MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 30 de novembro de 2013

Muçulmanos atiram rapariga Cristã do terceiro andar


Isto aconteceu na mesma cidade onde os Cristãos viram os seus locais de adoração queimados pelos maometanos. 
A história da rapariga a ser atirada pela janela foi enterrada na parte final do artigo que fala dos maometanos que se revoltaram contra a proibição dos protestos.

Enquanto isso, os residentes muçulmanos duma povoação do sul da província de Minya atacaram as casas Cristãs, queimando 10 casas e ferindo 15 Cristãos, incluindo uma rapariga Cristã de 15 anos que foi atirada do terceiro andar, segundo Ezzat Ibrahim, activista que monitoriza os direitos das minorias.

Ibrahim disse que o ataque foi instigado por rumores dum romance entre um homem Cristão local e uma muçulmana, factor que pode frequentemente dar início a violência sectária.

Fonte

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Nem a ONU, nem Obama, nem a União Europeia vão dizer uma só palavra de condenação a este acto bárbaro de violência contra os Cristãos (e contra uma mulher - onde estão as feministas?) porque esses grupos têm planos de fazer a mesma coisa aqui no Ocidente.

"vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." João 16:2

sábado, 1 de dezembro de 2012

Menina de 14 anos decapitada no Afeganistão

Polícia do Afeganistão prendeu no último 29 de Novembro dois homens acusados de decapitar uma menina de 14 anos de idade na província do Kunduz.

"Nossas investigações mostram que os que a mataram eram pessoas que se queriam casar-se com ela. Estavam assediando a família e pedindo a sua mão. Quando a família se negou, eles a mataram", acrescentaram fontes da polícia em declarações concedidas à cadeia britânica BBC.

O pai da menina assassinada disse que se negou a dá-la em matrimônio por "ser muito jovem para ficar noiva", informa a agência afegã de notícias Pajhwok.

Fontes oficiais afegãs indicaram que os dois suspeitos são familiares próximos da garota assassinada.

Após o facto, o fiscal anexo do Afeganistão, Rahmatulá Nazari, assinalou que toda pessoa que for declarada culpada de assassinar mulheres ou meninas será executada. Nazari afirmou que, já que o número de casos de violência contra mulheres aumenta, as medidas contra os culpados também serão mais duras.

"Só um Kabul há 1.320 casos de violência contra mulheres sendo investigados. Alguns deles foram enviados ao Tribunal Supremo", adicionou.

"Os assassinatos e as decapitações são casos nos quais a lei contempla a execução dos responsáveis", disse ainda o fiscal.

O presidente do país, Hamid Karzai, também se referiu a estes casos durante a jornada da quinta-feira e recalcou que "tanto o Islão como a cultura afegã são muito respeitosos com a mulher".

"As mulheres são mães e desfrutam de total respeito no Islão", assinalou, por isso pediu aos Imãs e aos líderes comunitários que peçam por este respeito em seus discursos.

domingo, 24 de junho de 2012

Muçulmano decapita a própria filha e exibe a cabeça pelas ruas da aldeia como forma de "limpar" a honra familiar

Um muçulmano do noroeste da Índia permaneceu impenitente depois de ter decapitado a sua filha com uma espada cerimonial numa acesso de raiva devido ao seu relacionamento com um homem. O maometano entregou-se à polícia na delegacia, levando consigo a cabeça numa mão e a espada ensanguentada na outra.

Os residentes da vila Dungarji expressaram choque à medida que levavam a cabo os rituais fúnebres para a mulher de 20 anos. A polícia afirmou que o pai, mineiro de mármore com o nome de Oghad Singh, acusou a sua filha de trazer desonra à família e dificultar o processo de casamento para as suas duas irmãs solteiras.

Os residentes da aldeia não só classificaram o gesto do pai de "extremo", como disseram que o pai, com a camisa ensanguentada, havia exibido a cabeça da filha aos vizinhos ao mesmo tempo que descrevia o que havia feito. Narayan Singh, familiar distante, disse:

Ele disse-me que tirou a espada para fora, e que quando a filha se encontrava sozinha em casa, ele decapitou-a com apenas um golpe, causando a que a cabeça caísse no chão.
O policial Ranjit Singh, que estava presente quando o pai da assassinada se encontrava sentado na delegacia, com a espada numa mão e a cabeça na outra, disse:
Foi um momento sinistro.

