MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

União árabe contra o Estado Islâmico é “temporária”

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A morte do piloto jordano queimado vivo pelo EI chocou o mundo árabe que em coro condenou o grupo. Uma união rara que provavelmente não se traduzirá numa tomada de posição, defendem os especialistas.

Um dia depois da morte do piloto jordano Moath al-Kasasbeh, queimado vivo pelo Estado Islâmico na passada terça-feira, o mundo árabe, mas também a Turquia e o Irão falaram a uma só voz. Numa região dividida por interesses e crenças variadas, a condenação unânime do EI foi praticamente inédita e gerou uma questão: irão estes países unir esforços para derrubar os jiadistas?

Os especialistas ouvidos pelo Observador são igualmente unânimes: a união na zona é temporária. “Depois desta condenação, os interesses divergem. Voltamos ao velho tabuleiro do Médio Oriente – Irão, Jordânia, Qatar, Arábia Saudita… não estão todos do mesmo lado”, diz Paulo Gorjão, diretor do Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança (IPRIS), que não vê como provável que esta reação emocional e imediata se traduza numa mudança substancial da estratégia contra o Estado Islâmico.

Maria do Céu Pinto, professora de Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade do Minho, defende que “no plano da solidariedade do mundo árabe, esta é mais aparente do que real”, uma vez que no Médio Oriente há “diferentes interesses e vulnerabilidades relativamente ao EI”. Segundo a docente universitária, “embora os países árabes [mais a Turquia e o Irão] se coloquem contra o EI, muitos deles continuam a apoiar o grupo radical porque este se insere num jogo mais amplo que é a luta entre xiitas e sunitas”.

Os militantes do Estado Islâmico têm como objetivo criar, como o próprio nome indica, um estado islâmico sunita, através do estabelecimento e da expansão de um autoproclamado califado. O surgimento do grupo tem origem na resistência sunita ao regime xiita do antigo primeiro-ministro iraquiano Nuri al-Maliki. A guerra civil na Síria, que se arrasta desde 2011, opondo os rebeldes sunitas ao presidente Bashar al-Assad, pertencente à minoria alauíta, um grupo étnico-religioso do Islão xiita, fortaleceu o EI, que conseguiu conquistar parcelas do território e ter acesso a armamento.

No caso concreto da luta na Síria, o jogo tem, de um lado, Assad, apoiado pelo Irão xiita, e do outro, os países sunitas do Golfo Pérsico – como a Arábia Saudita – que querem derrubar o regime sírio. Esta é uma das razões pela qual o Irão, que teme a ameaça que o EI representa para os xiitas, não fez parte da coligação internacional contra o grupo onde se encontra um dos seus maiores inimigos na região, – a Arábia Saudita – levando a cabo ataques isolados contra os jiadistas. E é de acordo com este cenário que deve ser entendida a explicação de Maria do Céu Pinto ao Observador: “O Estado Islâmico é uma criatura odiosa que serve o interesse de alguns países”.

“Esta é a nossa guerra”

Antes da morte de Moath al-Kasasbeh, a opinião pública jordana estava muito dividida quanto à participação do país na coligação liderada pelos EUA. Como lembra a revista Foreign Affairs, nas redes sociais, um dos tópicos mais populares procurava mobilizar a oposição ao conflito, agregando a discussão sob a hashtag #ThisIsNotOurWar (esta não é a nossa guerra). A Irmandade Muçulmana jordana condenou a aliança, considerando-a uma violação da Constituição do país, bem como uma “campanha contra o Islão”.

Segundo a mesma revista, a maioria dos jordanos viu no Estado Islâmico uma resposta a Assad, cujo regime matou mais de 200 mil pessoas, na maior parte sunitas. Em setembro, uma sondagem indicava que 62% dos jordanos consideravam o EI uma organização terrorista.

Por outro lado, entre os jordanos seculares houve quem temesse uma retaliação do grupo devido ao envolvimento da Jordânia com os EUA. Na verdade, ao incendiar o piloto Moath al-Kasasbeh, o Estado Islâmico quis enviar uma mensagem à Jordânia: queimámos um dos vossos tal como vocês queimam os nossos com o fogo dos vossos aviões. O grupo radical esperava assim dissuadir o país de continuar os ataques aéreos na Síria. Mas a reação da sociedade jordana foi a oposta.

