que os defendem são uma minoria.

Støjberg disse ainda que ela deveria ter a liberdade para pintar o profeta do islão (Maomé) usando um solidéu na parede da sua casa sem que com isso ela passasse a enfrentar ameaças por parte dos muçulmanos.

Imran Shah, presidente do grupo "Det Islamiske Trossamfund", respondeu a Støjberg no Politiken, falando do apedrejamento e dos casamentos combinados:

Antes de mais nada, o Alcorão não diz nada sobre o apedrejamento. Segundo, nenhum muçulmano na Dinamarca está a falar em apedrejamentos. Ninguém quer introduzir essa práctica. . . . . E se os pais e as crianças concordam, e todos consentem sem serem forçados a nada, qual é o mal com os casamentos combinados?

Shah acrescentou ainda que não foi apanhado de surpresa com o ponto de viste de Støjberg, dado facto dela já ter falado de modo crítico em relação ao islão:

Estamos a aceitar isto com muitas reservas. . . . Mas isto é muito irresponsável no que toca a sociedade Dinamarquesa. Temos que encontrar algumas soluções para os desafios económicos em vez de atirarmos lama uns para os outros. Parece algo sem propósito dar início a uma guerra suja em torno dos valores em vez de tentarmos resolver alguns dos problemas reais.

Ambos os partidos do governo, o "Socialdemokraterne" (S) e o "Socialistisk Folkeparti", declararam estar de acordo com os pontos gerais levantados por Støjberg, mas que a sua abordagem havia sido feita com falta de tacto ("nuance"). Jacob Bjerregaard, porta-voz do departamento de Imigração do partido S, disse o seguinte ao jornal Berlingske:

Concordamos que devemos seguir os valores Dinamarqueses neste país. Mas ela não faz qualquer esforço por distinguir os muçulmanos que vivem uma vida pacífica, levando a cabo a sua vida profissional de modo tranquilo e olhando pelos filhos, daqueles que têm uma abordagem mais conservadora no que toca a vida numa sociedade moderna.  O alvo da Støjberg é muito alargado.

Bjerregaard criticou também Støjberg por não listar novas medidas em favor da integração:

Não houve qualquer tipo de medidas novas. Só retórica. Eu acho que isto se prende com a necessidade de Venstre se mostrar depois de caminhar sem rumo durante algum tempo. Mas vamos dar início ao debate.

Não deixando passar a oportunidade, Martin Henriksen, porta-voz do departamento de Integração do "Dansk Folkeparti", propôs que Venstre usasse esta oportunidade para prosseguir com políticas mais rigorosas focadas em restringir a migração proveniente de países muçulmanos:

Acho que para as próximas eleições Venstre e o "Dansk Folkeparti" deveriam formar uma aliança com o expresso propósito de reduzir a imigração muçulmana para algo próximo do zero. É a solução mais eficaz que se pode levar a cabo de modo a garantir que a Dinamarca permaneça socialmente e culturalmente unida nas décadas vindouras.

Fonte

* * * * * *

Obviamente que os maometanos não têm interesse algum em mostrar respeito pela cultura Dinamarquesa uma vez que isso seria algo muito difícil de se harmonizar com os imperativos islâmicos que fomentam os seguidores de Maomé a tentar subjugar as culturas não-muçulmanos. Por isso é que as tentativas de "integração" de imigrantes islâmicos estão condenadas ao fracasso.

Imran Shah diz que o Alcorão nada diz sobre o apedrejamento; isso é verdade, mas irrelevante. O que interessa é que a cultura islâmica (que não depende exclusivamente do que o Alcorão diz) defende o apedrejamento.

Imran Shah diz ainda que nenhum muçulmano está a falar em apedrejamentos, e que nenhum muçulmano está a tentar implantar o apedrejamento. Isto é uma mentira descarada uma vez que muitos muçulmanos dinamarqueses querem a implantação da Sharia e a Sharia legaliza o apedrejamento.

Imran diz ainda que "Parece algo sem propósito dar início a uma guerra suja em torno dos valores em vez de tentarmos resovler alguns dos problemas reais" mas o que ele não diz é que um dos problemas reais é precisamente a falta de união cultural entre os maometanos e os Dinamarqueses.

Jacob Bjerregaard diz que Inger Støjberg não faz distinção entre os maometanos de bem e os demais; é provável que ela não faça, mas isso é materialmente irrelevante. As observações de Inger Støjberg são feitas com base no padrão geral e não em termos absolutos. É bem provável que existam maometanos a viver na Dinamarca que se esforcem para se integrar na cultura, façam os possíveis para passar valores Dinamarqueses aos seus filhos, mas isto não anula o facto de haver uma larga percentagem de maometanos que não faz isto. 

