MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 27 de outubro de 2012

Diversidade selectiva



Fonte
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske

Foi-nos dito que se calhar seria melhor não içar a bandeira.

Originalmente, os representantes da TaskForce Inklusion, o grupo responsável por comunicar com todos os grupos participantes do festival, disso aos representantes Judeus que todas as associações participantes receberam notificação para não trazer bandeiras. No entanto, não só muitas bandeiras foram exibidas normalmente durante o evento, como os outros grupos participantes afirmaram que ninguém lhes tinha dito para não exibir a bandeira do seu país.

A mayor de Copenhaga para o emprego e integração, Anna Mee Allerslev, disse que havia sido aconselhada a excluir por completo o grupo Sionista Dinamarquês do festival, mas recusou-se a dizer quem lhe tinha aconselhado a fazer isso mesmo.

Ela afirma:
Tínhamos alguns peritos que estavam profundamente preocupados com a situação, e que desconfiavam que a segurança era insuficiente.

As autoridades competentes enviaram 20 polícias adicionais para o sítio onde o festival se iria realizar, no multi-étnico distrito de Nørrebro.

* * * * * * *

O marxismo cultural destruiu por completo a bravura do povo dinamarquês se nos lembrarmos que durante a 2ª Guerra Mundial, eles impediram que os Judeus dinamarqueses fossem enviados para os campos da morte da Nacional Socialista (com a excepção de 19 Judeus).

Para além disso, este é o povo que, por duas vezes, e em desafio ào ataque que os maometanos radicais fazem à liberdade de expressão, publicou os controversos cartoons sobre Maomé. Como se sabe, os maometanos responderam a estes gráficos com tumultos e ataques às embaixadas da Dinamarca.

Agora, totalmente emasculados, os dinamarqueses promovem um festival que celebra a diversidade, mas ao mesmo tempo recusam-se a celebrar aspectos da diversidade que ofendem um dos grupos que beneficia dessa mesma "diversidade."

Apaziguador o mal têm sempre as mesmas consequências.


Não deixa de ser irónico e trágico que os Judeus estejam a ser vítimas do Marxismo Cultural e do multiculturalismo, quando a maioria dos arquitectos da Escola de Frankfurt eram eles mesmos Judeus.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Monty Python: "Receamos fazer humor em torno do islão"


O comediante Terry Jones admitiu publicamente que, devido ao clima politicamente correcto predominante nos dias de hoje, ele os seus colegas do grupo humorístico Monty Python ficariam "aterrorizados" e "pensariam duas vezes" antes de fazer algum tipo de humor em torno dos muçulmanos.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.

Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.

Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:

Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.

Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.

Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."


Parece que os muçulmanos descobriram a forma certa de evitar críticas a sua ideologia política: ameaçar a sua vida de quem "ofende" o islão e o profeta de Alá.

Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.

A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".

sábado, 14 de maio de 2011

Onde estão as refugiadas?

Nós vêmos as imagens dos refugiados a chegarem da Líbia e de outros países do norte de África, e a maioria são homens. Onde estão as mulheres? Bem, a resposta não é bem o que os apologistas do islâo querem que se saiba.

Aparentemente, e como forma de prevenir que os barcos se virem em alto mar, os homens dos barcos atiram as mulheres ao mar. A maior parte delas morre afogada. Isto explica de forma parcial o porquê os barcos virem lotados maioritariamente com homens.

Este site reporta que os homens dos barcos contam a mesma história. Tarek, de 20 anos, diz:

Estávamos 160 pessoas num barco que só pode conter 60. Durante a viagem até Lampedusa, 12 raparigas foram atiradas ao mar.

Em caso de calamidade a cultura Judaico-Cristã ensina que as mulheres e as crianças têm prioridade. Este tipo de honra está gravado na inscrição dum memorial (raramente visitado) dedicado aos homens do Titanic (Washington, D.C.)
Dedicado aos bravos homens que morreram no navio afundado do Titanic - Eles deram a sua vida de modo a que as mulheres e as crianças se pudessem salvar.
A cultura islâmica não tem este tipo de dignidade e por várias vezes tivemos exemplos disso - sendo o mais recente a morte de Osama bin Laden.
Comandos lançaram cordas a partir dos helicópteros e o destino do homem mais procurado do mundo estava selado. . . . . O terrorista cobarde agarrou na sua esposa mais nova como forma de usá-la como escudo humano. Ela foi baleada e morreu. Osama bin Laden foi eliminado com balas na cabeça e no peito.
O que os refugiados do norte de África fazem é uma barbaridade que só não é mais noticiada porque aos esquerdistas europeus interessa-lhes a chegada de mais e mais potenciais votantes.

A mulher muçulmana, essa, que se vire sozinha.

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