MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 12 de maio de 2015

"Parem de construir igrejas, convertam-se ao islão" ou "faremos um exemplo horrível de vocês"

Raymond Ibrahim

Devido ao seu envolvimento nos esforços de construção de igrejas para as empobrecidas comunidades Cristãos do Paquistão, Javed David, lider do "Hope for the Light Ministries" em Lahore, bem como os seus colaboradores, têm estado a receber ameaças de morte desde Fevereiro deste ano.

O mais recente incidente ocorreu no dia 4 de Abril (embora só se tenha tornado público em Maio). Segundo David:

Eu estava numa igreja, em Sheikhupura, para uma reunião com colegas. Eram 8 horas da noite quando a reunião acabou e voltamos para Lahore.

Estávamos quase a chegar à via principal quando uma mota passou por nós, e bloqueou o nosso caminho. Um dos homens da moto veio ter comigo e disse:

"Sabemos o que tu andas a fazer aqui," disse ele. "Pára de construir igrejas. Converte-te ao islão, que é a verdadeira religião., senão nós iremos fazer um exemplo horrível de ti." 

No dia 22 de Fevereiro, um incidente semelhante ocorreu depois dele ter visitado outra igreja que se encontra em construção.

Também noutra ocasião, eu estava a dirigir-me para casa quando uma moto parou à minha frente. O motorista bateu na janela, e atirou para dentro um pedaço de papel. Não abri o papel até que cheguei à minha casa. O mesmo dizia:

"Esta é uma nação islâmica e nós não podemos permitir a construção de igrejas. Ou tu te convertes ao islão ou sais do país! Pára de construir igrejas ou então irás sofrer as consequências. "

- http://bit.ly/1cLTXdm

* * * * * * *

Enquanto o mundo está concentrado nas atrocidades  do Estado Islâmico, os muçulmanos do resto do mundo continuam a seguir os ensinamentos de Maomé e a atacar a liberdade religiosa dos Cristãos. 

Para quem acha que este tipo de comportamento são "distorções" dos ensinamentos de Maomé, convém lembrar que o próprio fundador do islamismo ordenou que os Cristãos fossem expulsos da Península, e afirmou que não podem existir duas religiões nessa região.

Os muçulmanos no ocidente exigem uma coisa que eles nunca dariam aos Cristãos nos seus países islâmicos: liberdade. Que pena que os apologistas islâmicos do ocidente nunca tenham tempo para criticar as acções levadas a cabo pelos seus irmãos na fé contra os Cristãos.

domingo, 7 de dezembro de 2014

O Ocidente sob o feitiço islâmico

Por Uzay Bulut

As vozes mais sonantes do Ocidente parecem ter a sua origem junto de muitos progressistas [esquerdistas] que alegam que criticar o islão é um acto racista, intolerante, preconceituoso e islamofóbico. As injustiças, dizem eles, ocorrem em todo o mundo, e não só entre os muçulmanos ou só nos países muçulmanos. Eles prosseguem afirmando que a crítica tem as suas origens na interpretação errónea dos ensinamentos do islão. Eles chegam a afirmar que o islão respeita as mulheres, e que existem boas pessoas e más pessoas dentro do islão, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões.

No entanto, em apenas sete anos - entre 2002 e 2009 - a taxa de mulheres assassinadas na Turquia aumentou em 1400 porcento.[1] Para além disso, existem mais de 181,000 noivas-crianças na Turquia. [2] Quando estes números são disponibilizados por parte de autoridades estatais, os mesmos baseiam-se em estatísticas factuais, mas quando os mesmo são declarados duma maneira crítica por parte de Canan Arin - advogada e activista dos direitos das mulheres - eles passam a ser, aparentemente, um "crime".

Canan Arin, de 72 anos, é uma advogada feminista que dedicou a sua vida à luta pelos direitos das mulheres na Turquia. [3] Em Dezembro de 2013, a Antalya Bar Association convidou-a para o recém-formado Women's Rights Enforcement Centre para treinar os advogados no tópico da violência contra as mulheres. Durante o evento, ela fez um discurso em torno dos casamentos forçados de mulheres jovens, e como forma de esclarecer o seu argumento, deu dois exemplos - um do século 7 e outro do século 20. O primeiro exemplo centrava-se em Maomé, o fundador do islão, que se casou com uma menina de 7 anos. O segundo girava em torno do então-Presidente da República turca Abdullah Gul, que noivou a sua esposa quando esta tinha 14 anos, e casou-se quanto ela tinha 15 anos (em 1980).

Embora ambos os exemplos supostamente se encontrem fundamentados na verdade, falar a verdade na Turquia parece ser, actualmente, um crime. Um ano mais tarde, portanto, um mandado judicial foi emitido para a prisão de Arin, e no dia 12 de Dezembro de 2012, ela foi levada para um tribunal por "insultar os valores religiosos adoptados por uma parte da sociedade" (Código Penal Turco Artigo: 216/3) e por "insultar o Presidente" (Código Penal Turco Artigo: 299/1).

No dia 30 de Maio de 2013 o tribunal declarou a sua decisão final, que foi um adiamento do julgamento. Segundo a decisão legal, se Arin voltar a cometer um crime similar nos próximos 3 anos, e receber um castigo como consequência disso, o seu caso será re-aberto. Falando para o jornal turco com o nome de Hurriyet, Arin disse:

Se eu não abrir a minha boca durante os próximos três anos, e se não me envolver em discussões com temas semelhantes, este julgamento será ignorado. Mas esta decisão é como correr com a lebre e caçar com os cães de caça. Mas este julgamento nem deveria ter sido iniciado.

É desconcertante o facto de algum promotor de justiça considerar casar com uma criança um "valor". Segundo o Turkish Statistical Institute, só em 2012, a taxa de consentimento paternal para o casamento legal para pessoas com menos de 18 anos aumentou em 94.2%. Este aumento não está a acontecer num país dominado pela lei islâmica Sharia, mas na Turquia, o único assim-conhecido país muçulmano "secular".

Os direitos das mulheres não existem no islão; na maior parte dos países muçulmanos os direitos das mulheres não existem. Para além disso, não há liberdade de expressão nesses países, e as pessoas tornaram-se virtualmente mudas. No entanto, muitas pessoas, especialmente os assim-conhecidos progressistas, parecem encontrar desculpas sem limites para as atrocidades islâmicas contra as mulheres. Entre estas atrocidades encontram-se decapitações, apedrejamentos, violência doméstica, matanças de honra, mutilação genital feminina, desigualdade legal oficial,  prisão domiciliar, casamentos infantis, e a proibição da Arábia Saudita de permitir que as mulheres conduzam - só para listar algumas.

No entanto, as declarações que se originam nas desculpas "multiculturais" como forma de proteger as prácticas do islão fundamentalista, nunca ajudaram, e nunca irão ajudar, a emancipar as mulheres que se encontram  vergadas à misoginia islâmica, ao apartheid e à jihad sexual. De modo a que seja possível causar uma mudança positiva nos países muçulmanos, temos que ser capazes de falar abertamente e declarar a (frequentemente criminalizada) verdade em torno do que os ensinamentos e as tradições islâmicas realmente têm dentro de si.

