terça-feira, 5 de abril de 2016
Como reagiriam os muçulmanos se os terroristas fossem cristãos?
terça-feira, 19 de maio de 2015
O lamento amargo da mulher muçulmana
"Allah Amader Kandte Dao!" Alá, por favor, Deixa-nos chorar em paz! - Jahanara Begum
Por favor, Alá, deixa-nos sozinhas para podermos chorar em paz. Por trás do véu, longe do olhar público, queremos chorar até não podermos mais. Este é o único direito que tu nos deste, por todo o mundo islâmico, onde as tuas leis são seguidos à risca. O mundo está a passar por tantas mudanças, com tantas evoluções com o passar dos anos; ano após ano, novas descobertas são feitas tanto na ciência como nas filosofias no resto do mundo, melhorando em cima de ideias e crenças antigas. Mas nós estamos amarradas para sempre às tuas rígidas e imutáveis leis, Alá. Nunca houve alguém que tivesse vindo em favor da nossa emancipação.
A nossa sociedade é única. Homens tais como Raja Ram Mohun Roy ou Swami Vivekananda não nascem na nossa sociedade. Nenhum Sharat Chandra avança na nossa sociedade, e escreve sobre o volume de lágrimas que corre nos nossos olhos. Muçulmanos educados tais como Badruddin Tyebji, Hamid Dalwai e outros tais como eles escreveram sobre as medidas que visam parar com a matança de vacas, mas falharam ao não dizer uma única palavra simpatética em nossos favor, mulheres muçulmanas.
Abdut Jabbar consegue escrever um volume enorme sobre os eunucos - e sobre os castrados das diferentes sociedades muçulmanas - mas não tem nada a dizer em nosso favor. Pelo menos Syed Mustafa Siraj foi honesto quando disse que os Hindus podem escrever sem medo sobre as injustiças e as imperfeições do seu sistema social, mas nós, muçulmanos, temos medo de criticar os defeitos da sociedade islâmica.
Nargis Sattar começou a escrever alguns artigos relativos às leis matrimoniais islâmicas e nós ficamos esperançosas. Mas essa esperança foi, mais uma vez, retirado de nós. Mais de 100 advogadas exigiram a emancipação das mulheres nas estradas de Lahore no Paquistão islâmico. Os "heróicos" polícias Paquistaneses atacaram as mulheres advogadas com paus e cassetetes.
Ó Alá! Os líderes políticos e os seus apoiantes que estão nesta terra são peculiares. Eles são tal como os eunucos que viviam entre as inumeráveis, belas e jovens mulheres dos haréns. Toda a luxúria, paixão e desejo sexual que tomava conta deles não lhes valia de nada visto que eles eram eunucos e, desde logo, totalmente desamparados. Os nossos líderes políticos são tais como esses eunucos.
Estes líderes usam palavras de alta sonoridade e nobres tais como "liberdade", "anti-discriminação", "secularismo" e muitas outras palavras bonitas, mas eles não têm os meios de colocar em práctica uma única destas palavra no dia-a-dia da nossa sociedade muçulmana. Devido a isto, o choro e o lamento das mulheres muçulmanas avança; e duma era para a outra.
As lágrimas são simbolizadas pelas águas que cobrem três quartos do planeta. Que existência horrível, desumana e ilógica que nós temos. Deixando para trás as suas centenas de concubinas, o octogenário sheik da Arábia vem para a Índia para se "casar" com uma adolescente muçulmana. O evento foi notificado em todos os jornais mas, note-se, nenhum líder político chega a registar um protesto. Nenhum mullah ou maulvi declara "jihad" ou guerra santa a tais ocorrências. Pelo contrário, o mullah preside tais "casamentos mutah" que têm a duração de apenas um curto período de tempo.
Que existência insuportável é para nós viver entre as co-esposas. Inúmeras crianças, ambiente pouco saudável, pobreza e falta de educação transformam as nossas vidas sociais em algo digno de chacota. Até as cabras e as vacas têm melhores vidas que nós.
Se por acaso há o mais leve defeito na atenção da esposa às necessidades físicas do miyan ou do marido, então aí ela. Ela passa a sofrer continuamente uma incerteza viva, e uma ansiedade intensa. A palavra "talaq" ou divórcio pode-se abater sobre ela a qualquer momento. A mais pequena falta de atenção pode provocar um divórcio e tudo encontra-se nas mãos do marido muçulmano. Basta que a palavra "talaq" seja dita três vezes para que o mundo sob os pés da mulher muçulmana seja agitado. A consequência? Mão-de-obra barata ou prostituição.