Se há alguém que se deve distinguir dos demais, são os muçulmanos pacíficos; são eles que têm que apontar o dedo acusador aos maometanos não-pacíficos e mostrar como estes últimos não os representam. Isto não vai acontecer porque os maometanos moderados sabem que os maometanos não-moderados têm a interpretação correcta do islão.

Jacob Bjerregaard diz ainda que Støjberg não listou "medidas novas" que visavam uma maior integração; mas porque é que Støjberg deveria fazer isso se é precisamente isso que está a causar problemas? Melhor, não são as medidas em si, mas os grupos que se recusam a colocar em práctica as medidas de integração e assimilação. 

Uma vez estas medidas não estão a funcionar (e nem foram criadas com o propósito de funcionar), Støjberg diz que quem se sente mal dentro da cultura Dinamarquesa tem que procurar outro sítio para viver. Isto é a coisa mais normal do mundo.


Concluindo, Støjberg tem razão no que diz, mas ela não lida com as causas do problema: multiculturalismo e Marxismo Cultural. Pessoas como a Støjberg estão focadas nos sintomas e não nas causas. Enquanto isso for acontecendo, o número de pessoas hostis à cultura Dinamarquesa vai continuar a aumentar até ser tarde demais.

sábado, 20 de abril de 2013

A confissão dum policia dinamarquês


Kim Thyssen, que trabalha na unidade especial da Polícia de Odense, afirma que Bøgeparken (em Volssmose) é primordialmente habitada por árabes, e que este grupo de Palestinos sem nação determina a agenda criminosa da área. Muitos deles, afirma Thyssen, têm uma inteligência limitada. Os psicólogos da escola local chegam a caracterizar alguns destes jovens muçulmanos de "slow stage", tal como se chama a isso no vernáculo local.

Profissionais de Odense, com quem a polícia dinamarquesa falou, afirmaram de modo unânime que a negligência, a ausência de estímulo intelectual por parte dos pais, e os efeitos dos casamentos entre primos são as principais razões que levam a que muitos jovens locais sejam mentalmente atrasados e, desde logo, mais facilmente se tornem criminosos. Eles olham com admiração para os camaradas mais velhos, e buscam reconhecimento através do crime.

Kim Thyssen afirma:

Estes jovens têm um vocabulário limitado e são motivados pelos impulsos e não pelos resultados finais. Devido a isto, é complicado lidar com eles. Eles pura e simplesmente não têm as ferramentas para resolver os conflitos verbalmente. Para além disso, muitos deles têm uma fixação extrema pelo fogo. Durante o Verao, nós registamos mais de 100 fogueiras por trás de Bøgeparken. Para além disso, eles trazem com eles um ódio enorme pela autoridade.

A isto acresce-se o facto de existir por aqui racismo revertido, algo que se tem tornado cada vez mais visível nos últimos anos. Os dinamarqueses passam tempos difíceis em Bøgeparken. As crianças dinamarquesas não podem brincar na areia, os carros dinamarqueses são incendiados, os apartamentos dinamarqueses são vítimas de assaltos, os dinamarqueses são atingidos com armas de ar e são os dinamarqueses que são vítimas de assaltos de rua.

Sem contar que são as mulheres dinamarquesas que são as principais vítimas de violência sexual.
....

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dinamarca não consegue controlar criminosos maometanos


Fonte

Devido ao aumento da criminalidade muçulmana, eu escrevi há três anos atrás que a policia dinamarquesa ficaria sem recursos humanos no espaço de 5 anos. Demorou 3 anos. Quando será que eles terão necessidade do exército e da Guarda Nacional?

Os gangues muçulmanos estão em crescimento acelerado em Copenhaga, o que explica os vários tiroteios que acontecem todas as semanas. Os guettos muçulmanos estão a experimentar uma epidemia de incêndios. Na Dinamarca nós usamos o termo "gangs" e "guerra de gangues" quando na verdade são gangues imigrantes (gangues de dinamarqueses são chamados de "motards" e "roqueiros"):