Oghad admitiu imediatamente ter morto a filha devido ao facto desta ter adquirido um mau nome para a família.

Fonte

Limpou a honra familiar decapitando a filha e exibindo a cabeça pela aldeia.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Líder muçulmano gravado a promover MGF

Líder maometano foi filmado a advogar a mutilação genital feminina (MGF). Mohammed Abdul, o imã duma mesquita de Bristol, foi filmado a urgir aos seguidores que levem as mulheres e as meninas para o estrangeiro como forma de circuncidá-las legalmente.

A práctica foi legalmente banida no Reino Unido (RU) em 2003 e é ilegal ajudar ou encorajar alguém a levar a cabo a práctica bárbara no estrangeiro. A gravação foi obtida por um repórter infiltrado (do Sunday Times) que fingiu ser um muçulmano em busca de aconselhamento.

Durante um encontro com Mohammed Abdul na mesquisa Masjid al-Huda, o imã afirmou:

Neste país é impossível fazer isso. Para qualquer muçulmano que gosta de viver segundo os caminhos do profeta Maomé, a melhor forma é ir para outros países. Algumas famílias vão para países africanos ou árabes. Neste país tu tens que lutar pela tua religião e pela tua cultura. Eles [os britânicos civilizados que não mutilam as suas próprias filhas] não gostam da nossa cultura muçulmana.
Embora a MGF não seja advogada pelas escrituras islâmicas, um certo número de clérigos encoraja-a. Estima-se que 100,000 mulheres a viver na Grã-Bretanha (GB) tenham sido submetidas a este procedimento, e outras 24,000 estejam em risco.

O Dr Yunes Teinaz (que trabalha para o agência de caridade Forward) disse o seguinte ao The Sunday Times:

Como resultado da má informação propagada pelos supostos eruditos muçulmanos, as raparigas estão a ser mutiladas e sujeitas a dor e sofrimento inimagináveis.
A polícia confirmou que já recebeu o vídeo do Sunday Times e que o "material vai ser agora avaliado."

Desde que a lei foi aprovada em 2003, ninguém foi processado por levar a cabo a MGF.

A chefe-executiva do grupo Forward, Naana Otoo-Oyortey, espera que as novas evidências forcem o governo a fazer mais para combater o problema.

Com o Verão a aproximar-se, esta é altura em que muitas crianças estão em risco de serem levadas para o estrangeiro para serem mutiladas.

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Claro que há uma forma bem eficiente de combater esta práctica mas, duvido muito que os esquerdistas ingleses queiram ofender o voto islâmico.

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

MITO: Maomé nunca sancionou a violação sexual

É contra o maometanismo (=islão) a violação de mulheres muçulmanas, mas Maomé encorajou a violação de mulheres capturadas. A seguinte hadith oferece-nos o contexto à volta do verso alcorânico 4:24:
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos.

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:

"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)

Abu Dawud 2150 e Muslim 3433

Na verdade, e como indica a tradição islâmica supracitada, não foi Maomé mas "Alá o exaltado" quem deu permissão aos maometanos para abusar sexualmente as cativas em frente aos seus esposos. Isto é suficiente para vermos que o islão é totalmente distinto do Judaísmo e do Cristianismo, onde Deus nunca deu permissão para abusar sexualmente de mulheres.

Note-se também que os esposos destas vítimas infortunadas estavam ainda vivos depois da batalha. Isto é muito importante visto que refuta os apologistas maometanos que gostam de afirmar que as mulheres que Maomé escravizou eram "viúvas" e, como tal, incapazes de tomar conta de si mesmas.

Mas mesmo que os embaraçados apologistas islâmicos estivessem correctos, e elas fossem viúvas, que espécie de "código moral" é este que obriga uma viúva a escolher entre ser violada ou morrer a fome?

Há muitos outros episódios onde a Maomé são fornecidas oportunidades para condenar a violação de mulheres, mas onde ele oferece conselhos em como avançar com o abuso sexual.