Existe uma situação ainda mais aterrorizadora. Parece que actualmente é difícil falar abertamente do islão fundamentalista nos países Ocidentais, em parte graças ao enfeitiçamento perigoso dos progressistas Ocidentais, e das feministas que romantizam o islamismo. As mulheres do mundo islâmico precisam desesperadamente da voz dos progressistas e das feministas Ocidentais. Mas quando se trata de neutralizar questões cruciais em torno da violência islâmica, os progressistas Ocidentais são infinitamente criativos. Conhecidas por um crescente número de mulheres como "Desculpas para o Abuso", estas incluem:

1. Criticar o islão é racista e revela "intolerância", "fanatismo", e "islamofobia."

Para que fique registado, o islão não é uma raça. Mais ainda, se por acaso se discutem os violentos e misóginos ensinamentos do islão, isto não significa ódio ou intolerância para com os muçulmanos mas sim para com a violência e a misoginia. Para além disso, esta discussão significa que existe uma preocupação para com as mulheres muçulmanas, que não se quer que eles sejam forçadas a encontrar quatro "testemunhas" masculinas para provar que foram violadas, e que não se quer que elas sejam punidas como adúlteras por parte dos tribunais islâmicos se por acaso os violadores não confessarem o crime.

Mais ainda, discutir os ensinamentos violentos e misóginos do islão significa que se acredita que o testemunho das mulheres nos tribunais, ou a sua herança, deve ser igual aos dos homens; que não queremos que elas sejam vítimas de matanças de honra ou forçadas pelos membros familiares a casar enquanto são crianças; e que não queremos que os seus maridos tenham permissão para lhes agredir impunemente.

Isto significa também que queremos que os seus filhos cresçam e sejam adultos honestos, informados, cheios de amor pela vida e pelos seres humanos, e que possam lutar em prol dos direitos e das liberdades que nunca podem ser tidas como garantidas - todas elas obtidas como resultado de guerras antigas, batalhas e movimentos sociais. 

Significa que não queremos que os seus filhos sejam homens-bombas que se explodem em autocarros, ou pessoas que vendem e compram mulheres, ou pessoas que matam as irmãs por não usarem o hijab. Finalmente, isto significa também que não queremos que as crianças se casem com a idade de 7 anos, especialmente com homens que nunca conheceram, nem que sejam hipócritas que digam coisas como "O islão significa paz" como forma de se defenderem todas as vezes que um muçulmanos comete um crime justificado através da proclamação de crenças islâmicas.

2. "As injustiças contra as mulheres ocorrem em todas as partes do mundo, e não só contra os muçulmanos ou só nos países muçulmanos."

Se a opressão das mulheres encontra-se enraizada na cultura, não seria benéfico perguntar "O que é que torna esta cultura tão misógina?"

O que é o progressismo se os seus objectivos não incluem ajudar a emancipação das mulheres da opressão islâmica, tais como as matanças de honra, casamentos infantis, apedrejamentos, flagelações e o castigo das vítimas de violação (ao mesmo tempo que se deixam em liberdade os violadores) - tudo coisas que são colocadas em práctica nos países muçulmanos, em conformidade com os ensinamentos islâmicos, alegadamente para "proteger" e "respeitar" as mulheres, e mantê-las "puras", mas mais provavelmente para manter as mulheres no seu lugar?

3. "Isto que estamos a ver não é o verdadeiro islão; o islão foi 'sequestrado'."

O problema com esta afirmação é que o islão realmente ensina que a mulher vale menos que o homem. Muitos ensinamentos islâmicos são misóginos - desde o uso do véu; o facto de serem precisos 4 homens para provar uma violação; as leis da herança; o valor do testemunho nos tribunais; as regras de casamento e re-casamento; o "direito" dos homens poderem ter até quatro mulheres; o facto deles poderem espancar as esposas; e assim por diante.

Se os progressistas e as feministas Ocidentais se preocupam com as suas irmãs muçulmanas, eles têm que protestar contra a raiz destas injustiças: os ensinamentos islâmicos.

No entanto, muitos progressistas nem parecem querer aprender mais sobre esses ensinamentos, muitos menos falar neles. É provável que eles temam que, se passarem a conhecer mais, eles possam ter mesmo que falar contra os mesmo. Ou talvez eles permaneçam calados devido à sua inércia ou indiferença. Mas se no Ocidente tudo o que lhes preocupa é a sua (compreensível [ed: não é "compreensível"]) habilidade de poderem fazer abortos e receberem o mesmo salário pelo mesmo trabalho, então elas falharam ao não se aperceberem das consequências da teocracia [islâmica] sobre todos - não só sobre as mulheres.

Se eles querem ficar mais informados, eles podem tentar ler os versículos do Alcorão que se focam na mulher, e olhar de passagem para a literatura hadith e sunnah - tudo fontes facilmente acessíveis através da internet. Só então - se eles realmente querem educar a próxima geração com valores humanitários, justiça igual à luz da lei, e respeito pelos direitos humanos - eles podem educar os outros em torno desses ensinamentos, fundamentando as suas opiniões no conhecimento e não no wishful thinking.

O escritor Pat Condell afirma:

Se por acaso vocês acomodarem a misóginia islâmica, vocês dão-lhe legitimidade e convidam-na para a vossa vida e para a vida dos vossos filhos....porque ela caminha na vossa direcção. Vocês garantem também  que as mulheres no Paquistão e na Arábia Saudita, que são espancadas diariamente, continuem a ser espancadas e tratadas como propriedade, tal como as suas filhas e netas continuem a ser tratadas desta forma.

4. "Isto não se centra no islão. Os crimes foram cometidos e são cometidos em todos os lugares através da História."

O mundo não é um paraíso, mas se no Ocidente as causas económicas, políticas e sociais das injustiças são livremente discutidas, porque é que as causas religiosas, ou islâmicas, se encontram fora do âmbito de discussão?Em muitos países muçulmanos, onde só o islão - e não as pessoas - têm a permissão para sobreviver, tais discussões são impossíveis sem se correrem riscos extremos. Até mesmo na Turquia, considerada por muitos como um dos países muçulmanos mais "liberais", se por acaso alguém se atreve a criticar os ensinamentos do islão, pode ser morto, preso, atacado, exposto a campanhas de linchamento social e psicológico, levado a tribunais e ser condenado com penas de prisão.

Os progressistas são contra o supremacia e a hegemonia? Então porque é que eles ficam cegos perante à supremacia e opressão islâmica? Por exemplo, em Gaza, por quem muitos progressistas Ocidentais alegam ter tanta empatia, as mulheres são sistematicamente assassinadas em matanças de honra, e o governo do Hamas não as protege. O juiz dum tribunal de apelação chamado Ziad Thabet disse ao Al-Monitor que "durante o seu tempo na judiciária, ele havia reparado que os réus acusados de matanças de honra normalmente recebiam penas leves; o mais grave eram três anos de prisão.... Penas perpétuas ou penas capitais nunca eram levadas em conta."