Depois do anúncio da morte do piloto Moath al-Kasasbeh, a Jordânia anunciou a retaliação e executou dois terroristas presos que tinham ligações ao Estado Islâmico. O país uniu-se em manifestações de apoio ao rei Abdullah II, que declarou guerra ao grupo e prometeu vingança, lançando novos ataques contra os jiadistas. Homens e mulheres de véu foram filmados a escrever versos do Corão e slogans contra o EI nas bombas que poucas horas depois cairiam na Síria e também no Iraque. Na sexta-feira, milhares desfilaram nas ruas de Amã. À frente da multidão seguia a rainha Rania, que sublinhou: “Esta guerra é da Jordânia. É uma guerra de todos os muçulmanos. Não conseguimos vencer esta guerra sozinhos, mas é a nossa guerra.”

Uma guerra de todos os muçulmanos?

Na Síria, o Governo de Assad condenou o ato do Estado Islâmico. No Egipto, tanto o Governo como a Irmandade Muçulmana falaram contra a “barbárie” de queimar um homem até à morte. O Irão, que não tem uma relação de amizade com a Jordânia, chamou ao homicídio um “desumano e não islâmico”. O presidente turco Tayip Erdogan, que tem sido criticado pela sua inação, disse que a morte do piloto foi “uma selvajaria”. O movimento Hezzbollah, aliado do Governo sírio, disse que este foi o ato “mais macabro” já cometido pelo Estado Islâmico”

Para explicar este sentimento de solidariedade, alguns comentadores lembraram que esta foi a primeira vez que o Estado Islâmico assassinou um refém muçulmano. A forma escolhida para o fazer aumentou a indignação. É que queimar uma pessoa até à morte é proibido no Islão, disseram alguns. Só deus pode aplicar esse castigo, ao destinar alguém ao inferno.

Maria do Céu Pinto pensa que, apesar desta solidariedade, só consegue imaginar um cenário em que a guerra contra o Estado Islâmico se tornaria uma guerra de todos os muçulmanos. “A crueldade em si não vai levar a grandes mudanças na política da região. Se um país árabe próximo da Síria ou do Iraque estivesse prestes a cair nas mãos do Estado Islâmico – como a Jordânia – isso mudaria a atitude da Arábia Saudita, por exemplo”, diz.

- http://goo.gl/RbyWJs
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Muçulmano espancado até à morte por outros muçulmanos

Uma turba enraivecida invadiu uma esquadra de polícia no Paquistão, e espancou um muçulmano acusado de ter profanada o Alcorão. Segundo algumas fontes, o corpo da vítima foi posteriormente queimado.

A vítima havia previamente sido entregue à polícia depois de páginas queimadas do Alcorão terem sido encontradas numa mesquita local, no distrito de Dadu - 330 quilómetros à norte de Karachi - onde ele havia passado a noite. Passadas algumas horas, um grupo de homens dirigiu-se à esquadra de policia, agarrou no homem e matou-o.

O chefe policial do distrito, Usman Ghani, disse à BBC que o incidente macabro foi filmado com telemóveis, e que algumas gravações estão a ser analisadas como forma de identificar os assassinos.

Até agora, cerca de 30 pessoas foram detidas, ligadas ao incidente. Para além disso, o chefe policial local prendeu 5 homens por terem falhado na sua missão de proteger o homem.

Shahzeb Jillani, da BBC, reportou que a blasfémia é um assunto altamente sensível no Paquistão, onde várias pessoas foram já mortas por turbas ou vigilantes.

Correspondentes e jornalistas presentes em Karachi acrescentam que as controversas leis de blasfémia são frequentemente usadas para perseguir minorias, ou ajustar contas.

Fonte

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Jogador de futebol morre depois de ter sido queimado por muçulmanos

Fonte

Um jovem jogador de futebol Malayali - Jithu Mohan - que havia sido molhado com petróleo e queimado por se ter apaixonado por uma rapariga muçulmana, sucumbiu hoje às queimadura.

O rapaz foi convidado para a casa dos familiares da menina sob pretexto de ele tomar parte numa discussão pacífica. No entanto, alegadamente o Inspector com o nome de Wahab, oficial policial de do "AR Camp",  molhou-o com petróleo, queimando-o logo de seguida..