As crianças sofrem com a falta de amor materno, com a falta dum sentido imenso de insegurança e com a presença dum ambiente pouco saudável. Se a criança conseguir sobreviver, então a sociedade é sobrecarregada com mais pedintes e mais criminosos. Claro que isto também acontece noutras sociedades, mas ocorre em número menor e, mais importante ainda, nas outras sociedades tais eventos não têm a permissão para ocorrer em nome da sua "religião", embora na nossa sociedade os mullahs preguem tal tratamento a nós mulheres em nome do "islão".
O lema entre nós é "reproduzam-se e lucrem" - apoderem-se da terra através da maior taxa de natalidade. E nós, as mulheres muçulmanas casadas, temos que carregar todo o peso de toda a operação. É por isso que nunca encontramos uma mulher muçulmana que não esteja a cuidar dum bebé ou não esteja grávida. Eles estão sempre com uma criança, e elas morrem jovens.
Nós observamos a vida das mulheres Hindus que vivem perto de nós. Que sentido de pureza, que segurança e que confiança que rodeia as suas vidas. Onde está a esperança da castidade e de pureza nas nossas vidas?
Por esta altura, o mullah entra em acção e faz com que a mulher se "case" com outro homem, e ela tem que consumar o "casamento" durante 3 dias e 3 noites, e então, e só então, ela pode voltar a ser "pura e virgem". Se por acaso o novo marido se divorcia da mulher tal como era suposto, só o antigo e arrependido marido se pode casar com ela.
Assim é a nossa vida, Alá! A quem iremos nós recorrer com as nossas queixas e com as nossas tristezas? Se nós nos revoltarmos, seremos agredidas fisicamente e punidas segundo as leis que tu nos deixaste, Alá. Se nós nos queixarmos, seremos acusadas de hipócritas, ou "munafiq". Em todas as outras religiões, o respeito é conferido de acordo com a castidade, com o auto-controle e com a pureza. Mas isto não acontece na tua religião, Alá. O único privilégio que nós temos é o de chorar.
Existem muitos muçulmanos "educados" que estão cientes disto, mas eles não protestam porque também eles estão determinados a divertirem-se à nossa custa. Esses muçulmanos que estão realmente emancipados, abandonam-nos e não se querem preocupar com os nossos problemas. Foi connosco em mente que Kazi Abdul Oclud disse a dada altura que, durante os últimos 1400 anos, o islão foi incapaz de acender a mais pequena vela como forma de erradicar as trevas da civilização humana.
Abu Syed Ayub passou todo o seu tempo a cantar canções Tagore, casou-se com a mulher Hindu Gouri Dutta e viveu uma vida livre e saudável como qualquer outro Hindu. Mohamnled Ali Karim Chagla fez mesmo. O Vice-Presidente Hidayetullah, líderes políticos tais como Sikandar Bakht, Dr. Jeelany, Syed Mujtaba Ali também fizeram o mesmo. De facto, todas as pessoas da nossa sociedade que ascenderam e passaram a ter uma vida civilizada longe das nossas misérias, dores e problemas, moveram-se mais próximas da sociedade dos Hindus (...).
Só nós, as abandonadas, é que ficamos para trás dentro da prisão sombria controlada pelos mullahs e pelos maulvis. Nós nada mais fazemos que chorar uma dor eterna. Nenhum escritor ou repórter escreve uma história sobre nós ou tenta entender a profundeza da nossa tristeza. O Governo Indiano deu-nos o direito de voto mas negou-nos uma vida matrimonial saudável e pacífica ao perpetuar o "Código de Casamento Pessoal Muçulmano". O "Projecto de Lei do Código Hindu" emancipou as mulheres Hindus mas nós ainda somos vítimas de prácticas poligamicas, e nenhum remédio foi avançado como forma de impedir os divórcios frívolos que existem dentro da nossa sociedade islâmica.
Em relação a isto, no passado, nós costumávamos confiar nos Marxistas. As mulheres muçulmanas do Tazaquistão, Uzbequistão, Turcomenistão encontraram a sua liberdade na Rússia Soviética. Nenhum sheik da Arábia as pode comprar e estas mulheres não passam as suas vidas entre crianças inumeráveis, gravidezes sem fim e lutas degradantes com as co-esposas. Elas vivem vidas com sentido e os mullahs não têm controle sobre elas.