Num dos casos, os seus homens estavam relutantes em desvalorizar as escravas (para venda futura) engravidando-as. Perguntaram a Maomé o que ele tinha a dizer sobre coitus interruptus:

Ó apóstolo de Alá! Temos cativas como parte do nosso espólio e estamos interessados no seu preço. Qual é a tua opinião àcerca do coitus interruptus? O apóstolo respondeu: "Vocês fazem mesmo isso? É melhor não o fazerem. Nenhuma alma que Alá destinou que viesse a existir deixará de existir."

Bukhari 34:432

Como indicado, o profeta do islão não se importou com o facto dos seus homens abusarem sexualmente de mulheres; desde que eles ejaculassem dentro delas, estava tudo bem.

Como se pode imaginar, a óbvia aprovação de Maomé pela violação das mulheres capturadas em batalhas e a sua participação pessoal nelas - tal como registado em muitas fontes islâmicas - é um facto de extrema inconveniência para os apologistas maometanos que tentam a todo o custo pintar Maomé como um líder religioso ao nível do Senhor Jesus ou do Profeta Moisés.

Devido a isto, alguns destes jihadistas-do-teclado tentam explicar estes episódios e as referências alcorânicas em favor do sexo com as cativas como situações onde as mulheres supostamente tinham "maus casamentos" com os maridos e buscavam "refúgio" junto dos maometanos.

Alguns apologistas chegam a referir estas prisioneiras de guerra como "esposas", embora o Alcorão faça a distinção clara entre "aquelas que tendas à mão" e as genuínas esposas (ver Sura 33:50). Para além do previsível desespero dos apologistas maometanos do século 21, não há nada historicamente defensível que suporte a versão rosada dos factos que eles apresentam.

As mulheres da tribo Banu Mustaliq foram vendidas como escravas depois de terem sido violadas:

Fomos com o apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) na expedição até Bi'l-Mustalia e levamos cativas excelentes mulheres árabes; tínhamos desejo por elas visto que sofríamos a ausência das nossas mulheres, [mas ao mesmo tempo] queríamos também compensação por elas.

Decidimos então ter relações sexuais com elas mas observar ao mesmo tempo o azl (remoção do órgão sexual masculino antes da emissão do sémen como forma de impedir a concepção). No entanto dissemos: "Vamos levar isto a cabo enquanto o mensageiro de Alá está entre nós; porque não questioná-lo?"

Perguntamos então ao mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) e ele respondeu "Não faz mal" [ou "não é importante"].

Sahih Muslim 3371

Na verdade, Maomé e o seu grupo de fiéis seguidores comercializaram as escravas como se fossem uma comodidade na sua posse:

Foi então que o apóstolo enviou Sa-d b. Zayd al-Ansari, irmão de Abdu'l-Ashal com algumas das cativas da tribo Banu Quraiza a Najd e ele vendeu-as em troca de cavalos e armas.

Ibn Ishaq/Hisham/Hisham 693

Faz parte da religião islâmica vender as "esposas" em troca de cavalos? Como se pode ver, e contrariamente ao que os apologistas afirmam, estas não eram esposas mas escravas.

Mais importante ainda, por definição, uma mulher "capturada" não é aquela que foge do marido. Ela foge dos seus captores (isto é, os esclavagistas maometanos). A hadith seguinte descreve um típico raid muçulmano onde as mulheres e crianças são capturadas no momento em que tentam fugir dos invasores maometanos:

[...] e então nós atacamos por todos os lados e atingimos o lugar onde davam de beber os animais, onde uma batalha foi combatida. Alguns dos nossos inimigos foram mortos e alguns foram levados como prisioneiros.

Vi um grupo consistido por mulheres e crianças [a escapar]. Temi que eles atingissem a montanha antes de mim e como tal, atirei uma seta entre eles e a montanha. Quando eles viram a seta, pararam. Foi então que os conduzi de volta.

Sahin Muslim 4345

O narrador maometano - que por acaso é o filho adoptivo de Maomé - viu ao longe mulheres e crianças a fugir da investida islâmica depois do massacre dos seus homens. Como forma de impedir a sua fuga, ele atira uma seta como forma de aviso. A seta cai um pouco mais à frente do grupo em fuga e eles param de fugir mal a vêem.