A Al Jazeera também reportou que o número das assim chamadas "matanças de honra" na Palestina duplicaram em 2013 em comparação com o ano anterior. Durante os últimos 3 anos, o número de mulheres mortas aumentou todos os anos.

Será que as feministas Ocidentais não se podem manifestar contra o grupo terrorista Hamas e em favor das mulheres de Gaza que não se podem defender a elas mesmas devido ao medo duma represália? Ou será que isto não seria tão prazeroso como condenar Israel, o único país do Médio Oriente onde as mulheres muçulmanas têm de facto os mesmos direitos? Ou será que estes progressistas só podem repetir propaganda tais como, "As mulheres Palestinas encontram-se expostas à matança de honra por parte de Palestinos enfurecidos devido à ocupação Israelita"?

5. "Nem todos os muçulmanos são iguais. Existem bons muçulmanos e maus muçulmanos, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões."

Antes de mais nada, muito obrigado por esta descoberta genial. Mas de que forma é que isto pode reduzir a violência islâmica que ocorre em todo o mundo?

É claro que existem muitos bons muçulmanos, cujos valores morais não se conformam literalmente aos ensinamentos islâmicos mas incluem valores humanitários. Eles não levam a cabo guerras contra outras religiões e nem tentam forçar as pessoas a submeterem-se ao islão. No entanto, aos olhos dos jihadistas e dos islamitas, que de facto vivem segundo a mais rigorosa interpretação da doutrina islâmica, esta qualidade dos muçulmanos bons faz deles "maus muçulmanos".

6. "Todas as religiões são essencialmente iguais."

Bem, isto não é verdade. Os valores Bíblicos são muito mais benignos que os islâmicos, e eles são geralmente mais descritivos e que prescritivos. Para além disso, as partes mais violentas há muito que foram deixadas de lado. Por exemplo, para além do islão, nenhum outra religião ensina que aqueles que insultam ou abandonam a fé seja morto (ver suras 6:93, 33:57, 33:61).

Segundo Human Rights Activists News Agency, no dia 24 de Setembro, e depois de ter sido considerado judicialmente culpado por "heresia"  e por ter "insultado o Profeta Jonas", o psicólogo Iraniano Mohsen Amir Aslani, de 37 anos, foi enforcado numa prisão perto da cidade de Karaj, a Ocidente do Teerão. Aslami, segundo se sabe, havia dado aulas religiosas onde ele havia disponibilizado as suas interpretações do Alcorão. Aparentemente, numa dessas aulas ele disse que Jonas nunca poderia ter sobrevivido ao tempo que passou dentro da barriga do peixe gigante; segundo reportado pelo site da Iran Wire, esta foi  a declaração que levou à acusação de ter insultado o profeta Jonas.

Quanto tempo mais terá que passar até que o islão seja reformado ou re-interpretado? Quantas pessoas terão que morrer ou ser escravizadas até que tal aconteça? Quantos muçulmanos têm o livre arbítrio ou a coragem de fazer? Será que os islamitas chegarão a permitir que eles o façam sem ameaçar uma retaliação? Será que os islamitas estão tão inseguros em relação à possibilidade de sobrevivência do que pregam - tal como o Alcorão ensina, "sem compulsão" - que eles nem podem tolerar um único comentário em relação a um dos seus profetas?

O que os progressistas e as feministas do Ocidente estão a fazer em prol do politicamente correcto - ou em prol do bem intencionado, mas equivocado "multiculturalismo" - nada faz para ajudar as mulheres muçulmanas. Pelo contrário, o "politicamente correcto, o silêncio, ou a enumeração de desculpas como formas de ilibar as atrocidades causadas pelo islão, só agravam o sofrimento das mulheres que se encontram no mundo islâmico.

Se os progressistas realmente querem proteger os muçulmanos, eles não podem atingir este objectivo "protegendo" o islão da crítica. Se uma pessoa é chamada de "racista" ou "islamofóbica", a consequência é que estas acusações são acusações que os intimidadores usam como forma de silenciar as pessoas com quem não estão de acordo. Os verdadeiros islamofóbicos são aqueles que rebaixam, abusam e matam os seus companheiros muçulmanos.

A pior coisa que qualquer progressista ou feminista do Ocidente pode fazer perante o sofrimento causado pelos ensinamentos islâmicos é permanecer no seu silêncio.


* * * * * * *
Embora possa parecer paradoxal a aparente contradição na maneira como os esquerdistas Ocidentais lidam com a violência contras mulheres no Ocidente, e a violência contra as mulheres nos países islâmicos, a realidade dos factos é que não há qualquer motivo para se assumir que isto seja um "erro" ou um "esquecimento" genuíno. O que as pessoas têm que levar em conta é que os esquerdistas odeiam a civilização Ocidental mais do que eles se preocupam com as mulheres.

Consequentemente, confrontados com a genuína violência que a mulher muçulmana sofre nos países islâmicos, o tradicional esquerdista Ocidental coloca o seu chapéu multicultural, e lança fora o seu chapéu feminista.

Para o esquerdista comum, o islão é uma arma muito mais forte no ataque à civilização Ocidental do que o feminismo, e como tal, as mulheres esquerdistas foram condicionadas e programadas para dirigirem todas as suas críticas ao homem branco, deixando de lado os actos muitos-mais-bárbaros cometidos pelos homens não-brancos. Por isso é que o facto duma mulher receber um piropo no Ocidente é "muito mais grave" do que o facto dos muçulmanos estarem a cometer imensos actos de abuso sexual contra as mulheres Nórdicas.

Como já afirmado várias vezes por várias pessoas, o esquerdismo é uma ideologia contra o Ocidente, e não em favor das minorias étnicas, das mulheres, dos homossexuais ou em favor de qualquer outro "grupo protegido".

[2] Segundo os dados do Turkish Statistical Institute de 2012.
[3] Arin co-fundou a Purple Roof-Women's Shelter Foundation, a Association for the Support of Women Candidates e a Women's Rights Enforcement Centre da Istanbul Bar Association. Entre 1994 e 1997, ela trabalhou como perita na violência contra a mulher para a Comissão do Conselho Europeuu...

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Victoria Wasteney e a ilegalização do Cristianismo

Mulher Cristã deu início a um processo legal depois de ter sido disciplinada pela NHS por ter orado por uma colega maometana. Victoria Wasteney, terapeuta ocupacional sénior numa das áreas mais racialmente diversas do país, foi também acusada de ter maltratado [inglês: "bullying] a colega depois de lhe ter dado um livro onde se lia uma história duma mulher maometana que se converte ao Cristianismo.

Para além disso, os gerentes seniores disseram à Senhorita Wasteney que era impróprio da sua parte convidar a mulher maometana para desportos comunitários organizados pela sua igreja. As queixas levaram a que a Senhorita Wasteney fosse suspensa por 9 meses.