E devido a isto, Alá, nós estávamos a dizer que tu não deste a mais pequena oportunidade de termos uma pequena paz, uma pequena felicidade. A tua falta de preocupação por nós é eterna. Durante a Idade Média, era frequente os nawabs e os sultões terem milhares de mulheres nos seus haréns. A maior parte dos nossos dias de então eram passados a chorar. Algumas passavam os seus dias planeando conspirações, outras em libertinagem e outras passavam o seu tempo levando a cabo prácticas perversas. Nós éramos o combustível para a luxuria destes sultões. Lutas sem fim ocorreram entre irmãos, entre pai e filho, e mesmo entre os próprios devido a nós mulheres.
Certamente que a carruagem da civilização tem, lentamente, atravessado muitos caminhos. Mudanças radicais ocorreram noutras sociedade e noutros países. Até a queima da ‘suttee’, uma terrível práctica Hindu, foi erradicada devido ao progresso social. O casamento de homens muito velhos com noivas muito novas que eram comum ocorrer entre alguns Hindus, seguindo o sistema ‘Kaulinya’, foi abolido com o passar do tempo.
Existe uma pequena povoação perto de Basra no Iraque, que era bem conhecida por fornecer eunucos para os haréns dos nawabs. Quase 60% dos jovens rapazes que eram castrados lá, morriam. Esta carnificina hoje em dia acabou. Existem muitos muçulmanos tais como Idi Amin que têm numerosas esposas mas que já não têm eunucos para olharem por elas.
Ao conferir alguns direitos de posse, eles pensa que foi feito muito em favor de nós mulheres muçulmanas. De que valem estes direitos de propriedade se os nossos casamentos encontram-se marcados por uma longa linha de divórcios e re-casamentos? A lei muçulmana tem, por outro lado, ajudado a que ocorra uma maior perseguição às mulheres muçulmanas. Se a mulher muçulmana dá entrada a um processo em favor das suas posses e dos seus direitos de pensão, então o tribunal muçulmano move-se muito devagar. Durante esse tempo, o marido pode voltar a casar sem que a lei islâmica lhe cause algum tipo de impedimento.
A lei local que ajuda as mulheres de todas as outras comunidades sob condições semelhantes não são de uso algum para nós mulheres muçulmanas porque é suposto nós seguirmos as leis do islão e nada mais. Foi Abdul Rauf quem escreveu no jornal Bengali ‘Jugaantar’ a descrever as tristezas das mulheres muçulmanas por todo o país, mas, ai de nós, não houve reacção. Apareceram algumas cartas a dar o seu apoio ao artigo e nada mais.
Mas os nossos líderes muçulmanos são muito sensíveis quando as questões centram-se nos seus interesses próprios. Muzaffar Hussain escreveu a partir do norte da Índia que o filme Hindi ‘Talaq, talaq, talaq’ foi renomeado para ‘Nikaah’ sob aconselhamento dos mullahs porque estes disseram que ao afirmarem o nome do filme às suas esposas, os maridos muçulmanos estariam a pronunciar as três palavras mágicas que iriam colocar imediatamente um ponto final no casamento.
Estes homens são curiosos porque têm medo de pronunciar a palavra "talaq" mas nada fazem para erradicar os divórcios frívolos. Um grande número de mulheres muçulmanas leva uma vida desamparada e miserável devido a abominável práctica do "talaq", mas os "piedosos" muçulmanos não se preocupam com isto.
Os soldados islâmicos do Paquistão de Yahya Khan violaram centenas de milhares de mulheres do Bangladesh e mais de 200,000 mulheres engravidaram. Mais tarde, um grande número destas mulheres enlouqueceu, e enquanto o mundo islâmico manteve um silêncio total, só Mujibur Rahman as tentou ajudar.
O Irão de Khomeini está, actualmente, a matar centenas de mulheres devido ao facto delas não darem o seu apoio ao seu regime. Consequentemente, e em nome do islão, estas mulheres estão a ser chacinadas. Vishnu Upadhyay já escreveu sobre o incidente no jornal ‘Aaj Kal’, mas ninguém disse uma única palavra; o mundo islâmico continua em silêncio.
Em qualquer outra sociedade, se a mulher é violada. os jornais causam um tumulto geral, gerando uma corrente de protestos dentro da comunidade. O islão significa paz. Observar em silêncio a perseguição de mulheres talvez seja esta paz. Tal falta de preocupação para com as as mulheres tem impedido a melhoria das nossas condições.
