MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 22 de julho de 2012

Muçulmana que combatia estereótipo de muçulmanos como terroristas presa por actividades terroristas

Activistas muçulmana que combatia para dar término ao estereótipo de muçulmanos como terroristas foi formalmente acusada de dar apoio ao terrorismo depois da investigação da RCMP a conectar a um alegado esquema de contrabando de armas para o Hezbollah [grupo terrorista libanês].

Mouna Diab, de 26 anos, foi acusada de comenter um crime "para o benefício, sob direcção, ou em associação com um grupo terrorista." Se condenada, ele enfrenta uma prisão perpétua.

Mouna foi apreendida no aeroporto de Montreal no ano passado e acusada de violar o embargo de armas dirigido ao Líbano. No entanto a polícia acrescentou recentemente acusações muito mais sérias.

Fonte

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

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Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

sábado, 3 de setembro de 2011

Escritor canadiano espancado por falar mal do islão


A polícia de Halton está a tratar o ataque dum escritor (cujo livro foi catalogado de anti-islâmico) como um possível crime-ódio.

Educado como muçulmano, Paris Dipersico, de 24 anos, reportou ter sido arrastado da sua bicicleta no dia 17 de Agosto, amarrado a uma árvore e espancado por dois muçulmanos até ficar inconsciente.

Havendo sido acusado de ser homossexual, ele foi também chamado de Judeu (em árabe) e acusado de ser pago pelos Judeus para escrever contra o islão.

Os muçulmanos são muito simples na sua forma de pensar. Tudo o que acontece de mal com eles, é culpa dos Judeus.

Dipersico disse também que não só recebeu uma ameaça de morte na sua conta de Facebook, como viu ficheiros e discos de backup roubados depois de alguém invadir a casa que ele partilha com a sua prima Gabrielle Dipersico — que lhe ajudou a criar o design que se encontra na capa do seu livro.

Depois do tratamento médico que recebeu, Dipersico seguiu o conselho do editor e concordou em remover as partes sexuais gráficas, embora se tenha comprometido em manter o resto.

-Fonte-


Isto talvez explique o porquê dos secularistas ocidentais tratarem o islão com um cuidado que eles não direccionam ao Cristianismo. Para além do islão ser seu aliado na sua guerra contra a influência do Cristianismo no ocidente, os esquerdistas temem pela sua vida.

Se calhar se os Cristãos começarem a responder às ofensas da mesma forma que os muçulmanos respondem, os esquerdistas ganhem juízo. Afinal, se funciona com os maometanos, sem dúvida que funcionará com os Cristãos. Ou não?

Claro que como Cristãos, nunca faríamos tal coisa. Ao contrário do esquerdismo e do islamismo, o Cristianismo é perfeitamente defensável no campo das ideias, ciência e lógica. Quem usa outro tipo de armas (intimidação, censura, provocação e agressão) é quem não tem formas de defender a sua fé de outra forma. Isto aplica-se a todo o espectro de ideologias da esquerda política - o que inclui o islão, uma ideologia política totalitária de esquerda.

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