Três acusações foram mantidas contra a mulher de 37 anos após a audiência interna preliminar em Fevereiro último, e cinco acusações foram consideradas sem fundamento. Ela teve que aceitar um aviso final escrito no emprego, que permanecerá no seu registo durante 12 meses, bem como ela teve que aceitar uma vasta gama de outros requerimentos feitos com o propósito de impedir que ela falasse da sua fé com os seus colegas.

A Senhorita Wasteney, que é de Essex, disse que ela está a desafiar os seus empregadores num tribunal porque o politicamente correcto dentro da NHS estava a amordaçar conversas normais centradas na fé:

Acredito que a tolerância é para todos, e é por isso que estou a colocar em causa o que aconteceu comigo.

A jovem mulher maometana foi nomeada como terapeuta ocupacional numa equipa de 30 profissionais gerida pela Senhorita Wasteney, na "East London NHS Foundation Trust".

Uma das primeiras conversas que eu me lembro foi uma onde ela me disse que se havia mudado recentemente para Londres. Ela sentia que Deus tinha um plano real e um propósito para ela.

A Senhorita Wasteney disse à sua colega que ela frequentava uma igreja, mas "fui muito cuidadosa porque o nosso ambiente é tal que estas coisas podem ser mal interpretadas, e sendo ela duma cultura diferente, eu sabia que eu tinha que respeitar isso". A Senhorita Wasteney disse que a mulher estava interessada no trabalho comunitário feito pela sua igreja contra o tráfico de seres humanos.

Durante um certo período de tempo, a Senhorita Wasteney disse que convidou a sua colega para vários eventos organizados pela sua igreja, e nunca mais pensou nisso. Mais tarde, quando a mulher estava à beira de abandonar o emprego para se submeter a tratamento hospitalar, a Senhorita Wasteney deu-lhe um livro para que ela o lesse durante a sua recuperação.

Este livro havia-me sido recomendado por um amigo, e tinha  título de "I Dared to Call Him Father". Eu ainda não o tinha lido e ainda nem o li, mas sei que é uma história da forma como uma mulher muçulmana se converteu ao Cristianismo.

Visto que eu já havia tido este tipo de conversas, isso não pareceu anormal. De certo que eu  não estava a tentar convertê-la ao Cristianismo, tal como me foi dito mais tarde.

Noutra ocasião, a mulher veio ter com a Senhorita Wasteney no seu escritório, em lágrimas, triste com a sua saúde e com problemas que tinha em casa.

Disse-lhe que ela tinha uma fé forte, e que ela deveria ir buscar forças precisamente aí.... Disse-lhe "Ora!" Ela disse-me que não podia orar, e como tal, eu respondi, 'Talvez eu possa orar por ti?' E ela disse 'Ok'. Perguntei-lhe se eu poderia colocar a minha mão no seu joelho, e ela disse que sim. Já não me lembro se disse "Senhor" ou "Deus", mas falei o que eu penso que foi a coisa mais neutral possível. Depois disso, eu disse, "Confio que Tu [Deus] lhe trarás paz e que Tu lhe trarás a cura.

Em Junho do ano passado, foi dito à Senhorita Wasteney que as queixas contra ela haviam-se baseado no seu "assédio" e no seu "bullying". Uma audiência preliminar levada a cabo no seu emprego em Fevereiro último determinou que ela era culpada de três acusações de mau comportamento - orar com uma colega, dar-lhe um livro e convidá-la para eventos organizados pela sua igreja.

O caso da Senhorita Wasteney têm o apoio da "Christian Legal Centre", que já instruiu Paul Diamond, um dos advogados mais importantes da luta pelos direitos humanos.

Andrea Williams, chefe-executiva da "Christian Legal Centre", disse que o caso demonstra que o "NHS está, de modo crescente, a ser dominado por uma sufocante agenda esquerdista que escolhe contorcer-se par acomodar certas crenças, mas pune os Cristãos". (...)

Fonte: http://bit.ly/1qJeOSL

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Muçulmanos profanam o Alcorão.

Walid Shoebat

Quando o Pastor Jones foi preso no último 11 de Setembro vitima de acusações criminais e depois de ter rebocado mais de 3,000 cópias do Alcorão para um parque em  Mulberry, o mundo ficou extremamente agitado porque ele tencionava queimá-los a todos. A acusação criminal que ele enfrenta agora é o transporte ilegal de material inflamável - isto é, cerca de 3,000 cópias do Alcorão regadas com querosene prontas para serem queimadas. Jones ficará em liberdade vigiada durante seis meses e está proibido de entrar em Polk County. Isto significa que ele não poderá levar a cabo os seus planos de queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014.

Enquanto os média ocidentais se focam em Jones, fontes obtidas pelo site Shoebat.com revelam que alguns maometanos ficaram fartos do Alcorão e como tal, resolveram deitá-los fora. Desde a Arábia Saudita até ao Paquistão existem vários casos de maometanos a lançar cópias do Alcorão nas lixeiras, e até mesmo nos esgotos locais, tal como acontece no local mais sagrado do islão, a Arábia Saudita.

Durante o ano passado várias cópias do Alcorão foram encontradas nos esgotos locais de Taef, na Arábia Saudita, mas muito poucas agências noticiosas reportaram o incidente. Imaginem a comoção internacional que seria se várias cópias da Bíblia Sagrada (A Palavra de Deus) fossem encontradas nos esgotos locais duma cidade quase 100% Cristã.

A história começou com uma queixa que foi feita quando uma criança encontrou um Alcorão no esgoto local. A polícia Saudita deu início a investigações e encontrou várias cópias do Alcorão cobertas de excremento nos esgotos locais. O governo Saudita teve que retirar largas quantidades de material de esgoto até dar início ao processo de restauro das cópias do Alcorão. No Paquistão o problema foi semelhante visto que uma quantidade enorme de cópias do Alcorão foram encontradas nas lixeiras locais.


Quando um americano decide queimar cópias do Alcorão, o mundo inteiro foca-se nos Estados Unidos, mas quando no mundo islâmico centenas de cópias do Alcorão são misturadas com excremento humano, os média ocidentais nada dizem. Porque será?

Quando um homem decide queimar cópias do Alcorão nos EUA, quase todos os Americanos colocam-se contra ele mas isto não impede os maometanos de apelar à destruição dos EUA. Os maometanos deveriam levar a cabo demonstrações de agradecimento pelo facto de quase todos os Americanos serem contra a queima de cópias do Alcorão.

A hipocrisia islâmica é gritante: aparentemente queimar cópias do Alcorão é pior do que lançar cópias para a lixeira ou para o esgoto. Se calhar tudo depende de quem faça estas  coisas: se for um muçulmano a fazer isto, não há problemas.

O mais engraçado é que muito provavelmente os donos das cópias do Alcorão que foram lançadas nas lixeiras e nos esgotos estariam disponíveis para se manifestar publicamente contra os Americanos se por acaso Jones viesse a queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014, mesmo sendo eles capazes de lançar as SUAS cópias do Alcorão no lixo e no esgoto.