"De momento, não temos recursos suficientes. A polícia dinamarquesa está a sangrar e isto é uma história triste." Esta é a crítica anormalmente vocal feita à situação em que se encontra a polícia dinamarquesa por parte de dois oficiais das forças de segurança de Copenhaga. "Da maneira como as coisas se encontram agoram, nós não vamos quando vocês nos chamam," afirma Morten Rasmussen, que é um dos oficiais que atende o telefone quando as pessoas ligam para as linhas de apoio de Copenhaga. Ele explica como muitas conversas com os cidadãos terminam com a polícia a explicar o porquê de nenhuma patrulha polícial poder ser enviada para o cidadão que requisita a sua ajuda. Ele fala da falta de patrulhas nas estradas e do facto de muitas pessoas não obterem a ajuda que precisam. Morten Rasmussen é de opinião de que o intenso foco feito à guerra entre os gangues de Copenhaga afasta os recursos necessários para a resolução do crime "normal": "Obviamente que a polícia trata dos casos maiores, tais como esfaqueamentos, tiroteios e lutas de proporções maiores. É aqui que os nossos recursos são dispendidos. No que toca ao resto, basicamente não há forças polícias suficientes," afirma Morten Rasmussen.
"O recrutamento de novos membros [imigrantes] para os gangues é actualmente mais elevado do que o número de membros de gangues que nós somos capazes de coloca nas prisões. Não é possível nós puxarmo-nos a nós mesmos para fora deste problema. O crime de ganges veio para ficar."  Quem diz isto é o Inspector Policial Michael Ash, director do "National Police Research Centre."
"A guerra entre os gangues está a ocupar todo o tempo das forças policias do Oeste de Copenhaga. Devido a isto, a polícia passa por cima de casos tais como crimes económicos ou roubos."
Fonte: Jyllands-Posten - 500 cases in the windowsill
...
Há uma forma bem "fácil" de resolver esta guerra de gangues, mas não creio que a esquerdalha esteja interessada nela.

domingo, 14 de abril de 2013

A islamofobia de Søren Espersen

Søren Espersen, que aparentemente já não aguenta tanto enriquecimento cultural, é um MP (Membro do Parlamento) por parte do Partido do Povo da Dinamarca há já alguns anos. Havendo observado as consequências da imigração muçulmana para o seu país, eis o que ele tem a dizer sobre isso:


É difícil fazer as pessoas reconhecer e entender que não é só a liberdade de expressão e o pensamento livre que têm que ser defendidos. A consequência de se seguir este caminho é o facto dele incluir decisões políticas que ponham término, ou reduzam dramaticamente, a imigração islâmica para a Dinamarca. Para além disso, a Dinamarca terá que repatriar os muçulmanos com cidadania dupla que não conseguem ou não querem assimilar.

O que nós não podemos permitir é que a população muçulmana continue a crescer até que se torne a maioria neste país. Infelizmente, existem muitos exemplos históricos das alterações fundamentais que a sociedade sofre quando o islão é representado por uma larga maioria ou mesmo por um minoria - ao nível social, legal, educacional e igualdade de género. E as mudanças são sempre para pior.

E neste ponto eu não falo de países do terceiro mundo como a Nigéria, Mali, Indonésia ou Malásia, mas democracias Ocidentais tais como a Inglaterra e especialmente a Suécia.

Muitos países já sucumbiram - ou estão em vias de sucumbir - ao islão. Em muitos destes países a democracia já desapareceu ou está em sofrimento. E com isto em mente, eu pergunto: porque é que tal experiência teria resultados diferentes na Dinamarca? Porque é que fariamos tal experiência com a nossa boa e antiga sociedade Dinamarquesa, quando a mesma já foi feita em muitos outros países?

Não, não há qualquer tipo de razão científica para acreditar que, desta vez, as coisas seriam distintas na Dinamarca.

Fonte

* * * * * * *
Aparentemente nem os tolerantes dinamarqueses aguentam o enriquecimento cultural trazido para as suas terras pelos seguidores de Maomé.

Uma coisa pode ser prevista: Søren Espersen será acusado de "racista" e "islamofóbico" mas os seus argumentos - válidos e racionais - serão totalmente ignorados visto que a consequência lógica deles envolve limitar a base de apoio e base de voto da esquerda militante. Reduzir os imigrantes é uma ataque à base eleitoral da esquerda militante, e como tal esta mesma esquerda não está minimamente interessada em combater a imigração (mesmo que esses imigrantes tragam consigo um sistema de valores que contradiga os "valores" que alegadamente essa mesma esquerda defende).

....

domingo, 2 de dezembro de 2012

A meia-vida da utopia secular

"Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios"
1 Tess 5:6
Por Vox Day
 
O pós-Cristianismo é secular e divertido até que o vazio seja preenchido.  E todos nós sabemos como a natureza preenche o vazio:
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.

A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.

Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:

"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."

Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:

"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."

Behnke acrescentou ainda:

"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Claro que a forma da Dinamarca evitar a perda das tradições dinamarquesas é evitar uma maioria muçulmana. Como eu [Vox Day] repetidamente tentei explicar aos ateus e agnósticos presentes no meio de nós, não existe nem nunca vai existir uma utopia secular baseada na ciência. É uma categoria de erro fundamental fingir que isso é remotamente possível.

Aquilo que nós pensamos ser secularismo mais não é que o estado transicional entre uma forma religiosa dominante e aquela que toma o seu lugar. A cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Há duas opções por onde escolher. O iluminismo secular não é uma delas. O que é tido como progresso é, na verdade, uma reversão social em larga escala de proporções significantes, e nem a tecnologia nem dívida em quantidades crescentes (que actualmente é interpretada como "riqueza") serão capazes de prevenir isso.