Claramente estas mulheres não buscam "refúgio" junto dos muçulmanos. Elas fogem DOS muçulmanos como forma de evitar a captura.

A mesma hadith reporta ainda que Maomé pessoalmente exigiu uma das mulheres capturadas para o seu "uso pessoal":

Conduzi-as [mulheres e crianças] até junto de Abu Bakr, e ele concedeu-me aquela rapariga como prémio. Então chegamos a Medina.

Eu não a tinha ainda desnudado quando o mensageiro (que a paz esteja com ele) encontrou-se comigo no caminho e disse: "Dá-me aquela rapariga."

Sahih Muslim 4345

Portanto, para além de violador, aparentemente Maomé cobiçou uma cativa que havia já sido escolhida pelo filho adoptivo.

Conclusão:

O "profeta" do maometanismo e os seus companheiros usaram a jihad como forma de obter mulheres para uso sexual pessoal e para comércio. A menos que ela fosse arbitrariamente declarada esposa de alguém, ela tornar-se-ia numa escrava sexual.

De qualquer forma, o seu destino não era consequência de algo que ela tivesse feito, e nem possuía ela qualquer tipo de escolha em relação ao seu trágico futuro.

Que "religião" é esta?


Mais mitos em torno de Maomé.

Fonte

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Itália: Muçulmano agride filha de 12 anos com uma vassoura por esta não recitar o Alcorão correctamente

O Tribunal Supremo italiano manteve uma sentença emitida contra um marroquino por este ter agredido a filha.

Os advogados de defesa (pagos por quem?) mantiveram a alegação inicial e afirmaram que o pai, que alegadamente bateu na filha com um cabo de vassoura por motivos "correctivos" por esta não saber recitar o Alcorão (o livro do deus árabe Alá), apenas fez o que fez por "motivos culturais" e como tal, ele deveria receber uma sentença mais leve.

O juiz italiano, obviamente, rejeitou o argumento da defesa e classificou o tratamento que a menina recebeu por parte do pai muçulmano como "violento e sem justificação", independentemente de ter sido levado a cabo por nacionais ou estrangeiros.

Fonte

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A incoerência dos multiculturalistas não pode deixar de ser ressalvada. Com um canto da boca afirmam que todas as culturas possuem essencialmente a mesma dignidade e honra, mas com o outro canto da boca afirmam que pessoas de culturas especificas devem ser tratadas de forma distinta precisamente por pertencerem a essa cultura.

Ou seja, as culturas são todas iguais, excepto quando não são iguais.

sábado, 31 de março de 2012

Muçulmano mata filha "como se mata uma ovelha" depois de descobrir fotos de actores no seu telemóvel

Um argelino usou uma faca de cozinha para matar a filha de 16 anos depois de descobrir fotos de actores americanos e turcos no seu telemóvel.

O homem, identificado como B. Majeed, enviou a sua segunda mulher e as crianças para os seus familiares de modo a que pudesse ficar sozinho com a filha, Lidya.

O jornal diário argelino Al Nahar reporta:

Depois de descobrir fotos de actores americanos e turcos no seu telemóvel, o pai decidiu matar a sua filha e fez planos para o seu assassínio.

Quando os dois se encontraram sozinhos em casa, ele agarrou nela, colocou a faca no seu pescoço . . . . e matou-a como se mata uma ovelha.

O jornal diz ainda que o homem, que havia tido a Lidya com a sua primeira mulher, telefonou para a polícia e entregou-se às autoridades.

Fonte

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Onde existe genuína opressão da mulher, as feministas fazem-se notar pela ausência ou irrelevância nas iniciativas políticas.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Neozelandesa descobre o quanto vale uma mulher no islão

Chicoteada com um chicote para escravos, esfaimada e marcada no corpo, Sharon Churchill acredita que ainda seria refém do seu marido egípcio se não fosse a intervenção duma equipa de diplomatas da Nova Zelândia.