Jithu morreu no "Amrita Hospital, Ernakulam. Ele é a terceira vítima de terrorismo jihadista em Kerala num curto espaço de tempo. A sua morte segue as mortes de Vishal, Chengannur e Sachin, Kannur.

O vice-capitão da equipa júnior de Kerala, e alguém com um futuro brilhante, Jithu encontrava-se apaixonado por Shabana, uma rapariga muçulmana proveniente de Chunakkara. Mal se aperceberam do relacionamento, os familiares opuseram-se ao mesmo e transferiram a menina para a casa de outro parente.

Depois disto, Jithu deu entrada a um habeas corpus no Tribunal Supremo de Kerala. Depois disto, a rapariga foi apresentada perante o tribuna. No entanto, ela recebeu permissão para sair das instalações com os seus familiares.

O ataque a Jithu ocorreu pouco depois da audiência legal.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Inglês castigado por "intolerância teatral"


Informa-nos o Daily Telegraph: que Andrew Ryan, de 32 anos, roubou uma cópia do livro sagrado dos maometanos da "Carlisle Library" e queimou-o à medida que a multidão se aproximava para ouvir os seus protestos junto dum monumento. A polícia prendeu Ryan pouco depois do incidente.

O Juiz disse o seguinte enquanto lia a sentença:

Isto é um caso de intolerância teatral. Você esforçou-se para causar o máximo de publicidade e ansiedade.

Os esquerdistas são o grupo ideológico mais ridículo que existe à face da Terra. O que é "intolerância teatral"? Se um muçulmano ou um esquerdista queimar uma Bíblia, isso constitui "intolerância teatral"? Se um muçulmano ou um esquerdista queimar a bandeira de Israel, é isso algo que pode ser qualificado de "intolerância teatral"?

Este tipo de medidas e sentenças tem em vista a categorização do Alcorão como um livro que não pode ser de forma alguma criticado. Os muçulmanos possuem aliados poderosos na elite Europeia porque os esquerdistas europeus - ignorantes da História - acham que podem usar os muçulmanos para reduzir a influência Cristã na Europa.

O que estes "iluminados" não sabem é que 1) o Cristianismo é que mantinha a Europa de pé e 2) o islão não pode ser controlado sem ser pelo uso da força.

Esta táctica esquerdista está condenada ao fracasso.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mais um Alcorão transformado em cinzas

Queimar o Alcorão está a tornar-se uma moda um pouco por todo o lado. Se calhar só falta aqui em Portugal.

No vídeo seguinte vemos dois homens (um iraniano e um afegão) cansados de viver no século 7:

O Washington Times informa que dois homens anónimos queimaram o Alcorão como forma de protesto. O vídeo com cerca de 7 minutos e meio mostra os dois homens, com as caras obscurecidas, lendo um pequeno discurso antes de queimarem o livro sagrado dos maometanos.

Durante o discurso ele afirmam que os árabes maquinaram este livro e devido a isso, eles vivem 1400 anos atrasados.

Eles afirmam que não gostam do Alcorão e querem que o mesmo desapareça. Bem vindos ao clube.

Esperemos que Ban Kin Moon (o socialista que está a frente da ONU), Lindsey Graham (o falso republicano que prefere perder a liberdade de expressão do que ofender os muçulmanos) sejam tão vocais nas condenações tal como o foram quando Terry Jones queimou o Alcorão.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Joe Klein: Queimar livros é o mesmo que matar pessoas inocentes


Queimar uma cópia do Alcorão é moralmente equivalente a voar aviões contra o World Trade Center e igualmente condenável. Esta é a fatwa por parte de Joe Klein escrevendo para o blog da revista (Swampland)

Klein condenou o "julgamento" que Terry Jones levou a cabo em relação ao Alcorão (e a subsequente queima do mesmo) que alegadamente instigou a carnificina contra os funcionários das Nações Unidas no Afeganistão.

Não deveria haver confusão em relação a isto. o acto do Jones foi tão homicida como um ataque bombista. Se o inferno existe, ele garantiu uma membrazia permanente depois de morrer.