Tendo como base o que estamos a observar, a meia-vida da sociedade secular é de cerca de 20 anos.

* * * * * * *
Uma das frases mais emblemáticas da falta de vontade de viver dos Europeus e quando Behnke diz"devemos ter respeito mútuo".

Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?

O pior é que tanto os dinamarqueses como os maometanos sabem que, mal haja maioria islâmica, o islão vai ser imposto à força, mas os dinamarqueses ainda tentam cordialmente chegar a um ponto de concordância - enquanto, anualmente, o número de muçulmanos aumenta de modo explosivo.

Se alguém diz "vou-te destruir" a nossa resposta só pode ser "não, não vais". Dizer "vamos chegar a um acordo" é estupidez e suicídio.


sábado, 27 de outubro de 2012

Diversidade selectiva



Fonte
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske

Foi-nos dito que se calhar seria melhor não içar a bandeira.

Originalmente, os representantes da TaskForce Inklusion, o grupo responsável por comunicar com todos os grupos participantes do festival, disso aos representantes Judeus que todas as associações participantes receberam notificação para não trazer bandeiras. No entanto, não só muitas bandeiras foram exibidas normalmente durante o evento, como os outros grupos participantes afirmaram que ninguém lhes tinha dito para não exibir a bandeira do seu país.

A mayor de Copenhaga para o emprego e integração, Anna Mee Allerslev, disse que havia sido aconselhada a excluir por completo o grupo Sionista Dinamarquês do festival, mas recusou-se a dizer quem lhe tinha aconselhado a fazer isso mesmo.

Ela afirma:
Tínhamos alguns peritos que estavam profundamente preocupados com a situação, e que desconfiavam que a segurança era insuficiente.

As autoridades competentes enviaram 20 polícias adicionais para o sítio onde o festival se iria realizar, no multi-étnico distrito de Nørrebro.

* * * * * * *

O marxismo cultural destruiu por completo a bravura do povo dinamarquês se nos lembrarmos que durante a 2ª Guerra Mundial, eles impediram que os Judeus dinamarqueses fossem enviados para os campos da morte da Nacional Socialista (com a excepção de 19 Judeus).

Para além disso, este é o povo que, por duas vezes, e em desafio ào ataque que os maometanos radicais fazem à liberdade de expressão, publicou os controversos cartoons sobre Maomé. Como se sabe, os maometanos responderam a estes gráficos com tumultos e ataques às embaixadas da Dinamarca.

Agora, totalmente emasculados, os dinamarqueses promovem um festival que celebra a diversidade, mas ao mesmo tempo recusam-se a celebrar aspectos da diversidade que ofendem um dos grupos que beneficia dessa mesma "diversidade."

Apaziguador o mal têm sempre as mesmas consequências.


Não deixa de ser irónico e trágico que os Judeus estejam a ser vítimas do Marxismo Cultural e do multiculturalismo, quando a maioria dos arquitectos da Escola de Frankfurt eram eles mesmos Judeus.

sábado, 28 de abril de 2012

Os benefícios médicos da imigração islâmica

Duvido muito que este aspecto "interessante" da imigração seja levado em conta pelo teóricos pro-imigração maometana quando estes afirmam que a imigração "é sempre boa".

Uma investigação levada a cabo pela BBC há alguns anos atrás revelou que pelo menos 55% da comunidade paquistanesa se casa com um primo directo. O Times of India afirmou que "assume-se que isto tenha ligação com as probabilidades das famílias paquistanesas de serem 13 vezes mais susceptíveis que o resto da população de ter crianças com desordens genéticas recessivas."

A pesquisa da BBC verificou também que, embora os paquistaneses britânicos sejam responsáveis 3,4% de todos os nascimentos na Grã-Bretanha (GB), eles constituem 30% dos nascimentos de bebés com com desordens recessivas e possuem uma taxa de mortalidade infantil mais elevada que a população geral. Não é surpreendente, portanto, que, à luz destes dados, um membro do Partido Labour tenha apelado ao fim dos casamentos entre primos directos.

Ao mesmo tempo, estima-se que um terço de todos os deficientes de Copenhaga tenham origem estrangeira. Sessenta e quatro porcento das crianças dinamarquesas com pais árabes são iletradas - mesmo depois de estarem cerca de 10 anos no sistema de ensino dinamarquês.

O mesmo estudo concluiu que no que toca a habilidade de leitura, matemática e ciência, o padrão é o mesmo:

As habilidades dos imigrantes bilingues (na maioria muçulmanos) são extremamente pobres quando comparadas com os colegas dinamarqueses.
Estes problemas dentro da comunidade islâmica trazem várias complicações aos países ocidentais. As despesas em torno dos deficientes mentais e físicos muçulmanos, por exemplo, drenam severamente os orçamentos dos países europeus.