A mulher de 41 anos sofreu abuso emocional e espancamentos por parte do marido durante um período de 5 meses - marido esse que ela a dada altura qualificou comoo amor da sua vida - e começou a dormir com um tubo de aço como forma de se proteger.

No entanto, no dia 14 de Fevereiro , com a ajuda da embaixada no Cairo, ela fugiu da prisão a que estava submetida e avisou outras mulheres dos perigos em torno dos romances de verão.

Em cartas enviadas ao Primeiro Ministro e a outros políticos, a Sharon credita os diplomatas por terem salvo a sua vida operando em união com as autoridades egípcias.

Sem surpresa alguma, o marido nega as acusações afirmando que ele nunca agrediu a sua esposa e que os problemas no relacionamento eram da responsabilidade dela.

Nos outros países os homens sentem que as mulheres não os respeitam e eu vi isso nela. Não é culpa minha.
Falando pela primeira vez depois de regressar a casa, ela afirmou que se encontrava ainda em recuperação física e emocional. Para além disso, ela perdeu cerca de $30,000.
Houve dias em que eu não tinha água ou comida. Perdi 12 quilos em seis semanas. Foi uma altura de semi-estarvação .

Numa noite infernal de Fevereiro, temendo pela sua vida, a Sharon dormiu no telhado armada com uma tubo de aço.

Ele veio com um chicote egípcio usado para escravos e bateu-me com ele. Fez golpes nos meus braços e as minhas pernas ficaram severamente marcadas. Gritei "Ajudem-me!" mas ele disse "Ninguém te vai ajudar!". Sabia que ele me mataria antes de me libertar

A senhora Churchill tem alguns conselhos para as mulheres que pensem em ter romances no médio oriente:

Tenham os vossos casos, mas não entrem numa relação. Mal vocês estabelecem um contrato de casamento, tornam-se propriedade dele.
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Que conselho tão idiota. Recomendar "romances" com homens que tem uma visão da mulher tão deformada como esta é o pior conselho que podem dar às mulheres ocidentais.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Síria: Encontrados pelo menos 47 corpos de mulheres e crianças

«Os corpos de pelo menos 47 mulheres e crianças foram encontrados nos bairros de Karm Al Seitum e Al Adauié, alguns deles degolados e outros apunhalados pelos shabiha (milícias do regime)», afirmou Hadi Abdala, militante da comissão geral da revolução síria, que mostrou um vídeo como prova.

A TV estatal, no entanto, acusou «grupos terroristas armados» de terem «sequestrado cidadãos em bairros de Homs e tê-los filmado para provocar reações internacionais contra a Síria».

Pelo menos 34 pessoas já tinham morrido no domingo vítimas da violência no país, principalmente nas províncias de Idleb (noroeste) e de Damasco, bem como na cidade de Hama (centro), segundo uma ONG síria.

Entre os mortos, havia 15 civis, 14 militares e cinco rebeldes, indicou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), que dá conta de violentos combates na província rebelde de Idleb, cenário desde sexta-feira de uma violenta ofensiva do Exército.

Em breve discurso, o enviado internacional à Síria e ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, disse ter apresentado a Assad propostas concretas para cessar a violência e promover um diálogo «que terão um impacto real in loco».

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Idosa de 79 anos decapitada na Nigéria.

A AP reporta que a polícia nigeriana descobriu o corpo duma mulher Cristã de 79 anos ( do nordeste do país) com uma nota em árabe sobre o seu peito onde se lê
Dentro em breve vamos-te apanhar.

Este assassínio bárbaro levado a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, demonstra de forma cabal que os muçulmanos do Boko Haram estão determinados em acabar com a presença Cristã nas áreas do norte do país. Se fosse uma situação reversa - isto é, Cristãos a tentar acabar com a presença de muçulmanos numa área maioritariamente Cristã, sem dúvida que a reacção seria distinta.

Embora a polícia local "não saiba" ou não tenha qualquer suspeito imediato, as testemunhas culparam o ataque aos membros do em cima mencionado Boko Haram - grupo terrorista muçulmano que é responsável pela morte de - pelo menos - 350 só este ano.

