MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Irmão de Karzai assassinado pelo próprio segurança

A BBC News reportou que o meio-irmão do presidente do Afeganistão (Hamid Karzai) foi assassinado em Kandahar. Ahmad Wali Karzai, foi assassinado na sua casa num evento que é um rude golpe para as aspirações da NATO na sua luta contra os talibãs.

Ahmad Karzai foi atingido duas vezes pelo seu segurança de longa data Sardar Mohammed. Sardar foi morto quase de imediato.

Os talibãns afirmam terem levado o ataque - qualificando-o como um dos seus maiores sucessos nos 10 anos de guerra.

Os órgãos de informação ocidentais afirmam que os motivos de Sardar Mohammed permanecem desconhecidos, mas a matança levanta sérias questões em torno da segurança dos oficiais de topo do país.

O assassinato de Ahmad Karzai é mais um para adicionar à lista de pessoas importantes (políticos e membros da segurança) assassinados por todo o país.

O presidente afegão disse que o assassinato reflecte o sofrimento de todo o povo afegão.


Uma vez que o islão é uma ideologia política, os muçulmanos mais obedientes aos preceitos da sua fé nunca irão aceitar uma forma de governo que não seja a sharia. É por isso que as tentativas de se impor a democracia nos países islâmicos nunca vai funcionar.

Não se sabe quantas pessoas terão que morrer até que o mundo entenda isso, mas as mortes (infelizmente) vão continuar.

domingo, 3 de abril de 2011

Havendo resolvido todos os problemas do Afeganistão, Karzai exige agora o castigo do Pastor Jones

Se bem se lembram, Terry Jones é o Pastor evangélico que levou a cabo um "julgamento" ao Alcorão. O veredicto, obviamente, não poderia ser outro que não "Culpado". Num gesto simbólico (por enquanto), o Pastor Jones supervisionou a queima duma cópia do livro sagrado dos maometanos.

Seria de esperar que pessoas que passam a vida a matar Cristãos tivessem um bocado de vergonha em vir a público exigir "respeito" pelas suas crenças, mas pelos vistos, espírito auto-crítico é algo que não existe entre os muçulmanos.

Várias pessoas do mundo muçulmano (inclusive o califa Barack Obama) têm vindo a público exigir que os EUA contradigam a sua Constituição e punam um homem pelo simples facto de queimar um livro mais perigoso para a Humanidade que o "Mein Kampf" do nacional socialista Hitler.

Um dos líderes do mundo islâmico a demonstrar a sua irritação pela queima do seu livro é o "amigo do ocidente", o presidente do Afeganistão Hamid Karzai.

A NY Daily News informa que muçulmanos enraivecidos demonstraram a sua oposição à queima do Alcorão na Flórida matando duas pessoas inocentes e ferindo dezenas de outras no Afeganistão.

O Presidente Hamid Karzai reforçou o seu apelo à Casa Branca, Senado e às Nações Unidas para executarem "justiça" a Terry Jones.

Protestos surgiram um pouco por todo o Afeganistão desde o feito de Terry Jones. Cerca de 22 pessoas foram mortas na cidade de Mazar-i-Sharif, incluindo 7 funcionários das Nações Unidas. Como quem manda nas Nações Unidas é o bloco islâmico, Ban Ki-Moon nada vai fazer para executar justiça em relação aos funcionários das Nações Unidas que foram mortas pelos servos de Alá, o deus dos muçulmanos. Aliás, as Nações Unidas já vieram a público dizer que, apesar deste ser o pior ataque desde que os Taliban foram destronados do Afeganistão, o seu trabalho vai prosseguir na nação.

Noutra localização um oficial foi morto e 20 civis ficaram feridos numa explosão que ocorreu entre as pessoas que protestavam na cidade de Kandahar.


Quem acha que o que Terry Jones é o motivo da violência muçulmana não viveu no planeta Terra nos últimos 1400 anos. Os muçulmanos usam todas as desculpas para se insurgirem contra os não-muçulmanos. O que eles se esquecem é que o mundo ocidental não está sob a Sharia (por enquanto), e como tal, às vezes temos que aceitar que haja pessoas que critiquem a nossa fé de formas pouco ortodoxa.

O que é que aconteceria se os Cristãos do mundo Ocidental se pusessem a matar os muçulmanos que aqui vivem cada vez que um Cristão fosse morto no mundo islâmico?

Não deixa também de ser sintomático o quão rápido esquerdistas como o Obama declaram que a queima do Alcorão foi um acto de "intolerância". Que pena que ele não seja tão rápido a condenar as imensas mortes Cristãs levadas a cabo pelos seus correlegionários*.


* Sim, até prova em contrário, eu considero o Obama um muçulmano. Nenhum não-muçulmano afirma que a mensagem do islão foi "revelada", coisa que o Obama disse durante o seu discurso no Cairo.
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