Nenhum bênção ou demonstração de benevolência dos teus anjos foi conferida a nós e como tal, Alá, estamos-te a revelar uma vez mais a nossa tristeza. Tu és o dono deste mundo e do universo. É a ti que estamos a dirigir as nossas queixas. Tu tens-nos negado uma vida feliz.
Já viste [ó Alá] as multidões de mulheres muçulmanas e dos seus numerosos filhos a vaguear pela estação de Howrah em Calcutá. Podemos saber que elas são muçulmanas pela presença próxima dos mullahs barbudos. A única preocupação destes mullahs é garantir que estas mulheres continuem a ser muçulmanas. Eles não estão preocupados com a sua saúde, com o seu bem-estar, com a sua segurança, e nem nutrem por elas algum sentido de preocupação humana.
E devido a isto, as mulheres muçulmanas não têm nada por que esperar mas existem muitas lágrimas para derramar, e muito choro que não tem remédio. E por isto, nós falamos a ti, ó Alá, que tu só nos deste um único privilégio e ele é o de chorar. Por isso, deixa-nos chorar em paz e deixa-nos em paz.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Victoria Wasteney e a ilegalização do Cristianismo
Para além disso, os gerentes seniores disseram à Senhorita Wasteney que era impróprio da sua parte convidar a mulher maometana para desportos comunitários organizados pela sua igreja. As queixas levaram a que a Senhorita Wasteney fosse suspensa por 9 meses.
Três acusações foram mantidas contra a mulher de 37 anos após a audiência interna preliminar em Fevereiro último, e cinco acusações foram consideradas sem fundamento. Ela teve que aceitar um aviso final escrito no emprego, que permanecerá no seu registo durante 12 meses, bem como ela teve que aceitar uma vasta gama de outros requerimentos feitos com o propósito de impedir que ela falasse da sua fé com os seus colegas.
A Senhorita Wasteney, que é de Essex, disse que ela está a desafiar os seus empregadores num tribunal porque o politicamente correcto dentro da NHS estava a amordaçar conversas normais centradas na fé:
A jovem mulher maometana foi nomeada como terapeuta ocupacional numa equipa de 30 profissionais gerida pela Senhorita Wasteney, na "East London NHS Foundation Trust".
A Senhorita Wasteney disse à sua colega que ela frequentava uma igreja, mas "fui muito cuidadosa porque o nosso ambiente é tal que estas coisas podem ser mal interpretadas, e sendo ela duma cultura diferente, eu sabia que eu tinha que respeitar isso". A Senhorita Wasteney disse que a mulher estava interessada no trabalho comunitário feito pela sua igreja contra o tráfico de seres humanos.
Durante um certo período de tempo, a Senhorita Wasteney disse que convidou a sua colega para vários eventos organizados pela sua igreja, e nunca mais pensou nisso. Mais tarde, quando a mulher estava à beira de abandonar o emprego para se submeter a tratamento hospitalar, a Senhorita Wasteney deu-lhe um livro para que ela o lesse durante a sua recuperação.
Visto que eu já havia tido este tipo de conversas, isso não pareceu anormal. De certo que eu não estava a tentar convertê-la ao Cristianismo, tal como me foi dito mais tarde.
Noutra ocasião, a mulher veio ter com a Senhorita Wasteney no seu escritório, em lágrimas, triste com a sua saúde e com problemas que tinha em casa.
Em Junho do ano passado, foi dito à Senhorita Wasteney que as queixas contra ela haviam-se baseado no seu "assédio" e no seu "bullying". Uma audiência preliminar levada a cabo no seu emprego em Fevereiro último determinou que ela era culpada de três acusações de mau comportamento - orar com uma colega, dar-lhe um livro e convidá-la para eventos organizados pela sua igreja.
O caso da Senhorita Wasteney têm o apoio da "Christian Legal Centre", que já instruiu Paul Diamond, um dos advogados mais importantes da luta pelos direitos humanos.
Andrea Williams, chefe-executiva da "Christian Legal Centre", disse que o caso demonstra que o "NHS está, de modo crescente, a ser dominado por uma sufocante agenda esquerdista que escolhe contorcer-se par acomodar certas crenças, mas pune os Cristãos". (...)
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Amnistia Internacional condena as doutrinas de Maomé
Sahih al-Bukhari 6922—O mensageiro de Alá disse: "Quem quer que tenha mudado da sua religião islâmica deve ser morto."
Sunan Ibn Majah 2535—Foi narrado por Ibn Abbas que o mensageiro de Alá disse: "Quem quer que altere a sua religião [islâmica] tem que ser executado."