Tomando ainda como exemplo a Dinamarca, um terço do orçamento das escolas é usado com crianças com necessidades especiais, grupo onde as crianças muçulmanas estão desproporcionalmente representadas. Mais de metade das crianças com idade escolar e com deficiências mentais ou físicas são filhos de imigrantes - entre os quais os muçulmanos são o grupo maioritário.

Um estudo conclui que, devido ao número de crianças e adultos com deficiências, "a endogamia dos imigrantes custa milhões aos municípios ".

Fonte

* * * * * * *

Claro que o problema maior da imigração muçulmana excessiva (ou a imigração excessiva de qualquer cultura com um código moral totalmente distinto da moral ocidental) é o seu duplo efeito transformador. A cultura anfitriã vai ser afectada pela cultura imigrante, e como tal, é tão razoável esperar que os casamentos entre primos directos seja legalizada e adoptada por vários segmentos da população nativa, como é razoável esperar que os mesmos casamentos sejam banidos.

Embora isto possam ser boas notícias para aqueles que entre vocês tenha primos e primas atraentes, aquilo que a esquerda militante qualifica de "progresso" e "melhoria", na verdade é prejudicial para a civilização ocidental. Tal como planeado.

Isto é mais uma consequência óbvia da perda de identidade Cristã: se a cultura e a moral Cristã não podem ser consideradas como melhores e, como tal, usadas como árbitro em relação a comportamentos provenientes de outras culturas (porque supostamente isso seria "racismo") , então não é possível justificar a censura de comportamentos trazidos por membros de outras culturas.

Não é preciso ser-se um darwinista social para se duvidar dos benefícios a longo prazo da importação de massas ideológicos estatisticamente mais capazes de gerar bebés com deficiências mentais e físicas.

Mais um exemplo óbvio dos malefícios do multiculturalismo.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa em Odense para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Como tal, não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

. . . . . . . .

A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir e Cristãos, e trazem consigo o mesmo ódio anti-Cristão. O governo do país onde eles vivem agora recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por este se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia - em vez de gerar harmonia entre os grupos culturais - aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos?

Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que o marxista cultural e um dos fundadores da Escola de Frankfurt Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram: destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

sábado, 22 de outubro de 2011

Dinamarca: Grupo maometano apela à criação de zonas controladas pela lei islâmica

Ficamos a saber através do Copenhagen Post que um grupo islâmico quer estabelecer em Copenhaga zonas controladas pela lei islâmica sharia.

O grupo, com o nome de ‘The Call to Islam’, pertence a um ramo islâmico conhecido por "Salafismo", cujos seguidores na Grã-Bretanha tentaram no Verão passado introduzir zonas sharia similares em Londres.

De acordo com o jornal Jyllands-Posten, o grupo é liderado pelo imã Abu Ahmed. Este homem já "ensinou" vários pessoas que mais tarde foram conectadas a actividades terroristas.

Que "surpresa".

O grupo tenciona iniciar o patrulhamento duma vizinhança de Copenhaga com o nome de Tingbjerg antes de se estender para Nørrebro e eventualmente para toda a Dinamarca.

Os muçulmanos que sejam encontrados a beber ou envolvidos em jogos de azar serão repreendidos por violarem a lei islâmica.


Esperamos ansiosamente que os militantes ateus que normalmente se levantam quando uma cruz é colocada num lugar público se manifestem com o mesmo vigor contra este gesto imperialista.

Claro que esta espera vai ser muito longa uma vez que os militantes ateus não se atrevem a criticar os islão. Aqueles que o fazem, descobrem empiricamente que não é seguro.

Outra coisa que convém notar é o quão imperialista e anti-democrático o islão é (nem vale à pena defender que estes grupos "não representam o verdadeiro islão"). Os muçulmanos escolhem vir viver para a superior sociedade ocidental mas quando cá chegam querem criar exactamente a mesma sociedade que os fez sair dos seus países de origem.

É difícil entender este tipo de gestos sem levar em conta que o islão é uma ideologia política e militar que visa total domínio do mundo - mesmo que isso envolva destruir sociedades que sobrevivem melhor sem o islão do que com o islão. Para eles, o que interessa é controlar mais e mais território.

Por isso é que a imigração islâmica - levada a cabo pelos marxistas culturais europeus que visam destruir a influência Cristã no Ocidente - é uma bomba relógio que mais cedo ou mais tarde irá explodir.

Os líderes europeus que trouxeram esta ideologia não-assimilável descobrirão com o tempo que os seus planos de reinar sobre a Europa como senhores feudais é uma miragem. O islão irá atrás deles tal como foi atrás de todas as outras ideologias que se atravessaram no seu caminho.