Hipocrisia islâmica: sente-se à distância.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Os terroristas ateus

A Arábia Saudita deu entrada a uma série de novas leis que definem os ateus como terroristas, segundo um relatório da "Human Rights Watch".

Numa série de decretos reais, e após uma porção de legislação com um alcance amplo ter sido feita para lidar com o terrorismo no geral, o rei Saudita  Abdullah limitou todas as formas de dissidência política que podem "prejudicar a ordem pública".

As novas leis foram largamente instaladas para combater o crescente número de Sauditas que viaja para tomar parte da guerra civil na Síria, e regressa com treino recém adquirido e com ideias de derrubar a monarquia.

Como forma de combater isso, o Rei Abdullah emitiu o Decreto Real 44 que criminaliza a "participação em hostilidades fora do Reino" com penas de prisão que variam dos 3 aos 20 anos. No entanto, no mês passado mais normas foram emitidas pelo Ministério do Interior, identificando uma extensa lista de grupos que o governo qualifica de organização terrorista - incluindo a Irmandade Muçulmana.

O primeiro artigo das novas provisões definem o terrorismo como "apelar ao pensamento ateu de alguma forma, ou colocar em causa os fundamentos da religião islâmica sobre os quais este país foi fundado".

Joe Stork, (Human Rights Watch) firmou:
As autoridades Sauditas nunca toleraram qualquer tipo de crítica às suas políticas, mas estas leis e normas recentes quase que tornam qualquer expressão crítica ou associação independente num crime de terrorismo. Estes regulamentos cortam qualquer esperança que o Rei Abdullah tencione abrir o espaço para vozes dissidentes e grupos independentes.
A "Human Rights Watch" afirmou que estes novos regulamentos eram também um retrocesso às campanhas levadas a cabo para a protecção e liberdade de um certo número de activistas pelos direitos humanos que se encontram actualmente presos na Arábia Saudita. A organização disse ainda que Waleed Abu al-Khair e Mikhlif al-Shammari perderam recentemente os seus recursos legais, e irão dentro em breve dar início a penas de 3 meses e 5 anos (respectivamente) por terem criticado as autoridades Sauditas.

A organização disse que as novas provisões em torno do "terrorismo" tem dentro de si linguagem que o Ministério Público e os juízes já estão a usar para processar e condenar activistas independentes e dissidentes pacíficos.


* * * * * * *
Se estas medidas tivesse sido implementadas no Vaticano ou num país declaradamente Cristão, os grupos ateus de todo o mundo fariam manifestação atrás de manifestação como forma de acabar com a discriminação.

Mas como este tipo de combate não pode ser instrumentalizado contra o Cristianismo, os militantes ateus do mundo inteiro deixam que os ateus Sauditas sejam vítimas de discriminação.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Quantas mulheres os maometanos podem ter?

Segundo o Alcorão, os homens maometanos podem ter até 4 esposas ao mesmo tempo (4:3). No entanto, Maomé chegou a ter (pelo menos) 11 esposas ao mesmo tempo:
Sahih al-Bukhari 268—“Anas bin Malik disse, ‘O profera costumava visitar todas as suas esposas durante o dia e durante a noite, e elas eram 11 no seu total.’ Perguntei a Anas, ‘O profeta tinha força para tal?’ Anas respondeu, ‘Era costume nós dizermos que o profeta havia recebido a força de 30 (homens).’ E Sa'id disse, sob a autoridade de Qatada que Anas lhe disse da existência de 9 esposas (e não 11).”
Se a eterna palavra de Alá diz que os maometanos não podem ter mais do que 4 esposas, porque é que Maomé recebeu permissão para ter mais? O Alcorão diz em 33:50 que Maomé (e só ele) era livre para tomar quantas esposas ele quisesse.

Porque será?

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O uso da cruz como motivo para ver o emprego em risco

Pode uma corrente com uma cruz ser um motivo para se perder o emprego? Aparentemente, sim, se se vive na Noruega e se se trabalha para a NRK, uma companhia estatal de TV e rádio. Siv Kristin Saellmann - uma pivô bastante popular na Noruega - foi suspensa das suas funções por aparecer no ar usando uma cruz (1,4 centimetros) à volta do seu pescoço.


Alguns telespectadores - maioritariamente membros da comunidade maometana local - protestaram contra isto, alegando que "um colar com uma cruz é um insulto para o islão", e que "este símbolo não garante a imparcialidade do canal de televisão". A jornalista, uma das mais conhecidas e mais populares na televisão pública Noruega, foi suspensa e proibida de apresentar os seus programas "antes que isso se torna um ponto de discórdia de fomentador de crimes".

Como o jornal La Republica nota, este caso é semelhante ao caso de Nadia Eweida, uma funcionária Cristã da British Airways que, depois ed 7 anos, venceu a batalha legal. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos ["European Court of Human Rights" - ECHR] reconheceu que ela havia sido vítima de discriminação.

Em Janeiro de 2013 o ECHR aprovou um julgamento dos casos que envolviam 4 Cristãos da Grã-Bretanha. Estes casos envolviam a violação do artigo 9 da "European Convention for Protection of Human Rights", segundo a qual, todas as pessoas têm o direito e expressar livremente a sua opinião, de ter liberdade de consciência e de religião. O tribunal satisfez a alegação da antiga funcionária da British Airways, Nadia Eweida, que havia sido removida do seu emprego por usar uma cruz, e forçou a British Airways a pagá-la 32,000 euros como compensação. 

Mas três outras alegações foram rejeitadas. O tribunal determinou que o "NHS Trust Hospital" de Devon e Exeter tinha razão do seu lado quando exigiu que a enfermeira Shirley Chaplin removesse a sua cruz visto que ela "representava um risco para a segurança e para a higiene". A enfermeira afirmou que ela havia perdido o emprego depois de se ter recusado a remover a cruz.

O ECHR também não concordou com as alegações de Gary McFarlane e Lillian Ladele. Gary McFarlane, um Cristão e um terapêuta de Bristol, recusou-se a aconselhar duplas homossexuais em torno das suas relações sexuais. Ele foi despedido por isso. Lillian Ladele, uma administrativa que trabalhava para o bairro londrino de Islington foi sujeita a castigo disciplinar por se recusar a registar uniões homoeróticas.


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Seria interessante saber se os muçulmanos estariam interessados a esconder os seus símbolos religiosos nos seus próprios países se os Cristãos os qualificassem de "insultuosos".

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Detectando os homossexuais no aeroporto

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


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Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Porque é que os maometanos comem tanto durante o Ramadão?

Fonte
Há cerca de uma década atrás, quando eu era estudante universitário a tirar cursos sobre o islão, o meu professor (que era maometano) disse-me que os maometanos consumiam muito mais comida durante o Ramadão do que durante o resto do ano. 

Para quem olha de fora isto é profundamente estranho uma vez que um dos propósitos do jejum é privar-se deliberadamente de necessidades físicas básicas (tipicamente como forma de se focar em assuntos espirituais). 