A mulher decapitada foi identificada como Shetu Haruna Malgwi, uma Cristã a viver na cidade de Maiduguri no norte da Nigéria (onde os maometanos estão em grande número). Aparentemente os escravos de Alá atacaram a inocente mulher na Quarta Feira - um dia depois dela ter regressado a casa depois de ter recebido um tratamento à vista na cidade de Kaduna.

Estes cobardes muçulmanos cortaram o pescoço da pobre mulher antes de escreverem a nota com caneta vermelha. Segundo uma testemunha, Audu Ibrahim, a família da mulher acredita que a mensagem é dirigida ao seu filho, que é pastor numa igreja local - lugar onde a defunta de 79 cantava no coro.

O grupo Boko Haram, cujo significado na língua Hausa local é "a educação ocidental é proibida" , está a levar a cabo ataques cada vez mais sofisticados no seu esforço de implementar a lei sharia na Nigéria.

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O conforto que nós como Cristãos temos da contínua matança de Cristãos levada a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, é que a mulher encontra-se agora na Glória Eterna com o Senhor Jesus, por Quem ela deu a sua vida preciosa.

Em direcção contrária - isto é, para o inferno - caminham todos os assassinos do Boko Haram e todos aqueles que servem o mesmo deus que se alegra com a matança de inocentes Cristãs.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Jovem palestiniana presa dez anos na casa de banho

Uma palestiniana de 21 anos foi mantida pelo pai dentro de uma casa de banho ao longo da última década. Baraa Melhem garantiu que ele só a deixava sair a meio da noite, altura em que tinha de limpar a casa onde era mantida prisioneira.

A Autoridade Palestiniana recebeu uma denúncia anónima e resgatou a jovem da sua casa, na cidade de Qalqilya, na Cisjordânia. O pai foi detido e entregue às autoridades de Israel, visto que é cidadão desse país.

A jovem disse a uma rádio palestiniana que o pai a trancou na casa de banho aos 11 anos, impedindo-a de frequentar a escola e de visitar a mãe, de quem ele se tinha divorciado.

Além de ser espancada, Baraa tinha apenas um cobertor para se aquecer na pequena divisão onde passou toda a adolescência.

O pai forçava-a a cortar o cabelo e as sobrancelhas. permitindo-lhe que tomasse banho apenas uma vez por mês. Além disso, segundo uma assistente social disse à Reuters, encorajava a filha a cometer suicídio.

Baraa Melhem manteve a sanidade com ajuda de um rádio que era o seu único contacto com o mundo exterior e encontra-se já a viver com a mãe.

Fonte

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Muçulmano mata irmã à machadada por motivos de "honra"

Allah Bachaya entregou-se às forças policiais em Rohilanwali (Paquistão) depois de matar a sua irmã em nome da "honra". No entanto, ele está confiante que vai ser liberto no espaço de alguns dias.

Bachaya apresentou-se nas instalações policiais no Sábado depois de matar à machadada a sua irmã Alina (nome fictício) por alegada "moralidade libertina". Falando para o "The Express Tribune", Bachaya afirmou estar seguro que o seu cunhado retirará o processo judicial que entretanto este deu início.

Matei-a porque ela desgraçou o nome da família.

Ela havia-se tornado num transtorno. Não sinto qualquer tipo de remorso pelas minhas acções.

Tenho o apoio da família; eles concordaram com a minha decisão de matá-la.

Bachaya afirmou que Alina havia fugido de casa mais do que uma vez com homens diferentes da vizinhança. No Sábado, disse ele, Alina havia regressado a casa depois de passar três dias com um homem.

Alina, de 25 anos, era casada com Muhammad Akhtar com quem tinha 3 filhos.

Fonte

Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

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Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Muçulmano mata a esposa por esta dar à luz uma menina e não um rapaz

Uma mulher afegã foi estrangulada pelo próprio marido e pela sogra devido ao facto de ter dado à luz uma menina pela 3ª vez. Storay, uma mãe de 3 com 30 anos, foi morta na vila remota do distrito de Khanabad da província de Kunduz.

O governador do distrito de Khanabad Sofi Habib disse que o marido, Sher Mohammad, é um membro activo duma milícia pró-governamental composta por cerca de 20 a 30 homens locais.