Historicamente, a única ideologia que conseguiu resistir e fazer retornar o avanço do islão foi o Cristianismo - precisamente a ideologia que os marxistas culturais europeus visam remover da influência pública.

Daqui se deduz, portanto, que o futuro da Europa pós-Cristã vai ser algo mais parecido com isto . . . .



. . . . . . . . . do que com isto.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Psicólogo dinamarquês: integração dos muçulmanos na sociedade ocidental é impossível






http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=2396


Minuto Digital



Nicolai Sennels, de 33 anos, é um psicólogo dinamarquês. Trabalhou durante vários anos para as autoridades de Copenhague. Em fevereiro de 2009 publicou um livro intitulado “Entre os criminosos muçulmanos. A experiência de um psicólogo em Copenhague”. Em seu livro, Nicolai Sennels adota um enfoque psicológico sobre a relação entre cultura muçulmana, a cólera, a administração das emoções e a própria religião muçulmana. Sua investigação centrou-se em centenas de horas de observação no transcurso dos tratamentos terapêuticos de 150 jovens muçulmanos internados na prisão para jovens de Copenhague.



EuropaNews (EN): “Nicolai Sennels, como surgiu a idéia de escrever um livro sobre os criminosos muçulmanos na Dinamarca?”



Nicolai Sennels (NS): Tive a idéia em fevereiro de 2008, no transcurso de uma conferência sobre a integração em Copenhague. Em minha intervenção, sublinhei que as pessoas de cultura muçulmana são confrontadas a uma dificuldade, e inclusive a uma impossibilidade de se integrar de maneira harmônica e de se realizar em Copenhague. Esta declaração foi acolhida com fortes resistências pelos homens políticos dinamarqueses, e pelo meu superior hierárquico da prisão para jovens. Surpreendeu-me muito, já que eu pensava que dizer que certas culturas se integram melhor do que outras nas sociedades ocidentais era uma evidência. A Europa inteira tem dificuldades para integrar os muçulmanos, e este empreendimento parece pertencer ao terreno do impossível.



Segundo a Polícia dinamarquesa e o Departamento Dinamarquês de Estatística, mais de 70% de todos os crimes cometidos na capital dinamarquesa são obra de muçulmanos. O Banco Nacional publicou recentemente um informe segundo o qual os custos que o muçulmano estrangeiro origina ao país, elevam-se a mais de 300.000 euros a título de ajudas sociais federais. Ao que há que acrescentar-se outras ajudas sociais de outros tipos, por desemprego, por gastos com intérpretes, por aulas especiais nas escolas (64% das crianças escolarizadas cujos pais são muçulmanos, não sabem ler nem escrever corretamente em dinamarquês depois de 10 anos de escolarização em uma escola dinamarquesa), por assistência social, pelos policiais suplementares, etc.



Minha intervenção desembocou em uma advertência legal, uma espécie de sanção profissional, com a ameaça de que, se reitero minhas palavras, serei demitido. Segundo as autoridades de Copenhague, parece que é permitido declarar que os problemas que os muçulmanos enfrentam são causados pela pobreza, pelos meios de comunicação, pela polícia, pelos próprios dinamarqueses, pelos políticos, etc. Porém, duas coisas não são admitidas: 1. falar da importância da cultura e 2., evocar a responsabilidade pessoal dos estrangeiros quanto às suas dificuldades para se integrar em nossas sociedades.



EN: “Examinemos seu livro de perto. O senhor fala de quatro mitos sobre a integração. O primeiro trata da diferença entre a cultura dos imigrantes”.



NS: Descobri que os jovens de cultura muçulmana têm outras necessidades em matéria de trabalho social, do que os dinamarqueses ou outras pessoas de cultura não-muçulmana. Entre os muçulmanos sempre há uma desproporção extrema no comportamento anti-social e anti-democrático. O Departamento Dinamarquês de Estatística publicou um informe segundo o qual os oito primeiros lugares na lista de criminalidade por país de origem dos criminosos correspondem a países muçulmanos. A Dinamarca está no nono posto. (Na Dinamarca delinqüem mais os marroquinos, os argelinos, os turcos, etc., do que os próprios dinamarqueses. De maneira que, se não houvessem muçulmanos na Dinamarca, teria que se re-converter os 90% dos agente de polícia em outra coisa, em jardineiros, por exemplo).



EN: “Isto significa que devemos tratar os muçulmanos de maneira diferente dos não-muçulmanos?



NS: Segundo minha experiência própria, os muçulmanos não compreendem nossa maneira ocidental de administrar os conflitos pelo diálogo. Eles são educados em uma cultura que comporta figuras de autoridade e conseqüências externas ao indivíduo muito bem definidas. A tradição ocidental, que utiliza o compromisso e a introspecção como principais ferramentas para tratar os conflitos, tanto interiores como exteriores, é considerada como uma debilidade na cultura muçulmana. Em grande medida, eles simplesmente não compreendem esta maneira mais suave e mais humanista de tratar os assuntos sociais. No contexto do trabalho social e da política, isto significa que o indivíduo necessita de mais limitações e conseqüências mais severas para estar em situação de adaptar seu comportamento.