Comer de forma voraz antes do amanhecer e depois do pôr-do-sol dificilmente parece ser uma busca espiritual. Levemos em consideração alguns dados em torno do consumo de comida durante Ramadão recolhidos na Tunísia:. 

Ahmed Methlouthi (director da unidade de comunicação do "National Consumer Institute" - INC) afirmou à agência noticiosa TAP que o consumo de produtos alimentares aumenta exponencialmente durante o mês sagrado do Ramadão.


Porque é que os maometanos comem mais durante o mês do jejum? Para quê usar uma máscara de piedade? A meu ver, a resposta encontra-se bem no cerne do islão.

O islão não torna as pessoas mais santas ou espirituais. Em vez disso, o islão dá às pessoas um enquadramento religioso para eles levarem a cabo os seus desejos até aos extremos mais perversos.
  • Se um não-maometano vai a alguns bares e tem relações sexuais com 10 mulheres no mesmo dia, o islão condena esse homem como um fornicador. Mas se este mesmo homem se converter ao islão, casar com 4 mulheres e tomar para si escravas sexuais numa batalha, ele está a agir de forma piedosa aos olhos de Alá, o deus árabe (mesmo que ele tenha relações sexuais com 10 escravas no mesmo dia).

  • Semelhantemente, se um homem contrata uma prostituta e tem relações sexuais com ela, segundo o islão, ele terá agido de forma pecaminosa. Mas se o mesmo homem se converte ao islão, e leva a cabo um "casamento temporário" (práctica conhecida como "nikah al muta), ele pode contratar a mesma prostituta pela mesma soma de dinheiro, ter relações sexuais com ela, e mandá-la embora depois do finalizado o "casamento temporário". Aos olhos da comunidade maometana (especialmente aos olhos dos Shiitas) ele não terá feita nada de mal.

  • Se um psicopata leva a cabo uma série de assassinatos, matando homens mulheres e crianças, segundo o islão certamente que ele irá para o inferno - a menos que, obviamente, ele esteja a matar homens mulheres e crianças num ataque terrorista para a honra de Alá ; nesse caso, em vez de ir para o inferno, ele ganhará um bilhete só de ida para o "paraíso" islâmico.
Segundo as fontes islâmicas, as tribos de Meca eram violentas, sensuais e gulosas. Maomé não alterou este comportamento quando os forçou a converter à sua nova religião ; em vez disso, ele deu um selo de aprovação divina ao comportamento violento, lascivo e guloso das tribos.

É precisamente por isso que os maometanos consomem mais comida precisamente no mês do ano onde deveriam consumir menos comida.
Jejuando por Alá

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A hipocrisia de Evin Cetin

O Partido Social Democrata Sueco (PSDS) é um partido esquerdista desse país. Um dos membros do mesmo é uma jovem mulher com ascendência curda chamada Evin Cetin.

Evin Cetin não gosta dos rivais Democratas Suecos (DS), o partido dos nacionalistas Suecos. Devido a isso, vestida com indumentária tradicional Sueca, ela alegou que ela era "mais Sueca" do que os DS porque ela "ama todos os Suecos":
"Para mim, ser Sueco gira em torno da tolerância, da abertura e em torno da ajuda que se dá às pessoas como forma delas terem uma chance para construir uma boa vida," diz ela ao The Local, acrescentando que esta é a ideologia política que ela tenciona levar para Bruxelas, se for eleita.

"Usar um vestido tradicional Sueco no dia dos Democratas Suecos enviava uma mensagem bem clara de que nós não devemos entregar o conceito do que é ser Sueco a forças que são contra a Suécia", disse ela.

"Os Democratas Suecos são hostis à Suécia."

Cetin disse que se considera mais Sueca do que os Democratas Suecos porque ela ama 9 milhões de Suecos, enquanto que o partido só ama 5 milhões.

"Eles só amam alguns Suecos. Eu amo-os a todos."
Mas eis aqui a parte interessante da história. Evin Cetin causou alguma controvérsia durante o ano passado quando fez uma viagem ao Médio Oriente e foi fotografada a dançar com membros do "Kurdistan’s Free Life Party" (PJAK)


Portanto, por um lado Evin Cetim quer definir o que é ser Sueco para fora da realidade ao alegar que a identidade Sueca baseia-se em nada mais do que a "tolerância" e a "atitude de ajudar os outros". Mas por outro lado, ela apoio a luta armada em prol dum país próprio para o seu grupo étnico - os Curdos.

A Evin Cetin não ama todos os Suecos. Se ela amasse os Suecos, ela desejaria para eles o que ela quer para si, nomeadamente, o bem de poder viver dentro dum país etnicamente homogéneo. A sua atitude de definir os Suecos para fora de existência como um povo distinto do mundo é um acto de agressão e não um acto de amor.

Fonte

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

As duas versões de Maomé

Erudito maometano do século 15 - Abi Bakr Az-Zarkashi -  descreve o Maomé do período de Meca e o Maomé do período de Medina. Note-se que, quando os maometanos não têm razão para esconder a verdade, eles revelam de forma clara a verdadeira natureza do islão.
Quando Maomé se encontrava na sua condição fraca [em Meca], Alá, o excelso e o sábio, revelou-lhe o mais adequado para a situação como acto de misericórdia para com ele e para com os seus seguidores. Se Alá lhe desse o mandamento para lutar enquanto eles eram poucos em número e fracos, isso seria um embaraço e algo muito difícil.

Mas quando o altíssimo [Alá] tornou-o vitorioso [em Medina], ordenou-lhe o que se ajustava à situação, isto é, pedindo aos Povos do Livro que se tornassem muçulmanos ou pagassem o imposto respectivo [jiziyah], e pedindo aos infiéis [todos os outros] que se tornassem muçulmanos ou enfrentassem a morte.  - citado por  M.A. Khan
O padrão é o mesmo em todos os países para onde os muçulmanos se mudam; enquanto são fracos e poucos em número, eles apregoam a tolerância, o respeito e a sã co-existência. No entanto, quando são em número suficiente, eles tentam impor a sua religião.

Não se pode culpar os maometanos por agirem assim uma vez que isso é algo que está de acordo com o exemplo de Maomé. O problema não são os muçulmanos mas o islão.



domingo, 22 de julho de 2012

Muçulmana que combatia estereótipo de muçulmanos como terroristas presa por actividades terroristas

Activistas muçulmana que combatia para dar término ao estereótipo de muçulmanos como terroristas foi formalmente acusada de dar apoio ao terrorismo depois da investigação da RCMP a conectar a um alegado esquema de contrabando de armas para o Hezbollah [grupo terrorista libanês].

Mouna Diab, de 26 anos, foi acusada de comenter um crime "para o benefício, sob direcção, ou em associação com um grupo terrorista." Se condenada, ele enfrenta uma prisão perpétua.