Um oficial policial com o nome de Hussaini afirmou:

O marido avisou-lhe que se ela desse à luz outra menina, ele matava-a.
A mulher deu à luz a 3ª menina há cerca de 3 meses.
Prendemos a sogra da falecida e estamos em busca do marido, que continua em fuga.
O governo afegão, com o suporte de forças internacionais, armou habitantes de algumas vilas como forma de destes resistirem às investidas dos talibãs. Esta medida foi largamente criticada pelos activistas dos direitos humanos visto que as milícias pró-governamentais são frequentemente acusadas de extorsão de dinheiro, abusos sexuais e assassínio de rivais.

Em Novembro último membros de milícias atacaram com ácido uma família inteira por esta se ter recusado a entregar a filha mais velha em casamento com um líder miliciano local.

No passado uma jovem afegã foi salva pela polícia depois dos sogros lhe terem torturado e a terem mantido numa casa de banho durante seis meses por esta se recusar a prostituir.

Os activistas pelos direitos humanos levantam com frequência preocupações em torno do tratamento das mulheres na sociedade afegã. Uma reportagem das Nações Unidas de 2010 disse que aproximadamente 1/3 das mulheres afegãs estão expostas a algum tipo de violência física ou psicológica, e cerca de 25% sofre abuso sexual.

Fonte

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Enquanto as mulheres muçulmanas sofrem genuíno abuso aos seus direitos humanos, as feministas ocidentais demonstram que a sua ideologia é uma farsa ao não se unirem de forma concreta para libertar a mulher muçulmana do opressivo jugo islâmico.

Mais uma coisa dirigida aos maometanos que tenham planos para culpar a mulher pelo sexo dos filhos: quem determina se o bebé nasce macho ou fêmea . . . é o homem e não a mulher. Parem de matar as vossas mulheres porque elas não têm culpa nenhuma.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Muçulmano paquistanês corta o nariz e os lábios da mulher

Há alguns dias atrás uma adolescente muçulmana paquistanesa revelou o terror que passou quando o seu marido lhe cortou o nariz e os lábios durante uma discussão marital. Ao mesmo tempo, ela ameaçou suicidar-se se a polícia não levasse a cabo medidas que a protegessem dele.

Este incidente horrível sublinha a violência brutal sofrida por algumas mulheres no Paquistão, onde uma lei contra a violência doméstica caducou em 2009 depois de ter sido retida no Senado devido a objecções levantadas por partidos religiosos.

Sama Bibi, 17 anos, disse que o marido de 22 anos, Ghulam Qadir, sujeitou-a a espancamentos antes de amarrar as suas mãos e pés com cordas. Depois, atacou a sua cara com uma navalha.

Bibi acrescentou ainda:

Ele esbofeteou-me repetidamente na cara antes de entrar no quarto e sair de lá com uma navalha. Depois de eu ter começado a gritar de pânico, ele amarrou-me as mãos e os pés com uma corda e cortou o meu nariz e os meus lábios.
A adolescente disse que a polícia se recusou a registar o incidente quando a família apresentou queixas do ataque.

A jovem disse ainda

Quero justiça, e se ela não me for entregue, vou-me imolar em frente ao Tribunal Supremo.

Não vou estar em paz até que o meu marido seja trazido à justiça e seja punido pelo crime que cometeu.

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Os maometanos dizem-nos com frequência que a sharia irá "ajudar" e "melhorar" as sociedades ocidentais. Para se ver que isto é empiricamente falso, basta perguntar às mulheres paquistanesas como a sharia as está a "ajudar".

Reparem que a notícia diz a lei contra a violência doméstica foi ignorada devido a atrasos causados por "partidos religiosos". Actualmente há Cristãos, hindus e maometanos no Paquistão. Querem adivinhar qual dos blocos religiosos impediu o avanço da lei contra a violência doméstica?

domingo, 18 de dezembro de 2011

O novo Egipto







Quando é que as feministas se dedicam a tentar aliviar a VERDADEIRA opressão que a mulher islâmica sofre?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rapariga branca espancada por 4 muçulmanas

Quatro muçulmanas que levaram a cabo um ataque racialmente motivado contra uma rapariga branca, arrancando cabelo da cabeça antes de a deixarem inconsciente, viram o juiz a frente do processo a deixá-las sair em liberdade alegando que elas [as muçulmanas] não estavam habituadas ao álcool.