Al-Muwatta de Imam Malik 36.18.15—Yahya relatou-me por parte de Malik de Zayd ibn Aslam que o mensageiro de Alá disse: “Se alguém mudar a sua religião, cortem a sua cabeça!”
Sahih al-Bukhari 6921—Ibn Umar, Az-Zuhri e Ibrahim disseram, “A mulher apóstata (que retroceda do islão) deve ser morta.”
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Quem foi Oksana Aslanova?
sábado, 2 de novembro de 2013
Quem foi Naida Asiyalova?
Quarenta passageiros encontravam-se no autocarro, e pelo menos 8 encontram-se em estado crítico. Um bebé com 20 meses encontra-se junto dos que estão em estado grave.
O Ministro da Saúde da Rússia indicou que a maior parte das vítimas da explosão têm feridas análogas às feridas causadas por minas, o que aconteceu devido ao facto do vidro e dos painés do autocarro terem partido. O Primeiro-Ministro Russo Minister Dmitry Medvedev deu instruções ao Ministério das Emergências e ao Ministério da Saúde para que estes disponibilizassem a ajuda necessária para ajudar as vítimas da explosão.
Foram declarados 3 dias de luto em Volgograd Oblast.
Um jovem chamado Ilya, testemunha do acto de terrorismo e que se encontrava noutro autocarro mas na mesma trajectória, descreveu a cena ao RT:
Havia por lá muitos polícias e muitas pessoas que haviam parado para ajudar, trazendo kits médicos para o local. Havia pessoas dos serviços médicos de emergência a ajudar os feridos, mas eu vi uma mulher que estava sentada dentro do autocarro. Ela estava coberta de sangue mas eu não conseguia saber se ela estava viva ou não. Ela só estava ali sentada, parada.
De acordo com Ilya, muitos estudantes usam este autocarro para casa, uma vez que ele pára na Universidade Estatal de Volgograd, e aparentemente haviam alguns estudantes na cena da explosão. (...) Um familiar de um dos sobreviventes disse à emissora de rádio "Echo of Moscow" que a explosão ocorreu no centro corredor do autocarro. Segundo ele, havia um número considerável de jovens no autocarro quando a explosão ocorreu.
As vítimas reportaram que a parte da frente do veículo ficou fortemente danificado, e que os carros que se encontravam por perto viram as suas janelas partirem-se.
O Comité de Investigação já identificou a mulher que era a bombista suicida: alegadamente ela chamava-se Naida Asiyalova, do Daguestão. As informações preliminares indicam que "a mulher bombista suicida converteu-se recentemente ao islão e era a esposa dum líder militante."
* * * * * * *
Naida Asiyalova converteu-se ao islão, casou-se com um perito em explosivos, e depois fez isto:
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Queimada por falar com um rapaz
A rapariga de 17 anos mostrou aos detectives as três marcas de queimadura no seu braço, afirmando que as mesmas foram lá colocadas pela mãe como um acto de "violência de honra" por esta (a filha) ter traído a cultura e a religião da família, afirmou o relatório policial.
A mãe, Sahar Thabit, de 35 anos e nascida no Iémen, foi presa na Sexta Feira e enfrenta agora três acusações de abuso de menores depois da família ter ficado a saber da amizada cibernética entre ela e o rapaz.
Os defensores das vítimas afirmam que a "violência de honra", onde uma mulher é vitimizada por ter envergonhado ou violado as normas culturais e religiosas, particularmente aquelas provenientes do Médio Oriente, está a ganhar mais atenção nos EUA à medida que mais famílias do Médio Oriente se mudam para os EUA e as mulheres jovens mergulham na cultura ocidental.
Os oficiais da escola foram alertados para as queimaduras pelos colegas da rapariga, que lhes disseram que os pais ficaram furiosos com ela porque era suposto ela estar casada num casamento arranjado com um primo. A Políca de Hollywood afirmou que as queimaduras foram feitas na primeira ou na segunda semana de Janeiro. Um dos responsáveis da escola entrou em contacto com a polícia no dia 13 de Janeiro.
A adolescente disse aos detectives que a sua mãe havia colocado uma faca no fogão e aquecido o metal. Posteriormente, segundo a policia, a mãe colocou a faca nos braços da rapariga. Ela foi queimada duas vezes no antebraço e uma vez na parte superior do braço. Ela afirmou ainda que ambos os pais sabiam do incidente.