EN: “Isto nos leva diretamente ao segundo mito, já que se diz amiúde que a criminalidade dos imigrantes é causada por problemas sociais e não por sua origem cultural. Em seu livro, o Sr. se mostra em desacordo com essa tese e assinala a religião como fonte de criminalidade entre os muçulmanos”.



NS: Eu reformularia suas palavras falando da cultura muçulmana e não da religião, já que há muitos muçulmanos que ignoram o que está escrito no Corão e que não freqüentam as mesquitas. Porém, estão fortemente influenciados no nível cultural. Constatamos que a cólera - em particular - é muito bem aceita na cultura muçulmana.



Na cultura ocidental e em outras culturas não-muçulmanas, como na Ásia, a agressividade ou uma súbita explosão de cólera são vistas como comportamentos que lamentamos posteriormente e que nos causará vergonha. Na cultura muçulmana ocorre totalmente o contrário. Se alguém escarnece de sua honra, espera-se que você demonstre sua agressividade e que se vingue, tanto verbalmente quanto fisicamente. Dessa maneira, a agressividade dá um status inferior em nossa cultura, porém um status mais elevado na cultura muçulmana. Mas há outra razão mais profunda para explicar o comportamento anti-social tão amplamente difundido nas comunidades muçulmanas e a grande resistência à integração, e esta é a identificação muito forte que os muçulmanos têm de pertencer à cultura muçulmana.



Meu encontro com a cultura muçulmana foi um encontro com uma cultura excessivamente forte e muito orgulhosa. É certamente uma qualidade que pode garantir a sobrevivência de uma cultura antiga através do tempo. Todas as investigações das quais dispomos sobre a integração dos muçulmanos nas sociedades ocidentais, indicam que continuamos nos encaminhando na direção equivocada. Infelizmente, uma cultura forte e orgulhosa torna seus membros praticamente incapazes de se adaptar a outros valores.



Quando se trata de identidade para os muçulmanos, a nacionalidade não conta para nada em comparação com a cultura e a religião. Daí, em conseqüência, uma poderosa e crescente oposição à cultura e aos valores ocidentais nos ghetos muçulmanos de Copenhague e de outras cidades européias.



EN: “Como o Sr. sublinhou, muitos muçulmanos têm um laço muito forte com sua identidade religiosa. O terceiro mito que o Sr. refuta em seu livro concerne à percentagem de extremistas e de fundamentalistas muçulmanos. Presumivelmente esta percentagem seria relativamente baixa. Qual é sua experiência?



NS: As pessoas esperam que a maioria dos muçulmanos seja moderna e aceite os valores ocidentais. Minha experiência é diferente e isto foi demonstrado pelas estatísticas que acabo de citar. Em fevereiro de 2008 nos vimos confrontados na Dinamarca com gravíssimos distúrbios protagonizados por jovens muçulmanos. Estes distúrbios eram em parte uma reação à pressão da polícia dinamarquesa devida ao forte aumento da criminalidade, e também resposta à re-impressão das caricaturas de Maomé em todos os jornais dinamarqueses. Esta reedição era um ato de solidariedade com o caricaturista Kurt Westergaard, cuja vida ainda está seriamente ameaçada.



Nestes distúrbios viu-se muçulmanos não-praticantes em sua vida cotidiana tomar a defesa de sua cultura e de sua religião de uma maneira muito agressiva. Copenhague ficou coberta de fumaça durante uma semana por causa de uma centena de incêndios, e a polícia e os bombeiros que cuidavam de controlar e apaziguar a situação foram atacados.



Muitos dos protagonistas dos distúrbios foram parar na prisão onde eu trabalhava e tive oportunidade de falar com eles. Quase a totalidade deles eram muçulmanos e todos eles afirmaram que seus atos (provocar incêndios, atacar a polícia, etc.) estavam justificados porque a sociedade dinamarquesa, ao aumentar a pressão sobre a integração e reimprimindo as caricaturas de Maomé, dava prova de racismo contra o islam e a cultura muçulmana. Os escassos dinamarqueses que participaram dos distúrbios o haviam feito por motivos completamente distintos. Suas ações eram principalmente motivadas pela busca de aventura ou de emoções fortes.



EN: O quarto mito é que a pobreza dos imigrantes leva a uma má situação social. Em seu livro o Sr. afirma que é o contrário que é verdade”.