*Fonte*


Portanto, aos olhos deste esquerdista, isto é igual a isto

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Terry Jones: Não tenho culpa nenhuma. Os muçulmanos são violentos porque querem.

O Pastor da Flórida, Terry Jones, ainda não pediu e nem tem que pedir desculpas por ter queimado um dos livros que Satanás enviou ao mundo. Segundo o Daily Mail, foram as acções deste homem que fizeram com que muçulmanos piedosos a viver no outro canto do mundo resolvessem matar 20 pessoas inocentes no Afeganistão.

Corajosamente, o líder do "Dove World Outreach Center", o homem que muitos consideram responsável por instigar esta onda de protestos, permanece desafiador em relação à sua decisão, afirmando que já era tempo do "islão prestar contas"

Pelo menos 7 trabalhadores das Nações Unidas forma assassinados - dois decapitados - depois dos extremistas terem invadido as suas instalações em Mazar-i-Sharif.

Como sempre acontece, estes escravos de Alá são muito corajosos no que toca a atacar pessoas sem treino militar específico ou mulheres, mas totalmente cobardes em enfrentar um exército ocidental numa guerra convencional.

A multidão decapitou 2 guardas das Nações Unidas, tomou posse das suas armas e começou a atirar contra as pessoas que se encontravam nas instalações depois da demonstração contra a queima do Alcorão se ter tornado violenta.

O sr Jones, que justificadamente ignorou os "avisos internacionais" acerca das consequências das suas acções, disse que os culpados são aqueles que decapitam pessoas que nada tem a ver com a queima do Alcorão.

Qualquer pessoa sensata concordaria com ele, mas como sabemos, quem controla os destinos políticos do planeta Terra não usa da sua sensatez.

Nós temos que levar estes países a prestar contas por aquilo que fizeram e por todas as desculpas que usam para promover as suas actividades terroristas. Chegou a hora de responsabilizar o islão.

O nosso governo e o nosso Presidente tem que olhar com mais atenção aos elementos radicais do Islão. O islão não é uma religião pacífica.

Exigimos que as Nações Unidas tomem acções. Países dominados por muçulmanos não podem ter permissão para propagar o seu ódio contra Cristãos e contra as minorias.


A forma como os esquerdistas ocidentais reagem à matança que os muçulmanos estão a levar a cabo contra civis inocentes é muito revelador. Para a esquerdalha, os culpados das decapitações, dos baleamentos e de toda outra violência física não são as pessoas que levam acabo tais prácticas, mas sim um velhote que vive a milhares de quilómetros de distância, pertencente a um pequena igreja na Florida.

Sim, para o esquerdume, isto é "lógico".

Uma vez que os líderes ocidentais pensam assim, os muçulmanos vão continuar com o seu comportamento assassino e violente. Ironicamente, as suas acções confirmam o que Terry Jones afirma, nomeadamente, que o islão não é uma religião pacífica.

domingo, 3 de abril de 2011

Havendo resolvido todos os problemas do Afeganistão, Karzai exige agora o castigo do Pastor Jones

Se bem se lembram, Terry Jones é o Pastor evangélico que levou a cabo um "julgamento" ao Alcorão. O veredicto, obviamente, não poderia ser outro que não "Culpado". Num gesto simbólico (por enquanto), o Pastor Jones supervisionou a queima duma cópia do livro sagrado dos maometanos.

Seria de esperar que pessoas que passam a vida a matar Cristãos tivessem um bocado de vergonha em vir a público exigir "respeito" pelas suas crenças, mas pelos vistos, espírito auto-crítico é algo que não existe entre os muçulmanos.

Várias pessoas do mundo muçulmano (inclusive o califa Barack Obama) têm vindo a público exigir que os EUA contradigam a sua Constituição e punam um homem pelo simples facto de queimar um livro mais perigoso para a Humanidade que o "Mein Kampf" do nacional socialista Hitler.

Um dos líderes do mundo islâmico a demonstrar a sua irritação pela queima do seu livro é o "amigo do ocidente", o presidente do Afeganistão Hamid Karzai.

A NY Daily News informa que muçulmanos enraivecidos demonstraram a sua oposição à queima do Alcorão na Flórida matando duas pessoas inocentes e ferindo dezenas de outras no Afeganistão.

