MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Cristão iraniano acusado de apostasia pode ser morto


O Supremo Tribunal do Irão reportou que um pastor evangélico acusado de apostasia pode ser executado se não abandonar a sua fé Cristã.

A "Christian Solidarity World" afirma que o iraniano Yousef Nadarkhani, que foi sentenciado em 2009 e condenado à pena de morte no ano passado, poderia vêr a sua pena suspensa se ele renunciasse o seu Cristianismo. Aqueles que o conhecem afirmam que é pouco provável que ele faça isso, visto que se ele estivesse com essa disposição, ele já o teria feito

Se ele não abandonar a fé Cristã, o seu destino não é claro. Acredita-se que o seu caso possa ser enviado aos tribunais menores do Irão.

Hadi Ghaemi, director executivo da Campanha Internacional Pelos Direitos Humanos no Irão declara:

Do ponto de vista dos direitos humanos, não se pode criminalizar uma pessoa por escolher uma religião diferente, e muito menos executá-la.
Aparentemente Hadi não sabe que dentro da visão política islâmica, e seguindo os ensinamentos de Maomé, o castigo pela apostasia, é a execução.

Nadarkhani, proveniente de Rasht junto ao Mar Cáspio, converteu-se ao Cristianismo quando era ainda adolescente. Segundo se sabe, ele era um pastor muito eficiente, havendo trazido muitas almas das trevas do islão para a Luz do Cristianismo.

Crê-se que a sua igreja seja composta por cerca de 400 pessoas.


Enquanto os Cristãos ocidentais vão perdendo batalha cultural após batalha cultural, devido à sua falta de apego à Palavra de Deus, os Cristãos do Médio Oriente vão trazendo pessoas a Cristo e sofrendo por fazerem a obra de Deus.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mais um Alcorão transformado em cinzas

Queimar o Alcorão está a tornar-se uma moda um pouco por todo o lado. Se calhar só falta aqui em Portugal.

No vídeo seguinte vemos dois homens (um iraniano e um afegão) cansados de viver no século 7:

O Washington Times informa que dois homens anónimos queimaram o Alcorão como forma de protesto. O vídeo com cerca de 7 minutos e meio mostra os dois homens, com as caras obscurecidas, lendo um pequeno discurso antes de queimarem o livro sagrado dos maometanos.

Durante o discurso ele afirmam que os árabes maquinaram este livro e devido a isso, eles vivem 1400 anos atrasados.

Eles afirmam que não gostam do Alcorão e querem que o mesmo desapareça. Bem vindos ao clube.

Esperemos que Ban Kin Moon (o socialista que está a frente da ONU), Lindsey Graham (o falso republicano que prefere perder a liberdade de expressão do que ofender os muçulmanos) sejam tão vocais nas condenações tal como o foram quando Terry Jones queimou o Alcorão.

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