Mouna foi apreendida no aeroporto de Montreal no ano passado e acusada de violar o embargo de armas dirigido ao Líbano. No entanto a polícia acrescentou recentemente acusações muito mais sérias.

Fonte

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Monty Python: "Receamos fazer humor em torno do islão"


O comediante Terry Jones admitiu publicamente que, devido ao clima politicamente correcto predominante nos dias de hoje, ele os seus colegas do grupo humorístico Monty Python ficariam "aterrorizados" e "pensariam duas vezes" antes de fazer algum tipo de humor em torno dos muçulmanos.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.

Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.

Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:

Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.

Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.

Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."


Parece que os muçulmanos descobriram a forma certa de evitar críticas a sua ideologia política: ameaçar a sua vida de quem "ofende" o islão e o profeta de Alá.

Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.

A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Coptas, islão e "dhimmis"

No Egipto, a chamada "Primavera Árabe", mostra ao que vem e a razão pela qual os verdadeiros muçulmanos a saudaram e por ela lutaram . Trata-se basicamente de uma deriva islamista, ajudada pelos habituais idiotas úteis, como já tinha acontecido no Irão.

Recorde-se que, neste país, o Xá foi derrubado por uma aliança entre islamistas e comunistas, os quais, uma vez Khomeyni instalado no poder, foram perseguidos e massacrados.

Os media europeus, salvo raras excepções, pintaram os acontecimentos, não como os viam, mas como os queriam ver. Ainda me recordo do tom empolgado e apologético de alguns jornalistas, em plena Praça Tahrir, falando da utopia que aí vinha, pão e liberdade para todos, a generosidade dos "jovens", etc.

Ao mesmo tempo, fechavam os olhos aos activistas da Irmandade Muçulmana que por ali se passeavam e fizeram até por relatar o menos possível a violação colectiva de uma jornalista americana por dezenas de "jovens", por alguém ter sussurrado que era judia. ( não era).

A repressão e a morte dos coptas e outros cristãos, agora tão publicamente testemunhada, não é um facto novo, bem pelo contrário. Outrora a esmagadora maioria da população, a chegada do Islão, implicou para eles aquilo que a sharia prescreve: uns converteram-se, outros fugiram, outros morreram, outros permaneceram com um estatuto de cidadãos menores, "dhimmis", protegidos, desde que paguem a jizzya e aceitem as limitações do seu estatuto.

Que é, basicamente, a de escravos, umas vezes mais bem tratados, outras vezes não. A aceitação do estatuto de dhimmitude, implica a suspensão da jihad. Todavia, segundo a lei corânica, basta que um dhimmi de uma comunidade infrinja os deveres dos seus estatutos, para que a jihad prossiga.

É o que está a acontecer no Egipto. Alguns coptas não aceitaram bem a destruição de algumas igrejas, aproveitaram para reclamar comtra o seu estatuto de escravatura, e a jihad recomeçou. O Exército (onde os cristãos não podem entrar) atacou com ferocidade (que contrasta com a passividade com que deixou atacar e destruir a Embaixada Israelita) e a televisão apelou aos muçulmanos para virem para a rua.

O que se seguiu é conhecido. E o que se seguirá também: os cristãos serão paulatinamente postos no seu lugar e reduzidos à normal "dhimmitude". A prazo desaparecerão, como já desapareceram da maioria dos países islâmicos.

O que espanta, nisto tudo, é que os líderes europeus, a imprensa e os habituais defensores das " boas causas", que berram e protestam desalmadamente quando um palestiniano morre numa troca de tiros, façam vista tão grossa às gigantescas limpezas étnicas que os países muçulmanos levam a cabo, não de forma ocasional e espúria, mas aplicando deliberada e paulatinamente os conceitos típicos do Islão.

Os mesmos políticos que estão a encher a Europa de imigrantes muçulmanos, sem se darem conta de que, a prazo, estão a importar estas terríveis conceitos.

Ainda ontem foi dado à estampa, pelo Instituto Montaigne de Paris, um estudo no qual se constata que alguns bairros dos suburbios de Paris já funcionam segundo a sharia e que o Estado francês já ali não manda, de facto.

Em Lérida, numa zona onde a comunidade muçulmana jé é significativa, têm morrido dezenas de cães, envenenados, e jovens muçulmanos atacam quem ande na rua a passear o cão. O imam local pediu mesmo à autarquia a proibição de cães no espaço público, porque "ofendem o Islão" e não permitem aos muçulmanos exercerem a sua "liberdade religiosa".

Hoje são os cães, amanhã os infiéis. A história confirma este padrão. Onde o Islão assume o poder, não há espaço para outros.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Carros de luxo e DVD gay no complexo de Kadhafi

Uma vida de luxo e exuberância. Foi com este cenário que se depararam os rebeldes da Líbia, quando invadiram o complexo residencial de Kadhafi na terça-feira, em busca do seu paradeiro.

Carros topos de gama, enormes zonas termais e estátuas valiosas. Tudo fazia parte da gigantesca residência em Tripoli, que incluía uma mansão de dois andares só para a sua irmã Aisha.

Não acredito no que estou a ver”, disse Muftah Shubri, residente de Tripoli, quando entrou na piscina gigante da casa de Aisha.

No caso de um dos seus filhos, Al-Saadi, que adorava futebol, descobriram-se um campo de futebol com relva, iates, quatro carros (um BMW, um Audi, um Lamborghini branco e um Toyota) um catálogo da empresa Benetti e um DVD de pornografia gay chamado ‘Boys Tracks’, no meio de outros documentos.

Segundo o ‘Washington Post’, Al-Saadi tinha um plano para escapar: um túnel que permitia ir para uma segunda casa, ainda em fase final de construção.

-Fonte-


Aviso para todos os actuais ditadores árabes: livrem-se da vossa pornografia homossexual antes que a onda da "primavera árabe" traga à vista de todos as vossas "preferências" ocultas.


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Político Indonésio que ajudou a aprovação de leis anti-pornografia apanhado a vêr pornografia

Em Abril último, um membro do parlamento indonésio - que ajudou a aprovação de controversas leis anti-pornografia demitiu-se depois de ter sido filmado a visionar vídeos explícitos no seu computador durante uma sessão parlamentar.

Arifinto, 55 anos, foi filmado a observar pornografia durante vários minutos enquanto que os seus colegas debatiam planos para se construir um novo edifício parlamentar.

O político mais tarde pediu desculpas aos seus constituintes e disse aos repórteres durante a conferência de imprensa convocada do um modo meio apressado que ele abandonaria o parlamento imediatamente.

É a minha decisão. . . . Ninguém me coagiu.

«Fonte»


Mais pontos para a "moralidade islâmica".

terça-feira, 17 de maio de 2011

Malásia: Líder islâmico diz que Cristãos fazem exigências irracionais

Os Cristãos deveriam ser cautelosos quando fazem exigências descabidas tais como querer que Bíblias sejam impressas na língua "Bahasa Malaysia". Quem afirmou isto foi Datuk Ibrahim Ali.