O Presidente Hamid Karzai reforçou o seu apelo à Casa Branca, Senado e às Nações Unidas para executarem "justiça" a Terry Jones.

Protestos surgiram um pouco por todo o Afeganistão desde o feito de Terry Jones. Cerca de 22 pessoas foram mortas na cidade de Mazar-i-Sharif, incluindo 7 funcionários das Nações Unidas. Como quem manda nas Nações Unidas é o bloco islâmico, Ban Ki-Moon nada vai fazer para executar justiça em relação aos funcionários das Nações Unidas que foram mortas pelos servos de Alá, o deus dos muçulmanos. Aliás, as Nações Unidas já vieram a público dizer que, apesar deste ser o pior ataque desde que os Taliban foram destronados do Afeganistão, o seu trabalho vai prosseguir na nação.

Noutra localização um oficial foi morto e 20 civis ficaram feridos numa explosão que ocorreu entre as pessoas que protestavam na cidade de Kandahar.


Quem acha que o que Terry Jones é o motivo da violência muçulmana não viveu no planeta Terra nos últimos 1400 anos. Os muçulmanos usam todas as desculpas para se insurgirem contra os não-muçulmanos. O que eles se esquecem é que o mundo ocidental não está sob a Sharia (por enquanto), e como tal, às vezes temos que aceitar que haja pessoas que critiquem a nossa fé de formas pouco ortodoxa.

O que é que aconteceria se os Cristãos do mundo Ocidental se pusessem a matar os muçulmanos que aqui vivem cada vez que um Cristão fosse morto no mundo islâmico?

Não deixa também de ser sintomático o quão rápido esquerdistas como o Obama declaram que a queima do Alcorão foi um acto de "intolerância". Que pena que ele não seja tão rápido a condenar as imensas mortes Cristãs levadas a cabo pelos seus correlegionários*.


* Sim, até prova em contrário, eu considero o Obama um muçulmano. Nenhum não-muçulmano afirma que a mensagem do islão foi "revelada", coisa que o Obama disse durante o seu discurso no Cairo.

segunda-feira, 21 de março de 2011

O julgamento do Alcorão

(Estes evangélicos não sabem estar quietos!)

Um controverso pregador evangélico americano supervisionou a queima duma cópia do Alcorão numa pequena igreja de Flórida, depois do livro sagrado do islão ter sido considerado "culpado" de crimes. A queima pode ser vista aqui: A queima do Alcorão na Flórida.

A queima do Alcorão foi levada a cabo pelo Pastor Wayne Sapp sob a supervisão de Terry Jones, o mesmo que em Setembro último atraiu atenções (e condenações) por parte de políticos americanos por ter planeado queimar uma pilha de "Alcorões" no dia 11 de Setembro de 2010.

O evento de Domingo foi apresentado como um julgamento do livro onde o Alcorão foi considerado "culpado" e "executado" pelos crimes.


O júri demorou cerca de 8 minutos a deliberar. O livro, que esteve encharcado em querosene durante cerca de uma hora, foi posto numa bandeja metálica foi incendiado pelo Pastor Sapp.

Jones havia já atraído sobre si críticas por parte de pessoas influentes como o presidente Barack Hussein Obama, Hillary Clinton e Robert Gates por ter planeado queimar um Alcorão.. Ele não levou a cabo o seu plano e declarou que nunca levaria a cabo tal empreendimento uma vez que, segundo ele, a reacção provocada confirmou o seu ponto de vista.

Mas desta vez ele afirmou que tem tentado "dar uma oportunidade ao mundo muçulmano para defender o seu livro" mas não recebeu qualquer tipo de resposta. Ele afirmou que não poderia ter um verdadeiro julgamento sem uma verdadeira sentença.

Jadwiga Schatz, que veio dar apoio a Jones, declarou estar estar preocupada com o crescimento do islão na Europa.

Para mim, estas pessoas são uns monstros. . . . Odeio estas pessoas.
Eis aqui o vídeo do churrasco islâmico:


Aguardamos ansiosamente que os muçulmanos contradigam Terry Jones e mostrem que o Alcorão é um livro que apela à coexistência e ao espírito de paz. Aguardamos sentados, claro está.


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