Apesar das negras muçulmanas terem gritado "Matem a escória branca", o juiz Robert Brown, que um dia vai responder por esta decisão politicamente correcta, recusou-se a condená-las por crime racial, prevenindo assim que elas passassem 5 anos numa cadeia.

Segundo este juiz, como elas haviam consumido álcool e isso é contra o islão, elas não estavam habituadas ao efeito do mesmo. O juiz não disse, no entanto, como é que ele sabia que esta era a primeira vez que elas bebiam álcool.

sábado, 26 de novembro de 2011

Novo caso de ataque e abuso sexual a jornalista no Egipto

©Le Monde

Volta a sobressair a face mais negra dos protestos no Egipto. Caroline Sinz, jornalista gaulesa da France 3, revelou ter sido atacada e abusada sexualmente na quinta-feira, quando foi rodeada por um grupo de jovens egípcios entre a multidão que enchia a Praça Tahir, berço dos protestos no Cairo, capital do país.

Os protestos sociais voltaram a irromper no Egipto, e com eles voltaram igualmente as agressões sexuais. Na praça Tahir, berço simbólico da revolução no país, milhares de egípcios voltaram em massa às ruas face às eleições marcadas para segunda-feira, voltando assim a puxar a atenção mediática da imprensa internacional.

Entre os jornalistas e repórteres presentes no Cairo para noticiar o movimento social, estava Caroline Sinz, da televisão France 3. A jornalista gaulesa, acompanhada por um repórter de imagem, entrou na quinta-feira pelo meio da multidão que enchia a praça, e o resultado voltou a ser lamentável.

VEJA o vídeo do momento em que a jornalista francesa terá começado a ser rodeado pelo grupo de jovens.

Absorvidos pela multidão, os jornalistas gauleses não tardaram a ser separados. De acordo com os relatos de Caroline Sinz, um grupo de jovens entre os 14 e os 16 anos acabaria por rodeá-la e assediá-la sexualmente. «[Fui] sujeita a agressões sexuais à frente de toda a gente e em plena luz do dia», começou por descrever, de acordo com o diário Le Monde.

«Pensava que ia morrer», disse, depois, ao relembrar os cerca de 45 minutos em que esteve sozinha no meio dos assédios e ataques dos jovens egípcios, que iam rasgando as suas roupas e tentando despir a jornalista da sua roupa interior.

O caso faz relembrar um episódio semelhante que ocorreu em Fevereiro, durante os protestos que conduziram à queda do regime de Hosni Mubarak. Na altura, a jornalista da CBS, Lara Logan, revelou ter sido atacada e agredida sexualmente por dezenas de egípcios que a engolirem no meio da multidão.

A jornalista revelou depois a sua experiência no famoso programa '60 minutos', produzida pela mesma estação televisiva.

Na quinta-feira, já El-Tahawy, uma blogger e activista egípcia alegou também ter sido alvo de agressões sexuais por parte das autoridades, que a detiveram no meio das manifestações que decorreram também na praça Tahir.

Fonte

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Organização "Repórteres Sem Fronteiras" apela aos media para não enviarem mulheres para o Egipto

A Associação Repórteres Sem Fronteiras alertou as empresas de comunicação social para não enviarem mulheres para o Egipto, depois de dois casos de alegadas agressões sexuais praticadas contra jornalistas mulheres.

Um comunicado da mesma organização refere que uma jornalista francesa terá sido a última vítima, atacada quinta-feira por homens numa rua do Cairo enquanto trabalhava.

Além da jornalista francesa, também a norte-americana de ascendência egípcia e ex-jornalista da agência Reuters, Mona Eltahawy, de 44 anos, contou ter sido atacada por polícias que além de agressões com bastões também a molestaram sexualmente.

Em Fevereiro, uma jornalista da norte-americana CBS tinha também sido atacada sexualmente.

Fonte

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