O presidente do grupo dos direitos dos malaios afirma que, não só tem sido paciente "por demasiado tempo" como também permitiu que os não-malaios fizessem exigências excessivas.

  1. "Quantos malaios são Cristãos? Porque é que tem que ter Bíblias na língua bahasa? Porque não usar o bahasa iban ou o kazadan?"
Se os muçulmanos podem construir mesquitas um pouco por todo o mundo, segundo os princípios da liberdade religiosa que o ocidente defende, porque é que os Cristãos não podem traduzir a Palavra de Deus para a língua que eles bem entenderem?

Isto é uma questão segurança nacional . . . . Nós os malaios temos sido demasiados bondosos. Quero lhes fazer lembrar que não devem se exceder nas suas exigências.
Obrigado, sr Ibrahim. Agora vire o disco e diga o mesmo às exigências supremacistas que os seus correlegionários fazem por todo o mundo não muçulmano.

O sr Ibrahim diz ainda:

Eles [os Cristãos] não são a maioria neste país.
Portanto, se os Cristãos fossem a maioria ma Malásia, então já não haveria problemas em fazer traduções da Palavra de Deus nos idiomas que o sr Ibrahim pensa serem proibidas de conter uma Tradução da Bíblia?

Se isso é assim, então como os muçulmanos não são a maioria no ocidente, talvez seja a hora deles pararem com as suas exigências genuinamente descabidas.


É esta hipocrisia que é verdadeiramente irritante. Os muçulmanos no ocidente e em Israel possuem direitos que na esmagadora maioria das vezes não lhes são concedidos nos países islâmicos. No entanto, quando Cristãos querem traduzir a Palavra do Verdadeiro Deus para os nativos malaios, os muçulmanos já não gostam.

Sim, os Cristãos não são a maioria na Malásia. E depois? Os direitos dum ser humano não são adquiridos quando ele tem muitas pessoas que pensam como ele ao seu lado, mas sim no momento da concepção.

Proponho ao sr Ibrahim que entre em contacto com os muçulmanos Europeus e lhes diga para pararem de exigir acomodação até eles serem a maioria por cá. Só aí é que eles vão ter direitos.


terça-feira, 12 de abril de 2011

Mais um Alcorão transformado em cinzas

Queimar o Alcorão está a tornar-se uma moda um pouco por todo o lado. Se calhar só falta aqui em Portugal.

No vídeo seguinte vemos dois homens (um iraniano e um afegão) cansados de viver no século 7:

O Washington Times informa que dois homens anónimos queimaram o Alcorão como forma de protesto. O vídeo com cerca de 7 minutos e meio mostra os dois homens, com as caras obscurecidas, lendo um pequeno discurso antes de queimarem o livro sagrado dos maometanos.

Durante o discurso ele afirmam que os árabes maquinaram este livro e devido a isso, eles vivem 1400 anos atrasados.

Eles afirmam que não gostam do Alcorão e querem que o mesmo desapareça. Bem vindos ao clube.

Esperemos que Ban Kin Moon (o socialista que está a frente da ONU), Lindsey Graham (o falso republicano que prefere perder a liberdade de expressão do que ofender os muçulmanos) sejam tão vocais nas condenações tal como o foram quando Terry Jones queimou o Alcorão.

terça-feira, 1 de março de 2011

Homossexuais não estão a atacar mesquitas

Este post é especialmente dedicado a quem pensava que os actos de terror perpetuados pelos homossexuais contra os cristãos é apenas devido ao facto de eles (Cristãos) terem votado contra a Prop 8, na Califórnia.

A história por trás do terrorismo homossexual é simples: Há algum tempo atrás, e por decisão judicial (não pela vontade dos eleitores), o "casamento" homossexual foi legalizado na Califórnia. Como resposta a esta decisão, a "Proposition 8" foi escrita como forma de rebater os 4 juízes que ignoraram a vontade do povo californiano no que toca à definição de casamento.

De acordo com este site, a "Prop 8" ganhou (52% a favor, 48% contra). Isto deveria ser o final da história, mas, para alguns, o processo democrático não é o suficiente.

Enfurecidos com o resultado da votação, os activistas homossexuais direccionaram o seu ódio contra aqueles que mais votaram a favor da Prop 8: afro-americanos, mórmons, e cristãos.


Um dos comentadores afirmou que os cristãos não estavam a ser atacados pelos homossexuais devido ao facto de serem cristãos, mas sim devido ao facto de terem votado a favor da Prop 8. Na altura foram fornecidas evidências que isso não era bem assim.

Evidências agora levantadas confirmam que a raiva dos homossexuais é selectiva. Sabe-se agora que os muçulmanos votaram na sua esmagadora maioria contra o "casamento" homossexual, e a favor da Prop 8. No entanto, os homosexuais não atacaram as mesquitas da mesma forma que atacaram as igrejas. Porquê?

Se, como disse o comentador, a razão da raiva homosexual era puramente devido ao sentido de votação dos cristãos, e não porque eles eram cristãos, porque é que os homossexuais não atacam os muçulmanos, que votaram da mesma forma que os cristãos?

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Onde estão as manifestações esquerdistas em defesa dos homossexuais muçulmanos?

O Henrique Raposo é uma lufada de ar fresco neste país à beira mar plantado. Fico à espera que ele lance o seu olhar à ditadura ateísta que hoje existe no debate em torno das nossas origens.
A hipocrisia da esquerda caviar

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

I. A esquerda caviar tem indignações selectivas. Os nossos 'progressistas' apenas ficam incomodados com os actos de Israel e dos EUA. A Coreia do Norte afundou um barco da Coreia do Sul, matando dezenas e dezenas de pessoas. Perante isto, os nossos progressistas nada disseram (para o PCP, a Coreia do Norte ainda deve ser uma democracia). Todos os dias, o mundo muçulmano, lá e cá, viola os direitos das mulheres e dos homossexuais. Que dizem e fazem os nossos progressistas? Nada. Os "progressistas" do BE adoram apoiar os movimentos mais "reaccionários" do mundo (os islamitas).

II. No Egipto, as autoridades civis preparam-se para retirar a nacionalidade a 30 mil pessoas que escolheram casar com israelitas. Em 2005, um líder religioso lançou essa fatwa contra o casamento entre egípcios e israelitas. Ontem, as autoridades civis legitimaram essa fatwa. Perante este acto racista, o que faz a nossa esquerda 'tolerante'? Nada. Como se sabe, o racismo é propriedade dos povos 'brancos'.

III. O que poderá levar a nossa esquerda a fazer uma 'manif' contra um Estado muçulmano? Bom, seria preciso que o Egipto, por exemplo, fizesse leis contra os gays. Mas esperem lá: o Egipto já tem leis contra os gays. "Ser-se gay" no mundo árabe é sinónimo de doença e de morte na prisão. Noutros países islâmicos, "ser-se gay" é o mesmo que morrer através de uma chuva de pedras. Mas a nossa esquerda não faz nada por estes gays. Para a nossa esquerda, os gays muçulmanos são gays de segunda.

...e cristãos.
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