NS: Minha experiência é que a muito débil prioridade concedida à escolaridade de seus próprios filhos, a negligência em sua educação e a falta de motivação para planejar uma carreira profissional, são fatores importantes que conduzem à pobreza. Esses fatores são comuns em muitos muçulmanos, tanto em nossas sociedades quanto nos países muçulmanos. Além disso, uma quarta parte dos jovens muçulmanos na Dinamarca têm antecedentes penais. Uma capacidade para a leitura deficiente, uma forte aversão à autoridade e uma ficha criminal carregada, tornam difícil a obtenção de um emprego bem remunerado. É o comportamento a-social que o torna pobre, e não o contrário.



Lamentavelmente, muitos políticos vêem a pobreza como a principal causa dos problemas de integração. Penso que é um ponto de vista horrível e unidimensional acerca das pessoas pobres e dos indivíduos em geral. A idéia de que o comportamento das pessoas é determinado pela quantidade de dinheiro que têm no banco é um ponto de vista extremamente limitado. Como psicólogo diplomado pela Universidade de Copenhague, eu diria que fatores muito mais importantes na vida do que o dinheiro influenciam o comportamento e a maneira de pensar dos indivíduos.



EN: “Quais as conclusões de sua investigação? A integração de pessoas de cultura muçulmana nas sociedades ocidentais é possível?”



NS: Eu diria que os otimistas, as pessoas que dizem que a integração é possível, carregam uma grande responsabilidade ante o futuro. É muito provável que estejam entretendo uma esperança, um sonho sem fundamento na realidade. Existem exceções, porém em sua maior parte a integração dos muçulmanos não é possível. Pessoas qualificadas e cheias de compaixão trabalham em toda a Europa sobre estes problemas para tratar de encontrar soluções, milhares de milhões de euros já foram gastos nestes projetos, porém os problemas continuam se agravando.



A explicação psicológica é, na realidade, muito simples: as culturas muçulmana e ocidental são fundamentalmente muito diferentes. Isto significa que os muçulmanos devem fazer grandes mudanças em sua identidade e em seus valores para chegar ao ponto de aceitar os valores das sociedades ocidentais. Mudar as estruturas básicas de sua própria personalidade é um processo psicológico e emocional extremamente exigente. Aparentemente, muito poucos muçulmanos sentem-se motivados a este empreendimento.



EN: “O que vamos fazer com os muçulmanos que já estão conosco?”



NS: Em primeiro lugar, devemos parar imediatamente toda a imigração de pessoas provenientes de países muçulmanos para a Europa, até que tenhamos comprovado que a integração dos muçulmanos é possível. Em segundo lugar, devemos ajudar os muçulmanos que não querem ou não estão em situação de se integrar em nossas sociedades ocidentais, a construir um novo sentido para suas vidas em uma sociedade que eles compreendam e sejam compreendidos. Isto significa ajudá-los a começar uma nova vida em um país muçulmano. Temos atualmente os meios econômicos para fazê-lo. Como já disse anteriormente, cada imigrante proveniente de países muçulmanos custa-nos uns 300.000 euros em média. Com este dinheiro poderíamos ajudar esta gente a viver uma vida feliz em um país muçulmano sem ter que se integrar em uma sociedade que não compreendem e que, portanto, não podem aceitar. Não somente os muçulmanos se beneficiariam destas medias, mas também as sociedades européias.




Recuperamos esta interessante entrevista publicada por EuropaNews em dezembro de 2009. A entrevista, apesar de contar com mais de um ano de antiguidade, é absolutamente atual e recomendamos sua leitura.


Fonte primária: EuropaNews

Tradução: Graça Salgueiro

quinta-feira, 31 de março de 2011

Pirata muçulmano oferece libertação de família em troca da mão da filha de 13 anos

Sahih Muslim, Livro 008, Número 3311:

'A'isha (que Allah esteja satisfeito com ela) reportou que o apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) casou-se com ela quando ela tinha sete anos, and que ela foi levada para sua casa como noiva quando ela tinha nove anos, e as suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o santo profeta) morreu ela tinha dezoito anos.

O Daily Mail informa-nos que um pirata decidiu acabar com a vida de solteiro e começar a vida de casado. O problema é que o pirata chefe engraçou de tal maneira com a prisioneira dinamarquesa de 13 anos que está disposto a deixar o resto da família partir em liberdade (e ignorar os 5 milhões de dólares de resgate) como forma de poder avançar com o "casamento".

Segundo o The Times, o pirata fez a proposta desumana durante uma conversa com uma repórter dinamarquesa. Esta última visitou a nação africana determinada a encontrar a família Johansen cujos membros foram raptados no oceano Índico há mais de um mês.

Jan Quist Johansen, a sua mulher Birgit Marie Johansen, os seus filhos Rune e Hjalte e a filha Naja, foram raptados juntamente com dois tripulantes.

(Fonte)


As nossas orações ao Senhor Jesus estão com esta família.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis