MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O sofrimento de Hassan Muwanguzi depois de abandonar o islão

Por Raymond Ibrahim
"E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo" - Filipenses 3:8
Quando São Paulo escreveu a Carta citada em cima para os Cristãos de Philippi, ele e a igreja primitiva estavam a sofrer perseguições (Paulo foi eventualmente executado em Roma). Embora os Cristãos Ocidentais de hoje ainda citem as suas palavras em referência aos seus sacrifícios diários, um crescente número de Cristãos um pouco por todo o mundo, especialmente aqueles que se encontram no mundo islâmico, estão de facto a perder absolutamente tudo devido à sua fé.

No Uganda, e em apenas uma década, as coisas evoluíram de más para piores, e para sanguinárias. A situação em torno de Hassan Muwanguzi, por exemplo, um muçulmano que se converteu ao Cristianismo - cujos sacrifícios iniciais encontram-se registados no livro Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians (página 131) - longe de terem diminuído, só pioraram.

Depois de ter obtido qualificações universitárias em torno da lei islâmica, e depois de se ter convertido ao Cristianismo quando tinha 20 e poucos anos, a sua família imediatamente o expulsou de casa, e "muçulmanos furiosos" espancaram-no. Mais tarde, no mesmo ano, a sua esposa deixou-o e ele perdeu o seu emprego de professor na Nankodo Islamic School, perto de Pallisa.

Estes eventos foram só o início; pegando nos destroços da sua vida e avançando com ela, Hassan eventualmente fundou uma escola Cristã - Grace International Nursery and Primary School - perto de Mbale, que tem uma maioria muçulmana. Desde então, diz Hassan,
Os muçulmanos usaram todo o tipo de ameaças como forma de levar a que eu feche a escola - primeiro usaram feitiçaria. Isto não funcionou, e como tal, tentaram desencorajar outros muçulmanos a trazer os seus filhos para a escola. Eles disseram que a escola estava a converter as crianças muçulmanas ao Cristianismo ao lhes ensinar Educação Religiosa Cristã.
Quando tudo isto falhou, em 2011 um professor islâmico - Sheikh Hassan Abdalla - acusou Hassan de ter "contaminado" [sexualmente] a jovem filha do sheikh. Tendo ao seu lado os seus conterrâneos muçulmanos, o clérigo islâmico deu entrada a um processo legal junto do magistrado-chefe e consequentemente Hassan foi preso durante três semanas.

Visto que por diversas vezes o seu acusador, sheikh Abdalla, deixou de comparecer no tribunal para testemunhar, Hassan foi liberto. Usando as suas próprias palavras, "O juiz apurou que a falsa acusação era, e como tal, o caso foi arquivado. Eu havia sido sujeito à humilhação, mas perdoei-os em prol do meu ministério na região."

O ataque islâmico seguinte veio apenas alguns meses depois de Hassan ter sido absolvido. Primeiro, o dono da terra onde Hassan havia construído a escola Cristã disse que ele nunca a havia vendido a Hassan. Esta alegação levou a que uma ordem jurídica fechasse a escola em Maio de 2012. No mês seguinte, a casa de Hassan foi incendiada por três muçulmanos:
Eu e a minha família escapamos de casa pela graça de Deus porque se não tivesse sido assim, nós teríamos morrido..... Este ataque foi mobilizado pelos sheikhs muçulmanos, pelos imãs e pelos membros familiares depois de terem ficado a saber que eu me havia convertido ao Cristianismo depois de ter estudado e me ter licenciado na universidade estudando a lei islâmica.
Menos de um ano depois, em Março de 2013, Hassan foi hospitalizado em Mbale depois duma tia que havia "reunido a família" ter colocado insecticida no seu chá sem que este soubesse. Hassan diz:
Depois de ter comido e ter bebido o chá, comecei a sentir dores de barriga e apercebi-me que ela era a responsável pela dor - e acredito que ela não agiu sozinha visto que há já algum tempo todos eles que andavam atrás de mim, directamente ou indirectamente, porque, quando eu os deixei e me converti ao Cristianismo, isso magou-os profundamente.... O motivo que os levava a querer acabar com a minha vida é bem claro: eu havia convertido ao Cristianismo. Acima de tudo, para eles isto era como se eu tivesse trazido vergonha à família por me ter convertido e por ser um antigo sheikh. Mas para Deus, o Pai Todo Poderoso, tudo isto fazia parte do Seu plano para expandir o Seu Reino.
Quando Hassan chegou ao hospital, ele já havia vomitado, "estava confuso e com uma forma de falar arrastada", e a sua "visão estava a ficar cada vez mais fraca," levando a que "ele nem conseguisse reconhecer o amigo que o havia trazido ao hospital", disse o médico que o tratou.

Durante a reunião familiar onde ele havia começado a sentir-se mal, Hassan telefonou a um líder Cristão local que o aconselhou a sair sorrateiramente. O Bispo Kinyewa disse:

Eu sabia que se disse a eles que Hassan se estava a sentir mal, eles haveriam de lhe causar ainda mais males.

Mais recentemente, no dia 16 de Junho de 2014, quatro muçulmanos invadiram a sua casa ao mesmo tempo que um deles gritava:

Hoje, vamos-te matar! Tu tens sido um causador de problemas e não estás a respeitar a religião do nosso profeta!

O "apóstata" fugiu do seu quarto, pensando que eles não haveriam de magoar a sua filha de 12 anos, chamada Grace Baruka, mas foi então que ele a ouviu a chorar à medida que os muçulmanos lhe estrangulavam. Quando ele saiu do quarto, eles pegaram-no:

Eles atingiram-me com um objecto contundente e eu caí no chão. Acordei e vi os meus vizinhos à minha volta dizendo que a minha filha se encontrava em estado crítico.

Os vizinhos levaram Grace até ao hospital onde ela foi declarada morta no momento de chegada.

Arrependo-me de ter sobrevivido ao envenenamento. Deus poderia ter permitido que eu morresse. A minha filha morreu e eu estou agora a lamentar a sua morte ao mesmo tempo que estou cheio de dores no corpo.

Embora a experiência contínua de Hassan com o implacável "Cão de Caça da Jihad" fale por si, a realidade dos factos e que um incontável número de Cristãos espalhados um pouco por todo o mundo - tanto convertidos do islão bem como Cristãos por nascença - estão silenciosamente a "perder tudo" às mãos de muçulmanos - muçulmanos esses que podem ser membros familiares, "muçulmanos locais", ou organizações terroristas muçulmanas.

Segundo um activista dos direitos humanos que visitou recentemente os Cristãos que estão a fugir ao avanço do Estado Islâmico em Mosul,

As pessoas estão traumatizadas: eles perderam tudo. Frequentemente, eles estão em fuga pela segunda, terceira ou quarta vez.

Um Cristão iraquiano, lamentando as tribulações recorrentes e soando um pouco como Hassan, disse:
Por vezes desejo que os meus pais nunca me tivessem trazido ao mundo.

Não passa um mês sem que ocorram ataques a igrejas Cristãs que se encontram no mundo islâmico. Muitos destes ataques - tais como aqueles que ocorrem na Nigéria e no Quénia - resultam num largo número de casualidades. Não passa um mês sem que ocorram ataques a Cristãos que são acusados, frequentemente sem evidências, de "blasfémia" ou de terem deixado o islão.

Durante esta semana, no Paquistão, uma mulher Cristã grávida, mãe de quatro crianças, e o seu marido, falsamente acusados de terem queimado páginas do Alcorão, foram espancados por uma turba de muçulmanos e lançados para dentro dum forno duma fábrica de tijolos, onde eles foram queimados vivos; e há apenas alguns meses atrás, Meriam Ibrahim, outra mãe Cristã grávida, foi presa no Sudão e condenada a receber 100 chicotadas e condenada a ser executada por ter abandonado a religião de Maomé.

Embora ela tenha sido eventualmente liberta, o Pastor Saeed Abedini, um Americano, ainda se encontra preso numa prisão Iraniana por "apostasia" e por practicar a sua fé Cristã. Aparentemente o seu caso nem foi mencionado pelos Americanos no preciso momento em que negoceiam com o Irão o seu (dos Iranianos) programa de armas nucleares.

Em Maio último, mais de 200 raparigas Cristãs da Nigéria foram capturadas pelo grupo islâmico Boko Haram. "Raptei as vossas raparigas", disse o seu líder Abubakar Shekau em Maio. "Por Alá, irei vendê-las no mercado como escravas." Em Setembro passado, os Cristãos que fugiam ao Estado Islâmico receberam a "opção" de se converter ao islão ou serem mortos.

A história de Hassan Muwanguzi do Uganda é apenas uma das muitas histórias de Cristãos e outras minorias que perdem tudo enquanto vivem sob o islão.

Fonte: http://ow.ly/E1CaZ

* * * * * * *
Quando chegamos ao ponto de Cristãos serem queimados vivos sem que as organizações mundiais vejam nisso algo digno de ser combatido de forma frontal e sem reservas, podemos ter a certeza que quem manda no mundo tem planos para fazer as mesmas coisas aqui no Ocidente. Dito de outra forma, quem controla os média e o mundo político Ocidental nutre pelos Cristãos um desprezo assassino igual ao desprezo que os muçulmanos nutrem pelos Cristãos. A diferença é que, por enquanto, os Ocidentais ainda não nos podem lançar nos fornos. Mas esse dia chegará.

Os muçulmanos, esses, ao seguirem as ordens do seu "profeta" e ao matarem de forma bárbara os seguidores do Senhor Jesus, só estão a garantir (ainda mais) o seu lugar no inferno, o fogo que arde sem fim. Ao contrário dos Cristãos que foram queimados vivos no Paquistão, os muçulmanos que forem lançados no inferno - o fogo eterno - nunca mais terão paz.

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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Amnistia Internacional condena as doutrinas de Maomé

Tribunal Sudanês sentenciou uma mulher a ser enforcada pelo "crime" de apostasia - o abandono da sua fé religiosa - depois de se ter casado com um homem Cristão. A Amnistia Internacional condenou a sentença, emitida por um juiz de Khartoum, qualificando-a de "terrível e abominável". Os meios de comunicação locais reportaram que a sentença contra a mulher, que está grávida, não pode ser levada a cabo durante dois anos depois dela ter dado à luz o bebé.

O juiz deste país africano maioritariamente muçulmano, governado pela lei sharia, afirmou:

Demos-lhe três dias para se retractar mas você insiste em não voltar para o islão. Consequentemente, condeno-lhe à morte.

As embaixadas Ocidentais, bem como os grupos que militam pelos direitos humanos, apelaram ao Sudão para respeitar o direito da mulher grávida de escolher a sua religião. O juiz sentenciou também a mulher a 100 chicotadas depois de ter sido (também) condenada por adultério - visto que, segundo a lei islâmica, o seu casamento com o homem Cristão não é válido. Estas chicotadas serão levadas a cabo supostamente depois dela dar à luz.

A AFP reporta que, durante a audiência, um clérigo maometano falou com ela durante 30 minutos. Ela respondeu calmamente ao juiz que, "Sou Cristã e nunca cometi apostasia."

* * * * * * *

Este tribunal maometano condenou a mulher Cristã à morte por apostasia, embora Meriam Yehya Ibrahim Ishag insista que ela sempre foi Cristã (religião da sua mãe). Mas visto que o seu pai era um maometano (que quase de certeza levou a que ela recitasse a Shahada quando ela era criança), segundo a lei islâmica ela é considerada muçulmana.

A Aministia Internacional qualificou a sentença de "terrível e abominável" e uma "violação flagrante da lei internacional em torno dos direitos humanos". O problema é que o tribunal Sudanês está mais interessado em seguir a lei sharia do que a lei internacional em torno dos direiros humanos. Para além disso, o fundador da "religião" islãmica ordenou que os seus seguidores tratassem as pessoas que abandonam a fé islâmica precisamente da forma como este tribunal Sudanês está a tratar a mulher:
Sahih al-Bukhari 6922—O mensageiro de Alá disse: "Quem quer que tenha mudado da sua religião islâmica deve ser morto."


Sunan Ibn Majah 2535—Foi narrado por Ibn Abbas que o mensageiro de Alá disse: "Quem quer que altere a sua religião [islâmica] tem que ser executado." 



Al-Muwatta de Imam Malik 36.18.15—Yahya relatou-me por parte de Malik de Zayd ibn Aslam que o mensageiro de Alá disse: “Se alguém mudar a sua religião, cortem a sua cabeça!”
Segundo os companheiros de Maomé, esta sentença também se aplica às mulheres:
Sahih al-Bukhari 6921—Ibn Umar, Az-Zuhri e Ibrahim disseram, “A mulher apóstata (que retroceda do islão) deve ser morta.”
Logo, o Sudão está a fazer exactamente o que Maomé ordenou. Os políticos e os meios de comunicação Ocidentais irão condenar a sentença, mas não se atreverão a condenar o "profeta" que ordenou a sentença. Entretanto, pessoas e blogues que condenam as fontes da lei islâmica são qualificados de "racistas" e "islamofóbicos".

Aparentemente, somos intolerantes por condenar a intolerância islâmica.
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sábado, 28 de janeiro de 2012

Muçulmanos prendem homem cujos filhos se converteram ao Cristianismo


A International Christian Concern (ICC) apurou que no dia 14 de Janeiro deste ano, em Kismayo, Somália, 14 maometanos devotos prenderam um pai muçulmano depois dos seus dois filhos adolescentes terem convertido ao Cristianismo. Os dois filhos de Mo’alim Mohamud Aw-Omar converteram-se ao Cristianismo no ano passado - tendo posteriormente fugido de casa.

Membros do grupo islâmico al-Shabaab, acusaram Aw-Omar de ter “falhado ao não ter educado os filhos como bons muçulmanos" visto que “bons muçulmanos não se convertem ao Cristianismo.”

Aw-Omar, que ainda é muçulmano, insistiu que os filhos haviam memorizado o Alcorão, jejuado regularmente e que como tal, ele não poderia ser acusado de falhar como pai muçulmano.

Segundo fontes locais, os terroristas muçulmanos recusam-se a libertar Aw-Omar até que os seus dois filhos regressem a Kismayo (algo que dificilmente acontecerá uma vez que os adolescentes serão mortos mal regressem).

De acordo com a interpretação consensual entre os maometanos - aquela que os assassinos do Al-Shabaab seguem - a apostasia no islão é punida com a morte. Este ensinamento islâmico tem como base as próprias palavras do fundador da religião maometana que disse:

O profeta de Alá disse: 'Se alguém [muçulmano] abandonar a sua religião, matem-no'.
Bukhari 52:260
Os assassinos muçulmanos somalis já mataram um substancial número de pessoas que trocaram o deus de Meca pelo Senhor Jesus Cristo no entanto este é o primeiro caso onde os pais são presos pela conversão dos filhos.

Fonte

Esperamos ansiosamente que todos aqueles (maometanos ou ignorantes esquerdistas) que alegam que "não há compulsão na religião islâmica" expliquem ao mundo o uso constante por parte dos maometanos da tradição islâmica mencionada em cima como forma de legalizar a matança dos apóstatas.

Será que podemos passar para um outro assunto visto que a execução de apóstatas é algo que foi ensinado pelo próprio "profeta" do islão? Ou ainda há pessoas que vão negar o que os dados demonstram?

Típica mentalidade esquerdista e maometana.

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