O pai da rapariga, que não foi identificado, disse inicialmente à polícia que a rapariga se havia queimado acidentalmente a ela mesma no fogão. Quando a polícia reparou que existiam três marcas de queimadura semelhantes, o pai alegadamente pediu para falar com um advogado.
A polícia não levou a cabo qualquer tipo de entrevista à mãe porque ela só fala árabe. Um homem que atendeu o telefone da casa familiar disse que "está tudo bem" e recusou-se a falar sem a presença dum advogado.
A amiga da rapariga disse à policia que a adolescente tentou o suicidio devido ao incidente. Segundo se sabe, ela vive agora com amigos da família, mas os detalhes não se encontram por agora disponíveis.
Fonte
* * * * * * *
O Huffington Post, o NBC News, e o departamento policial da Flórida alegam que a rapariga foi queimada especifamente por se manter em contacto com um rapaz que conheceu online. Embora as três fontes declarem que as queimaduras são um castigo consequente da violação de costumes religiosos, nenhuma das fontes tem o cuidado de revelar a religião. Em vez disso, os leitores são assegurados que "a violência de honra não é específica duma única religião."
Portanto, segundo se sabe, Sahar pode ser Baptista, Budista ou Cientóloga. Nunca saberemos qual destas igualmente prováveis possibilidades é a correcta.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Jogador de futebol morre depois de ter sido queimado por muçulmanos
Um jovem jogador de futebol Malayali - Jithu Mohan - que havia sido molhado com petróleo e queimado por se ter apaixonado por uma rapariga muçulmana, sucumbiu hoje às queimadura.
O rapaz foi convidado para a casa dos familiares da menina sob pretexto de ele tomar parte numa discussão pacífica. No entanto, alegadamente o Inspector com o nome de Wahab, oficial policial de do "AR Camp", molhou-o com petróleo, queimando-o logo de seguida..
Jithu morreu no "Amrita Hospital, Ernakulam. Ele é a terceira vítima de terrorismo jihadista em Kerala num curto espaço de tempo. A sua morte segue as mortes de Vishal, Chengannur e Sachin, Kannur.
O vice-capitão da equipa júnior de Kerala, e alguém com um futuro brilhante, Jithu encontrava-se apaixonado por Shabana, uma rapariga muçulmana proveniente de Chunakkara. Mal se aperceberam do relacionamento, os familiares opuseram-se ao mesmo e transferiram a menina para a casa de outro parente.
Depois disto, Jithu deu entrada a um habeas corpus no Tribunal Supremo de Kerala. Depois disto, a rapariga foi apresentada perante o tribuna. No entanto, ela recebeu permissão para sair das instalações com os seus familiares.
O ataque a Jithu ocorreu pouco depois da audiência legal.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Matou a filha porque esta trabalhava num salão de beleza
O meu pai amarrou-a a uma árvore, na selva, e atingiu-lhe no pescoço com um machado, matando-lhe instantaneamente.
Fonte
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Vídeo de mulher esfaqueada no Egipto [Gráfico]
domingo, 22 de julho de 2012
Muçulmana que combatia estereótipo de muçulmanos como terroristas presa por actividades terroristas

Mouna Diab, de 26 anos, foi acusada de comenter um crime "para o benefício, sob direcção, ou em associação com um grupo terrorista." Se condenada, ele enfrenta uma prisão perpétua.
Mouna foi apreendida no aeroporto de Montreal no ano passado e acusada de violar o embargo de armas dirigido ao Líbano. No entanto a polícia acrescentou recentemente acusações muito mais sérias.
* * * * * * *
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Ministro do Interior da Somália é Morto Pela Própria Sobrinha em Ataque Bombista
A BBC informa que o ministro do interior da Somália - Abdi Shakur Sheikh Hassan - foi morto num ataque suicida na sua casa em Mogadishu.Segundo os oficiais, a bombista era a sua própria sobrinha adolescente que se havia juntado ao grupo islamita militante al-Shabab. O grupo terrorista islâmico não só reivindicou o assassínio como afirmou que outros se seguiriam.
O ataque contra Sheikh Hassan foi o terceiro em Mogadishu em apenas 3 semanas.
A sua sobrinha havia visitado a sua casa várias vezes nos dias recentes o que pode ter levado a que os guardas não levassem a cabo medidas de segurança. Ela entrou pela casa a dentro, detonou a bomba e morreu instantaneamente, levando para morte outras pessoas inocentes.
○Fonte○
Este incidente mostra também que os laços familiares são irrelevantes quando a jihad está envolvida. Primeiro está a jihad e depois está a família.










